Segunda, Julho 28, 2014

EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA

Uma das mais famosas parábolas de Jesus Cristo é interpretada pelo Instrutor de Yoga Brahma Vidya, a partir de uma revelação originada de seus profundos estudos, procurando alcançar uma dimensão mais profunda nos ensinamentos do Cristo.

Conferencia ditada por Sri Vájera Yogue Dasa, no templo da Suddha Dharma Mandalam
Depois de ter o bom karma de ser instruído por alguns dos mais altos iniciadores da Grande Organização Esotérica da Índia – denominada Suddha Dharma Mandalam – obtive a revelação, ou a intuição espiritual da conhecida frase que parece na Bíblia, pronunciada por Jesus, O Cristo, a qual é apresentada como titulo do estudo que pretendo fazer a seguir.

Recordaremos, desde logo, que Jesus, O Cristp, em muitas ocasiões, ensinava em forma de parábolas ou símbolos, para que a Sabedoria Divina contida na Ciência dos Poderes do Espírito ou Ego Pessoal fosse entendida pelos que tinham “Olhos para ver e ouvidos para ouvir” (Mateus XII, 16)

Tal procedimento é uma lei que persiste até nossos dias nas organizações esotéricas. A Divina Hierarquia de Hierofantes da Suddha Dharma Mandalam mantém em absoluto segredo as chaves para atualizar os poderes do atman, ou Ego. Isso ocorre mesmo quando há um personagem disgno e santo, merecedor da Vama Deva Diksha, a grande iniciação conferida por um iniciador físico, devidamente autorizado pela Hierarquia Divina, e outorgada por um siddha espiritual (mestre espiritual).

Antes de chegar a ser merecedor ou estar apto a obter tão altíssima iniciação, os discípulos que cumprem com os requisitos adequados, observando as oito qualidades átmicas – ausência de inveja; compaixão; paz; ausência de cobiça; pureza integral física e de coração; ausência de egocentrismo; perseverança; irradiação de felicidade para todos os seres e as práticas de Raja Yoga – podem ser favorecidos com iniciações menores. Estas promovem algumas manifestações da glória que contêm o atman (alma) dentro do coração, e também visões nos planos sutis para infundir maior fé, conhecimento direto de verdades reveladas, e uma vontade mais firme para continuar o caminho, vencendo as dificuldades da vida diária, impostas pelos guias ocultos para o necessário progresso do discípulo.



ALIÁS, É FREQÜENTE QUE O DISCIPULO TENHA SONHOS simbólicos ou proféticos que o alertam a continuar firmemente no caminho da sabedoria oculta. É mediante a ciência infusa que as iniciações revelam que o estudante ou discípulo aceito descobre, pouco a pouco, mais e mais profundamente, as verdades encerradas nos símbolos, parábolas ou em contos aparentemente feitos para entreter as crianças, como podemos encontrar nos contos árabes das Mil e Uma Noites.

Voltando à análise da frase em estudo – “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida” (João, XIV, 6) – direi que o entendimento vulgar é aquele que se refere à pessoa de Jesus de Nazaré, considerando-o como um exemplo individual cujo modelo de vida é o Caminho; seus ensinamentos, sermões, máximas e instruções são os meios que podem nos conduzir ao conhecimento da Verdade Eterna, diferente das verdades transitórias ou passageiras. E, por último, entende que Jesus é o representante da Vida Perpétua.

Penso que essas palavras podem ter outra dimensão, não querendo dizer que tal análise seja a ultima palavra, pois é possível que outros as compreendam de diferentes pontos de vista. Nos ensinamentos dados pelos Mestres de Sabedoria, está dito que: “ [...] cada indivíduo é autor de seu próprio destino” (do livro Luz no Caminho), executando seu caminho. Pode, por acaso, ser Jesus o meu caminho? Não! Somente eu é que tenho de percorrer os caminhos que se deparam nas várias reencarnações que têm de experimentar minha chispa Divina, ou chama própria (consciência); isso deve ser feito para atualizar as potencialidades que a conduziram, plena de sabedoria, ao prapty, ou liberação final das sucessivas vidas terrenas.



NÃO PODE SER QUE O CRISTO, COMO REENCARNAÇÃO humana, seja a Verdade Eterna, pois ele nasceu, cresceu e morreu, desaparecendo fisicamente desta terra. A verdade visível de sua existência foi curta, passageira: apenas trinta e três anos. O Senhor, considerado enquanto homem, não é a Vida Eterna. Poucos dias depois de ter dito essas palavras (João, VI, 40 e 48), seu corpo individual estava morto. Então, que significado tem a palavra “vida” quando ele a pronunciou? Certamente deve expressar algo muito mais importante do que vida terrena.

A “Vida” verdadeira e eterna é aquela manifestada na partícula espiritual presente em todo ser vivo. Essa partícula percorre seu caminho, impulsionada por uma força interna, permanente e invencível. Nesse caminho, ela deve encontrar dentro de si mesma a Verdade Eterna do Espírito, individualizada no coração. E depois, com compreensão, realizar a união acidental com a onipotente e onisciente Consciência Cósmica, mantenedora da Vida Eterna na raiz evolutiva de todas as existências individuais.

Mas que condições são necessárias para percorrer esse caminho e chegar, progressivamente, à visão da Verdade Imutável? Que condições são necessárias para conhecer a ilimitada grandeza da Fonte da Vida, ou Parabrahman?

O mesmo Cristo disse: “Os pobres de espírito verão a Deus”. Quer dizer, tenham consciência de que há uma origem da vida universal. Mas, do ponto de vista esotérico, o que significa esse “pobres de espírito”? Suponho que nem um estudante primário da ciência mística possa acreditar que unicamente os tontos ou dementes poderão ver Deus, e os inteligentes e os sábios superdotados estão condenados à ignorância do contato consciente e progressivo com a união da Altíssima Glória da Substância Omnidifusa do Divino.

Essas idéias inferiores são falsas, contrárias a toda razão. Os sábios videntes da Índia explicam essas enigmáticas palavras e tiram o véu da importância que existe nos conceitos errados de alguns religiosos. “Pobres de espírito” indica aquelas pessoas “e não têm qualquer coisa que perturbe suas almas; não têm inveja, ódios, rancores, véus de ilusão e de vingança.

São “os puros de coração que verão a Deus” (Mateus V 8). Se um rico com maus sentimentos não alcança a pureza integral do corpo e da alma, será impossível para ele experimentar as gloriosas qualidades divinas; tão impossível quanto querer passar um camelo pelo buraco de uma agulha (Mateus XIX, 24).



SE QUISERMOS CHEGAR A SER IOGUES compreensivos da união transcendente eterna da Substancia Primária da Vida, plena de transcendentes poderes, é imperativo lutar até empobrecer nosso espírito, deixando-o isento dos acúmulos que perturbam o avanço no Caminho Reto, que conduz à Verdade Imutável e à Vida Eterna.

Este estudo não teria utilidade prática se não recordarmos o sistema ou método de Yoga ensinado pelo Mestre Galileo, ao indicar o dhyana (meditação) ou as condições necessárias para efetuar com êxito as editações que nos conduzem ao conhecimento da Verdade e da Vida. O Senhor ensinou dizendo: “Entra em teu aposento, fecha portase janelas e, em silencio, adora teu Pai que está nos Céus” (Mateus VI, 6). Continuarei este assunto explicando os conceitos que contem cada frase.

“Entra em teu aposento”, significa o interior do ser, mas no mais profundo de nossa alma. Temos de seguir este Caminho. Nada nem o mais Excelso Ser Divino, pode realizá-lo por nós; cada individuo tem de transitar por si mesmo. Um mestre de sabedoria só nos pode dar indicações ou nos fortalecer mediante a Graça Divina, fonte d’Ele mesmo e com a invocação da Divindade, mas cada um de nós tem de andar por seu caminho individual.

Os guias espirituais colocam nosso carro físico neste mundo, com seu motor (atma, alma) e seu combustível (shakty, energia), mas somos nós que temos de dirigi-lo, transpondo obstáculos formados por enganos de personalidade, penhascos, fossos e muitíssimos outros estorvos. O esforço para vencer essas dificuldades aperfeiçoa nossa inteligência vida após vida, e desperta os poderes inerentes da Chispa Divina (fagulha de Deus em nós), acrescentando a insignificante faculdade do livre arbítrio que possuímos para que sejamos um bom guia para o nosso próprio destino.

“fecha a porta e jenelas” significa apagar totalmente os ruídos mundanos. Silenciar os cinco indriyas, ou sentidos físicos. Abstrair todo o pensamento que distraia o dhyana, ou seja, a meditação escolhida. Não tem de entrar em nossa mente qualquer pensamento ou idéia que seja estranha para o nosso propósito contemplativo.

“Em silencio, adora teu Pai que está nos Céus”. A palavra “silencio” indica um dos mais difíceis estados mentais, necessário para conseguir obter êxitos espirituais. Podemos, com certa facilidade, fazer silencio exterior; mas dentro do aposento de nossa mente, os pensamentos saltam de um lado para o outro, como numa luta enlouquecida.

Um papagaio fala e fala sem parar um instante. Dentro da mente, produzem-se conversações, gritos, insultos e projetos, como, também idéias mentais indesejáveis, precisamente nos momentos em que queremos deixar nossa alma “pobre”, ou ausente de toda complicação. Só queremos ouvir a “voz do silêncio”. Mas o papagaio não se cala, as idéias não deixam de saltar. Sem dúvida, é necessário chegar à paz da “Oração de Quietude” para ouvir a “voz do silêncio”, melodiosa e divina.

“Adorar” significa amar sem pretender recompensas materiais nem espirituais. Adorar é um fluido espontâneo de puríssimo amor, que nasce do mais profundo da alma da Divindade. “Pai” é a essência da origem de nossa vida. “Que está nos Céus”; essa substância sutil de onde surgem todas as coisas e seres é também chamada Céu. Espírito de Deus, existente fora e dentro de tudo. É a Luz da Consciência, Poder e Glória do Absoluto sem limite. Todos os seres, sem exceção, têm de passar, vida após vida, pelo doloroso caminho que conduz ao progresso eterno, reconhecendo e adquirindo maior sabedoria, poder e glória no tempo sem limite, andando pelo “Caminho da Verdade e da Vida”.


PARA A PRATICA, DIZER MENTALMENTE E PENSAR as seguintes frases.

Eu sou o caminho: recolhendo os sentidos; adentrando-se na profundidade da alma; irradiando amor universal para alcançar o Eu Superior unindo a mente humana com o Espírito Eterno pleno de divinos poderes.

Eu sou a verdade: o corpo físico, com a efêmera existência nos planos materiais, é uma verdade passageira. Quando se alcança a visão e consciência pessoal do Espírito Eterno, a existência material se assemelha a um sonho ou ilusão. Em troca, o atma ou espírito, com sua permanência indestrutível e eterna, é considerado como uma verdade real, em meio às verdades passageiras (momentâneas) dos planos materiais.

Continuemos o Caminho concentrando o pensamento no Sol Eterno de verdade permanente, raiz de nossa vida.

Eu sou a vida: quando se alcança a união ou yoga progressivo com o atma particular, adquire-se a consciência de que esse atma subsiste mediante uma base ou raiz universal, que na Ciência Yóguica é chamado de Param-Atma, o Supremo Espírito. Esse Supremo Espírito existe indiscutivelmente unido a tudo que surgiu, surge ou surgirá no tempo sem limite, infundindo, vida e consciência progressiva a tudo quanto exista, seguindo um plano divino de aperfeiçoamento de todas as formas materiais.

Alcançar a união consciente com o atma, mediante nosso esforço e firme vontade, é o único Caminho que nos conduz á obtenção da consciência da existência da Verdade, ou Deus Supremo.

“Por meio do Filho conhecerá o Pai”, ou seja, é necessário que o filho do homem físico busque o filho espiritual de Deus, nosso espírito pessoal. Com o encontro, começará a conhecer a transcendência ilimitada da vida presente no céu, na terra e em todo o lugar, transmitindo poder, sabedoria, glória e amor. É um fluir permanente vindo do mais profundo do eterno diretor espiritual de nossa vida, Quando reconhecemos nosso Caminho, tomamos contato consciente com a Verdade dentro de nós mesmos, depois com a Vida. Então, entraremos no Reino dos Céus, onde toda a Ciência Divina nos será revelada.

Dedicamos esta publicação como um serviço à Obra Santa, impulsionada pela Divina Hierarquia em benefício e felicidade de todos os seres.



Sri Vájera Yogue Dasa é instrutor de Yoga Brahna Vidya na América, Primeira Autoridade Iniciática Externa para o Ocidente do Mandalam.





IMATURIDADE RELIGIOSA

Margareth Gonçalves (Devi Dásika)


Ao analisarmos o texto de Sri Vajera Yogue Dasa, fica claro que todas as considerações são procedentes da imaturidade religiosa que nós, humanos, insistimos em ter. Sabemos que existem três níveis de expressão religiosa.

1. AS RELIGIÕES BASEADAS NO MEDO.

Aquelas que, desde que nascemos, nos colocam numa condição de devedores. Por exemplo, já nascemos devendo algo a alguém, nascemos pecadores; nascemos de um ato de que Deus não gosta; merecemos castigos; podemos ser salvos, mas também podemos ser condenados; somos continuamente julgados; somos culpados, etc...

Se eu tenho a convicção de que Deus é inteligência perfeita, Ele não poderia julgar. Se Ele é amorosidade eterna, jamais iria derramar sobre a humanidade poderes de castigos. Se Ele é onipresente e onipenetrante, não deixaria de estar comigo um só instante. Se tudo é Ele, não pode existir o pecado e o erro, pois Ele está presente em todos os momentos de minha vida e em tudo que faço, principalmente quando eu estou me relacionando intimamente com alguém; é aí, nesse exato momento, que estou trabalhando a minha energia vital oriunda do Deus Universal. Se Ele é justiça, jamais excluiria uma expressão de vida, já que tudo é originário Dele mesmo; etc...

Essa é a forma mais primitiva de entendermos a natureza de Deus (sempre dentro de nossa limitação humana). Percebam que a imagem e semelhança estão dó lado inverso: nós, considerados humanos, é que julgamos, castigamos, condenamos, excluímos fatos ou seres de acordo com o nosso preconceito, estabelecido de acordo com nossa ignorância. A qualidade do Bem e do Mal está em nós, pois somos duais, ainda estamos vivendo sob esta lei do positivo e negativo; Deus não. Ele já superou essas diferenças, e precisamos entender que as análises estão sendo feitas no sentido contrário.


2. AS RELIGIÕES BASEADAS NA SOCIABILIDADE, OU SEJA, NA PROVIDÊNCIA.

Esta expressão de religião está condicionada às barganhas com Deus. Por exemplo, eu me torno seu devoto e, em troca, o Senhor me dá isto ou aquilo. Eu divulgarei sempre o Seu nome, assim o Senhor sempre me proverá abundantemente. Eu Lhe serei sempre fiel, enquanto o Senhor me for. Eu Lhe peço esta graça, em troca Lhe prometo algo.

Sempre as eternas promessas, provindas de nossa intelectualidade humana, cheias de absurdos e repletas de incoerências, exatamente o que Sri Vajera chama de sacrifícios inúteis. Vou à igreja uma vez por semana e, portanto, estou em dia com Deus, etc... Esta ainda e considerada uma imaturidade religiosa de acordo com o estudo e ciência da Yogaterapia, pois colocamos a imagem de Deus como um servidor de nós mesmos, e atribuímos os apelos não concedidos a um Deus ruim, mau, como é a expressão do diabo.

Já vimos que, no plano onde Ele habita, não existe dualidade. Ele simplesmente É. Então, como poderiam existir dois aspectos d’Ele, o bom e o mal, aquele que me dá e aquele que me tira algo? E se tudo provém d’Ele mesmo, a manifestação do incorreto, do separado, do feio, também vem d’Ele, manifestando essas qualidades chamadas de ásuricas (negativas) em nós, humanos em desenvolvimento consciencional. Isso significa que estamos em desenvolvimento da alma que ainda sofre imaturidades afetivas, mentais, sociais, morais e imaturidades religiosas. Isso vale principalmente quando nos referimos ao termo religião para designarmos nossa religação com o Divino. Ora, se a minha maturidade

religiosa me permite entender que essa Consciência eterna está sempre presente em mim, como necessito obrigatoriamente de uma religião para estar religado a Ele?


3. A RELIGIÃO CÓSMICA.

Nesta, não existe a figura ou arquétipo de um Deus castrador ou punitivo. Ele não julga, não derrama culpas sobre seus filhos, etc... Apenas nos vê como extensões de si mesmo, esperando que nossa imaturidade cresça, conquistando em consciência todas as possibilidades que o universo nos dá – já que este universo nos é dado por Ele mesmo.

Ele espera que consigamos conquistar, através de esforços próprios, o discernimento necessário para chegarmos a ser como Ele já o É, senhor absoluto de seus atos, pensamentos e sentimentos. Assim, não precisaremos barganhar nada com Ele, pois saberemos o que somos. Assim, não precisaremos mais ter medo d’Ele, pois saberemos quem somos. Assim, utilizaremos esta liberdade cósmica interna e externa – conquistada através de todas as maturidades, principalmente a religiosa – para trabalharmos o universo a nosso favor, isentos de ilusões, realizando ainda neste nosso plano físico o grandioso sonho de sermos eternamente felizes.

Fica evidente que há muito mais coisas para serem ditas a respeito desses três itens, mas fica aqui apenas um esboço. E aproveito para esclarecer que não possuo todo o conhecimento de Deus; ninguém o possui, já que Ele é infinito. Mesmo porque sou humana, e ninguém encarnado possui; porém, esses conceitos ainda são alcançáveis pela mente humana.

Também deixo aqui bem claro que não pretendi, em momento algum, denegrir o contexto de qualquer religião em particular. Se você se sentiu ofendido por algum comentário, antes de me julgar, peço que avalie, no mais profundo de sua alma, por qual caminho você está permitindo que sua alma se expresse, e qual o grau de imaturidade que ela está expressando neste momento.

Não sou partidária de religião alguma. Procuro ser consciente de mim mesma, expressando minhas qualidades e enganos sob uma ótica livre e responsável. A maior conquista que este caminho do yoga me proporcionou, através da escola Suddha Dharma Mandalam, foi a possibilidade de pensar, sentir e agir em liberdade, de não ter dogmas. Minha mente é essencialmente dialética. Não ajo sob influências de preconceitos, e procuro estar sempre desconectada de meus apegos humanos. Pelo menos, eu tento.

Namasté.

Devi Dásika é Presidente e Emissária Instrutora do Ashram Sarva Mandalam e Ashram Dakshinamurti.

(Extraído da revista Sexto Sentido 47, páginas 34-41)

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