1428 - LUZ - O FIM DO SOFRIMENTO - II

1428 - LUZ - O FIM DO SOFRIMENTO - II
 
 
LUZ – O FIM DO SOFRIMENTO – II
(Viajando Pela Terra Pura dos Budas)
 
O Ser humano adora viajar no tempo...
Ele faz isso quando fica ansioso com alguma situação futura.
E também faz isso quando volta ao passado (suas culpas e dores).
Porém, raramente ele está integralmente no momento presente.
E isso lhe causa sérios problemas de observação e dedução dos fatos.
Além do mais, sua imaginação o leva a fabular outras coisas.
E dá-lhe confusão sensorial! E encrencas sem fim...
Então, é de bom tom a prática da meditação, para estabilizar a mente.
E boa vontade para estar alegre na atenção plena (focada no presente).
 
 * * *
 
A Terra Pura dos Budas não está no futuro, nem no passado.
Porque é um estado de consciência dentro do coração de cada Ser.
Por isso, também é de bom tom o hábito de caminhar sem compromisso...
Ou seja, andar apreciando o momento, sem passado e sem futuro.
Imaginar que o próprio solo do mundo é a Terra Pura dos Budas.
E, melhor ainda, andar com a Luz dos Budas nos próprios passos...
Interpenetrar os pés deles nos próprios pés.
Essa é uma das meditações mais poderosas: andar sem compromisso!
Tal prática solta a mente e dissolve a ansiedade e traz bem estar.
 
 * * *
 
Viajar para as culpas do passado é um fardo da mente e só desgasta energia.
Não saber tirar lições preciosas dos erros cometidos é um desperdício!
Ninguém cresce da noite para o dia, nem mesmo um Buda*.
Viver é preciso... Para aprender a Ser Luz!
 
* * *
 
A Terra Pura dos Budas não é no Oriente.
Ela é um campo de Luz pacífica.
E está no coração de cada Ser compassivo.
É como um lago de águas plácidas e cristalinas.
Ali, os Budas cantam o mantra “Om Mani Padme Hum!”**
E a compaixão verte nas dez direções...
 
P.S.:
Essas palavras me foram passadas por um monge budista extrafísico.
Eu o vejo há anos e gosto muito dos seus apontamento conscienciais.
Hoje, enquanto eu andava na rua com o Rama***, ele novamente apareceu.
Ele estava em algum lugar extrafísico e eu o via por clarividência.
Aí, ele projetou suavemente essas palavras em minha mente.
Então, quando cheguei em casa, anotei tudo para não esquecê-las.
Agora, estou disponibilizando-as em aberto para todos nesses escritos.
Oxalá esses toques conscienciais sejam úteis para mais alguém...
Porque já foram úteis para minhas próprias reflexões****.
Ah, agora me deu uma vontade de meditar e abraçar silenciosamente o mundo...
Igual os Budas fazem: projetando campos de Luz pacífica para todos os seres.
Como diz um preto velho extrafísico amigo meu:
"Axé, meu filho! Ainda bem que o Pai do Céu envia essas grandes almas para enriquecer o nosso aprendizado espiritual. Agradeça mesmo! Axé!"
Então, seguindo o toque do bondoso preto velho, continuo agradecendo...
 
(Dedicado às crianças abortadas que eu vi hoje durante um trabalho de assistência extrafísica. As mesmas estavam sendo assistidas por um grupo de mentores extrafísicos ligados à atmosfera dos ensinamentos budistas. Oxalá elas (que são espíritos) fiquem bem dentro do campo de Luz pacífica dos Budas.
Elas foram rejeitadas aqui na Terra - e não me cabe julgar nada nem ninguém -, mas a Terra Pura dos Budas está em seus corações. E, agora, os Budas são os seus padrinhos espirituais. Eles guiarão os seus passos para à Luz ou para uma reencarnação bem sucedida. Elas serão embaladas suavemente nas energias acolhedoras desses amigos tão generosos. E serão felizes, como deve ser.)
 
A Terra Pura dos Budas é onde a compaixão está!
Om Mani Padme Hum.
Paz e Luz.
 
- Wagner Borges - mestre de nada e discípulo de coisa alguma.
São Paulo, 21 de abril de 2015.
 
- Notas:
* Buda - do sânscrito - O Iluminado; Aquele que despertou! Palavra derivada de “Buddhi”, que significa “Iluminação Pura” ou “Inteligência Pura”. Ou seja, quem alcança o estado de Buddhi, torna-se um Buda, um Ser iluminado e desperto.
** Om Mani Padme Hum - do sânscrito - sua tradução literal é: "Salve a joia no lótus". Esse é um mantra de evocação do boddhisattva da compaixão entre os budistas tibetanos e chineses. Om é a vibração do TODO. Mani é a "Joia espiritual que mora no coração"; ou seja, é o próprio Ser, a essência divina. Padme / Lótus é o chacra cardíaco que envolve, energeticamente, essa joia sutil. Hum é a vibração dessa compaixão do Todo vertendo a luz pelo chacra cardíaco em favor de todos os seres.
Esse mantra é mais conhecido como o "mantra da compaixão". É um dos mantras mais poderosos que conheço. Pode ser concentrado, mentalmente, dentro do peito – como se a voz mental estivesse reverberando ali –, ou dentro de qualquer um dos chacras que a pessoa desejar ativar. No entanto, o melhor lugar para ele é realmente o chacra cardíaco, pois o que chega ali é distribuído para todo o corpo, pela circulação do sangue comandada pelo coração, e também a todos os outros chacras do corpo energético.
O chacra frontal, na testa, também é excelente para a prática desse mantra, pois o que chega nele é distribuído ao longo da coluna pelos nádis – condutos sutis de transporte energético pelo sistema –, e comunicado a todos os outros chacras abaixo dele. Esse é o motivo pelo qual vários mestres iogues sempre aconselham aos seus discípulos iniciar alguma prática bioenergética por ele.
*** Rama – é o meu parceirinho de jornada (um cãozinho da raça YorkshireTerrier, de seis anos de idade). O seu nome é uma homenagem ao grande Rama, o príncipe-herói do épico “O Ramayana” - e sétimo avatar de Vishnu na Cosmogonia hinduísta.
**** Certa vez, esse mesmo mentor extrafísico budista me passou o seguinte:
“Um sol de Amor desceu aqui...
Nada pediu, só amou.
Absorveu as dores da ignorância...
E transformou-as em Paz.
Respirou o sofrimento...
E exalou suaves acalantos.
Cantou a paz em seu silêncio...
E propagou-a nas dez direções.
Chorou em silêncio a dor do mundo...
E, mesmo assim, amou.
E continua amando...
E abraçando secretamente.
Sem que o mundo o veja...
Sem que a mente o aceite.
Sem que o coração se abra...
Mesmo assim, Ele ama!
Pelas eras à frente...
Ele continuará o seu trabalho.
Até que tudo se cumpra...
E a dor se transforme em Amor.
E as consciências despertem...
Como Budas também.”
Obs.: Para melhor compreensão dos leitores, deixo na sequência a primeira parte desse texto.
 
 
LUZ – O FIM DO SOFRIMENTO
(Voando Pelo Céu do Coração com os Budas e Boddhisattvas)*
 
Certa vez, o Buda ensinou o seguinte:
“Abaixo da iluminação, só há dor!”
Nos momentos de provas acerbas, lembre-se disso.
Quando sentir a dor do mundo em seu coração, pense nisso.
Acima da dor, há Luz, muita Luz.
Mas é preciso transcender e ver além...
É preciso ver com o olho do coração.
Para cada Ser há uma canção.
Para cada prova, uma lição.
Para cada coração, um Buda.
Ninguém morre; o Ser espiritual boia na Luz...
Ninguém é jovem ou velho; o espírito não tem idade.
Ao ver a dor da perda de alguém, medite no Buda.
Pense no Iluminado abraçando a todos os seres sencientes.
Sinta a joia da compaixão brilhando em seu peito.
Visualize o céu de seu coração cheio de Budas e Boddhisattvas.
No Invisível, que os homens ignoram, eles agem compassivamente.
No silêncio, eles abençoam e seguem...
Atreva-se a voar com eles nas ondas da Paz! Brilhe junto!
Pense nos seres que sofrem e entregue a dor deles aos Budas.
Eles são médicos da alma e recolherão a dor.
Eles a transformarão em Luz.
 
P.S.:
Essas palavras amigas me foram passadas espiritualmente, enquanto eu meditava na dor daqueles que perderam entes queridos - e projetava pensamentos e energias benéficas a favor de todos -, pelas vias da mentalização positiva e silenciosa.
Elas vieram sutilmente, pelas vias psíquicas, cheias de carinho e paz profunda. Entraram pelo meu chacra do topo da cabeça e desceram direto ao coração. Ao mesmo tempo, eu via, mentalmente (na tela mental interna frontal, sede do chacra da testa) uma massa de Luz dourada brilhante. Dentro dela, havia uma presença espiritual, serena e amorosa. E foi ela que me passou esse pequeno recado luminoso. Ela também me pediu para escrever e repassar esses toques amigos livremente - para levar leveza e luzes sutis às pessoas -, e para não revelar detalhes sobre sua manifestação.
Então, aqui estão grafadas as suas palavras inspiradas, em nome dos Budas e Boddhisattvas, médicos serenos da alma e amigos espirituais de todos.
Que suas luzes sutis inspirem todos nós.
 
 Om Mani Padme Hum!**
 Paz e Luz.
 
 - Wagner Borges - sujeito com qualidades e defeitos, 53 anos de “encadernação”, carioca radicado em São Paulo há 25 anos, que não segue nenhuma doutrina criada pelos homens da Terra; mestre de nada e discípulo de coisa alguma, e eterno neófito da vida e do Todo.
 
- Notas:
* Buda - do sânscrito - O Iluminado; Aquele que despertou! Palavra derivada de “Buddhi”, que significa “Iluminação Pura” ou “Inteligência Pura”. Ou seja, quem alcança o estado de Buddhi, torna-se um Buda, um Ser iluminado e desperto.
Obs.: Boddhisattvas – do sânscrito – são aqueles Seres bondosos que estão perto de tornarem-se Budas ou Iluminados. Para facilitar a explicação, podemos dizer que eles são canais espirituais ou avatares conscientes do Amor de todos os Budas.
** Om Mani Padme Hum - do sânscrito - sua tradução literal é: "Salve a joia no lótus". Esse é um mantra de evocação do boddhisattva da compaixão entre os budistas tibetanos e chineses. Om é a vibração do TODO. Mani é a "Joia espiritual que mora no coração"; ou seja, é o próprio Ser, a essência divina. Padme / Lótus é o chacra cardíaco que envolve, energeticamente, essa joia sutil. Hum é a vibração dessa compaixão do Todo vertendo a luz pelo chacra cardíaco em favor de todos os seres.
Esse mantra é mais conhecido como o "mantra da compaixão". É um dos mantras mais poderosos que conheço. Pode ser concentrado, mentalmente, dentro do peito – como se a voz mental estivesse reverberando ali –, ou dentro de qualquer um dos chacras que a pessoa desejar ativar. No entanto, o melhor lugar para ele é realmente o chacra cardíaco, pois o que chega ali é distribuído para todo o corpo, pela circulação do sangue comandada pelo coração, e também a todos os outros chacras do corpo energético.
O chacra frontal, na testa, também é excelente para a prática desse mantra, pois o que chega nele é distribuído ao longo da coluna pelos nádis – condutos sutis de transporte energético pelo sistema –, e comunicado a todos os outros chacras abaixo dele. Esse é o motivo pelo qual vários mestres iogues sempre aconselham aos seus discípulos iniciar alguma prática bioenergética por ele.

Texto <1428><10/07/2015>

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