121 - LUZ NO CAMINHO
Sob a ação de Sua luz apaziguadora, os seres obscuros são transformados.
Suas dores são curadas; caem suas máscaras e suas emoções são apaziguadas.
Todos nós juntos, no amor-luz do Senhor, podemos empreender seguras transformações. Podemos pavimentar com sentimentos luminosos as vias do caminho espiritual.
De coração aceso, mãos dadas e mentes irmanadas na mesma sintonia, podemos abrir as portas do desconhecido e enfrentar os monstros de nossa ignorância. Podemos voar juntos no céu de nosso pai celestial. Podemos arar juntos a pele de nossa Mãe Terra. Podemos exercer aquilo que nossos "pares" espirituais indicaram.
Consideremos o Universo a nossa casa eterna; as estrelas, nossas irmãs; a vida, sábia conselheira; o tempo, grande irmão; a sabedoria, nossa mestra; o amor, nosso guia; o trabalho, nossa chance de crescimento; a paz, o resultado de esforços construtivos; a alegria, benção maravilhosa; e Jesus, o amigo de todas as horas.
Somos irmãos de ideal espiritual, parceiros de caminhada, viajantes do destino, espíritos a caminho da luz divina.
Nossa evolução não é só nossa, pois muitos seres são transformados por nossa própria transformação.
Somos todos discípulos de Jesus, e como tal, somos promotores da paz espiritual, dentro e fora de nós.
Somos todos "LUZ NO CAMINHO" e o Pai Divino nos espera, em casa...
- José** -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges, no quadro de aula, durante o curso "Luz no Caminho"; São Paulo, 01/05/99)
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* As pessoas adoram rotular os outros de acordo com suas próprias convicções espirituais. Se alguém escreve algo sobre projeção, é logo rotulado como projetor ou projeciólogo. Se recebe um texto espiritual, é rotulado como espírita. Se fala de Jesus, é chamado de cristão. Se fala de Buda, é budista. Se faz um poema sobre Krishna, é hinduísta. Se escreve sobre Hermetismo, é tachado de esotérico. Se diz que viu um preto velho, deve ser de Umbanda. Se fala de preceitos iogues, é considerado discípulo de algum caminho espiritual oriental. Se admira Lao-Tzé, é rotulado como taoísta. E, daí por diante, outros rótulos, rótulos, rótulos... que, na verdade, não definem coisa alguma. Só servem para limitar a expressão do outro e condicioná-lo a um sistema doutrinário qualquer.
Que dia radiante será aquele em que chamarmos o outro apenas de irmão, sem considerar raça, sexo, religião ou cultura. Nesse dia, Jesus, Buda, Krishna, Lao-Tzé e todos os amigos sutis da humanidade surgirão de mãos dadas diante de nós, saudando-nos na atmosfera da paz imperecível e dizendo-nos que o Pai Divino é um só e interpenetra a todos com o mesmo amor.
** José: é um amparador que trabalha integrado às vibrações de Jesus. Ele é muito discreto e não quer nenhum alarde sobre sua presença.
Texto <121><27/05/1999>
