366 - MARRETANDO OS MUROS DO EGO


Tijolo a tijolo, ao longo das vidas sucessivas, é a própria consciência que
bloqueia os caminhos de seu progresso na senda.

Às vezes, alguém reclama: "Parece que a minha vida está amarrada! Será que
realizaram alguma magia maléfica para bloquear o meu caminho?"

Contudo, na maioria dos casos o que se vê é a própria inércia da pessoa
impedindo-a de se esforçar mais para descerrar novas possibilidades.

As barreiras cármicas são invisíveis, mas são bem reais, e sua ação é
inexorável.

Porém, essas barreiras não são intransponíveis.

Mediante o esforço da consciência, as gotas de seu suor poderão dissolver o
cimento das ilusões que une os tijolos.

* * *

Sim, irmão! É o teu trabalho que derrubará os muros.

Tu mesmo os construiu!

Agora, tu mesmo os derrubarás. Ninguém poderá fazer isso em teu lugar.

Usa a marreta do bom senso e golpeia fortemente os teus muros.

Estuda e trabalha, sue a camisa nessa tarefa magna.

Marreta as tuas ilusões!

O teu tempo de inércia já passou.

E tu já apanhaste demais, por isso renova o teu labor.

Renova o teu estudo.

Renova o teu espírito.

Faze juz à ajuda invisível que os amigos espirituais te aportam.

Quebra os muros e abra os caminhos.

Confia em ti mesmo.

Entra firme na senda.

Caminha, caminha, caminha...

- Os Iniciados - *
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges, São Paulo, 09 de setembro de 2002.)
/*


Nota: Esses escritos foram feitos no quadro de aula, durante uma prática espiritual com as 45 pessoas presentes no curso "Om Sattva" – fase 22.

É um recado para a turma do curso passado por dois amparadores do grupo dos Iniciados, mas poderá ser útil para a reflexão de outras pessoas que trilham a senda espiritualista também.

* Iniciados: Grupo extrafísico de espíritos orientais que opera nos planos invisíveis do Ocidente, passando as informações espirituais oriundas da sabedoria antiga adaptadas aos tempos modernos e direcionadas aos estudantes espirituais do presente. Segundo eles, são "iniciados" em fazer o bem sem olhar a quem.

Texto <366><12/09/2002>