152 - CANÇÃO DE AMOR VII

Pouco me importa o que os religiosos dizem. Ainda sou mais o meu coração. É ele que me diz, muito contente, que vocês gostam de todo mundo, sem distinção de raça, cultura, sexo ou religião. Bem sei que pessoas ortodoxas acharão um absurdo eu dizer que vocês estão juntos, mas, paciência!...

Esse pessoal fundamentalista grita muito, mas ama bem pouco. Doutrinam veementemente, mas não estão imbuídos de paz na alma. Exibem livros sagrados, mas seus pensamentos não são sagrados, pois só enxergam defeitos nas pessoas que não pertencem aos seus núcleos religiosos.

Meus queridos,

Vocês são lindos!

Pena que o egoísmo e radicalismo dos homens bloqueie o contato espiritual com suas emanações divinas.

Vocês estão veiculando uma canção de amor multidimensional. Contudo, ela só poderá ser ouvida nos jardins dos corações sensíveis e ecléticos.

Essa canção é pacífica. Não doutrina, não grita, não violenta o ponto de vista de ninguém, só ama! Só convida a um suave acalanto da alma, só acaricia o coração perenemente.

Sentindo suas luzes aqui no espaço espiritual do meu próprio ser, dilato minhas percepções e ergo a consciência ao infinito veiculando a canção da espiritualidade:

- SOU IMORTAL, SOU IMORTAL, SOU IMORTAL... E minha consciência é divina e livre!

Queridos,

Muito obrigado pelas luzes da inspiração. Que um pouco dela possa interpenetrar esses escritos e levar essa singela canção de amor a todos os leitores e pessoas, de todas as religiões e lugares, em paz!

- Wagner D. Borges -
São Paulo, 12 de agosto de 1999 às 16h:45

PS: Esse texto foi escrito nos estúdios da Rádio Mundial de São Paulo, enquanto eu fazia a gravação de um especial de música new age do nosso programa "Viagem Espiritual". O ambiente do estúdio era uma festa consciencial, repleta de amor e alegria.


Texto <152><12/08/1999>