264 - ASSISTÊNCIA EXTRAFÍSICA E UNIVERSALISMO


À medida que o pessoal foi chegando, fui explicando o significado daquelas músicas e dos mantras. Inclusive, emprestei vários cds que carrego em minha pasta de trabalho para o pessoal gravar.

Enquanto rolava o som dos mantras, vi vários dos espíritos que prestam assistência extrafísica na Fundação*. Um deles, um senhor barbudo vestido à moda grega antiga disse-me telepaticamente:

"Seja bem-vindo aqui na região. Sua presença aqui está salvaguardada pelos auspícios do Cristo. Somos os tarefeiros do Senhor na seara do esclarecimento espiritual.

Preencha seus olhos com o brilho generoso do amor e espalhe as sementes do conhecimento nobilitante para os seus irmãos. Trabalhe com a luz em seu coração e com o infinito em seu semblante.

Estamos postados aqui nos bastidores invisíveis da casa. Cada um que chega ao salão é saudado por suaves harmonias espirituais. Somos todos veículos de celeste numes e o Senhor é o patrocinador de nossos serviços.

Que suas palavras, seu coração, sua luz e seu espírito sejam guiados pelo amor. A paz está presente nesta casa e as vinhas de luz estão repletas de serenidade e amparo fraterno."

A seguir, ele se afastou flutuando no ar e deu as mãos para uma mulher extrafísica, também vestida à moda grega, com algo que lembrava muito uma bata.

A essa altura, divisei vários outros espíritos de mãos dadas. Eles formavam um imenso círculo de luz rosa suave em torno do ambiente. Seus semblantes irradiavam aquele nível de consciência sereno, feliz, característico dos espíritos que estão bem ligados a fontes superiores.

Enquanto rolava o som com os mantras de Krishna, vários espíritos ligados à vibração do Cristo estavam ali presentes, trabalhando. Nenhum deles falou de doutrina ou palpitou algo. Só pediram o de sempre: Trabalhar com amor.

Não sou hinduísta, mas estava ouvindo mantras hindus. Não sou cristão e nem espírita, mas estava conectado ali com vários espíritos ligados ao Espiritismo.

Eles e eu, Krishna e Jesus, e toda consciência iluminada pelo universalismo estávamos na freqüência do amor.

- Wagner D. Borges -
Uberlândia, 29 de agosto de 2000.
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* Esses escritos foram feitos ali mesmo, pouco antes de começar o curso, com cerca de 100 pessoas presentes.

Texto <264><15/02/2001>