278 - CONSCIÊNCIAS SERENAS, O SILÊNCIO QUE AMA...


Nas ondas interdimensionais superiores, comunicam-se muitos seres irmanados pelos mesmos propósitos da criatividade e da expansão das consciências.

Suas emanações viajam no silêncio que tanto canta e inspira nas vias invisíveis dos corações sintonizados à paz incondicional.

Há uma viagem silenciosa dentro dos corações.

Há uma canção sutil tocando as consciências sintonizadas aos ritmos do infinito.

Há uma dança multicolorida e silenciosa, que baila nos corações sorrindo e ativando os potenciais conscienciais.

O silêncio canta, encanta e espera a ressonância criativa manifestar-se perenemente.

O infinito comunica-se no silêncio da generosidade de quem trabalha sem alarde.

A mente e seus anseios é muito barulhenta, por isso o silêncio só toca no coração e só canta no amor que inspira e ajuda a todos.

Há miríades de seres avançados cantando, encantando, sorrindo e bailando nos salões dos corações bem-aventurados.

Quem se encantará com seus ensinamentos sutis?

Quem sorrirá com suas brincadeiras celestiais?

Quem bailará pela existência inspirado pelo silêncio do infinito?

As maiores assistências espirituais são feitas em silêncio e os seres avançados que patrocinam essas atividades são anônimos.

São consciências serenas, verdadeiras colunas conscienciais abraçando a humanidade em silêncio operante.

Eles não doutrinam e nem especulam sobre teorias complicadas, apenas amam no silêncio.

Eles são a calmaria no meio da tormenta e seus toques sutis transformam muitos seres em várias dimensões.

Eles estão no mundo sem serem do mundo!

O brilho de seus olhos revela tudo! E quando eles abraçam alguém na sintonia, o coração derrete de amor e aí, só o silêncio e as lágrimas conseguem expressar-se.

Os homens não os percebem, pois suas mentes estão barulhentas e agitadas. Mesmo assim, são abraçados no silêncio da compaixão.

Ah, essas consciências serenas...

Viajam espiritualmente sem se deslocarem e brincam com o tempo. Estão à direita, à esquerda, à frente, atrás, acima, abaixo, e só se vê os seus olhos brilhando de amor.

Como velhos, mulheres, crianças, homens, animais, bolas de luz, eles manifestam-se como querem, sempre em silêncio e comunicando milhões de ensinamentos no silêncio.

Ah, essas consciências serenas, quando elas abraçam, só há o silêncio e as lágrimas rolando e lavando as dores da alma.

Eles amam e bailam com o divino no silêncio, no silêncio, no silêncio... forever.

- Wagner D. Borges -
São Paulo, 30 de março de 2001 às 20:15h

/*



Texto <278><04/06/2001>