283 - LUZ-GUIA
Luz-Guia,
andei pelos seus caminhos sem saber. Passei pelas pérolas e não as vi. Haviam anjos balizando a caminhada, mas eu era cego e surdo espiritualmente. Clamei aos céus por auxílio, mas meu coração era tão duro.
andei pelos seus caminhos sem saber. Passei pelas pérolas e não as vi. Haviam anjos balizando a caminhada, mas eu era cego e surdo espiritualmente. Clamei aos céus por auxílio, mas meu coração era tão duro.
Quantas vezes chorei de raiva por não ser capaz de sentir seu abraço silencioso. Quantas vezes reclamei por mensagens novas sem sequer ter praticado os ensinamentos das mensagens anteriores.
A minha arrogância era grande, não é mesmo? Sorte minha que você nunca me abandonou. Aliás, você nunca abandona ninguém, as pessoas afastam-se e tornam-se impermeáveis às suas inspirações.
Sabe, seu trabalho é duro. Ajudar invisivelmente a quem não quer crescer deve ser barra. Inspirar lindas canções na alma e não ser percebida, além de escutar diversas reclamações...
Obrigado pela paciência, querida amiga. Obrigado por esperar que meus olhos se abrissem ao entendimento espiritual. Obrigado por você não me julgar, só me amar em silêncio. Obrigado por fazer-me imortal. Assim dá tempo de crescer e conhecer miríades de estrelas e seres na imensidão. Obrigado por não ter desistido de mim e ainda ter apostado em que eu despertaria.
Sabe, hoje eu sei: Sou seu sonho de luz. Você quer me ver crescer e assumir meu lugar na Criação.
Luz-Guia, estou aprendendo e trabalhando sob seus auspícios. Ainda bem que você me esperou.
Valeu!
- Wagner D. Borges -
São Paulo, 23 de março de 2001, às 20:00 h.
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Texto <283><15/07/2001>
A minha arrogância era grande, não é mesmo? Sorte minha que você nunca me abandonou. Aliás, você nunca abandona ninguém, as pessoas afastam-se e tornam-se impermeáveis às suas inspirações.
Sabe, seu trabalho é duro. Ajudar invisivelmente a quem não quer crescer deve ser barra. Inspirar lindas canções na alma e não ser percebida, além de escutar diversas reclamações...
Obrigado pela paciência, querida amiga. Obrigado por esperar que meus olhos se abrissem ao entendimento espiritual. Obrigado por você não me julgar, só me amar em silêncio. Obrigado por fazer-me imortal. Assim dá tempo de crescer e conhecer miríades de estrelas e seres na imensidão. Obrigado por não ter desistido de mim e ainda ter apostado em que eu despertaria.
Sabe, hoje eu sei: Sou seu sonho de luz. Você quer me ver crescer e assumir meu lugar na Criação.
Luz-Guia, estou aprendendo e trabalhando sob seus auspícios. Ainda bem que você me esperou.
Valeu!
- Wagner D. Borges -
São Paulo, 23 de março de 2001, às 20:00 h.
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Texto <283><15/07/2001>
