284 - JESUS, A ALEGRIA DOS HOMENS


Ele sabia que a estupidez deles não permitiria que assimilassem os seus ensinamentos.

Também sabia que as suas palavras seriam distorcidas e corrompidas ao longo dos séculos.

Porém, parte de sua ação seria secreta, nos bastidores invisíveis do planeta.

Ao descender do Alto para a Terra, Ele riscou os céus de todas as dimensões.

Muitas consciências extrafísicas observaram sua descida e se inspiraram em seu exemplo.

Se Ele próprio encarnava na Terra para ajudar a humanidade, por que eles também não o fariam?

O raio de luz veio cheio de amor e iluminou o mundo com a LUZ das luzes.

Mesmo nos planos extrafísicos mais densos a sua descida foi comentada.

Espíritos endurecidos no ódio e prisioneiros de antigas magias oriundas da antiga Atlântida foram libertados quando ele desceu. Foram muitos! E o mundo não soube disso.

Uma outra humanidade, invisível e estacionada nas cercanias inferiores do planeta, foi resgatada por Ele.

Quando Ele ascendeu de volta para os planos celestes, arrastou para cima multidões de espíritos sofredores e libertou-os das cadeias do ódio. Foram muitos! E o mundo não soube disso.

O tempo passou e muitos estão despertando para os seus ensinamentos livres da peia religiosa.

O mundo ainda não sabe, mas eles estão crescendo e amando em silêncio.

Eles são inspirados por Jesus, a alegria dos homens.

Eles voam nas asas da Espiritualidade sem dogmas.

E eles são muitos!*

(Esses escritos são dedicados as oito mil pessoas que recebem atualmente os textos pelo nosso site e a Naná e Fernando Cortijos, amparadores encarnados do site).

Paz e luz.

- Wagner D. Borges -
(carioca, 39 anos, espiritualista de mente aberta e admirador incondicional de Jesus, Buda, Krishna, Lao-Tzé, Hermes Trismegisto, Sarada Devi, Ramakrishna, Maria, Mátaji, Bábaji, Kwan-Yin e tantas outras consciências amigas que ajudam a humanidade invisivelmente).

São Paulo, 11 de julho de 2001.
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* Esse texto foi escrito durante reunião do grupo de estudos do IPPB com cerca de 100 pessoas presentes.

Texto <284><22/07/2001>