322 - RISADAS NO TRANSITÓRIO


Então, gosta do que vê? Você acha que envelheceu? Esse corpo é perfeito e incorruptível? Pois bem, meu caro, faça uma coisa bem interessante: dê uma boa risada, com gosto, e saia cantando.

Esse corpo transitório não é você! É apenas o seu uniforme de trabalho na terra. Cuide bem dele: alimente-o adequadamente, faça exercícios regulares, respire corretamente e proteja a sua vida, pois ele é o seu instrumento de expressão no plano físico.

Porém, não fique condicionado pela aparência física e nem pela idade.

Fique contente; você (pessoa, alma, espírito, consciência, use o termo que você quiser!) é eterno e muito mais bonito! Por isso, olhe para o espelho novamente, e ria bastante.

O corpo visto no espelho pode ser interessante ou não, jovem ou velho, gordo ou magro. Mas, uma coisa é certa: independentemente do que você acha dele, uma boa risada é sempre interessante e só faz bem.

Além do mais, não dá para trocar de corpo, ele é seu mesmo! Melhore-o o quanto puder, é óbvio, mas não se esqueça de que bom-humor é fundamental para melhorar a sua auto-estima.

E, naturalmente que uma pessoa bem-humorada é sempre brilhante, com corpo ou sem ele!

Ps: Não quebre o espelho, pois ele não tem culpa! Ria! Vale a pena!

- Cia. do Amor - *
(A Turma dos Poetas em Flor)

(Recebido espiritualmente por Wagner Borges; SP, 08 de novembro de 1996)
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* Cia. do Amor: é um grupo de cronistas, poetas e escritores brasileiros desencarnados que me passam textos e mensagens espirituais há vários anos. Oportunamente, publicarei seus textos. Em sua grande maioria, são poetas e muito bem humorados. Segundo eles, seus escritos são para mostrar que os espíritos não são nuvenzinhas ou luzinhas piscando em um plano espiritual inefável. Eles querem mostrar que continuam sendo pessoas comuns, apenas vivendo em outra dimensão, sem carregar o corpo denso. Querem que as pessoas encarnadas saibam que não existe apenas vida após a morte, mas, também, muita alegria e amor. Seus textos são simples e diretos, buscando o coração do leitor.

Texto <322><17/02/2002>