332 - ALMA LIVRE - V
São almas leves e simples, plenas de Amor.
São como flores espirituais plantadas por Deus em nossos corações.
São almas livres!
E ajudam invisivelmente a humanidade a fazer a longa travessia pelos encapelados mares das existências seriadas.
Essas almas trabalham no silêncio... que inspira às canções de amor.
São almas irmãs de todos!
Não ficaram aguardando a humanidade nos céus longínquos.
Estão presentes nos sonhos de luz de cada homem.
São invisíveis aos sentidos comuns, mas são visíveis à inteligência e ao coração.
São almas livres!
Mas visitam os nossos corações.
No silêncio, elas cantam o Amor e fazem o Bem a todos.
A essas almas livres, o nosso muito obrigado.
PS: Esse texto é dedicado ao rishis (sábios) da antiga Índia que compilaram os "Upanishads" e deixaram um legado de luz para os buscadores espirituais de todas as linhas espirituais. Esses rishis que foram esquecidos pela maioria dos hindus modernos, mas que estão presentes nos corações ligados à sintonia de Brahman em outros lugares e planos de manifestação dessa maravilha chamada de Universo.
Paz e Luz.
- Wagner Borges -
São Paulo, 22 de março de 2002.
Nota: Esses escritos foram feitos de improviso no quadro de aula durante uma palestra pública no IPPB com cerca de 200 pessoas presentes, logo após uma prática realizada com a turma, em que foi pedido a todos que lembrassem de seus entes-queridos que partiram da Terra e daqueles amigos invisíveis da humanidade que aportam o esclarecimento e a assistência fraterna a todos os homens.
Enquanto digitava essas linhas, lembrei-me de um texto inspirado do poeta Amado Nervo:
continua
*Os textos "Alma Livre" I, II, III e IV estão em nosso site na seção "Textos projetivos e espiritualistas". São os textos 224, 228, 317 e 331 respectivamente.
Texto <332><14/04/2002>
São como flores espirituais plantadas por Deus em nossos corações.
São almas livres!
E ajudam invisivelmente a humanidade a fazer a longa travessia pelos encapelados mares das existências seriadas.
Essas almas trabalham no silêncio... que inspira às canções de amor.
São almas irmãs de todos!
Não ficaram aguardando a humanidade nos céus longínquos.
Estão presentes nos sonhos de luz de cada homem.
São invisíveis aos sentidos comuns, mas são visíveis à inteligência e ao coração.
São almas livres!
Mas visitam os nossos corações.
No silêncio, elas cantam o Amor e fazem o Bem a todos.
A essas almas livres, o nosso muito obrigado.
PS: Esse texto é dedicado ao rishis (sábios) da antiga Índia que compilaram os "Upanishads" e deixaram um legado de luz para os buscadores espirituais de todas as linhas espirituais. Esses rishis que foram esquecidos pela maioria dos hindus modernos, mas que estão presentes nos corações ligados à sintonia de Brahman em outros lugares e planos de manifestação dessa maravilha chamada de Universo.
Paz e Luz.
- Wagner Borges -
São Paulo, 22 de março de 2002.
Nota: Esses escritos foram feitos de improviso no quadro de aula durante uma palestra pública no IPPB com cerca de 200 pessoas presentes, logo após uma prática realizada com a turma, em que foi pedido a todos que lembrassem de seus entes-queridos que partiram da Terra e daqueles amigos invisíveis da humanidade que aportam o esclarecimento e a assistência fraterna a todos os homens.
Enquanto digitava essas linhas, lembrei-me de um texto inspirado do poeta Amado Nervo:
continua
*Os textos "Alma Livre" I, II, III e IV estão em nosso site na seção "Textos projetivos e espiritualistas". São os textos 224, 228, 317 e 331 respectivamente.
Texto <332><14/04/2002>
