372 - DESPERTE

(Adaptado do "Rubaiyat" de Omar Khayyam)

"A aurora de um dia novinho em folha
O despertar dos sussurros diz:
Que céus adormecidos devolverão
Na noite mais profunda o segredo aprendido
E dos muros onde se aninha esta cidade
O passado será nosso futuro
A jornada estará encerrada,
Desperte!"

Eu vi as inscrições no muro
A história de nosso nascimento caem então
Para dentro de suas tumbas de pedra sagrada
Os pergaminhos da vida, um homem sozinho
Pois se tentarmos, podemos viver e aprender
As areias te puxarão para baixo
Não as deixe puxá-lo para baixo
Desperte!

Eu viajei para uma terra estrangeira
Através de mares tempestuosos e de areias escaldantes
Conduzido pelas estrelas a correnteza da antigüidade
O chamado de tesouros ainda desconhecidos
Portanto se nós galgarmos os rochedos dos reis
Juntos descobriremos
O manancial de todo o nosso milagre
Desperte!

Algum dia retornaremos às estrelas
E encontraremos a resposta, quem nós realmente somos
Um viajante através das neblinas solitárias do tempo
Criação do céu

A aurora de um dia novinho em folha
O despertar dos sussurros diz:
Que céus adormecidos devolverão
Na noite mais profunda o segredo aprendido
Desde esses muros onde se aninha esta cidade
O passado será nosso futuro
A jornada estará terminada
Desperte!

Algum dia nós iremos retornar às estrelas
E encontraremos a resposta de quem nós realmente somos
Um viajante através das neblinas solitárias do tempo
Criação do céu

Algum dia nós iremos retornar às estrelas
E encontraremos a resposta de quem nós realmente somos
Se tentarmos, poderemos viver e aprender
Juntos descobriremos
O manancial de todo o nosso milagre
Desperte!

Nós vimos as inscrições
Lemos a história
Desperte!


Texto <372><04/10/2002>
Texto <453><15/08/2003>