390 - NAS ONDAS DA ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL COM DEVI
Ó Mãe do Amor!
Permita que essas palavras sejam lidas por aqueles que Te sentem tocando os
corações dos sofredores de todos os lugares.
Que elas possam portar a sintonia da cura e do amparo incondicional.
Que essas palavras sejam Tuas!
E que o amor viaje nelas...
Mãe, ao pensar em Ti,
Vejo passar em minha tela mental os rostos de pessoas sofridas, da Terra e além...
Vejo os olhos dessas pessoas e Te sinto ali.
Muitas estão com fome, não só de pão, mas de amor.
Vejo Ramakrishna e Mátaji abraçando-os silenciosamente.
Não sei como, mas sinto que eu e os meus colegas de estudo também estamos abraçando-os.
Na noite do egoísmo dos homens, sinto o alvorecer do amparo sutil.
Sinto que os nossos pensamentos, sentimentos e energias estão viajando para aquelas pessoas, almas irmãs que sofrem sem que os homens egoístas notem.
É nos bolsões de miséria e dor da África, do Oriente Médio, do Nordeste brasileiro, do interior das Américas, da Índia, da China, e também nos bolsões extrafísicos do umbral (2) que Te sinto, Mãe.
É na dor mais profunda que o Teu abraço é mais presente.
Nos homens da terra e do espaço, encarnados e desencarnados, é o Teu abraço que vejo.
Esse abraço que o mundo não percebe, mas que tanto ajuda em silêncio.
Esse abraço que muitas outras pessoas sensíveis também percebem em outros lugares.
Esse abraço que não tenho palavras para descrevê-lo, mas que faz balançar com ventos de esperança a bandeira espiritual em nossos corações. (3)
Paz e Luz.
- Wagner Borges - São Paulo, 03 de dezembro de 2002.
PS: Esses escritos foram feitos no quadro de aula do salão do IPPB, durante uma prática com o 43 alunos do curso Om Sattva - 23a fase. Enquanto o pessoal estava deitado nos colchonetes realizando um exercício de alinhamento vibracional dos chacras laríngeo e sexual, os amparadores extrafísicos realizavam um imenso trabalho de assistência espiritual em vários lugares usando as nossas energias.
Em meio a tênue luminosidade azulada da sala (as luzes principais estavam apagadas, e apenas uma lâmpada azul estava acesa), escrevi no quadro o que estava vendo e sentindo. Sei que palavras não têm como mensurar algo desse nível, mas também sei que escrevendo-as no mesmo instante em que o lance rola, elas podem ficar energizadas pelo AMOR QUE AMA SEM NOME, e daí poderão levar vibrações sutis para outras pessoas. Mais do que palavras, o lance é de sintonia espiritual.
1. Devi (do sânscrito): Um dos nomes da Mãe Divina na Cosmogonia hinduísta.
2. Umbral: Plano extrafísico denso; Plano espiritual atrasado; Plano astral inferior.
3. Há um pequeno texto que escrevi em 1996, ainda inédito, e que tem correspondência com esses escritos de agora. Estou reproduzindo-o logo abaixo.
continua
Texto <390><06/12/2002>
Permita que essas palavras sejam lidas por aqueles que Te sentem tocando os
corações dos sofredores de todos os lugares.
Que elas possam portar a sintonia da cura e do amparo incondicional.
Que essas palavras sejam Tuas!
E que o amor viaje nelas...
Mãe, ao pensar em Ti,
Vejo passar em minha tela mental os rostos de pessoas sofridas, da Terra e além...
Vejo os olhos dessas pessoas e Te sinto ali.
Muitas estão com fome, não só de pão, mas de amor.
Vejo Ramakrishna e Mátaji abraçando-os silenciosamente.
Não sei como, mas sinto que eu e os meus colegas de estudo também estamos abraçando-os.
Na noite do egoísmo dos homens, sinto o alvorecer do amparo sutil.
Sinto que os nossos pensamentos, sentimentos e energias estão viajando para aquelas pessoas, almas irmãs que sofrem sem que os homens egoístas notem.
É nos bolsões de miséria e dor da África, do Oriente Médio, do Nordeste brasileiro, do interior das Américas, da Índia, da China, e também nos bolsões extrafísicos do umbral (2) que Te sinto, Mãe.
É na dor mais profunda que o Teu abraço é mais presente.
Nos homens da terra e do espaço, encarnados e desencarnados, é o Teu abraço que vejo.
Esse abraço que o mundo não percebe, mas que tanto ajuda em silêncio.
Esse abraço que muitas outras pessoas sensíveis também percebem em outros lugares.
Esse abraço que não tenho palavras para descrevê-lo, mas que faz balançar com ventos de esperança a bandeira espiritual em nossos corações. (3)
Paz e Luz.
- Wagner Borges - São Paulo, 03 de dezembro de 2002.
PS: Esses escritos foram feitos no quadro de aula do salão do IPPB, durante uma prática com o 43 alunos do curso Om Sattva - 23a fase. Enquanto o pessoal estava deitado nos colchonetes realizando um exercício de alinhamento vibracional dos chacras laríngeo e sexual, os amparadores extrafísicos realizavam um imenso trabalho de assistência espiritual em vários lugares usando as nossas energias.
Em meio a tênue luminosidade azulada da sala (as luzes principais estavam apagadas, e apenas uma lâmpada azul estava acesa), escrevi no quadro o que estava vendo e sentindo. Sei que palavras não têm como mensurar algo desse nível, mas também sei que escrevendo-as no mesmo instante em que o lance rola, elas podem ficar energizadas pelo AMOR QUE AMA SEM NOME, e daí poderão levar vibrações sutis para outras pessoas. Mais do que palavras, o lance é de sintonia espiritual.
1. Devi (do sânscrito): Um dos nomes da Mãe Divina na Cosmogonia hinduísta.
2. Umbral: Plano extrafísico denso; Plano espiritual atrasado; Plano astral inferior.
3. Há um pequeno texto que escrevi em 1996, ainda inédito, e que tem correspondência com esses escritos de agora. Estou reproduzindo-o logo abaixo.
continua
Texto <390><06/12/2002>
