393 - ENSINAMENTOS DE ANANDA
O que é Buda? (1)
Apenas um nome que os homens criaram para designar um estado elevado de consciência que não tem definição linear na linguagem humana.
Alguém pode conter o infinito numa palavra?
Alguma doutrina humana pode confinar o incomensurável em seus dogmas finitos e falíveis?
Apenas um nome que os homens criaram para designar um estado elevado de consciência que não tem definição linear na linguagem humana.
Alguém pode conter o infinito numa palavra?
Alguma doutrina humana pode confinar o incomensurável em seus dogmas finitos e falíveis?
O ensinamento do Iluminado remonta a serenidade e ao saneamento das emoções e pensamentos daninhos.
Mentes agitadas não conseguem meditar serenamente.
Corações angustiados não conseguem amar incondicionalmente.
Estátuas de ouro são douradas e bonitas por fora, mas a consciência serena e esclarecida é bonita por dentro, e seu brilho irradia por outros planos não percebidos pelos sentidos exteriores.
O Iluminado é consciência serena e ampara em silêncio. Ele está no coração do mundo, mas sua manifestação é sutil.
Sua presença não propicia manifestações fenomênicas nem aguça os sentidos.
Ele desliza no silêncio.
São raros aqueles que percebem sua presença tocando os corações sensíveis à Paz. Esses são agraciados pelas ondas pacíficas que emanam de seu Amor.
Esses choram em silêncio, pois o Iluminado dissolve as densas camadas emocionais que revestem o coração e encontra a luz secreta do Buda interior que mora ali.
Então, os Budas se encontram!
E o Amor acontece...
E em muitos planos de manifestação, miríades de seres sofredores são abençoados por esse encontro luminoso secreto.
Esse é o Dharma (2) do Iluminado: Encontrar o Buda interior que mora nos corações e despertá-lo para o abraço silencioso e fraterno nos seres sencientes de todo o Cosmo.
O Iluminado é pura serenidade e amor trabalhando em silêncio.
E ele gosta de deslizar nos suaves céus dos corações sensíveis à Paz.
- Ananda – (3)
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 10 de dezembro de 2002.)
- Nota de Wagner Borges:
Além da presença do amigo Ananda, o meu apartamento está cheio de vibrações suaves. É muito amor para o meu coração aguentar sozinho. Por isso escrevo na esperança de poder compartilhar um pouco dessa riqueza espiritual com outras pessoas.
Enquanto escrevo, choro em silêncio. "É muita areia para o meu caminhão carregar sozinho!"
Lá fora o tempo está frio e nublado. Aqui dentro está aceso e quentinho.
Aqui na cidade de São Paulo, o meu templo iniciático de concreto, onde vivo e aprendo com milhões de pessoas correndo na luta pela sobrevivência, tem alguém deslocando-se em silêncio no céu dos corações.
Ele é um amigo invisível dos homens. Em muitos lugares chamam-no de Buda. Porém, minhas lágrimas o chamam ternamente de "querido amigo".
Ele, o amigo que nunca julga alguém, apenas ama em silêncio.
Ele, o Iluminado, não de alguma doutrina, mas de todo o mundo.
Paz e Luz.
1. Buda (do sânscrito "Buddha"): O Iluminado.
2. Dharma (do sânscrito): Dever, Missão, Mérito, Benção, Trabalho.
3. Ananda é um amparador extrafísico hindu ligado ao grupo de Ramatís.
A expressão "Ananda" é oriunda do sânscrito e significa "Bem-Aventurança".
Muitos iniciados e iogues compõe os seus nomes iniciáticos completando com Ananda, justamente para significar a Bem-Aventurança que buscam na Espiritualidade.
Texto <393><17/12/2002>
Mentes agitadas não conseguem meditar serenamente.
Corações angustiados não conseguem amar incondicionalmente.
Estátuas de ouro são douradas e bonitas por fora, mas a consciência serena e esclarecida é bonita por dentro, e seu brilho irradia por outros planos não percebidos pelos sentidos exteriores.
O Iluminado é consciência serena e ampara em silêncio. Ele está no coração do mundo, mas sua manifestação é sutil.
Sua presença não propicia manifestações fenomênicas nem aguça os sentidos.
Ele desliza no silêncio.
São raros aqueles que percebem sua presença tocando os corações sensíveis à Paz. Esses são agraciados pelas ondas pacíficas que emanam de seu Amor.
Esses choram em silêncio, pois o Iluminado dissolve as densas camadas emocionais que revestem o coração e encontra a luz secreta do Buda interior que mora ali.
Então, os Budas se encontram!
E o Amor acontece...
E em muitos planos de manifestação, miríades de seres sofredores são abençoados por esse encontro luminoso secreto.
Esse é o Dharma (2) do Iluminado: Encontrar o Buda interior que mora nos corações e despertá-lo para o abraço silencioso e fraterno nos seres sencientes de todo o Cosmo.
O Iluminado é pura serenidade e amor trabalhando em silêncio.
E ele gosta de deslizar nos suaves céus dos corações sensíveis à Paz.
- Ananda – (3)
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 10 de dezembro de 2002.)
- Nota de Wagner Borges:
Além da presença do amigo Ananda, o meu apartamento está cheio de vibrações suaves. É muito amor para o meu coração aguentar sozinho. Por isso escrevo na esperança de poder compartilhar um pouco dessa riqueza espiritual com outras pessoas.
Enquanto escrevo, choro em silêncio. "É muita areia para o meu caminhão carregar sozinho!"
Lá fora o tempo está frio e nublado. Aqui dentro está aceso e quentinho.
Aqui na cidade de São Paulo, o meu templo iniciático de concreto, onde vivo e aprendo com milhões de pessoas correndo na luta pela sobrevivência, tem alguém deslocando-se em silêncio no céu dos corações.
Ele é um amigo invisível dos homens. Em muitos lugares chamam-no de Buda. Porém, minhas lágrimas o chamam ternamente de "querido amigo".
Ele, o amigo que nunca julga alguém, apenas ama em silêncio.
Ele, o Iluminado, não de alguma doutrina, mas de todo o mundo.
Paz e Luz.
1. Buda (do sânscrito "Buddha"): O Iluminado.
2. Dharma (do sânscrito): Dever, Missão, Mérito, Benção, Trabalho.
3. Ananda é um amparador extrafísico hindu ligado ao grupo de Ramatís.
A expressão "Ananda" é oriunda do sânscrito e significa "Bem-Aventurança".
Muitos iniciados e iogues compõe os seus nomes iniciáticos completando com Ananda, justamente para significar a Bem-Aventurança que buscam na Espiritualidade.
Texto <393><17/12/2002>
