427 - CANTO DO CORAÇÃO
Caro leitor,
O senhor te acompanha nas estradas das pequenas vidas
E te envia um recado do qual me faço portador até ti:
O senhor te acompanha nas estradas das pequenas vidas
E te envia um recado do qual me faço portador até ti:
"Há um canto espiritual no interior de cada coração;
Contudo, esse canto não é religioso,
Nem pode ser rotulado como Bakti-alguma coisa.
É canto de amor.
Não pode ser ouvido diretamente,
Mas está lá, inserido nas fibras espirituais de cada ser.
É mais do que alguma coisa-namo;
É somente o Senhor dizendo: "Eu Te Amo!"
- Vyasa -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges - São Paulo, 17 de agosto de 1996.)
- Bakti (Bhakti): Devoção espiritual.
- Namo: Saudação ou reverência ao Poder Divino evocado.
- Vyasa: Sábio mentor extrafísico que me orienta há muito tempo, e a quem devo muito.
- Enquanto passava a limpo esses escritos, lembrei-me de alguns trechos que selecionei para apresentar numa palestra sobre "O princípio Hermético de Mentalismo", e que servem de complemento para esses três textos postados:
"A tranqüilidade profunda permanece.
Ela é a mãe de tudo o que não morre.
No seu movimento se fundamenta o vir-a-ser
Do céu e da terra.
A tranqüilidade profunda é em si mesma movimento."
- Lao-Tzé -
* * *
"A terra está repleta de céu
E qualquer arbusto está resplandecente de Deus,
Mas só aquele que vê descalça as sandálias".
- Browning -
* * *
"A mera tranqüilidade mental é uma excelente coisa, como um passo no caminho para o alto, mas não é a verdadeira transcendência. O branco mental, que com tanta freqüência é o estado de absorção dos iogues comuns, não é o mesmo que a percepção autocompreendida, que é o estado da absorção do filósofo iogue... A negatividade difusa e flutuante à deriva do primeiro é inferior e diferente do alerta arguto e inteligente do segundo. Um apenas se abstém de pensar. O outro empenha ativamente a consciência livre de pensamento na compreensão da própria natureza".
- Paul Brunton -
* * *
"Não é o turbante na cabeça, nem o manto da renúncia, ou a postura de guru, ou até mesmo o ascetismo mais exacerbado, que faz um grande iogue, mas sim o amor imperecível no coração".
- Paramahansa Yogananda -
Texto <427><08/05/2003>
Contudo, esse canto não é religioso,
Nem pode ser rotulado como Bakti-alguma coisa.
É canto de amor.
Não pode ser ouvido diretamente,
Mas está lá, inserido nas fibras espirituais de cada ser.
É mais do que alguma coisa-namo;
É somente o Senhor dizendo: "Eu Te Amo!"
- Vyasa -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges - São Paulo, 17 de agosto de 1996.)
- Bakti (Bhakti): Devoção espiritual.
- Namo: Saudação ou reverência ao Poder Divino evocado.
- Vyasa: Sábio mentor extrafísico que me orienta há muito tempo, e a quem devo muito.
- Enquanto passava a limpo esses escritos, lembrei-me de alguns trechos que selecionei para apresentar numa palestra sobre "O princípio Hermético de Mentalismo", e que servem de complemento para esses três textos postados:
"A tranqüilidade profunda permanece.
Ela é a mãe de tudo o que não morre.
No seu movimento se fundamenta o vir-a-ser
Do céu e da terra.
A tranqüilidade profunda é em si mesma movimento."
- Lao-Tzé -
* * *
"A terra está repleta de céu
E qualquer arbusto está resplandecente de Deus,
Mas só aquele que vê descalça as sandálias".
- Browning -
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"A mera tranqüilidade mental é uma excelente coisa, como um passo no caminho para o alto, mas não é a verdadeira transcendência. O branco mental, que com tanta freqüência é o estado de absorção dos iogues comuns, não é o mesmo que a percepção autocompreendida, que é o estado da absorção do filósofo iogue... A negatividade difusa e flutuante à deriva do primeiro é inferior e diferente do alerta arguto e inteligente do segundo. Um apenas se abstém de pensar. O outro empenha ativamente a consciência livre de pensamento na compreensão da própria natureza".
- Paul Brunton -
* * *
"Não é o turbante na cabeça, nem o manto da renúncia, ou a postura de guru, ou até mesmo o ascetismo mais exacerbado, que faz um grande iogue, mas sim o amor imperecível no coração".
- Paramahansa Yogananda -
Texto <427><08/05/2003>
