433 - EXPERIÊNCIAS COM O EU ASTRAL


- Por Hamilton Prado – (1905-1972)


Capítulo I
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Habitualmente, as crianças são assustadiças e medrosas, e eu também, em criança, tinha medo de ficar no escuro, de atravessar lugares desertos, de ouvir prosas sobre aparições e fantasmas.

Sonhava, como creio que todas as crianças sonham, com homens querendo prender-me e eu esforçando-me para correr, sem desligar-me do meu lugar senão com muito custo. Felizmente, tais sonhos não eram freqüentes. Quando sonhava com a minha casa, via nela, sempre, um movimento desusado, com muitas pessoas estranhas. Hoje, com uma idéia de conjunto, lembro-me de ter ouvido que, naquela casa, funcionara um clube de diversões e, depois, ali morara um padre.

Afora esses fatos normais, nada de excepcional me ficou na lembrança desse tempo, não obstante fosse eu, então, bastante doentio, assaltado freqüentemente por uma bronquite asmática, que só me deixou aos onze anos de idade, com uma saúde bem precária.

Era já rapaz quando começou a dar-se comigo um fato interessante, que me causava horror tremendo e cuja só lembrança me dava, à noite, vontade de não ir deitar-me.

Tal fato consistia no seguinte: - Sempre de madrugada, debaixo da maior tranqüilidade, sentia-me às vezes, de repente, acordado, mas absolutamente incapaz de mexer-me. Em seguida, um ruído fino e estridente, como o de uma carretilha pequena a escorregar por um fio de aço, começava a produzir-se lá no fundo da casa, aliás de cômodos muito amplos, e desde a despensa, ou cômodo de depósitos, vinha aquele ruído se aproximando através do quarto dos fundos, cozinha, corredor, sala de jantar e daí para o meu quarto, onde passava pelo pé da cama, continuando para a sala de visitas, com a qual meu quarto se comunicava e daí para um outro quarto da frente, onde se extinguia (1). Mal terminava o ruído, readquiria eu o movimento, quando me aproveitava para cobrir-me todo, passando por sobre a cabeça a minha coberta.

Inúmeras vezes ocorreu esse fato e, como era sempre da mesma forma, sem vir acrescido de nada mais, quase me conformei com ele, dominando, mesmo, o horror que me causava. O ruído, porém, começou a rarear, enquanto aquela espécie de estado cataléptico, em que eu ficava sem poder mover-me, continuou a verificar-se duas ou três vezes por mês, sempre de madrugada. Nesse estado, tinha a impressão de que só me era possível mover os artelhos e as pontas dos dedos muito pouco e com enorme dificuldade. Também ouvia vozes e passos de pessoas da casa, pelo que freqüentemente supunha já ser de manhã e haver gente nos cômodos vizinhos, o que não era exato. Parecia-me, ainda, que a respiração era custosa e insuficiente. Com o tempo, notei uma íntima relação entre o meu estado e a respiração, pois, quando conseguia aumentá-la, de pronto adquiria os movimentos. As vezes, aliás, esforçando-me para movimentar mais amplamente os artelhos e os dedos, acabava-o conseguindo, mas então readquiria todos os movimentos.

Era natural que, ao sentir-me acordado e imobilizado, me assaltasse o medo e muitas idéias me cruzassem o espírito. Às vezes, sentia um esmorecimento ante a inutilidade dos meus esforços para acordar, inutilidade que, não raro, se prolongava e, então, pensava que não mais acordaria. Com o esmorecimento, vinha um sentimento de abandono, que mais me assustava ainda, pois temia que, entregando-me a tal sensação, a morte seria inevitável e, pelo medo, sufocava o desejo que freqüentemente comecei a ter de fazer uma experiência e deixar de resistir para ver até onde chegaria.

Todavia, logo adiante, começou a ocorrer comigo outro fato curioso. Em meio a qualquer sonho, vinha-me a compreensão de que o que estava vendo era efetivamente um sonho e então, ou se desfaziam as imagens, ou elas permaneciam, e eu, quando sentia desejo de acordar, percebia tudo escurecer, enquanto uma forte ventania assoprava sobre meus ouvidos, como se em grande velocidade eu fosse arremessado no espaço, acordando imediatamente depois. E o interessante é que, às vezes, resultava na minha idéia o conhecimento do local em que estivera, ou com o qual sonhara.

Assim é que uma vez, em que ocorreu esse fato, sonhava com algumas casas construídas sobre um barranco murado de pedras, ao lado de umas linhas de estrada de ferro. Em dado momento, compreendi que estava sonhando e manifestei, então, o desejo de acordar, tendo imediatamente tudo escurecido, e eu, depois de sentir como que uma ventania nos ouvidos, acordei em minha cama, no interior do Estado de São Paulo, onde morava, com a impressão de ter estado no Rio de Janeiro (2). Já então, essas ocorrências não me causavam medo, porém, ao contrário, satisfação, sendo freqüentes as vezes em que eu me esforçava para prolongar aquela espécie de sonho, ainda depois.

Essas ocorrências ora sucediam-se com freqüência, ora com intervalos longos, até que...



Capítulo II
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Tinha eu vinte anos e cursava já o terceiro ano da Faculdade de Direito.

Nessa época, gozava de boa saúde e apenas sofria, diariamente, as conseqüências de um pronunciado desvio do septo nasal. Isso quer dizer que quase todas as noites, depois de muito espirrar, debatia-me com o defluxo, que dificultava grandemente minha respiração, roubando-me sempre muitas horas de sono, pois só depois de cansado acabava dormindo, respirando pela boca, o que muito me desagradava. Sujeitava-me aos tratamentos a que me submetia o meu médico, que não gostava de fazer operações e me receitava inalações, pomadas, etc. e, com maior paciência ainda, eu suportava o nenhum efeito dessas panacéias todas.

Afinal, numa. dessas noites em que cheguei até a madrugada sem conciliar o sono, monologava que os males, às vezes, nos afligem, porque têm que nos afligir, pois ali me achava eu disposto a qualquer espécie de tratamento, inclusive a uma intervenção, que me parecia o método mais rápido de cura, e, no entanto, lá estava o meu médico a dificultar-me essa cura... E concluindo que na vida da gente há coisas inevitáveis, eu me enchia de paciência e pedia a Deus que esta nunca me faltasse em momentos tão desagradáveis quanto aquele.

Assim, insensivelmente, dormi.

Em dado momento, eu me vi pairando a uns dois metros do nível de uma rua (que por um dos lados mais parecia um viaduto) calçada de paralelepípedos, que se lançava reta na minha frente, tendo, do lado esquerdo e no seu nível, pequenas casas construídas pegadas, de um tipo uniforme, e. do lado direito, bem abaixo do seu nível, uma grande cidade iluminada pela luz do amanhecer. A cidade pareceu-me bonita, principalmente porque notava, sobressaindo do casario, várias cúpulas arredondadas de edifícios majestosos. Lindíssimo, porém, me pareceu o conjunto, pois fechando a cidade, no outro extremo, via eu uma grande serra azulada, sobre a qual se desenhava, a meia altura, o perfil de uma nuvem branca e comprida, como se fosse uma faixa de vaporosa gaze. A tranqüilidade era absoluta e tudo eu via e sentia como se vê e sente com os sentidos do corpo. Aos poucos, fui deslizando pelo alto e com uma estranha sensação de bem estar ia notando os paralelepípedos do calçamento, as fachadas das casas ao lado esquerdo; em baixo, do lado direito, as formosas cúpulas dos grandes edifícios, as casas menores, a serra, e tudo iluminado por um albor radioso e tranqüilo. Assim, deslizando sempre por sobre a rua, cheguei até um ponto em que, à minha frente, notei, apoiados em uma das casas de porte maior, vários círculos concêntricos, nos quais estavam colocadas espécies de lâmpadas elétricas. Percebi que dali saía um ligeiro sonido, como uma pequena vibração. Diante de tão curioso aparelho, perguntei a mim mesmo o que seria e, a essa pergunta, me veio imediatamente uma resposta: "Um aparelho captador de eletricidade". A resposta, cheia de força, veio com uma convicção de realidade tal que nem dúvida tive de aceitá-la. Mas, raciocinando como o fazia, claramente, essa resposta me sugeriu logo outra questão: afinal, onde estava eu, daquele jeito, em um lugar onde havia um captador de eletricidade? Pronta, da mesma forma, surgiu-me a resposta: "Em espírito, em outro mundo".

"Em outro mundo? - perguntei-me - mas então, e a terra, onde está?" "Lá em baixo" - foi a resposta, e eu, pensando na terra, "lá em baixo," vi tudo desaparecer de minha frente, enquanto o conhecido zumbido do vento nos meus ouvidos precedeu, de um momento apenas, o meu acordar. Acordei lúcido, mas ligeiramente sufocado e tossindo.

A sensação que me possuía era a de grande bem-estar e tranqüilidade e tal foi a satisfação que o fato me causou que, tendo notado movimento no quarto de meus pais, o que me advertiu estarem eles acordados, fui lesto para lá, a fim de contar-lhes o sucedido.

Depois desse acontecimento, que me revelou, de maneira precisa, uma sensação inteiramente diversa do sonho, pois que aqueles momentos eu vivera diferentemente, sob a impressão de uma realidade indiscutível, propriamente material, física, comecei a suportar com mais satisfação o entorpecimento que a falta de respiração regular às vezes me causava. Animava-me o desejo de que mais vezes ocorressem situações semelhantes àquela.

Aliás, esses fenômenos se sucederam espaçadamente, permitindo-me fazer observações bem curiosas.

A ocorrência deles dava-se sempre de madrugada, quando tudo era tranqüilo e calmo. Sentia-me então acordado, sob a impressão de grande sensibilidade, e nesse estado foi que, de uma feita, me vi, de repente, perto de casa, deslizando próximo do chão e, como eu ouvisse vozes um pouco alteradas, enchi-me de medo e desejei voltar, o que fiz com facilidade, acordando imediatamente. De outra vez, surpreendi-me no corredor para o qual dava o meu quarto e aí, nesse corredor, caminhei, atravessando a porta dos fundos sem sentir e vi-me, assim, na área que existe sobre o quintal. Dessa área, olhei para o céu e, através das ramas de um abacateiro existente no quintal, vi, no alto, uma estrela. Com pleno conhecimento do meu estado, convencido de que estava em espírito, desejei alçar-me até aquela estrela, esforcei-me por fazê-lo e senti, realmente, erguer-me do solo, porém cheguei até as ramas do abacateiro e por mais que me esforçasse não fui além. Ao contrário, até, cansando-me com aquele esforço, recaí no lugar primitivo e em seguida acordei.

Confesso, porém, que, com o hábito de analisar todas as coisas, procurava, para esses fatos, justificativas de ordem natural e essas justificativas se ofereciam como sendo aquelas ocorrências apenas as resultantes de estados mórbidos, não passando, pois, de ilusão da mente, e ligada a essa conclusão, uma outra, que era a de se relacionarem esses fatos a um fenômeno de auto-sugestão imperceptível, em que as coisas por mim percebidas naquele estado tinham sido criadas, no mesmo instante, pelo meu pensamento, porque, se em condições normais, a auto-sugestão pode criar ficções, em um estado de hipersensibilidade esse resultado podia ser instantâneo, ao ponto de não poder jamais ser identificado pela mais avisada pessoa.

Todavia, inúmeras observações que fiz me foram deixando surpreso. Um dia (foi a primeira vez que observei um fenômeno durante o dia), deviam ser aproximadamente umas quinze horas, achava-me eu deitado, dormindo de bruços, em meu quarto, descansando do muito exercício e dos afazeres a que me entregara desde cedo até depois do almoço. No meu quarto, absolutamente tranqüilo, entravam pela janela fortes raios de sol, que batiam sobre os pés da cama. Em dado momento, por entre às pálpebras semicerradas, vi a minha mão esquerda normalmente pousada a quase dois palmos de meu rosto, sobre o largo travesseiro e, acima dessa mão, outra mão absolutamente igual à primeira. Observei, demoradamente, a semelhança de ambas e procurei, em seguida, mover a minha mão, que se achava em baixo, sendo-me isso absolutamente impossível. Veio-me a idéia, então, de que a minha mão era a que se achava por cima. Procurei, por isso, mover essa mão e fi-lo para baixo e a mesma obedeceu imediatamente ao impulso que dei, confundindo-se com a que estava em baixo e que readquiriu, instantaneamente, o seu movimento.

De outra feita, em uma madrugada, quando me senti naquele estado de estranha sensibilidade, pensei que muito interessante seria visitar um outro mundo. Ao ter noção de que eu me afastava do meu corpo, senti-me levado pelos ares, por onde subi zigue-zagueando. Afinal, desci sobre a superfície extensa de uma praça, em que se erguia uma grande construção, que me pareceu um formoso templo e em cujas fachadas os detalhes ornamentais eram tão delicados e mimosos que me senti admirado. Contra a minha vontade, porém, ia eu sendo afastado da construção, deslizando a uns três ou quatro metros de altura do solo, por uma estrada que, saindo detrás da construção, contornava uma plantação em que as árvores, como pés de pêras, se elevavam com ramos esguios até à altura em que eu deslizava. Em dado momento, ainda contra a minha vontade, afastei-me da estrada e entrei pela plantação e assim ia deslizando por entre os ramos altos das árvores quando vi, em sentido contrário àquele em que ia, vir vindo um menino, que trazia em sua mão uma lanterna, que ele, exagerando o movimento alternativo dos braços, oscilava de um para outro lado. A uns dez ou quinze metros de mim, o menino parou
surpreso, olhando para cima, isto é, para mim. Percebendo que o assustara, desejei, francamente, adverti-lo para que não tivesse medo, que eu nada lhe faria. Mas, com um gesto brusco, o menino abaixou-se como que a procurar alguma coisa e, em seguida, ergueu-se e arremessou uma pedra, que ouvi cortar o espaço. O mais estranho e inesperado para mim foi que sentia pedra atingir-me e atravessar-me, dando-me uma sensação meio dolorosa e desagradável, que me irritou muito. Meus sentimentos mudaram e eu desejei, sinceramente, irritado como estava, assustar mesmo o menino. Todavia, mal aflorado esse desejo, tudo escureceu, senti-me arrastado a grande velocidade e acordei, ouvindo, ainda, repetir dentro de mim, como uma admoestação: "foste indigno, com os teus sentimentos, do lugar em que estiveste".

Fatos como esse é natural que provoquem em nossa mente cogitações inúmeras.

Lembro-me bem que, ainda ao acordar, sentia-me absolutamente surpreendido com a circunstância de a pedra arremessada pelo menino ter-me atravessado com" se eu fosse apenas fumaça. O gesto do menino, aliás, eu não o compreendera senão depois que ouvi o zunido da pedra e senti esta atravessar-me. Tudo fora para mim imprevisto e, não obstante, continuei ainda, por muito tempo, a admitir a possibilidade de outro tipo de reação subconsciente, e só os sucessos posteriores me fizeram afastar, definitivamente, essa hipótese.

Sempre fui tímido, principalmente por temer o ridículo. Por isso, quando a necessidade ou um motivo forte se impunha, tinha a coragem e a força necessárias para ser ousado. Mas, no trato com terceiros, sempre temi molestar ou prejudicar, resultados esses que reputo impedimentos à minha ação.

Vivendo numa coletividade, sempre senti que os interesses desta valiam mais do que os meus e mais valem também os do meu semelhante, a não ser que tais interesses não sejam recomendáveis.

Acresce que, com a instrução, fui tendo melhor noção da minha insignificância e também do pouco que vale o mundo no conjunto universal, não obstante tudo seja ele para nós. E tanto é o mundo para nós, que nele, nas suas coisas em relação conosco, com nosso interesse, ou com nossa curiosidade, vivemos absorvidos. Assim, o tempo passa, envelhecemos, e, imperceptivelmente, enquanto vamos abandonando antigos projetos, velhas ilusões, novos projetos e novas ilusões vamos criando, cada vez mais limitados, mais adstritos às nossas conveniências, nossas comodidades, nossas afeições e nossos interesses, que se transformam nos últimos objetivos da vida.

Poucos procuram fugir a esse tentacular redemoinho, olhando, às vezes, por cima dos seus objetivos imediatos para fitar, ao longe, b complexo conjunto das grandiosas coisas visíveis no universo. Muito mais raros, ainda, são os que adquirem o hábito de manter alevantada a sua vista, sempre enfrentando a vida tendo em mente o conjunto do universo. Por ter notado isso desde cedo, procurei ser dos últimos, mas, com sinceridade, confesso que fracassei no intento, porque as contingências da vida foram mais fortes e eu não tive forças nem elevação suficientes para resistir às convicções.

(Extraído do livro "No Limiar do Mistério da Sobrevivência – Experiências com o Eu Astral" – Hamilton Prado – 1968 - Postado pelo site do IPPB – www.ippb.org.br ).

1. Recentemente (março de 1964), dando uma cópia destas anotações à minha irmã, mais moça que eu, para ler, surpreendeu-se ela com esta passagem, pois na sua infância, segundo me disse, por várias vezes ouvira esse mesmo ruído, que lhe causava tremendo pavor.

2. Verifiquei, posteriormente, que o subúrbio da Central, no Rio, era semelhante à visão que tivera.

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Temos no IPPB alguns exemplares do excelente livro "No Limiar do Mistério da Sobrevivência - Experiências com o Eu Astral", do projetor brasileiro Hamilton Prado (1905-1972). Esse livro está esgotado há muitos anos, e é obra de referência dentro dos estudos das projeções da consciência para fora do corpo físico.

Os exemplares disponíveis estavam guardados com João Prado, sobrinho do Hamilton. Entrei em contato com ele e peguei os 100 livros para repassá-los aos diversos estudantes do grupo de estudo e assistência espiritual do IPPB e aos alunos da 4a fase do curso de projeção da consciência.

Como alguns desses exemplares ficaram, e por tratar-se de obra séria dentro do estudo projetivo, estou informando em aberto para todos.

O livro custa R$ 20,00 - O valor integral da venda dos 100 livros estará sendo repassado para o João Prado tocar a obra de um centro espiritualista em construção na baixada santista - e poderá ser adquirido no IPPB ou por telefone: (11) 6163-5381 e 6915-7351 (no horário comercial).

Obs. Pedi autorização do João Prado para colocar um capítulo importante do livro em nosso site, numa nova seção que estamos abrindo com textos projetivos extraídos de livros importantes (avisaremos oportunamente sobre isso). Porém, enquanto escolhia os textos para esse envio, resolvi postar em aberto o relato projetivo do Hamilton Prado. É extenso, mas vale a pena, principalmente se for levado em consideração de que é material raro.

Portanto, selecionei os dois primeiros capítulos do livro e estou enviando-os na íntegra como um envio especial de texto. Trata-se de um verdadeiro presente para os interessados nas projeções da consciência para fora do corpo físico, principalmente para aqueles que experimentam sintomas projetivos com freqüência (paralisia, estados vibracionais, ballonemant, e outros)

Paz e Luz.

Texto <433><31/05/2003>