471 - UNIVERSO
O Universo
É Uni verso.
É verso do Uni.
Plenitude... em verso do Um!
O Todo em tudo está!
Mas nem tudo percebe o Todo.
O verso pode não perceber o Uni,
Mas o Um faz o verso no Todo.
É Uni verso.
É verso do Uni.
Plenitude... em verso do Um!
O Todo em tudo está!
Mas nem tudo percebe o Todo.
O verso pode não perceber o Uni,
Mas o Um faz o verso no Todo.
Ele escreve no tecido cósmico
Com as letras das estrelinhas.
Ele é o Sol dos sóis.
Na vida cósmica, o Uni verso!
Nos sonhos do Todo,
O Multiverso.
Em cada ser, o verso
Escrito pelo Um em todos!
Na interdimensionalidade, um show de versos.
Tantos planos e dimensões,
Tantos seres e estrelas,
Tudo verso desse Um.
Em cima e embaixo, à esquerda e à direita,
Na frente e atrás, versos...
Seres vivos, formados nas estrelas...
Versos do Um, escritos nos céus.
Quantas saudades das estrelas!
Lembranças de outros versos,
E de antigos colóquios com os sóis,
Versos nucleares do Um em fogo.
Quantas saudades dos irmãos siderais,
Versos do Todo em outros orbes.
Versos-Irmãos do fogo estelar
Que crepita junto no coração do Um!
Não parece, mas estamos juntos!
Os versos são do Uni.
Universo... Uni verso.
Tudo é Um!
Estrelas e homens, versos vivos...
Forjados no fogo que crepita
No coração da vida interdimensional.
Todos somos Um!
O Uni... os versos... os seres...
As estrelas e os homens, fogos vivos.
O Multiverso, a interdimensionalidade...
O Um em tudo!
O Todo é!
Em tudo.
O Uni verso
Verso do Todo em nós!
- Wagner Borges -
São Paulo, 11 de outubro de 2003, às 14h35min.
Esses escritos foram feitos de improviso um pouco antes do início de uma aula da 3a fase do curso de projeção da consciência no IPPB. Enquanto a turma chegava no ambiente, eu escrevia velozmente sentado junto à mesa do salão e escutando um belo CD de Space Music do tecladista holandês John Kerr (CD duplo: "Harbours of Life" – 1996).
Com as letras das estrelinhas.
Ele é o Sol dos sóis.
Na vida cósmica, o Uni verso!
Nos sonhos do Todo,
O Multiverso.
Em cada ser, o verso
Escrito pelo Um em todos!
Na interdimensionalidade, um show de versos.
Tantos planos e dimensões,
Tantos seres e estrelas,
Tudo verso desse Um.
Em cima e embaixo, à esquerda e à direita,
Na frente e atrás, versos...
Seres vivos, formados nas estrelas...
Versos do Um, escritos nos céus.
Quantas saudades das estrelas!
Lembranças de outros versos,
E de antigos colóquios com os sóis,
Versos nucleares do Um em fogo.
Quantas saudades dos irmãos siderais,
Versos do Todo em outros orbes.
Versos-Irmãos do fogo estelar
Que crepita junto no coração do Um!
Não parece, mas estamos juntos!
Os versos são do Uni.
Universo... Uni verso.
Tudo é Um!
Estrelas e homens, versos vivos...
Forjados no fogo que crepita
No coração da vida interdimensional.
Todos somos Um!
O Uni... os versos... os seres...
As estrelas e os homens, fogos vivos.
O Multiverso, a interdimensionalidade...
O Um em tudo!
O Todo é!
Em tudo.
O Uni verso
Verso do Todo em nós!
- Wagner Borges -
São Paulo, 11 de outubro de 2003, às 14h35min.
Esses escritos foram feitos de improviso um pouco antes do início de uma aula da 3a fase do curso de projeção da consciência no IPPB. Enquanto a turma chegava no ambiente, eu escrevia velozmente sentado junto à mesa do salão e escutando um belo CD de Space Music do tecladista holandês John Kerr (CD duplo: "Harbours of Life" – 1996).
Texto <471><14/10/2003>
