490 - PRESENÇA DE AMOR
Divina Presença,
Na eternidade desse momento,
Deixo o coração viajar na canção.
A mente é incapaz de cantar e
De compreender essa vastidão de amor.
É o coração que canta em seu céu e
Recebe aquela emanação silenciosa
Em forma de orvalho criativo.
Na eternidade desse momento,
Deixo o coração viajar na canção.
A mente é incapaz de cantar e
De compreender essa vastidão de amor.
É o coração que canta em seu céu e
Recebe aquela emanação silenciosa
Em forma de orvalho criativo.
Só ele é capaz de decolar na
Nave do amor e viajar pelas estrelas
De sua paz imperecível.
Estamos juntos, não é mesmo?
Sempre estivemos, mas só o coração
É que sabia disso.
A variedade das experiências sensoriais
Formou uma barreira ilusória em nossas percepções.
Mas, o coração, menino esperto e filho direto do amor,
Sentia sua Presença.
Em meio à confusão sensorial,
Ele sempre cantou o seu amor.
Mas, quem escuta a voz do silêncio
Ecoando na câmara secreta do coração?
Quem escuta os suaves acordes da paz
Emanando do cerne da própria alma?
Quem percebe os dedos divinos dedilhando
As cordas de seu próprio coração?
Divina Presença,
Como descrever o Inefável?
Os olhos não o vêem, mas que amor é esse
Que está brilhando em tudo?
Os ouvidos não o escutam, mas que canção
É essa que viaja no silêncio?
Os dedos não o tocam, mas sinto que toco
Sua essência ao tocar os outros.
Você não está só no Cosmo, está aqui!
Suas estrelas somos todos nós.
Somos Você, tudo é Você!
O que dizer mais?
Palavras limitadas não descrevem o Infinito.
Apenas o amor é que poderá dizer algo,
No silêncio... No silêncio... No silêncio...
E também o coração, menino esperto,
Que só fica cantando e dizendo:
Tudo é ELE! Tudo é ELE! Tudo é ELE!
É só o amor que nos leva...
(Esses escritos são dedicados à Helena e à Maria Luz, as duas filhas-
estrelinhas que o Papai do Céu me emprestou por um tempo de vida para
que eu as eduque como minhas filhas também.)
Paz e Luz.
- Wagner Borges -
Jundiaí, 01 de janeiro de 2004.
Nave do amor e viajar pelas estrelas
De sua paz imperecível.
Estamos juntos, não é mesmo?
Sempre estivemos, mas só o coração
É que sabia disso.
A variedade das experiências sensoriais
Formou uma barreira ilusória em nossas percepções.
Mas, o coração, menino esperto e filho direto do amor,
Sentia sua Presença.
Em meio à confusão sensorial,
Ele sempre cantou o seu amor.
Mas, quem escuta a voz do silêncio
Ecoando na câmara secreta do coração?
Quem escuta os suaves acordes da paz
Emanando do cerne da própria alma?
Quem percebe os dedos divinos dedilhando
As cordas de seu próprio coração?
Divina Presença,
Como descrever o Inefável?
Os olhos não o vêem, mas que amor é esse
Que está brilhando em tudo?
Os ouvidos não o escutam, mas que canção
É essa que viaja no silêncio?
Os dedos não o tocam, mas sinto que toco
Sua essência ao tocar os outros.
Você não está só no Cosmo, está aqui!
Suas estrelas somos todos nós.
Somos Você, tudo é Você!
O que dizer mais?
Palavras limitadas não descrevem o Infinito.
Apenas o amor é que poderá dizer algo,
No silêncio... No silêncio... No silêncio...
E também o coração, menino esperto,
Que só fica cantando e dizendo:
Tudo é ELE! Tudo é ELE! Tudo é ELE!
É só o amor que nos leva...
(Esses escritos são dedicados à Helena e à Maria Luz, as duas filhas-
estrelinhas que o Papai do Céu me emprestou por um tempo de vida para
que eu as eduque como minhas filhas também.)
Paz e Luz.
- Wagner Borges -
Jundiaí, 01 de janeiro de 2004.
<Texto 490><30/01/2004>
