497 - BUDA
"Os olhos espirituais do Sr. Buda estão interpenetrados nos olhos espirituais das pessoas valorosas."
"Nas vastas dimensões espirituais da consciência do Sr. Buda, só há uma vibração se manifestando: a VIBRAÇÃO DA COMPAIXÃO!
"No coração de cada ser vivo habita um pequeno Buda em desenvolvimento."
"Nas vastas dimensões espirituais da consciência do Sr. Buda, só há uma vibração se manifestando: a VIBRAÇÃO DA COMPAIXÃO!
"No coração de cada ser vivo habita um pequeno Buda em desenvolvimento."
"O Amor do Sr. Buda é tão sutil que só raríssimas pessoas o percebem."
"Há várias equipes extrafísicas ligadas às vibrações sutis da compaixão de todos os Budas. Essas equipes trabalham nos bastidores dos corações que trabalham pela ventura da Paz Imperecível."
"Não é ilusão; os olhos do Sr. Buda estão aqui. Abra os seus e veja a compaixão a olhá-lo!"
"Toda criatura que deixa de ser um anão espiritual dominado pelo ego e se transforma em um gigante de AMOR, é um Buda manifestado no plano fenomênico da existência!"
"A jornada pelo infinito começa com o primeiro passo na trilha da compaixão."
- Um Grupo de Espíritos Budistas -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 1998 – Texto extraído do livro "Viagem Espiritual III" – Ed. Universalista.)
As pessoas adoram rotular os outros de acordo com suas próprias convicções espirituais. Se alguém escreve algo sobre projeção, é logo rotulado como projetor ou projeciólogo. Se recebe um texto espiritual, é rotulado como espírita. Se fala de Jesus, é chamado de cristão. Se fala de Buda, é budista. Se faz um poema sobre Krishna, é hinduísta. Se escreve sobre Hermetismo, é tachado de esotérico. Se diz que viu um preto velho, deve ser de Umbanda. Se fala de preceitos iogues, é considerado discípulo de algum caminho espiritual oriental. Se admira Lao-Tzé, é rotulado como taoísta. E, daí por diante, outros rótulos, rótulos, rótulos... que, na verdade, não definem coisa alguma. Só servem para limitar a expressão do outro e condicioná-lo a um sistema doutrinário qualquer. Que dia radiante será aquele em que chamarmos o outro apenas de irmão, sem considerar raça, sexo, religião ou cultura. Nesse dia, Jesus, Buda, Krishna, Lao-Tzé e todos os amigos sutis da humanidade surgirão de mãos dadas diante de nós, saudando-nos na atmosfera da paz imperecível e dizendo-nos que o Pai Divino é um só e interpenetra a todos com o mesmo amor.
Texto <497><26/02/2004>
"Há várias equipes extrafísicas ligadas às vibrações sutis da compaixão de todos os Budas. Essas equipes trabalham nos bastidores dos corações que trabalham pela ventura da Paz Imperecível."
"Não é ilusão; os olhos do Sr. Buda estão aqui. Abra os seus e veja a compaixão a olhá-lo!"
"Toda criatura que deixa de ser um anão espiritual dominado pelo ego e se transforma em um gigante de AMOR, é um Buda manifestado no plano fenomênico da existência!"
"A jornada pelo infinito começa com o primeiro passo na trilha da compaixão."
- Um Grupo de Espíritos Budistas -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 1998 – Texto extraído do livro "Viagem Espiritual III" – Ed. Universalista.)
As pessoas adoram rotular os outros de acordo com suas próprias convicções espirituais. Se alguém escreve algo sobre projeção, é logo rotulado como projetor ou projeciólogo. Se recebe um texto espiritual, é rotulado como espírita. Se fala de Jesus, é chamado de cristão. Se fala de Buda, é budista. Se faz um poema sobre Krishna, é hinduísta. Se escreve sobre Hermetismo, é tachado de esotérico. Se diz que viu um preto velho, deve ser de Umbanda. Se fala de preceitos iogues, é considerado discípulo de algum caminho espiritual oriental. Se admira Lao-Tzé, é rotulado como taoísta. E, daí por diante, outros rótulos, rótulos, rótulos... que, na verdade, não definem coisa alguma. Só servem para limitar a expressão do outro e condicioná-lo a um sistema doutrinário qualquer. Que dia radiante será aquele em que chamarmos o outro apenas de irmão, sem considerar raça, sexo, religião ou cultura. Nesse dia, Jesus, Buda, Krishna, Lao-Tzé e todos os amigos sutis da humanidade surgirão de mãos dadas diante de nós, saudando-nos na atmosfera da paz imperecível e dizendo-nos que o Pai Divino é um só e interpenetra a todos com o mesmo amor.
Texto <497><26/02/2004>
