500 - RISADAS NO CORAÇÃO: O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA
Caro leitor, quando você pensa a respeito de si mesmo, o que lhe vem à mente inicialmente?
Você realmente se sente apenas como uma manifestação humana com certa maneira de ser advinda da sua identidade psíquica atual?
Você é seu nome, seu corpo, seu número de identidade, sua idade, seu sexo, ou seu imaginário idealizado?
Você realmente se sente como um ser limitado no espaço e no tempo?
Você pensa que a morte pode realmente obliterá-lo da existência?
Ou, quem sabe, talvez haja uma parte interna sua que lhe diz algo mais.
Você realmente se sente apenas como uma manifestação humana com certa maneira de ser advinda da sua identidade psíquica atual?
Você é seu nome, seu corpo, seu número de identidade, sua idade, seu sexo, ou seu imaginário idealizado?
Você realmente se sente como um ser limitado no espaço e no tempo?
Você pensa que a morte pode realmente obliterá-lo da existência?
Ou, quem sabe, talvez haja uma parte interna sua que lhe diz algo mais.
Talvez você já tenha “ouvido” ou sentido o seu coração lhe dizer coisas além da necessidade de comer, beber, dormir ou copular.
Talvez ele já tenha lhe intuído que há algo além, mas em você mesmo.
Algo que transcende o que você acha sobre si mesmo; que pulsa em ressonância com outras esferas de consciência.
É bem provável que as “vozes do silêncio” já tenham lhe dito muitas coisas em seu coração, mas sua mente costuma ser “surda” quando o assunto é a respeito de conhecer a si mesmo.
A mente também costuma ser cega e só vê o que quer, sempre prescindindo do que é veraz e profundo, e sempre se enrolando no superficial e temporário das coisas que acontecem.
Também é hábito da mente se irritar com coisas que escapam aos seus paradigmas e aos seus sentidos condicionados ao que sabe e ao que acha da vida e dos fatos.
Voltando a pergunta inicial, você ainda se acha apenas como uma pessoa com nome, sexo, identidade, tamanho, altura e largura?
Ou será que têm mais aí dentro de você?
De toda forma, mais importante do que qualquer resposta formatada de sua mente a respeito de si mesmo, o mais importante é você se perguntar com freqüência o que é você? E não vale responder dizendo o seu nome ou identidade dessa vida atual.
Vale mais não responder nada e meditar a respeito daquelas perguntas dos sábios: “Quem sou eu? Esse corpo? Essa mente? Essas emoções? Nasço e morro, ou há algo além?”
Vale mais até rir quando descobrir que as respostas formatadas da mente não respondem os mistérios do SER nem dão paz de espírito.
Vale mais ficar quietinho e mergulhar no coração, que não irá responder nada, só irá lhe dizer com a “voz do silêncio” de que as grandes respostas não são tão importantes, e que o melhor é apenas se perguntar, para descobrir que não se sabe, e daí, passar a meditar nisso, para um dia realmente saber, não mais com a mente, mas com a consciência real.
E então, a iluminação acontecerá, e junto com ela surgirão muitas risadas gostosas, principalmente quando se notar de que o que se buscava não era tão interessante quanto o próprio fato de buscar.
E no meio das risadas, talvez alguém sutil lhe diga:
“O importante é ser feliz.”
Pergunte mais, e ria ao descobrir que não sabe. Então o seu ego desmontará, e aí emergirá um novo você, pleno de si mesmo, preenchido de luz, íntegro, sem fendas separando sua consciência de seu coração. Por favor, ria mais... E compreenda que você é bem mais do que aparenta ou imagina sobre si mesmo.
Compreenda que você é um espírito vivendo uma experiência humana, não o contrário. E que por mais que os cegos e surdos de consciência lhe digam que não há mais nada além da matéria e da percepção dos sentidos, você ainda sentirá o coração lhe dizendo outras coisas.
Você sentirá que sua luz espiritual é imperecível e que o amor não se explica com palavras. E também perceberá que mesmo em meio a tantas coisas estranhas que acontecem na vida cotidiana, ainda assim o seu coração lhe dirá algo a mais...
Ele lhe dirá no silêncio da inspiração:
"Seja feliz... Ria... Compreenda... Encontre-se... Ria... Ria... Ria... Iluminação!"
Paz e Luz.
- Wagner Borges -
São Paulo, 28 de fevereiro de 2004.
Texto <500><05/03/2004>
Talvez ele já tenha lhe intuído que há algo além, mas em você mesmo.
Algo que transcende o que você acha sobre si mesmo; que pulsa em ressonância com outras esferas de consciência.
É bem provável que as “vozes do silêncio” já tenham lhe dito muitas coisas em seu coração, mas sua mente costuma ser “surda” quando o assunto é a respeito de conhecer a si mesmo.
A mente também costuma ser cega e só vê o que quer, sempre prescindindo do que é veraz e profundo, e sempre se enrolando no superficial e temporário das coisas que acontecem.
Também é hábito da mente se irritar com coisas que escapam aos seus paradigmas e aos seus sentidos condicionados ao que sabe e ao que acha da vida e dos fatos.
Voltando a pergunta inicial, você ainda se acha apenas como uma pessoa com nome, sexo, identidade, tamanho, altura e largura?
Ou será que têm mais aí dentro de você?
De toda forma, mais importante do que qualquer resposta formatada de sua mente a respeito de si mesmo, o mais importante é você se perguntar com freqüência o que é você? E não vale responder dizendo o seu nome ou identidade dessa vida atual.
Vale mais não responder nada e meditar a respeito daquelas perguntas dos sábios: “Quem sou eu? Esse corpo? Essa mente? Essas emoções? Nasço e morro, ou há algo além?”
Vale mais até rir quando descobrir que as respostas formatadas da mente não respondem os mistérios do SER nem dão paz de espírito.
Vale mais ficar quietinho e mergulhar no coração, que não irá responder nada, só irá lhe dizer com a “voz do silêncio” de que as grandes respostas não são tão importantes, e que o melhor é apenas se perguntar, para descobrir que não se sabe, e daí, passar a meditar nisso, para um dia realmente saber, não mais com a mente, mas com a consciência real.
E então, a iluminação acontecerá, e junto com ela surgirão muitas risadas gostosas, principalmente quando se notar de que o que se buscava não era tão interessante quanto o próprio fato de buscar.
E no meio das risadas, talvez alguém sutil lhe diga:
“O importante é ser feliz.”
Pergunte mais, e ria ao descobrir que não sabe. Então o seu ego desmontará, e aí emergirá um novo você, pleno de si mesmo, preenchido de luz, íntegro, sem fendas separando sua consciência de seu coração. Por favor, ria mais... E compreenda que você é bem mais do que aparenta ou imagina sobre si mesmo.
Compreenda que você é um espírito vivendo uma experiência humana, não o contrário. E que por mais que os cegos e surdos de consciência lhe digam que não há mais nada além da matéria e da percepção dos sentidos, você ainda sentirá o coração lhe dizendo outras coisas.
Você sentirá que sua luz espiritual é imperecível e que o amor não se explica com palavras. E também perceberá que mesmo em meio a tantas coisas estranhas que acontecem na vida cotidiana, ainda assim o seu coração lhe dirá algo a mais...
Ele lhe dirá no silêncio da inspiração:
"Seja feliz... Ria... Compreenda... Encontre-se... Ria... Ria... Ria... Iluminação!"
Paz e Luz.
- Wagner Borges -
São Paulo, 28 de fevereiro de 2004.
Texto <500><05/03/2004>
