524 - KRISHNA, O GHANSHAYAM II
Olá, Ghanshayam (1).
Em primeiro lugar, muito obrigado, por tudo.
Houve um tempo em que o meu coração se fechou espiritualmente, e deixei de respirar aquele sopro vital, luz do seu sopro sutil nos ares.
Passei vidas e vidas vedado pelo ego do poder, sem perceber que você é o poder real nos bastidores do meu viver.
Hoje eu sei que conhecimento não é sabedoria e que o amor é um estado de consciência que não se aprende fora de si mesmo.
Em primeiro lugar, muito obrigado, por tudo.
Houve um tempo em que o meu coração se fechou espiritualmente, e deixei de respirar aquele sopro vital, luz do seu sopro sutil nos ares.
Passei vidas e vidas vedado pelo ego do poder, sem perceber que você é o poder real nos bastidores do meu viver.
Hoje eu sei que conhecimento não é sabedoria e que o amor é um estado de consciência que não se aprende fora de si mesmo.
Pensando em você agora, percebo que mesmo durante o meu período de cegueira espiritual, você permaneceu dentro do meu coração, pacientemente aguardando o momento do despertar consciencial.
Agora eu sei que você estava sorrindo o tempo todo dentro de mim.
Enquanto eu escorregava nas emoções pesadas, ao longo de várias vidas, você ria e esperava. Você sabia... E aguardava secretamente.
Enquanto isso, as repercussões cármicas do meu desequilíbrio me sacudiram intensamente, e as ilusões do poder ruíram fragorosamente à minha frente.
Caíram as escamas do orgulho que me bloqueava, e aí eu vi você sorrindo, e lembrei-me de um certo dia, há milhares de anos, onde você me disse:
“Vá, rapaz! Cumpre o seu Dharma! (2)
Então, sob os auspícios do Grande Irmão Tempo, aprendi a rir mais e a ser um instrumento a serviço da Espiritualidade, mesmo ainda portando velhas deficiências, junto com uma forte vontade de progredir e melhorar a cada dia, vida após vida.
Você riu em meu coração, e eu aprendi a rir também.
Você compreendeu os meus erros e me esperou secretamente, e em cima do seu exemplo eu estou aprendendo a compreender melhor os erros dos meus semelhantes.
Você me tratou com respeito e agora eu respeito a vida.
Você me amou, e por isso eu amo, mesmo sem saber como ou por quê.
Você me deu a chance de dissolver as repercussões cármicas com o trabalho espiritual, e agora eu tento trabalhar espiritualmente com dignidade.
Você me deu a mão incondicionalmente, e eu recuperei minha alma.
Pois é, meu amigo, houve um tempo em que eu esqueci de você.
Felizmente, você não me esqueceu, e agora eu penso em você enquanto dou risadas gostosas. E quando vejo alguma tragédia acontecendo, também penso em você abraçando invisivelmente o mundo com a sua ternura.
Agora eu sei, Ghanshayam!
Você nunca sai do coração espiritual dos seus trabalhadores.
Você ri e os transforma secretamente...
Agora eu sei, Krishna, que o meu coração é seu, sempre foi.
E o trabalho espiritual que realizo no mundo, também.
E quando as capas do egoísmo se soltaram do meu coração, você surgiu novamente e lembrou-me da lição esquecida:
“Vá, rapaz! Cumpre o seu Dharma!”
Agora eu sei, meu amigo.
Quando os nós do coração se dissolvem, é só o amor que nos leva... Forever! (3)
P.S.: Seja Jesus, Krishna Buda ou Maomé, o que importa é o amor que nos leva...
Pouco importa o nome do mestre interior, seja ele o anjo, o amparador extrafísico ou o mestre ascensionado. O que importa é o amor!
Importa rir mais, para diluir o ego dentro da espiritualidade lúcida e amorosa.
Ser feliz e rir com Krishna; amar com Jesus; meditar com o Buda; e voar com Maomé por esse mundão de Deus.
Paz e Luz.
P.S.: Esse texto foi escrito nos bastidores do programa “Dimensões” (Canal São Paulo – TVA), apresentado pela minha amiga Rosana Beni.
Enquanto o colega César Romão era entrevistado pela Rosana, eu aguardava nos estúdios da emissora, pois seria entrevistado logo na seqüência. E ali mesmo brotou a inspiração de fazer esses escritos, que, inclusive, foram lidos durante a entrevista.
(Esse texto é dedicado a minha amiga Rosana Beni, espiritualista batalhadora por climas melhores na existência, que usa a TV como veículo para transmitir ondas de positivismo e espiritualidade para o mundo.)
- Wagner Borges, espiritualista com qualidades e defeitos, que não segue nenhuma doutrina criada pelos homens da Terra, seja oriental ou ocidental, e que muitas vezes dá sorte do Invisível aportar algumas coisas legais em seu coração.
São Paulo, 18 de maio de 2004.
1. GHANSHAYAM (do sânscrito): "O Sempre Jovem"; É um dos epítetos de Krishna. É também um maravilhoso mantra a ser vibrado espiritualmente nos chacras.
2. Dharma (do sânscrito): Dever, Missão, Trabalho, Mérito, Programação existencial.
3. A primeira parte desse texto está postada em minha coluna na revista on line do site – www.ippb.org.br
4. Na noite do dia 26 de maio, logo após um estudo sobre alguns trechos escolhidos do Bhagavad Gita e um trabalho de irradiação energética para assistência extrafísica, junto com os 140 participantes do grupo de estudos e assistência espiritual do IPPB, em que esse texto sobre Krishna foi lido antes pela turma, registrei no quadro de aula os seguintes escritos, que refletem um pouco do clima psíquico maravilhoso do momento:
“Krishna, somente os corações que escutam a música das esferas sutis é que te escutam.
Apenas os olhos cheios de Dharma brilhante é que te vêem.
Só os trabalhadores dedicados e justos é que te sentem.
No entanto, aqui estamos reunidos estudando o teu Dharma.
Por favor, leve os nossos melhores pensamentos, os nossos melhores sentimentos e as nossas melhores energias a favor dos infelizes de todos os lugares.
Não te vemos e nem te escutamos com os sentidos do corpo, mas já te sentimos um pouquinho.
Aqui estamos, no teu Dharma!
No silêncio, te sentimos.
E em nossos corações, nós te saudamos.
Krishna, Mestre dos Dharmas, Senhor dos trabalhos, e Eterno Companheiro de nossos espíritos.
OM GHANSHAYAM!
- Wagner Borges -
Texto <524><28/05/2004>
Agora eu sei que você estava sorrindo o tempo todo dentro de mim.
Enquanto eu escorregava nas emoções pesadas, ao longo de várias vidas, você ria e esperava. Você sabia... E aguardava secretamente.
Enquanto isso, as repercussões cármicas do meu desequilíbrio me sacudiram intensamente, e as ilusões do poder ruíram fragorosamente à minha frente.
Caíram as escamas do orgulho que me bloqueava, e aí eu vi você sorrindo, e lembrei-me de um certo dia, há milhares de anos, onde você me disse:
“Vá, rapaz! Cumpre o seu Dharma! (2)
Então, sob os auspícios do Grande Irmão Tempo, aprendi a rir mais e a ser um instrumento a serviço da Espiritualidade, mesmo ainda portando velhas deficiências, junto com uma forte vontade de progredir e melhorar a cada dia, vida após vida.
Você riu em meu coração, e eu aprendi a rir também.
Você compreendeu os meus erros e me esperou secretamente, e em cima do seu exemplo eu estou aprendendo a compreender melhor os erros dos meus semelhantes.
Você me tratou com respeito e agora eu respeito a vida.
Você me amou, e por isso eu amo, mesmo sem saber como ou por quê.
Você me deu a chance de dissolver as repercussões cármicas com o trabalho espiritual, e agora eu tento trabalhar espiritualmente com dignidade.
Você me deu a mão incondicionalmente, e eu recuperei minha alma.
Pois é, meu amigo, houve um tempo em que eu esqueci de você.
Felizmente, você não me esqueceu, e agora eu penso em você enquanto dou risadas gostosas. E quando vejo alguma tragédia acontecendo, também penso em você abraçando invisivelmente o mundo com a sua ternura.
Agora eu sei, Ghanshayam!
Você nunca sai do coração espiritual dos seus trabalhadores.
Você ri e os transforma secretamente...
Agora eu sei, Krishna, que o meu coração é seu, sempre foi.
E o trabalho espiritual que realizo no mundo, também.
E quando as capas do egoísmo se soltaram do meu coração, você surgiu novamente e lembrou-me da lição esquecida:
“Vá, rapaz! Cumpre o seu Dharma!”
Agora eu sei, meu amigo.
Quando os nós do coração se dissolvem, é só o amor que nos leva... Forever! (3)
P.S.: Seja Jesus, Krishna Buda ou Maomé, o que importa é o amor que nos leva...
Pouco importa o nome do mestre interior, seja ele o anjo, o amparador extrafísico ou o mestre ascensionado. O que importa é o amor!
Importa rir mais, para diluir o ego dentro da espiritualidade lúcida e amorosa.
Ser feliz e rir com Krishna; amar com Jesus; meditar com o Buda; e voar com Maomé por esse mundão de Deus.
Paz e Luz.
P.S.: Esse texto foi escrito nos bastidores do programa “Dimensões” (Canal São Paulo – TVA), apresentado pela minha amiga Rosana Beni.
Enquanto o colega César Romão era entrevistado pela Rosana, eu aguardava nos estúdios da emissora, pois seria entrevistado logo na seqüência. E ali mesmo brotou a inspiração de fazer esses escritos, que, inclusive, foram lidos durante a entrevista.
(Esse texto é dedicado a minha amiga Rosana Beni, espiritualista batalhadora por climas melhores na existência, que usa a TV como veículo para transmitir ondas de positivismo e espiritualidade para o mundo.)
- Wagner Borges, espiritualista com qualidades e defeitos, que não segue nenhuma doutrina criada pelos homens da Terra, seja oriental ou ocidental, e que muitas vezes dá sorte do Invisível aportar algumas coisas legais em seu coração.
São Paulo, 18 de maio de 2004.
1. GHANSHAYAM (do sânscrito): "O Sempre Jovem"; É um dos epítetos de Krishna. É também um maravilhoso mantra a ser vibrado espiritualmente nos chacras.
2. Dharma (do sânscrito): Dever, Missão, Trabalho, Mérito, Programação existencial.
3. A primeira parte desse texto está postada em minha coluna na revista on line do site – www.ippb.org.br
4. Na noite do dia 26 de maio, logo após um estudo sobre alguns trechos escolhidos do Bhagavad Gita e um trabalho de irradiação energética para assistência extrafísica, junto com os 140 participantes do grupo de estudos e assistência espiritual do IPPB, em que esse texto sobre Krishna foi lido antes pela turma, registrei no quadro de aula os seguintes escritos, que refletem um pouco do clima psíquico maravilhoso do momento:
“Krishna, somente os corações que escutam a música das esferas sutis é que te escutam.
Apenas os olhos cheios de Dharma brilhante é que te vêem.
Só os trabalhadores dedicados e justos é que te sentem.
No entanto, aqui estamos reunidos estudando o teu Dharma.
Por favor, leve os nossos melhores pensamentos, os nossos melhores sentimentos e as nossas melhores energias a favor dos infelizes de todos os lugares.
Não te vemos e nem te escutamos com os sentidos do corpo, mas já te sentimos um pouquinho.
Aqui estamos, no teu Dharma!
No silêncio, te sentimos.
E em nossos corações, nós te saudamos.
Krishna, Mestre dos Dharmas, Senhor dos trabalhos, e Eterno Companheiro de nossos espíritos.
OM GHANSHAYAM!
- Wagner Borges -
Texto <524><28/05/2004>
