537 - PROJEÇÃO DA CONSCIÊNCIA - II
As faixas de freqüências ativadas durante estes estados de relaxamento, são de pequenas amplitudes, visto que todos os mecanismos físicos de proteção – os sentidos, as atenções, as preocupações - são reduzidos a intensidades muito baixas e, portanto, as ligações de sintonia para os corpos mais sutis também diminuem muito, a ponto de permitir que haja essa emancipação da alma.
É interessante mencionar que o corpo etérico não se separa do corpo físico durante o desdobramento. Sendo copia um do outro, suas freqüências em grande parte são iguais, não só circuito a circuito, mas também célula a célula, ocorrendo portanto íntima sintonia vibratória, o que faz o duplo etérico ficar acoplado ao físico por ressonância, podendo apenas apresentar pequenas separações e deslizamentos.
Desdobramento, emancipação da alma – linguagem usada por Kardec – ou projeção astral é então o fenômeno que consiste na separação que ocorre entre os conjuntos dos corpos físico e etérico de um lado, e os menos densos de outro, com o desprendimento desses últimos.
Após a separação, esses corpos sutis projetados passam a se manifestar na dimensão astral – daí o nome de projeção astral – e quase sempre de um modo fisicamente inconsciente, ou seja, após ter despertado o Homem não sabe onde esteve e nem o que fez.
Esta projeção ocorre num patamar do plano astral em que há sintonia entre suas próprias vibrações naturais e as do ser que está se manifestando. Isto significa que logo que ocorre o desprendimento da “alma”, ela começa vivenciar experiências em um dos subníveis do astral em que ocorre ressonância entre esse conjunto de corpos sutis do Homem com as freqüências próprias desse subnível.
Tão logo começa o desprendimento aparece uma quantidade muito grande de pequenos filamentos energéticos – que Kardec chamou de liames – ligando cada célula do corpo físico ao correspondente ponto ressonante do conjunto de corpos sutis que começa a se separar. Essas ligações são linhas de energia unindo pontos em ressonância do conjunto físico/etérico com os seus correspondentes no corpo espiritual. Devido a essa conexão vibratória provocando atração, é comum acontecer de os corpos sutis repentinamente voltarem a coincidir com o físico, provocando uma inesperada sensação de queda brusca. É muito comum essa acoplagem repentina entre os corpos acontecer no início do sono.
À medida que a distância entre eles aumenta – de zero até alguns poucos metros - essas linhas começam a se agrupar dando a impressão de constituírem um tubo unindo o chakra do plexo solar, tanto do conjunto físico etérico, como dos outros corpos extrafísicos projetados. Esse tubo é conhecido com o nome de cordão de prata. Convém entendermos que na realidade não existe cordão algum e sim um conjunto muito grande de sistemas ressonantes correspondentes que quando seus efeitos são vistos sobre as matérias sutis – astral, mental, perispiritual – dá a impressão de ser uma espécie de tubo luminescente unindo o perispírito ao físico.
Com o aprofundamento do sono, outros circuitos se desligam e num nível profundo, somente permanecem ativos determinados circuitos de segurança. Neste momento a alma emancipada pode se deslocar a distâncias enormes e sua vinculação com o físico fica sujeita apenas à sintonia com esses circuitos específicos que identificam univocamente o indivíduo.
A existência de uma entidade astral sem esse cordão energético significa que não está em sintonia vibratória com um corpo físico e portanto, ou é desencarnado, ou é um ser que não está necessitando utilizar corpos densos locais nessa sua experiência existencial, como por exemplo um extraterrestre.
Como essa ligação energética entre os corpos projetados e o seu corpo físico correspondente é uma conseqüência de haver ressonância específica entre os circuitos situados no corpo físico e nos corpos projetados, concluímos que esses circuitos emitem ondas de freqüências características da entidade espiritual e portanto essa acoplagem energética ocorre somente para esse corpo físico e seu conjunto de corpos sutis.
Não há portanto a possibilidade de uma outra entidade espiritual ocupar o corpo físico vivo de alguém, pois devido a existência da sintonia vibratória específica entre circuitos da entidade espiritual e os correspondentes circuitos dessa pessoa só poderá ocupar o corpo físico seu verdadeiro dono. Há verdadeiros circuitos de segurança – senhas vibratórias cujos segredos são específicos da individualidade espiritual – que não permitiriam vinculação. Como não há no Universo, duas individualidades cósmicas que apresentem circuitos oscilantes e suas emanações características iguais, então não pode ser possível que um espírito venha a ocupar um corpo que não seja seu.
No entanto, dizem os mentores desse trabalho que em situações absolutamente difíceis de ocorrer, Seres Superiores de evolução muitíssimo elevada, teriam condições de assim proceder se houvesse necessidade premente, ou seja, se dentro de certos contextos, fosse preciso executar alguma tarefa que permitisse a concretização, ou pelo menos o encaminhamento, de determinado programa que envolvesse planejamentos importantes, principalmente relativos a grandes populações e agrupamentos humanos. Mesmo assim, com a permissão da individualidade proprietária do corpo.
(Texto extraído do livro “Dimensionalis”, de autoria do pesquisador Nelson Vilhena Granado – Editora Wanel.)
Nota de Wagner Borges: Nelson Vilhena Granado é professor universitário de Física, Química e Matemática. É palestrante, escritor e consultor da revista UFO.
O seu excelente livro “Dimensionalis” apresenta os seguintes temas: “Circuitos Oscilantes Neurais”, “Relacionamento Entre Dimensões de Consciência e de Manifestação”, “Anatomia da Alma”, “Projeção da Consciência”, “Mecanismos da Morte e da Reencarnação”, “Inconsciente Coletivo e Campos Morfogenéticos”, e “Ufologia e Seres Extraterrestres”.
O livro pode ser adquirido diretamente com a Editora Wanel (que remete pelo correio): Fone: (11) 3271-0838 – E-mail: phisiom@uol.com.br
Texto <537><20/07/2004>
É interessante mencionar que o corpo etérico não se separa do corpo físico durante o desdobramento. Sendo copia um do outro, suas freqüências em grande parte são iguais, não só circuito a circuito, mas também célula a célula, ocorrendo portanto íntima sintonia vibratória, o que faz o duplo etérico ficar acoplado ao físico por ressonância, podendo apenas apresentar pequenas separações e deslizamentos.
Desdobramento, emancipação da alma – linguagem usada por Kardec – ou projeção astral é então o fenômeno que consiste na separação que ocorre entre os conjuntos dos corpos físico e etérico de um lado, e os menos densos de outro, com o desprendimento desses últimos.
Após a separação, esses corpos sutis projetados passam a se manifestar na dimensão astral – daí o nome de projeção astral – e quase sempre de um modo fisicamente inconsciente, ou seja, após ter despertado o Homem não sabe onde esteve e nem o que fez.
Esta projeção ocorre num patamar do plano astral em que há sintonia entre suas próprias vibrações naturais e as do ser que está se manifestando. Isto significa que logo que ocorre o desprendimento da “alma”, ela começa vivenciar experiências em um dos subníveis do astral em que ocorre ressonância entre esse conjunto de corpos sutis do Homem com as freqüências próprias desse subnível.
Tão logo começa o desprendimento aparece uma quantidade muito grande de pequenos filamentos energéticos – que Kardec chamou de liames – ligando cada célula do corpo físico ao correspondente ponto ressonante do conjunto de corpos sutis que começa a se separar. Essas ligações são linhas de energia unindo pontos em ressonância do conjunto físico/etérico com os seus correspondentes no corpo espiritual. Devido a essa conexão vibratória provocando atração, é comum acontecer de os corpos sutis repentinamente voltarem a coincidir com o físico, provocando uma inesperada sensação de queda brusca. É muito comum essa acoplagem repentina entre os corpos acontecer no início do sono.
À medida que a distância entre eles aumenta – de zero até alguns poucos metros - essas linhas começam a se agrupar dando a impressão de constituírem um tubo unindo o chakra do plexo solar, tanto do conjunto físico etérico, como dos outros corpos extrafísicos projetados. Esse tubo é conhecido com o nome de cordão de prata. Convém entendermos que na realidade não existe cordão algum e sim um conjunto muito grande de sistemas ressonantes correspondentes que quando seus efeitos são vistos sobre as matérias sutis – astral, mental, perispiritual – dá a impressão de ser uma espécie de tubo luminescente unindo o perispírito ao físico.
Com o aprofundamento do sono, outros circuitos se desligam e num nível profundo, somente permanecem ativos determinados circuitos de segurança. Neste momento a alma emancipada pode se deslocar a distâncias enormes e sua vinculação com o físico fica sujeita apenas à sintonia com esses circuitos específicos que identificam univocamente o indivíduo.
A existência de uma entidade astral sem esse cordão energético significa que não está em sintonia vibratória com um corpo físico e portanto, ou é desencarnado, ou é um ser que não está necessitando utilizar corpos densos locais nessa sua experiência existencial, como por exemplo um extraterrestre.
Como essa ligação energética entre os corpos projetados e o seu corpo físico correspondente é uma conseqüência de haver ressonância específica entre os circuitos situados no corpo físico e nos corpos projetados, concluímos que esses circuitos emitem ondas de freqüências características da entidade espiritual e portanto essa acoplagem energética ocorre somente para esse corpo físico e seu conjunto de corpos sutis.
Não há portanto a possibilidade de uma outra entidade espiritual ocupar o corpo físico vivo de alguém, pois devido a existência da sintonia vibratória específica entre circuitos da entidade espiritual e os correspondentes circuitos dessa pessoa só poderá ocupar o corpo físico seu verdadeiro dono. Há verdadeiros circuitos de segurança – senhas vibratórias cujos segredos são específicos da individualidade espiritual – que não permitiriam vinculação. Como não há no Universo, duas individualidades cósmicas que apresentem circuitos oscilantes e suas emanações características iguais, então não pode ser possível que um espírito venha a ocupar um corpo que não seja seu.
No entanto, dizem os mentores desse trabalho que em situações absolutamente difíceis de ocorrer, Seres Superiores de evolução muitíssimo elevada, teriam condições de assim proceder se houvesse necessidade premente, ou seja, se dentro de certos contextos, fosse preciso executar alguma tarefa que permitisse a concretização, ou pelo menos o encaminhamento, de determinado programa que envolvesse planejamentos importantes, principalmente relativos a grandes populações e agrupamentos humanos. Mesmo assim, com a permissão da individualidade proprietária do corpo.
(Texto extraído do livro “Dimensionalis”, de autoria do pesquisador Nelson Vilhena Granado – Editora Wanel.)
Nota de Wagner Borges: Nelson Vilhena Granado é professor universitário de Física, Química e Matemática. É palestrante, escritor e consultor da revista UFO.
O seu excelente livro “Dimensionalis” apresenta os seguintes temas: “Circuitos Oscilantes Neurais”, “Relacionamento Entre Dimensões de Consciência e de Manifestação”, “Anatomia da Alma”, “Projeção da Consciência”, “Mecanismos da Morte e da Reencarnação”, “Inconsciente Coletivo e Campos Morfogenéticos”, e “Ufologia e Seres Extraterrestres”.
O livro pode ser adquirido diretamente com a Editora Wanel (que remete pelo correio): Fone: (11) 3271-0838 – E-mail: phisiom@uol.com.br
Texto <537><20/07/2004>
