546 - PREMA - A SINTONIA CRIATIVA E CURATIVA

(Na Senda Com os Mestres Invisíveis e Serenos)

Para sintonizar-se com os grandes curadores espirituais, basta realizar um simples exercício de rememoração criativa.
Por favor, faça isso de todo coração, aberto ao grande manancial da Sabedoria Universal.
Pense no AMOR QUE GERA A VIDA!
Lembre-se dos ensinamentos de Jesus:
“Eu e o Pai somos UM!”
Seja você esse Um também!
Você e o Amor, apenas UM.
Recorde-se da sabedoria de Buda:
“Abaixo da iluminação, só há dor!”
Seja você essa iluminação.
Torne-se Búdico (2).
Você e a Luz, apenas UM!
Lembre-se dos ensinamentos de Krishna, o mestre dos dharmas (3):
“O espírito é eterno. Não nasce nem morre, apenas entra e sai dos corpos perecíveis. O fogo não o queima, e a água não pode molhá-lo. Arma alguma pode atingi-lo, pois que coisa material poderá ferir o Eterno?”
Seja você essa consciência imperecível.
Você e o Divino, apenas UM!
Por favor, recorde-se da sabedoria estelar do grande Hermes Trismegistro:
“Recorde.
Você veio de uma estrela;
Está em uma estrela;
E irá para outra estrela.
Pouse suave.
Os mestres orientam.”
Seja você esse viajante eterno.
Você e a imensidão, apenas UM!
Por favor, apenas por hoje, seja UM!
E que esse Um seja todos os seres.
E o Amor seja em tudo.
Na luz dos mestres, caminhe com humildade.
Carregue o universo em seus chacras e o mundo nas mãos.
E cumpra o seu dharma:
Seja UM com o Amor Universal!
Os mestres orientam...
O Amor nos leva...
E a sabedoria ensina: seja feliz e torne os outros felizes.
Pelo menos por hoje, seja UM!

P.S.: Esses escritos foram feitos durante a 2a fase do curso de Rei Ki realizada no IPPB, onde Dirce Bustamante (Rei Ki Master) me convidou para participar da iniciação reikiana. Ao final da mesma, ela me pediu para conduzir uma prática vibracional com a turma. Então, inspirado por um dos amparadores presentes no ambiente, escrevi essas linhas de improviso, ali mesmo no salão, enquanto a turma realizava a prática (4).


- Wagner Borges -

São Paulo, 23 de maio de 2004.

1. Prema (do sânscrito): Amor Divino; Amor Incondicional.

2. Búdico (do sânscrito “Buddhi”: “Iluminação pura”): Iluminado.

3. Dharma (do sânscrito): Missão; dever; trabalho; mérito; programação existencial.

4. Oportunamente escreverei sobre essa prática vibracional num dos próximos textos. Esclareço, ainda, que acompanhei pela clarividência todo o processo de iniciação (em duas fases do curso) do Rei Ki, levada a cabo pela instrutora do curso. Inclusive, um dos mestres extrafísicos que ampara a atmosfera espiritual (egrégora) do Rei Ki, surgiu à minha frente na hora e explicou-me várias coisas, justamente para que eu posteriormente pudesse relatar o que rola no ambiente durante o lance iniciático.
Em breve, assim que sobrar um tempo na correria de trabalho do momento, escreverei um longo artigo sobre o Rei Ki, inclusive esclarecendo diversos pontos e desmistificando vários mitos propalados por parte de alguns reikianos sem discernimento.
Fui iniciado no Rei Ki e observei espiritualmente o processo todo, e penso que o texto que escrevi demonstra tranquilamente o nível do que percebi como espiritualista livre e sem cabrestos doutrinários prendendo o discernimento.
Ainda bem que na turma não tinha nenhum “viajante na maionese psíquica” repetindo igual papagaio o chavão que ouviu de algum instrutor reikiano sem discernimento, tipo assim: “Sou só um canal das energias e o meu estado íntimo não afeta o que estou fazendo. Posso estar de pileque ou fumando, e isso não afeta em nada as energias canalizadas!”
Isso é um equívoco comum de muita gente nessa área.
Bom, isso é papo para o extenso artigo que escreverei em breve sobre esse tema.
De passagem, só digo que o Rei Ki é uma arte amorosa e bonita de trabalhar com as energias, nem superior (como querem alguns arrogantes) ou inferior (como pensam alguns de outros métodos) a qualquer outra, apenas mais uma maneira de ensinar aos homens a canalizar a SABEDORIA E O AMOR UNIVERSAL nas artes da cura e da espiritualidade.
O importante não é o método adotado, seja esse ou aquele, mas o AMOR que se passa naquilo que se faz. E isso não se aprende em curso algum! Isso vem do coração de cada um.

Obs.: Para maiores informações sobre o trabalho da Dirce Bustamante, ver sua coluna na revista on line do site do IPPB – www.ippb.org.br

Texto <546><20/08/2004>