552 - UNIÃO ESTELAR
Na canção das estrelas, o presente sutil.
Na companhia dos irmãos estelares, o convite.
Na expansão da luz, a consciência.
Em todos os planos, A PRESENÇA!*
Na companhia dos irmãos estelares, o convite.
Na expansão da luz, a consciência.
Em todos os planos, A PRESENÇA!*
Além dos sentidos, a irmandade em serviço.
Na Multidimensionalidade, estrelas e homens, mãos dadas: amparo e liberação!
Entre os homens e espíritos, manifestação luminosa.
Nos sonhos e projeções extrafísicas, integração!
Nas naves estelares, irmãos que falam da UNIÃO.
Para a consciência espiritual, distancia é ilusão.
Para o coração desperto no Amor, tudo é Vida.
Para quem trabalha sem alarde e sem egoísmo, tudo é canção.
Para quem escuta o Som Sutil, a Voz do Silêncio revela tudo.
Para quem sente o chamado estelar dentro de si mesmo, tudo é brilho!
Em tudo, por tudo, e além do que os homens imaginam, está a PRESENÇA...
Que olha a todos, terrestres e extraterrestres, encarnados e desencarnados, como irmãos de luz...
Os homens olham para as estrelas, e os seres estelares olham os homens de boa vontade.
No encontro dos olhares luminosos, a UNIÃO!
- Wagner Borges -
São Paulo, 01 de setembro de 2004.
Esses escritos foram feitos de improviso no quadro de aula, durante uma prática espiritual com a turma de 40 alunos do curso Om Sattva, no salão IPPB. Junto com a turma, e interagindo no duplo extrafísico do ambiente, estavam presentes várias consciências oriundas de outros orbes, trabalhando como amparadores invisivelmente. Inspirado por elas, escrevi de improviso essas linhas.
Agradeço muito a esses amigos estelares que vêm nos visitando com finalidades criativas e sadias espiritualmente. Em suas “naves-pensamento”, eles deslocam-se interdimensionalmente portando aquela luz estelar que abre caminhos e une as consciências em nome do AMOR QUE GERA AVIDA.
Eles e nós somos filhos da mesma LUZ. Somos irmãos de evolução e companheiros de estrada cósmica. Somos centelhas do mesmo TODO que está em tudo!
- Nota:
* A PRESENÇA é a Consciência Maior que está em tudo. O Todo, O Supremo, O Absoluto, ou simplesmente O AMOR MAIOR QUE GERA A VIDA.
Para enriquecer essa nota, reproduzo na seqüência uma pequena explicação que postei num texto há alguns meses. É o conceito celta da PRESENÇA.
“Quando os antigos iniciados celtas admiravam os momentos mágicos do alvorecer e do crepúsculo, costumavam dizer: “Isso é um assombro!”
E assim era para todas as coisas consideradas como manifestações grandiosas da Natureza e do ser humano.
Ver o brilho dos olhos da pessoa amada, a beleza plácida da lua, a alegria do sorriso do filho, ou o desabrochar de uma flor eram eventos maravilhosos.
Então, eles ousavam escutar os espíritos das brumas, que lhes ensinaram a valorizar o Dom da vida e a perceber a pulsação de uma PRESENÇA em tudo.
A partir daí, eles passaram a referir-se ao TODO QUE ESTÁ EM TUDO como a PRESENÇA que anima a Natureza e os seres.
Se a luz da vida era um assombro de grandiosidade, maior ainda era a maravilha da PRESENÇA que gerava essa grandiosidade.
Perceber essa PRESENÇA em tudo era um assombro!
E saber que o sol, a lua, o ser amado, os filhos, as flores e a Natureza eram expressões maravilhosas dessa totalidade, levava os iniciados daquele contexto antigo da Europa a dizerem: “Que assombro!”
Hoje, inspirado pelos amigos invisíveis celtas, deixo registrado aqui nesses escritos o “terno assombro” que sinto ao meditar na PRESENÇA que está em tudo.
E lembro-me dos ensinamentos herméticos inspirados no sábio estelar Hermes Trismegisto, que dizia no antigo Egito: “O TODO está em tudo! O Inefável é invisível aos olhos da carne, mas é visível à inteligência e ao coração.”
O TODO ou A PRESENÇA, tanto faz o nome que se dê.
O que importa mesmo é a grandiosidade de se meditar nisso; essa mesma grandiosidade de pensar nos zilhões de sóis e nas miríades de seres espalhados pela vastidão interdimensional do Multiverso, e de se maravilhar ao se perceber como uma pequena partícula energética consciente e integrante dessa totalidade, e poder dizer de coração: “Caramba, que assombro!”
Texto <552><17/09/2004>
Na Multidimensionalidade, estrelas e homens, mãos dadas: amparo e liberação!
Entre os homens e espíritos, manifestação luminosa.
Nos sonhos e projeções extrafísicas, integração!
Nas naves estelares, irmãos que falam da UNIÃO.
Para a consciência espiritual, distancia é ilusão.
Para o coração desperto no Amor, tudo é Vida.
Para quem trabalha sem alarde e sem egoísmo, tudo é canção.
Para quem escuta o Som Sutil, a Voz do Silêncio revela tudo.
Para quem sente o chamado estelar dentro de si mesmo, tudo é brilho!
Em tudo, por tudo, e além do que os homens imaginam, está a PRESENÇA...
Que olha a todos, terrestres e extraterrestres, encarnados e desencarnados, como irmãos de luz...
Os homens olham para as estrelas, e os seres estelares olham os homens de boa vontade.
No encontro dos olhares luminosos, a UNIÃO!
- Wagner Borges -
São Paulo, 01 de setembro de 2004.
Esses escritos foram feitos de improviso no quadro de aula, durante uma prática espiritual com a turma de 40 alunos do curso Om Sattva, no salão IPPB. Junto com a turma, e interagindo no duplo extrafísico do ambiente, estavam presentes várias consciências oriundas de outros orbes, trabalhando como amparadores invisivelmente. Inspirado por elas, escrevi de improviso essas linhas.
Agradeço muito a esses amigos estelares que vêm nos visitando com finalidades criativas e sadias espiritualmente. Em suas “naves-pensamento”, eles deslocam-se interdimensionalmente portando aquela luz estelar que abre caminhos e une as consciências em nome do AMOR QUE GERA AVIDA.
Eles e nós somos filhos da mesma LUZ. Somos irmãos de evolução e companheiros de estrada cósmica. Somos centelhas do mesmo TODO que está em tudo!
- Nota:
* A PRESENÇA é a Consciência Maior que está em tudo. O Todo, O Supremo, O Absoluto, ou simplesmente O AMOR MAIOR QUE GERA A VIDA.
Para enriquecer essa nota, reproduzo na seqüência uma pequena explicação que postei num texto há alguns meses. É o conceito celta da PRESENÇA.
“Quando os antigos iniciados celtas admiravam os momentos mágicos do alvorecer e do crepúsculo, costumavam dizer: “Isso é um assombro!”
E assim era para todas as coisas consideradas como manifestações grandiosas da Natureza e do ser humano.
Ver o brilho dos olhos da pessoa amada, a beleza plácida da lua, a alegria do sorriso do filho, ou o desabrochar de uma flor eram eventos maravilhosos.
Então, eles ousavam escutar os espíritos das brumas, que lhes ensinaram a valorizar o Dom da vida e a perceber a pulsação de uma PRESENÇA em tudo.
A partir daí, eles passaram a referir-se ao TODO QUE ESTÁ EM TUDO como a PRESENÇA que anima a Natureza e os seres.
Se a luz da vida era um assombro de grandiosidade, maior ainda era a maravilha da PRESENÇA que gerava essa grandiosidade.
Perceber essa PRESENÇA em tudo era um assombro!
E saber que o sol, a lua, o ser amado, os filhos, as flores e a Natureza eram expressões maravilhosas dessa totalidade, levava os iniciados daquele contexto antigo da Europa a dizerem: “Que assombro!”
Hoje, inspirado pelos amigos invisíveis celtas, deixo registrado aqui nesses escritos o “terno assombro” que sinto ao meditar na PRESENÇA que está em tudo.
E lembro-me dos ensinamentos herméticos inspirados no sábio estelar Hermes Trismegisto, que dizia no antigo Egito: “O TODO está em tudo! O Inefável é invisível aos olhos da carne, mas é visível à inteligência e ao coração.”
O TODO ou A PRESENÇA, tanto faz o nome que se dê.
O que importa mesmo é a grandiosidade de se meditar nisso; essa mesma grandiosidade de pensar nos zilhões de sóis e nas miríades de seres espalhados pela vastidão interdimensional do Multiverso, e de se maravilhar ao se perceber como uma pequena partícula energética consciente e integrante dessa totalidade, e poder dizer de coração: “Caramba, que assombro!”
Texto <552><17/09/2004>
