574 - NA AURORA COM GOVINDA
Imediatamente os meus olhos brilharam,
E o coração entrou em alegria serena.
Uma voz sutil disse-me, secretamente:
“Govinda! Gopala!
Om Namah Krishnaya!”
E aí, o milagre aconteceu:
As trevas se renderam
À aurora do Seu olhar em mim.
Então, amanheci com Você!
E com os olhos novamente acesos,
E o coração radiante,
Eu vi Você sorrindo dentro do meu coração.
E Você disse:
“Vá, e conte para os seus irmãos sobre as glórias eternas que cada um guarda no peito. Fale a eles da imortalidade da consciência e do cumprimento das responsabilidades espirituais. Viaje junto na sabedoria espiritual de abrir as flores dentro dos chacras.
Diga-lhes que além das trevas e dores do ego, existe o despertar da aurora nos olhos e nos corações.
Dentro da aurora, eu estarei presente, sempre, no espírito de cada um, cumprindo o que é para ser cumprido!”
O recado foi recolhido e repassado, mesmo além do plano físico.
E agora, a noite se foi, e tudo ficou azul como o lótus sutil.
Krishna, ontem eu não vi Você!
Mas Você me viu e me esperou.
E me acordou em sua aurora.
E agora, só sei dizer de coração:
“Om Gopalaya Namah!
Om Govindaya Namaha!”
Paz e Luz.
- Wagner Borges -
São Paulo, 20 de novembro de 2004.
- Notas do sânscrito:
Govinda e Gopala: São epítetos de Krishna, considerado como o “Pastorzinho divino”, que tangencia os seres na direção da Bem-Aventurança (ananda) e da consciência cósmica (o samadhi, a expansão da consciência, muitas vezes associada ao despontar da aurora dissolvendo as trevas – o ego - e fazendo a atmosfera dançar na luz).
Govinda e Gopala também são considerados como mantras de dissolução de climas psicofísicos densos. Trazem alegria e espantam as confusões e equívocos.
Texto <574><07/12/2004>
E o coração entrou em alegria serena.
Uma voz sutil disse-me, secretamente:
“Govinda! Gopala!
Om Namah Krishnaya!”
E aí, o milagre aconteceu:
As trevas se renderam
À aurora do Seu olhar em mim.
Então, amanheci com Você!
E com os olhos novamente acesos,
E o coração radiante,
Eu vi Você sorrindo dentro do meu coração.
E Você disse:
“Vá, e conte para os seus irmãos sobre as glórias eternas que cada um guarda no peito. Fale a eles da imortalidade da consciência e do cumprimento das responsabilidades espirituais. Viaje junto na sabedoria espiritual de abrir as flores dentro dos chacras.
Diga-lhes que além das trevas e dores do ego, existe o despertar da aurora nos olhos e nos corações.
Dentro da aurora, eu estarei presente, sempre, no espírito de cada um, cumprindo o que é para ser cumprido!”
O recado foi recolhido e repassado, mesmo além do plano físico.
E agora, a noite se foi, e tudo ficou azul como o lótus sutil.
Krishna, ontem eu não vi Você!
Mas Você me viu e me esperou.
E me acordou em sua aurora.
E agora, só sei dizer de coração:
“Om Gopalaya Namah!
Om Govindaya Namaha!”
Paz e Luz.
- Wagner Borges -
São Paulo, 20 de novembro de 2004.
- Notas do sânscrito:
Govinda e Gopala: São epítetos de Krishna, considerado como o “Pastorzinho divino”, que tangencia os seres na direção da Bem-Aventurança (ananda) e da consciência cósmica (o samadhi, a expansão da consciência, muitas vezes associada ao despontar da aurora dissolvendo as trevas – o ego - e fazendo a atmosfera dançar na luz).
Govinda e Gopala também são considerados como mantras de dissolução de climas psicofísicos densos. Trazem alegria e espantam as confusões e equívocos.
Texto <574><07/12/2004>
