576 - ALGUMAS PALAVRAS COM O RABI

Rabi, querido.

Nesse momento estou preparando mais um texto para enviar pela Internet.

O mesmo é sobre você, e muitas pessoas irão lê-lo daqui a pouco, algumas em casa, outras no escritório, e outras mais, à noite ou no fim de semana, quando houver tempo para isso.

Eu sei que você sabe disso, mas é que enquanto passo a limpo essas linhas, fico a pensar nas vibrações sutis que acompanham o texto e nos corações sensíveis à paz que irão sintonizá-las. Penso que você irá abraçá-las enquanto elas lerem o texto.

Sabe, só de preparar esse envio de texto entrei num estado alterado de consciência, e meu coração se encheu de amor e agradecimento. Esse é o motivo pelo qual as lágrimas rolam pelo rosto enquanto digito aqui no note-book.

Ás vezes, fico pensando se o meu coração agüenta tanto amor chegando, esse amor que não se explica, só se sente. Esse amor que derrete o coração...

Vejo o ambiente do meu apartamento todo claro, permeado por energias superiores, e até mesmo o som da música que está rolando parece-me dotado de vibrações sutis.

O sol brilha lá fora, Rabi. E aqui em casa brilham as luzes espirituais que você enviou. Essas mesmas luzes que irão junto com esses escritos iluminar a outros corações por esse mundão de Deus.



PS.: Rabi, aprendi que sem amor ninguém segue...

E é você que está nessas linhas!

Oxalá, que os leitores possam encontrá-lo,

E que os olhos deles também fiquem iguais a dois pequenos sóis,

Irradiando o amor que você conduz,

Amigo Jesus.



- Wagner Borges -
São Paulo, 14 de dezembro de 2004, às 16h49min

* Rabi: Mestre.

Texto <576><14/12/2004>