596 - CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DE UMA EXPERIÊNCIA EXTRACORPÓREA
"A realidade era o meu ego flutuante, e os objetos embaixo pareciam sombras contra a realidade do meu ego flutuante."
"A parte de mim que estava fora do meu corpo era o meu verdadeiro "EU", tal como eu o conhecia, a parte que vê, pensa e sente."
"Sentia-me bastante calmo e despreocupado, e pensava: É então assim que eu pareço. A sensação em nada se compara como olhar para um espelho."
"Não era nem estranho e nem assustador; de fato, se há uma reação, é a de nos sentirmos superiores."
"Nunca, até então, estive tão completamente acordado ou experimentei uma sensação de liberdade tão maravilhosa."
"Repentinamente, senti-me inundado da maior alegria e felicidade. Experimentei uma liberdade intensa."
"Sobreveio-me o pensamento: Se me desvio deste local, como é que encontro o caminho de regresso?"
"O ego liberto sentia-se absolutamente maravilhado, muito leve e imbuído da mais maravilhosa vitalidade, efetivamente melhor do que jamais me sentira ou depois me senti."
"Já não tinha qualquer interesse pelo meu corpo físico, ou sequer pela minha vida física. Apenas queria prolongar esse estado feliz de estar onde tudo era mais brilhante, vivo e real do que qualquer outra coisa que anteriormente conhecera."
No seu artigo "Out-of-the-Body Experiences" (“Experiências fora do corpo”), Charles T. Tart (2) descreve algumas características da projeção:
"Elas ocorrem em casos de doenças graves, em situações de morte iminente e, por vezes, graças à meditação. As pessoas que deixaram os seus corpos referem-se ao fato de terem pairado perto do teto e de terem visto o seu corpo, ao mesmo tempo que sentiam um grau normal de consciência. Outras falam de terem visto entes queridos ou seres de luz e da não existência de barreiras materiais. Todas elas estão convencidas de que suas experiências foram reais e não fruto de um sonho. Estas características são idênticas às experimentadas por aqueles que estiveram quase a morrer ou que foram dados como clinicamente mortos.”
(Texto extraído do livro “Viagem Espiritual II” – Editora Universalista – 1995.)
1. Célia Green é autora de um excelente livro de pesquisas sobre as projeções da consciência e relatos projetivos: “Out-of-the-Body Experiences” (“Experiências Fora do Corpo”) – publicado em 1968 pelo Institute of Psychophysical Research, de Oxford, England.
2. As modernas pesquisas científicas a respeito da experiência fora do corpo foram iniciadas na década de 1960 pelo pesquisador Charles Theodore Tart (1937-) que realizou diversas experiências com projetores nos laboratórios de Parapsicologia dos E.U.A., quebrando assim a conotação mística que envolvia o fenômeno. Os primeiros projetores a serem estudados foram a desconhecida Madame "Z" (pseudônimo utilizado para preservar a identidade real da projetora) e o executivo Robert Allan Monroe, que posteriormente viria a publicar os livros "Viagens Fora do Corpo" (1971), "Viagens Além do Universo" (1987), e “A Última Jornada” (1996).
Texto <596><28/03/2005>
"A parte de mim que estava fora do meu corpo era o meu verdadeiro "EU", tal como eu o conhecia, a parte que vê, pensa e sente."
"Sentia-me bastante calmo e despreocupado, e pensava: É então assim que eu pareço. A sensação em nada se compara como olhar para um espelho."
"Não era nem estranho e nem assustador; de fato, se há uma reação, é a de nos sentirmos superiores."
"Nunca, até então, estive tão completamente acordado ou experimentei uma sensação de liberdade tão maravilhosa."
"Repentinamente, senti-me inundado da maior alegria e felicidade. Experimentei uma liberdade intensa."
"Sobreveio-me o pensamento: Se me desvio deste local, como é que encontro o caminho de regresso?"
"O ego liberto sentia-se absolutamente maravilhado, muito leve e imbuído da mais maravilhosa vitalidade, efetivamente melhor do que jamais me sentira ou depois me senti."
"Já não tinha qualquer interesse pelo meu corpo físico, ou sequer pela minha vida física. Apenas queria prolongar esse estado feliz de estar onde tudo era mais brilhante, vivo e real do que qualquer outra coisa que anteriormente conhecera."
No seu artigo "Out-of-the-Body Experiences" (“Experiências fora do corpo”), Charles T. Tart (2) descreve algumas características da projeção:
"Elas ocorrem em casos de doenças graves, em situações de morte iminente e, por vezes, graças à meditação. As pessoas que deixaram os seus corpos referem-se ao fato de terem pairado perto do teto e de terem visto o seu corpo, ao mesmo tempo que sentiam um grau normal de consciência. Outras falam de terem visto entes queridos ou seres de luz e da não existência de barreiras materiais. Todas elas estão convencidas de que suas experiências foram reais e não fruto de um sonho. Estas características são idênticas às experimentadas por aqueles que estiveram quase a morrer ou que foram dados como clinicamente mortos.”
(Texto extraído do livro “Viagem Espiritual II” – Editora Universalista – 1995.)
1. Célia Green é autora de um excelente livro de pesquisas sobre as projeções da consciência e relatos projetivos: “Out-of-the-Body Experiences” (“Experiências Fora do Corpo”) – publicado em 1968 pelo Institute of Psychophysical Research, de Oxford, England.
2. As modernas pesquisas científicas a respeito da experiência fora do corpo foram iniciadas na década de 1960 pelo pesquisador Charles Theodore Tart (1937-) que realizou diversas experiências com projetores nos laboratórios de Parapsicologia dos E.U.A., quebrando assim a conotação mística que envolvia o fenômeno. Os primeiros projetores a serem estudados foram a desconhecida Madame "Z" (pseudônimo utilizado para preservar a identidade real da projetora) e o executivo Robert Allan Monroe, que posteriormente viria a publicar os livros "Viagens Fora do Corpo" (1971), "Viagens Além do Universo" (1987), e “A Última Jornada” (1996).
Texto <596><28/03/2005>
