905 - ALÉM DO HORIZONTE – VIDA QUE SEGUE...
Não tenho respostas para questões universais e nem tenho tal pretensão.
Mal conheço a mim mesmo. Mas o que sei já dá para o gasto de me fazer feliz.
Não posso lhe dar uma fé que não tenha nascido de seu próprio coração.
Assim como não posso viver e amar por você. O seu viver é seu!
Parece-me que minha certeza incomoda sua incerteza e suas dúvidas.
No entanto, suas dúvidas não incomodam minha certeza. Nem me tiram o sono.
Então, como posso lhe dar uma certeza sobre uma dúvida que não é minha?
Ou seja, se você está incomodado com suas dúvidas, o problema é seu, não?
E por que eu deveria me esforçar por um problema que é só seu?
Não, não sou eu que eliminarei suas dúvidas. É o tempo. É a vida. É a experiência.
Nada posso provar. Somente escrevo o que sinto e vejo em outros planos.
E, se alguém se sentir bem lendo e lembrar-se de uma Causa Maior, já está bom.
Não sou profeta. Graças a Deus! E nem super-médium ou mega-iogue.
Sou só eu mesmo, seu irmão de jornada nessa vida, aprendendo um monte de coisas.
Mas, que tem muita vida além da morte, ah, isso tem, sim. E que coisa legal é isso!
Como diz minha filha mais velha, que mora no Rio de Janeiro: “Aí, que maneiro!”
Ou, como diz um grande amigo espiritualista, que mora em Salvador: “Que massa!”
Já minha filha caçula, que mora aqui em São Paulo, hoje me perguntou o seguinte:
“Pai, espírito é gente, né?”
E eu apenas respondi o que sei: “Sim, filha. Os espíritos são gente. E, alguns deles, são muito legais, iguais a gente mesmo. E outros, meio atrapalhados, também iguais a gente.
Sim, eles são gente que vive além da carne, sorrindo ou chorando, alegres ou tristes, maravilhosos e imperfeitos, simples e complexos, iguais a gente mesmo...
Estão vivos, como a gente. Vivem, amam e seguem, sempre aprendendo...”
Então, é isso. Digo para você o mesmo que disse para ela: “Os caras estão vivos!”
E que legal ter certeza disso! Mesmo que isso não prove nada para os outros.
Ah, mas que dá uma alegria danada de boa no coração, isso dá!
E isso não se explica, só se sente. É como a vida, não se explica, só se vive...
É como o amor, não se explica, só se sente... E, quem ama, sabe.
E, quem sente, sabe que, quando o coração fala ao coração, não há mais nada a dizer.
No mais, Paz e Luz para você.
(Esses escritos são dedicados aos trabalhadores espirituais, encarnados e desencarnados, de todas as linhas, que operam a favor do bem da humanidade, cada um de seu jeito, mas sempre em nome da Luz.)
- Wagner Borges – sujeito com qualidades e defeitos, 47 anos de “encadernação”, pai da Helena e da Maria Luz, mestre de nada e discípulo de coisa alguma, contente só por existir e saber que a vida continua... E por saber que espírito é gente desencarnada, e gente é espírito encarnado, todos vivendo na mesma Fonte Imanente: O Coração do Grande Arquiteto Do Universo, Senhor de todas as vidas.
São Paulo, 31 de dezembro de 2008.
* Muito embora esses escritos sejam uma resposta à carta de um leitor cheio de dúvidas e inquietações existenciais (que leu o meu livro “Falando de Vida Após a Morte”, publicado pela Editora Madras – em 2004), talvez possam ser úteis para reflexões de outros. Por isso estou postando-os em aberto para todos.
Texto <905><27/01/2009>
Mal conheço a mim mesmo. Mas o que sei já dá para o gasto de me fazer feliz.
Não posso lhe dar uma fé que não tenha nascido de seu próprio coração.
Assim como não posso viver e amar por você. O seu viver é seu!
Parece-me que minha certeza incomoda sua incerteza e suas dúvidas.
No entanto, suas dúvidas não incomodam minha certeza. Nem me tiram o sono.
Então, como posso lhe dar uma certeza sobre uma dúvida que não é minha?
Ou seja, se você está incomodado com suas dúvidas, o problema é seu, não?
E por que eu deveria me esforçar por um problema que é só seu?
Não, não sou eu que eliminarei suas dúvidas. É o tempo. É a vida. É a experiência.
Nada posso provar. Somente escrevo o que sinto e vejo em outros planos.
E, se alguém se sentir bem lendo e lembrar-se de uma Causa Maior, já está bom.
Não sou profeta. Graças a Deus! E nem super-médium ou mega-iogue.
Sou só eu mesmo, seu irmão de jornada nessa vida, aprendendo um monte de coisas.
Mas, que tem muita vida além da morte, ah, isso tem, sim. E que coisa legal é isso!
Como diz minha filha mais velha, que mora no Rio de Janeiro: “Aí, que maneiro!”
Ou, como diz um grande amigo espiritualista, que mora em Salvador: “Que massa!”
Já minha filha caçula, que mora aqui em São Paulo, hoje me perguntou o seguinte:
“Pai, espírito é gente, né?”
E eu apenas respondi o que sei: “Sim, filha. Os espíritos são gente. E, alguns deles, são muito legais, iguais a gente mesmo. E outros, meio atrapalhados, também iguais a gente.
Sim, eles são gente que vive além da carne, sorrindo ou chorando, alegres ou tristes, maravilhosos e imperfeitos, simples e complexos, iguais a gente mesmo...
Estão vivos, como a gente. Vivem, amam e seguem, sempre aprendendo...”
Então, é isso. Digo para você o mesmo que disse para ela: “Os caras estão vivos!”
E que legal ter certeza disso! Mesmo que isso não prove nada para os outros.
Ah, mas que dá uma alegria danada de boa no coração, isso dá!
E isso não se explica, só se sente. É como a vida, não se explica, só se vive...
É como o amor, não se explica, só se sente... E, quem ama, sabe.
E, quem sente, sabe que, quando o coração fala ao coração, não há mais nada a dizer.
No mais, Paz e Luz para você.
(Esses escritos são dedicados aos trabalhadores espirituais, encarnados e desencarnados, de todas as linhas, que operam a favor do bem da humanidade, cada um de seu jeito, mas sempre em nome da Luz.)
- Wagner Borges – sujeito com qualidades e defeitos, 47 anos de “encadernação”, pai da Helena e da Maria Luz, mestre de nada e discípulo de coisa alguma, contente só por existir e saber que a vida continua... E por saber que espírito é gente desencarnada, e gente é espírito encarnado, todos vivendo na mesma Fonte Imanente: O Coração do Grande Arquiteto Do Universo, Senhor de todas as vidas.
São Paulo, 31 de dezembro de 2008.
* Muito embora esses escritos sejam uma resposta à carta de um leitor cheio de dúvidas e inquietações existenciais (que leu o meu livro “Falando de Vida Após a Morte”, publicado pela Editora Madras – em 2004), talvez possam ser úteis para reflexões de outros. Por isso estou postando-os em aberto para todos.
Texto <905><27/01/2009>
