910 - NO COLO ESPIRITUAL DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO
Devido à minha fase perdida, eles me convenceram a entrar na deles.
Eu fui... E fiquei mais triste ainda, pois nunca fui do mal, Mãezinha.
O que eles fazem é vergonhoso. E tem gente na Terra que se junta com eles!
Eles entram na mente das pessoas e tapam o raciocínio delas.
E eles também seqüestram a luz do coração delas, matando o amor.
Mas sempre há algo que os atrai dentro das pessoas. Eu vi isso!
Ah, Mãezinha, eu estava perdido. E nada mais me encantava.
A morte não livra a cara de ninguém. E nem tira da gente o que é da gente.
Cada um leva o seu, por dentro de si mesmo. Birras e mágoas vão junto...
E, também, o amor da gente. Segue tudo junto, dentro do coração.
Cada um é chefe de si mesmo. E empregado daquilo que pensa e faz.
Eu tive minha cota de coisa ruim, e não gostei. E não fiquei!
Mas, ficou um gosto amargo em mim. Eu me perdi, Mãezinha.
E, nos momentos tristes, eu me lembrava da Senhora, mesmo perdido.
Eu me lembrava do meu tempo de criança, rezando aos pés de sua estátua.
Foi minha mãe que me ensinou a rezar e a pedir proteção à Senhora.
Nunca me esqueci da Senhora segurando o menino Jesus no colo.
Por isso os espíritos maus não me levaram. Eu me apeguei às rezas.
Foi o que segurou minha barra. E eu saí deles, na hora certa.
E hoje, eu rezei muito para a Senhora me ajudar. E algo aconteceu...
Sem saber como, eu vim parar aqui, ao lado de um homem do espírito.
Eu vi uma poderosa luz, que me trouxe até aqui. E ouvi uma música divina.
E, então, eu chorei muito, junto com a música. Senti-me lavado, por dentro.
Eu jamais tinha escutado algo assim. Que coisa linda, meu Deus!
Mãezinha, é da Senhora que vem essa luz que me lava e me cura, não é?
Sei que a Senhora não me despreza, porque eu me perdi.
O Seu amor ampara os infelizes que caem e os miseráveis do além.
E aqui, em meio à música linda, o homem dos espíritos me disse para entrar na luz...
E eu vou, Mãezinha, ao Seu encontro. Com a Senhora, eu serei gente boa novamente.
Eu queria rezar, mas só sei chorar. Me leva, Minha Mãezinha querida...
Me leva para o Céu, de onde vem essa luz... Me segura no Seu colo.
Eu estava perdido, mas a Senhora me encontrou. E eu vou para o Céu, nessa luz...
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 11 de fevereiro de 2009.)
P.S.:
Apenas transcrevi o que o espírito disse. Senti sua emoção e seu choro, em mim mesmo. Nada sei sobre ele. O mais incrível é que, embora ele goste de Nossa Senhora da Conceição, a música que eu estava ouvindo aqui, enquanto trabalhava em casa, era do músico chinês Jia Peng Fang*, mestre na arte de tocar o erhu, antigo violino chinês, de som muito agradável ao coração. Pelo jeito, até os espíritos gostam do som dele.
Isso é que é universalismo: a prece dele era para Nossa senhora da Conceição; a música lembrava a atmosfera dos sábios chineses de outrora (Lao-Tzé, Chuang-Tzu, Lie-Tzu, Lie-Tao, e outros); e a assistência espiritual era feita pelos amparadores extrafísicos**. Como eu sempre digo, a luz não tem fronteira e o amor não vê cara. O Todo está em tudo! E eu me sinto honrado em ter ajudado mais alguém a passar bem para o “lado de lá”. E agradeço ao Todo, por tudo***.
- Notas:
* O CD do Jia Peng Fang que eu estava ouvindo é o maravilhoso “Cho” – a terceira faixa é maravilhosa.
Dicas de outros CDs excelentes desse mestre chinês – todos importados e lançados pela gravadora oriental Pacific Moon: “River”, “Faraway”, “Rainbow”, “Moonlight”, e “Erhu - Jia Peng Fang Best”. O site da gravadora é o seguinte: www.pacificmoon.com.
** Amparador extrafísico – entidade extrafísica e positiva que ajuda o projetor nas suas experiências extracorpóreas; mentor extrafísico; mestre extrafísico; companheiro espiritual; protetor astral; auxiliar invisível; guardião astral; guia espiritual; benfeitor espiritual.
*** Concluo esses escritos com dois trechos que contêm um pouco do bom humor e da sabedoria taoísta do mestre chinês Chuang-Tzu.
A ALEGRIA DOS PEIXES
(Chuang-Tzu, cap. XVII)
Chang-Tzu e Houei-Tzu passeavam sobre uma ponte do rio Hao.
- Chuang-Tzu diz: Veja como as carpas passeiam completamente à vontade! Aí está a alegria dos peixes.
- Não sois um peixe, diz Houei-Tzu - Como sabeis o que constitui a alegria dos peixes?
- Não sois eu, replica Chuang-Tzu - Como sabeis que eu não sei o que constitui a alegria dos peixes?
PARCIALIDADE
(Chuang-Tzu; Cap. XXXII)
Como Chuang-Tzu agonizasse, seus discípulos manifestaram a intenção de fazer-lhe funerais suntuosos.
- Inútil, diz o moribundo - Pois o Céu e a Terra serão o meu duplo ataúde; o sol e a lua, os meus dois discos de jade; as estrelas e a Estrela do Norte, minha pérolas; todos os seres, o meu cortejo.
Meu séqüito funerário não está completo? O que lhes acrescentarieis?
- Mas, tememos, dizem os discípulos, que os corvos e os milhafres vos devorem.
- Em cima, replica Chuang-Tzu - arrisco-me a ser devorado pelos corvos e pelos milhafres; em baixo, pelas toupeiras e pelas formigas. Que parcialidade a de desejardes livrar-me dos primeiros para entregar-me aos últimos!
Texto <910><13/02/2009>
Eu fui... E fiquei mais triste ainda, pois nunca fui do mal, Mãezinha.
O que eles fazem é vergonhoso. E tem gente na Terra que se junta com eles!
Eles entram na mente das pessoas e tapam o raciocínio delas.
E eles também seqüestram a luz do coração delas, matando o amor.
Mas sempre há algo que os atrai dentro das pessoas. Eu vi isso!
Ah, Mãezinha, eu estava perdido. E nada mais me encantava.
A morte não livra a cara de ninguém. E nem tira da gente o que é da gente.
Cada um leva o seu, por dentro de si mesmo. Birras e mágoas vão junto...
E, também, o amor da gente. Segue tudo junto, dentro do coração.
Cada um é chefe de si mesmo. E empregado daquilo que pensa e faz.
Eu tive minha cota de coisa ruim, e não gostei. E não fiquei!
Mas, ficou um gosto amargo em mim. Eu me perdi, Mãezinha.
E, nos momentos tristes, eu me lembrava da Senhora, mesmo perdido.
Eu me lembrava do meu tempo de criança, rezando aos pés de sua estátua.
Foi minha mãe que me ensinou a rezar e a pedir proteção à Senhora.
Nunca me esqueci da Senhora segurando o menino Jesus no colo.
Por isso os espíritos maus não me levaram. Eu me apeguei às rezas.
Foi o que segurou minha barra. E eu saí deles, na hora certa.
E hoje, eu rezei muito para a Senhora me ajudar. E algo aconteceu...
Sem saber como, eu vim parar aqui, ao lado de um homem do espírito.
Eu vi uma poderosa luz, que me trouxe até aqui. E ouvi uma música divina.
E, então, eu chorei muito, junto com a música. Senti-me lavado, por dentro.
Eu jamais tinha escutado algo assim. Que coisa linda, meu Deus!
Mãezinha, é da Senhora que vem essa luz que me lava e me cura, não é?
Sei que a Senhora não me despreza, porque eu me perdi.
O Seu amor ampara os infelizes que caem e os miseráveis do além.
E aqui, em meio à música linda, o homem dos espíritos me disse para entrar na luz...
E eu vou, Mãezinha, ao Seu encontro. Com a Senhora, eu serei gente boa novamente.
Eu queria rezar, mas só sei chorar. Me leva, Minha Mãezinha querida...
Me leva para o Céu, de onde vem essa luz... Me segura no Seu colo.
Eu estava perdido, mas a Senhora me encontrou. E eu vou para o Céu, nessa luz...
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 11 de fevereiro de 2009.)
P.S.:
Apenas transcrevi o que o espírito disse. Senti sua emoção e seu choro, em mim mesmo. Nada sei sobre ele. O mais incrível é que, embora ele goste de Nossa Senhora da Conceição, a música que eu estava ouvindo aqui, enquanto trabalhava em casa, era do músico chinês Jia Peng Fang*, mestre na arte de tocar o erhu, antigo violino chinês, de som muito agradável ao coração. Pelo jeito, até os espíritos gostam do som dele.
Isso é que é universalismo: a prece dele era para Nossa senhora da Conceição; a música lembrava a atmosfera dos sábios chineses de outrora (Lao-Tzé, Chuang-Tzu, Lie-Tzu, Lie-Tao, e outros); e a assistência espiritual era feita pelos amparadores extrafísicos**. Como eu sempre digo, a luz não tem fronteira e o amor não vê cara. O Todo está em tudo! E eu me sinto honrado em ter ajudado mais alguém a passar bem para o “lado de lá”. E agradeço ao Todo, por tudo***.
- Notas:
* O CD do Jia Peng Fang que eu estava ouvindo é o maravilhoso “Cho” – a terceira faixa é maravilhosa.
Dicas de outros CDs excelentes desse mestre chinês – todos importados e lançados pela gravadora oriental Pacific Moon: “River”, “Faraway”, “Rainbow”, “Moonlight”, e “Erhu - Jia Peng Fang Best”. O site da gravadora é o seguinte: www.pacificmoon.com.
** Amparador extrafísico – entidade extrafísica e positiva que ajuda o projetor nas suas experiências extracorpóreas; mentor extrafísico; mestre extrafísico; companheiro espiritual; protetor astral; auxiliar invisível; guardião astral; guia espiritual; benfeitor espiritual.
*** Concluo esses escritos com dois trechos que contêm um pouco do bom humor e da sabedoria taoísta do mestre chinês Chuang-Tzu.
A ALEGRIA DOS PEIXES
(Chuang-Tzu, cap. XVII)
Chang-Tzu e Houei-Tzu passeavam sobre uma ponte do rio Hao.
- Chuang-Tzu diz: Veja como as carpas passeiam completamente à vontade! Aí está a alegria dos peixes.
- Não sois um peixe, diz Houei-Tzu - Como sabeis o que constitui a alegria dos peixes?
- Não sois eu, replica Chuang-Tzu - Como sabeis que eu não sei o que constitui a alegria dos peixes?
PARCIALIDADE
(Chuang-Tzu; Cap. XXXII)
Como Chuang-Tzu agonizasse, seus discípulos manifestaram a intenção de fazer-lhe funerais suntuosos.
- Inútil, diz o moribundo - Pois o Céu e a Terra serão o meu duplo ataúde; o sol e a lua, os meus dois discos de jade; as estrelas e a Estrela do Norte, minha pérolas; todos os seres, o meu cortejo.
Meu séqüito funerário não está completo? O que lhes acrescentarieis?
- Mas, tememos, dizem os discípulos, que os corvos e os milhafres vos devorem.
- Em cima, replica Chuang-Tzu - arrisco-me a ser devorado pelos corvos e pelos milhafres; em baixo, pelas toupeiras e pelas formigas. Que parcialidade a de desejardes livrar-me dos primeiros para entregar-me aos últimos!
Texto <910><13/02/2009>
