917 - VIDA, SEMPRE VIDA... NA TERRA E ALÉM
Admirado com a simplicidade e amizade deles, eu pergunto:
“Que amor é esse, que nos toca, em espírito e verdade?
E que ama tanto, a ponto de criar miríades de estrelas?
E que sopra em nossos olhos, e diz: Vive. Ama. Ri. Aprende. E segue...”
Ah, nessa noite há magia no ar, enquanto a canção rola...
Eu respiro ar e luz; mas, hoje a luz é maior. E nela, um amor.
É noite. Mas, de olhos fechados eu vejo um sol. E nele, um sonho.
No meio da luz, o sorriso dos espíritos livres. E neles, o meu coração.
Sim, há magia no ar... Mais do que eu posso saber.
E o Mago Supremo é Deus, que ri, por entre as estrelas e os corações.
E nós O respiramos na luz. É o Sopro Vital d’Ele que nos anima.
Além do Bojador... Os espíritos livres e o céu estrelado. E Ele, em tudo.
Aqui, a canção. E os meus pensamentos e sentimentos na noite...
Lá em cima, os poetas livres e suas risadas, viajando no infinito.
E, entre nós, o ar e a luz. E nós respiramos juntos, na mesma magia.
Sim, essa grande magia, que se chama “vida”.
P.S.: Vida, que jamais se apaga.
Que deixa o corpo e voa... Para além do Bojador.
Para o céu. Para rir com os espíritos livres.
Para rir com Deus, por entre as estrelas.
Quem ama, sabe.
(Dedicado a Paramahamsa Ramakrishna, o vento do amor***).
Paz e Luz.
- Wagner Borges – pequena folha espiritualista, ao sabor do vento do amor...
São Paulo, 19 de fevereiro de 2009.
* Enquanto eu escrevia essas linhas, rolava no som o CD. “Spirit Trail” – do vocalista e tecladista americano Bruce Hornsby (acompanhado pela banda “The Range”). A música “Fortunate Son” – 11ª do CD – é maravilhosa.
** Em Portugal, o Cabo do Bojador tem o significado do último limite do homem e do seu mundo. Os poetas sempre se referem a ele. Segue-se abaixo um trecho da genialidade de Fernando Pessoa:
“Valeu a pena? Tudo vale a pena,
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.”
(Do poema “Mar Português”).
*** Paramahamsa Ramakrishna: mestre iogue que viveu na Índia do século XIX e que é considerado até hoje um dos maiores mestres espirituais surgidos na terra do Ganges. Para se ter uma idéia de sua influência espiritual, posso citar que grandes mestres da Índia do século XX se referiram a ele com muito respeito e admiração, dentre eles o Mahatma Ghandi, Paramahamsa Yogananda e Rabindranath Tagore.
Texto <917><18/03/2009>
“Que amor é esse, que nos toca, em espírito e verdade?
E que ama tanto, a ponto de criar miríades de estrelas?
E que sopra em nossos olhos, e diz: Vive. Ama. Ri. Aprende. E segue...”
Ah, nessa noite há magia no ar, enquanto a canção rola...
Eu respiro ar e luz; mas, hoje a luz é maior. E nela, um amor.
É noite. Mas, de olhos fechados eu vejo um sol. E nele, um sonho.
No meio da luz, o sorriso dos espíritos livres. E neles, o meu coração.
Sim, há magia no ar... Mais do que eu posso saber.
E o Mago Supremo é Deus, que ri, por entre as estrelas e os corações.
E nós O respiramos na luz. É o Sopro Vital d’Ele que nos anima.
Além do Bojador... Os espíritos livres e o céu estrelado. E Ele, em tudo.
Aqui, a canção. E os meus pensamentos e sentimentos na noite...
Lá em cima, os poetas livres e suas risadas, viajando no infinito.
E, entre nós, o ar e a luz. E nós respiramos juntos, na mesma magia.
Sim, essa grande magia, que se chama “vida”.
P.S.: Vida, que jamais se apaga.
Que deixa o corpo e voa... Para além do Bojador.
Para o céu. Para rir com os espíritos livres.
Para rir com Deus, por entre as estrelas.
Quem ama, sabe.
(Dedicado a Paramahamsa Ramakrishna, o vento do amor***).
Paz e Luz.
- Wagner Borges – pequena folha espiritualista, ao sabor do vento do amor...
São Paulo, 19 de fevereiro de 2009.
* Enquanto eu escrevia essas linhas, rolava no som o CD. “Spirit Trail” – do vocalista e tecladista americano Bruce Hornsby (acompanhado pela banda “The Range”). A música “Fortunate Son” – 11ª do CD – é maravilhosa.
** Em Portugal, o Cabo do Bojador tem o significado do último limite do homem e do seu mundo. Os poetas sempre se referem a ele. Segue-se abaixo um trecho da genialidade de Fernando Pessoa:
“Valeu a pena? Tudo vale a pena,
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.”
(Do poema “Mar Português”).
*** Paramahamsa Ramakrishna: mestre iogue que viveu na Índia do século XIX e que é considerado até hoje um dos maiores mestres espirituais surgidos na terra do Ganges. Para se ter uma idéia de sua influência espiritual, posso citar que grandes mestres da Índia do século XX se referiram a ele com muito respeito e admiração, dentre eles o Mahatma Ghandi, Paramahamsa Yogananda e Rabindranath Tagore.
Texto <917><18/03/2009>
