1734 - FALANDO DE FÉ, REDENÇÃO E LUZ

 
1734 falando fe redencao luz
 
 

FALANDO DE FÉ, REDENÇÃO E LUZ.
Depoimento de um espírito em regeneração.

Como você está vendo, eu estou com o coração despedaçado.
A minha tristeza não tem paralelos e eu sei que a mereço, por tudo que fiz.
Eu sempre fui um salafrário de marca maior, um crápula nojento e falso.
O meu lema era: “Eu vou levar vantagem em cima de todo mundo!”
Assim eu vivi, movido por esse jargão idiota e escravo de minhas taras.
Eu não sabia na época, mas um monte de espíritos bravos me habitava.
Eu e eles éramos unha e carne, irmãos de falcatruas a arruaças.
Eu, burro, achava que estava no comando, mas eram eles os meus chefes.
Eles estavam em mim. E eu não os via, mas intuía suas presenças invisíveis.
E, de alguma forma, eu me comprazia com os pensamentos deles em mim.
Eu fiz o meu tempo desse jeito, com eles vivendo comigo, a tiracolo.
E quando eu fiquei doente, eles me abandonaram – e ainda riram de mim.
De vez em quando eles voltavam, para zombar mais ainda... e me torturavam.
Quando eu tentava dormir, eles me atazanavam, gritando em minha cabeça.
Eu fui xingado por eles da mesma forma que antes xingava os outros.
Falando reto: eu merecia! Tinha vivido com eles em mim, e esse era o preço.
Finalmente, depois de padecer por anos, o meu tempo na Terra acabou.
E eu fui envolvido por um turbilhão escuro, que me jogou na lama!
Então, eu me vi num lugar sujo e depravado. E ali havia outros do mesmo jeito.
Nós éramos um monte de estrume em forma de gente, refugos da maldade.
Nós nos arrastávamos naquela lama fétida, sem conseguir olhar para cima.
Uma força nos pressionava contra o solo, e não conseguíamos erguer a cabeça.
Nós estávamos grudados no chão daquele lugar, presos numa gosma escura.
Eu não sei quantos estavam ali, mas eram muitos. E eu era um deles.
O cheiro de mijo era insuportável, e uma maldita umidade nos impregnava.
Ali eu chorei! Ali eu vi o quanto tinha sido maldoso. Ali eu clamei por Deus!
E quando eu fazia isso, alguma coisa mudava dentro de mim...
Então, eu comecei a pedir perdão a Ele, porque finalmente eu me rendera.
Eu fazia isso do meu jeito (não era do meu feitio rezar), mas algo tinha mudado.
Ali, naquele antro, eu aprendi a rezar. E até ensinei os meus companheiros...
E eu dizia para eles que estávamos ali por nossos atos maldosos em vida.
E que éramos merecedores de tal infortúnio. Então, não pedíamos salvação.
Todos ali eram sabedores do mal que tinham feito, portanto, não havia ilusões.
O que nós queríamos era o perdão de Deus! E, mesmo naquela lama, algo bom surgiu.
Dentro de nós brotou a compreensão de nossas condições – então, uma fé nasceu...
A fé na redenção, mesmo para homens como nós, filhos da maldade.
Naquele antro escuro nós choramos muito... enquanto nossa fé crescia.
E isso nos deu a chance de melhoria. Inicialmente, já conseguíamos olhar de frente.
Depois, conseguíamos nos ver, uns aos outros, olhos nos olhos, mas com vergonha.
Até que pudemos olhar para cima, onde havia uma luz fugaz, bem distante.
Esta luz se tornou o nosso sonho e, gradativamente, ela aumentava e se aproximava.
Nós sabíamos que era a luz de Deus! E que nossa fé finalmente nos levaria até ela.
E assim foi... quando um grupo de pessoas abnegadas nos tirou do lugar escuro.
Inicialmente, nós pensamos que eram anjos, mas depois vimos que eram pessoas...
Eram homens e mulheres, vestidos de roupa branca. Mas eram luminosos.
Então eu vi que eles eram médicos do espaço, enviados pelo Amor de Deus.
Finalmente, nós fomos levados para um lugar de regeneração. E, ali, fomos tratados.
Levou um certo tempo, mas melhoramos. E ganhamos o direito de subir na luz.
Nós iremos para outro lugar, um centro de educação. Lá, continuaremos...
Nós vamos com a nossa fé ampliada, pois foi assim que melhoramos.
Essa fé, que nós descobrimos no meio da lama e do mijo, dentro de nós mesmos.
Então, os médicos-anjos me pediram para eu contar da nossa regeneração.
Digo nossa, porque passamos por tudo juntos, como irmãos de provação.
Eu falo em nome de todos eles, que subiram na fé, como testemunho de luz.
Nós sabemos que o caminho para a redenção total será longo, mas temos fé!
E também sabemos de retificações futuras, para ressarcimentos devidos.
Por isso, nessa noite eu fui trazido até você, para registrar tudo isto.
Os meus companheiros estão nos vendo e estão contentes com essa oportunidade.
E quando os médicos (que, para nós, são mesmo anjos), me trouxeram, eu até chorei.
Sabe por quê?... Não é só pelo momento de nossa subida, mas é algo emocionante.
Você não tem ideia do que isto representa para todos nós. É a nossa alforria!
E para chancelar esse momento, eu escutei a música que você pôs para tocar.
Ela é linda! E eu jamais tinha ouvido algo assim... É do Oriente, não é?
Você foi inspirado pelos médicos-anjos, isso é certo. Que música!
Eu e meus companheiros nos lembraremos para sempre dessa música.
Ela será o símbolo de nossa subida. E nós também não o esqueceremos.
Porque você vai registrar e contar para o mundo a nossa história...
A saga dos espíritos mijados que encontraram a fé e a luz.
Deus está vendo e o abençoará. Porque você viu e registrou a nossa fé.
E quando se lembrar, reze por nós. Agora você conhece os nossos corações...
Assim como nós conhecemos o seu coração – que também é de Deus.
(Fica nos braços d’Ele, para continuar na força espiritual de ajudar a outros.)

- Anônimo –
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 3 de maio de 2020.)

- Nota de Wagner Borges:
Esse espírito foi trazido até o meu lar por um grupo de mentores extrafísicos, que são especialistas em resgates de entidades sofredoras estacionadas nos níveis astrais densos. Isso foi há algumas horas... e eu comecei a sentir algumas sensações estranhas.
Depois, eu fiz um trabalho de irradiação energética no meu quarto. E aí as sensações passaram. Mas eu sentia que ainda estava rolando algo invisivelmente aqui no apartamento.
Um pouco mais tarde, eu senti que escreveria algo. Daí me sentei e fiquei esperando... até que eu vi esse espírito. Ele se aproximou lentamente e se postou ao meu lado direito. Atrás dele estava o grupo de mentores envolvendo-o numa luz clarinha.
Neste momento, eu estava ouvindo uma coletânea de músicas chinesas* bem tranquilas. E aí juntou tudo: música, espíritos, luz e inspiração.
O resultado é esse registro espiritual emocionante.
E com sinceridade, eu digo: é uma honra fazer parte de um trabalho desses.
Sem dúvida, essa é uma noite emocionante.
É noite de fé e redenção.
E eu fico aqui, de coração feliz.
Com gratidão.
E Paz e Luz!

- Notas:
* A coletânea de música chinesa que estava tocando (excelente para meditação e práticas espirituais), pode ser acessada neste link:
https://www.youtube.com/watch?v=6NksUf0xg9k&t=15s


1733 - TOQUES DE ESPIRITUALIDADE E DISCERNIMENTO, NA LATA!

 
 
1733 toques espiritualidade discernimento
 
 
TOQUES DE ESPIRITUALIDADE E DISCERNIMENTO, NA LATA!
 

1. Alguns espiritualistas são brilhantes no estudo das teorias espirituais...
- Mas são ridículos na prática das atitudes simples da vida humana.

2· Alguns se dizem uma verdadeira usina de força anímica...
- Mas não conseguem encontrar forças para vencer um simples defeito.

3· Alguns afirmam que a fé remove montanhas...
- Mas não são capazes de remover os montes de sujeira do próprio ego.

4· Muitos têm certeza de que são imortais...
Mas tremem de medo de pensar na morte.

5· Muitos adoram consolar os outros no cemitério, dizendo que "a pessoa apenas desencarnou e está viva no plano astral. Não chore porque não há motivo, a separação é transitória..."
- Mas quando morre um ente querido, eles são os primeiros a chorar.

6· Vários dizem: "Não me interessa o plano astral; o meu negócio é o plano mental..."
- Porém, seus pés estão presos nas cinzas da terra, e seus corações são duros como pedras.

7· Alguns são clarividentes e veem a aura das pessoas...
- Mas não enxergam a própria leviandade.

8· Muitos falam em perdão e amor...
- Mas raros perdoam incondicionalmente.

9· Muitos se dizem "escolhidos espirituais"...
- Mas, pela própria postura, demonstram que foram escolhidos, sim, mas somente pela própria vaidade.

10· Muitos estufam o peito e dizem: "Eu sou iniciado em um grau avançado de uma escola espiritual"...
- Sim! É verdade! São iniciados no mais alto grau da escola da arrogância.

11· Alguns se dizem naturalistas e são incapazes de comer alimentos pesados...
- Mas continuam comendo irritação a todo instante.

· Muitos rezam bastante...
- Mas poucos amam realmente.

12· Muitos usam como exemplo de vida os ensinamentos de Jesus, Buda e outros luminares da história...
- Mas não são capazes de observar as lições de vida contidas no olhar de uma criança ou nas rugas de um ancião trabalhador.
13· Muitos se intitulam de "magos modernos da Nova Era"...
- Entretanto, parecem mais um bando de "fundamentalistas místicos", que se exasperam perante a primeira provocação de um cético materialista.
14· Muitos dizem que estão trilhando o caminho da Espiritualidade...
- Entretanto, outro dia encontrei-a, e ela me disse que continuava solteira. Aliás, ela me contou que está doida para desposar alguém. Mas, até o momento, todos os que se candidataram ao cargo acabaram traindo-a com uma tal de "Dona Futilidade".

Resumindo todos esses paradoxos sobre a Espiritualidade, podemos dizer que:
Muitos espiritualistas se dizem bons seres humanos...
- Mas, na verdade, estão é pendurados nos galhos da ilusão.

- Vidigal – da Companhia do Amor – A Turma dos Poetas em Flor.
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges.) 

- Notas:

* A Companhia do Amor é um grupo de cronistas, poetas e escritores brasileiros desencarnados que me passam textos e mensagens espirituais há vários anos. Em sua grande maioria, são poetas e muito bem-humorados. Segundo eles, os seus escritos são para mostrar que os espíritos não são nuvenzinhas ou luzinhas piscando em um plano espiritual inefável. Eles querem mostrar que continuam sendo pessoas comuns, apenas vivendo em outros planos, sem carregar o corpo denso. Querem que as pessoas encarnadas saibam que não existe apenas vida após a morte, mas, também, muita alegria e amor. Os seus textos são simples e diretos, buscando o coração do leitor.
Para mais detalhes sobre o trabalho dessa turma maravilhosa, ver os livros "Companhia do Amor - A Turma dos Poetas em Flor – Volumes 1 e 2" - Edição independente - Wagner Borges, e sua coluna no site do IPPB (que é uma das seções mais visitadas no site):
https://ippb.org.br/textos/companhia-do-amor

Para acessar os textos anteriores dessa seção, por favor,clique aqui.


1731 - HÁ ALGO MAIS... UM AMOR, UMA LUZ*

 
 
1731 ha algo mais um amor uma luz
 
 
HÁ ALGO MAIS... UM AMOR, UMA LUZ*.
Quando a música reencontra pai e filha
 
“Como eu te amo...”
Era isto que o meu pai me dizia quando me encontrava.
Ele fazia questão de frisar esta frase.
Hoje, tantos anos depois, eu digo o mesmo para os meus filhos.
E lhes digo que foi o avô deles que me acostumou deste jeito.
Assim como ele também me ensinou a gostar de música.
Ele adorava Beatles, Bread, John Denver e America.
E eu cresci ouvindo essas bandas e aproveitando da companhia dele.
Simplesmente ele foi o homem mais sensacional que conheci!
Mesmo nas épocas difíceis ele permanecia firme e risonho.
E ele me dizia: “não importa a situação, nunca deixe de ouvir música”.
Eu me lembro disso como se fosse hoje – com saudade dele.
O tempo levou o meu bom velho para o céu – onde ele deve estar rindo agora.
Talvez ele esteja lá em cima ouvindo música com os espíritos!
Como eu gostaria de encontrá-lo e agradecê-lo por tudo que me ensinou.
Quem sabe ele venha me tirar do corpo para um abraço espiritual?...
Eu sempre sonho com o seu olhar brilhante e, quando acordo, começo a rir.
Hoje eu me lembrei tanto dele (será que ele está por aqui?)
Gostaria que ele soubesse que eu continuo ouvindo música...
Mesmo nos dias difíceis, como é bom ouvir Beatles, John Denver, Bread e America.
Ah, meu pai, hoje eu é que lhe digo: “como eu te amo...”
Eu dei sorte de ser sua filha – e o seu sorriso está em mim.
Quando nós nos reencontrarmos, você me pegará no colo, como antes.
E então nós sairemos brincando e rindo, porque há algo mais...
Um Amor e uma Luz. E a música!
 
P.S.:
Escrevi estas linhas para uma amiga espiritualista.
Pesquei psiquicamente essas palavras e deixei o meu coração falar...
Como se fosse o coração dela em mim.
Como se fosse a alegria do pai dela também...
Com as músicas deles sendo a trilha sonora deste momento.
Como se fossem outros filhos e filhas sentindo seus pais além...
Como se fossem os pais rindo na Casa das Estrelas.
Porque há algo mais... nos filhos e nos pais.
Um Amor e uma Luz... pois a vida continua.
Na Terra ou nas estrelas, vida, sempre vida...
Onde a música também continua**.
(Às vezes, o coração da gente sabe mais do que imaginamos.)
 
Paz e Luz!
 
- Wagner Borges – mestre de nada e discípulo de coisa alguma.
São Paulo, 21 de abril de 2020.
 
- Notas:
* Esses escritos serão inseridos no segundo volume do livro “Há Algo Mais... Um Amor, Uma Luz”, que estou revisando para publicação em breve.
** Deixo, na sequência, os links para quatro músicas dos artistas citados no texto...
The Beatles - Here Comes the Sun -
John Denver - Sunshine on My Shoulders -
Bread - The Guitar Man
America - You Can Do Magic -
https://www.youtube.com/watch?v=tt4cR9szMS8


Texto <1731><22/04/2020>

1731 - IEMANJA - MÃE, MAR E LUZ... - II*

 
 
1731 iemanja mae mar e luz ii
 
 
IEMANJA – MÃE, MAR E LUZ... – II*
De Salvador a São Paulo, na Força das Águas
 
Minha Senhora Iemanjá...
Permita-me essas palavras, vindas diretamente do meu coração.
Pois, desce uma linda energia azulada por cima de minha cabeça...
Uma luz branca brilhante acende os meus chacras...
Eu sei que é o Seu Amor descendo sobre mim.
De São Paulo a Salvador, Odoya, Odoya!**
Eu viajo no seu colo cálido, Mãe...
E todos nessa nau de metal também!
Mesmo aqui no ar chegam as energias das suas águas.
Porque as ondinas vieram em seu nome.
Elas evaporaram por sobre o mar da Bahia...
E condensaram-se espiritualmente em São Paulo.
Ah, Iemanjá, elas vieram viajar comigo...
Para me guiar até a terra que “Salva a dor”.
Dentro do avião, elas me disseram:
“Lembre-se daquela que acende os seus chacras na força do Amor.
Ela, a Mãe das águas, a qual os espíritos luminosos também admiram.
Essa Rainha do mar, que com seu manto azul e branco, envolve a todos.
Ela é o seu colo espiritual nas praias de todos os lugares.
Viaje pensando nela, ó rapaz!”
Então, Mãe, na alegria fluida das ondinas, eu agradeço o seu carinho.
Que, no Astral de Salvador, eu seja digno de sua proteção espiritual.
E que, por onde eu for, seja o Seu Amor a brilhar nos meus chacras.
Obrigado, Mãe.
Iemanjá, Odoya!
 
P.S.:
Escrevi essas linhas dentro do avião, entre o trajeto de São Paulo para Salvador, quando senti as energias do carinho da Mãe das águas, envolvendo-me espiritualmente. Então, fiz esses escritos em homenagem a esse Amor que sempre me ampara quando viajo para a linda capital da Bahia.
 
Paz e Luz!
 
- Wagner Borges – mestre de nada e discípulo de coisa alguma.
São Paulo, 22 de janeiro de 2020.
 
- Notas:
* A primeira parte desse texto está postada nesse link:
Obs.: Ver também o texto “Nos Braços de Iemanjá: Quando o Rio Vira Mar”, nesse link:
** Iemanjá - no Brasil, Iemanjá está associada ao mar, embora na África esteja mais vinculada à desembocadura dos rios. Nas lendas africanas ela é tida como filha de Olokum, deusa do mar, Mãe que criou muitos Orixás.>
Na Bahia, as festas se realizam no dia 2 de fevereiro, no bairro do Rio Vermelho, com repercussão nacional. Seus instrumentos são o abebé cor de prata e uma espada. Sua saudação espiritual é "Odoiyá!"


Texto <1731><22/04/2020>

1730 - HÁ ALGO MAIS... UM AMOR, UMA LUZ*

 
 
1730 ha algo mais um amor uma luz
 
 
HÁ ALGO MAIS... UM AMOR, UMA LUZ*.
Ascendendo por uma escada de notas musicais.
 
Eu vi alguém subindo de volta para casa.
Mesmo no céu nublado, eu vi a luz se abrindo...
E ele sabia para onde estava indo.
Ele subia por uma escada etérea, feita de notas musicais.
Porque a música sempre foi a riqueza de sua vida.
Finalmente, ele se encontraria com a matriz espiritual que sempre o inspirava...
E também com alguns companheiros que o antecederam na jornada.
Ah, o seu rosto brilhava tanto!
E as preces dos que o amavam impulsionava a sua ascensão.
Ele sabia que os devas** da música o aguardavam além da passagem...
Afinal, eles eram seus parceiros de inspiração invisível.
Ele ria, contente de estar vivo, e também por estar indo para o lar tão sonhado.
Parte dessa alegria era por saber que encontraria a sua amada mãe.
E, então, ele a abraçaria, assim como muitos abraçaram suas canções.
Ele estava agradecido, pois entre erros e acertos, ele amadurecera muito.
E se Deus o permitisse, ele gostaria muito de continuar compondo no céu.
Talvez junto com seus antigos parceiros, numa versão remasterizada pela Luz.
Que ele siga na Paz que merece. Pela música. Pela sua expressão feliz.
 
P.S.:
Eu o vi brilhando no céu***.
Os devas o arrebataram na Luz.
E ele foi se encontrar com sua mãe.
Além, muito além, as notas musicais o levaram...
Sim, para o céu das canções.
 
(Eu não posso provar a imortalidade da consciência pelos parâmetros do mundo.
Eu só posso escrever o que sinto e também o que vejo além de mim mesmo.
Por essa e outras, eu escrevo.
E assim, eu vou cumprindo o meu papel nesse mundo.
É assim que eu sou feliz.)
 
- Wagner Borges – mestre de nada e discípulo de coisa alguma.
 
- Notas:
* Estes escritos serão inseridos no segundo volume do livro “Há Algo Mais... Um Amor, Uma Luz”, que estou revisando para publicação em breve.
** Devas – do sânscrito – seres de luz; divindades.
*** Não evidenciei detalhes sobre a pessoa em questão (e nem a data de sua passagem), justamente para evitar especulações inúteis e que não levam a nada. O importante é que ele está muito feliz, por ter cumprido sua missão no mundo.
Obs.: Enquanto eu editava esses escritos, rolava aqui no meu som uma linda versão do tecladista inglês Rick Wakeman para “Stairway to Heaven”, da banda inglesa de rock Led Zepellin. Então, deixo, na sequência, o seu link no YouTube...
 

Texto <1730><17/04/2020>