1166 - MAGO BRANCO

- Por Omraam Mikhael Aivanhov* -
 
Os caminhos da magia interconectam-se no espac¸o/tempo, através das energias da Natureza.
O mago é aquele que se sintoniza com a natureza e lhe extrai as essências energéticas e a forc¸a com que norteia seu trabalho.
Admirando a Natureza, ele procura beijar o sol, a lua e as estrelas.
Logo, mago branco é todo aquele que procura ver em todas as criaturas: o sol, a lua e as estrelas.
Por isso, ele beija e admira a todos como emanações da própria natureza.
Quem quiser ser mago branco, que comece a admirar os semelhantes e a ver neles a expressão da Natureza que, por sua vez, é a expressão do próprio Criador.
 
Paz e Luz!
 
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – Texto extraído do livro “Viagem Espiritual – I” – Editora Zennex.)
 
- Nota:
* Omraam Mikael Aivanhov (1900-1986) - mestre espiritualista búlgaro, que morou a maior parte de sua vida na França, onde fundou a Fraternidade Branca Universal (não confundir com a Fraternidade Branca do Himalaia). É um dos mentores espirituais dos trabalhos do IPPB.
Mais informações sobre o seu trabalho podem ser conseguidas em nosso site – www.ippb.org.br -, no seguinte endereço específico:
https://ippb.org.br/index.php?option=com_content&;view=article&id=6570&Itemid=258 – e também na coluna que contém as suas mensagens espiritualistas:
            

Texto <1166><17/04/2012>

1166 - EXAMINA O TEU DESEJO

(MEDIUNIDADE)
 
- Por Emmanuel -
 
Mediunidade é um instrumento vibrátil e cada criatura consciente pode sintonizá-lo com o objetivo que procura.
Médium, por essa razão, não será somente aquele que se desgasta no intercâmbio entre os vivos da Terra e os vivos da Espiritualidade.
Cada pessoa é instrumento vivo dessa ou daquela realização, segundo o tipo de luta a que se subordina.

                                               * * *

“Acharás o que buscas” – ensina o Evangelho, e podemos acrescentar – “farás o que desejas”.
Assim sendo, se te relegas  à maledicência, em breve te constituirás em veículo dos gênios infelizes que se dedicam à injúria e à crueldade.
Se te deténs na caça ao prazer dos sentidos, cedo te converterás no intérprete das inteligências magnetizadas pelos vícios de variada experessão.
Se te confias à pretensa superioridade, sob a embriagues dos valores intelectuais mal aplicados, em pouco tempo te farás canal de insensatez e loucura.
Todavia, se te empenhas na boa vontade para com os semelhantes, imperceptivelmente terás o coração impelido pelso mensageiros do Eterno Bem ao serviço que possas desempenhar na construcào da felicidade comum.
Observa o próprio rumo para que não te surjam problemas de companhia.
Desce à animalidade e encontrarás a extensa multidão daqueles que te acompanham com propósitos escuros na retaguarda.
Eleva-te no aperfeiçoamento próprio e caminharás de espírito bafejado pelo concurso daqueles pioneiros da evolução que te precederam na jornada de luz, guiando-te as aspirações para as vitórias da alma.
Examina os teus desejos e vigia os próprios pensamentos, porque onde situares o coração, aí a vida te aguardará com as asas do bem ou com as algemas do mal.
(Recebido espiritualmente por Francisco Cândido Xavier – Texto extraído do livro “Mediunidade e Sintonia” – Editora CEU – Cultura Espírita União).

Texto <1166><17/04/2012>

1165 - O OURO DE PACHA-MAMA*

Ó, Pacha-Mama!
O Espírito do Condor esteve aqui e pediu que eu escrevesse alguma coisa sobre a Senhora.
Mas, o que eu poderia dizer que os xamãs andinos já não tenham dito?
Talvez, a Alma da grande floresta amazônica possa me inspirar...
Ou, quem sabe, o arco-íris que vi hoje pela manhã.
Ah, já sei: vou voar espiritualmente sobre os Andes e pedir inspiração às grandes montanhas (que, outrora, foram beijadas pelo mar).
Sim, que a Luz dos Andes desça em meu coração, em Espírito e Verdade.
 
* * *
 
Ó, Grande Mãe!
A Terra é a nossa Morada neste momento. É a nossa Escola. É nossa Amiga.
E a Senhora conhece os mistérios da natureza.
As névoas andinas são o Seu Hálito Vital.
O arco-íris é o Seu Sorriso Colorido.
O povo simples da floresta e das montanhas são os seus filhos queridos.
Ah, o Espírito do Condor me levou bem alto e me disse:
“O céu sobre os Andes é o manto celeste de Pacha-Mama!”
Então, eu vi a Sua Luz sutil descendo sobre os povos andinos.
Ah, Pacha-Mamma!
Eu vi o que os xamãs também veem: o Seu Amor abençoando os andarilhos das montanhas...
Eu vi o que os antigos conquistadores espanhóis não viram – e, portanto, não conseguiram conspurcar.
As riquezas que eles cobiçavam não estavam no Império Inca, mas, no Seu Abraço invisível e generoso.
O brilho que eles buscavam só poderia ser percebido em outros planos, nas luzes do coração... O Seu Ouro – além da percepção dos sentidos grosseiros -, o Seu Amor brilhando sobre os Andes.
O Ouro que os xamãs acharam, em Espírito e Verdade. E que os povos simples acharam nas preces à Senhora.
Não, os conquistadores de Pizarro** não conseguiram pegar a verdadeira riqueza, só destruíram o Império Inca...
Porque eles não acharam o Ouro real – o Seu Amor -, e, por isso, não conquistaram a si mesmos. E, talvez, muitos deles estejam hoje reencarnados entre os povos andinos.
E, dessa vez, quem sabe, eles procurem o Ouro verdadeiro, em Espírito e Verdade... E eu sei que a Senhora os abraça como seus filhos queridos também.
Ah, Pacha-Mama, eu não sei mais o que dizer.
O Espírito do Condor já voou para longe... E é a minha hora de colocar os pés de volta nas terras amigas do Brasil.
Assim como os xamãs andinos, eu também digo:
“Obrigado, Mãe!
Que o Seu Ouro brilhe em nossos corações, em Espírito e Verdade, enriquecendo nossas jornadas, humanas e espirituais.”
 
P.S.:
Escrevi essas linhas num impulso anímico-mediúnico, enquanto estava no espaço Semeando Luz, em Caxias do Sul (onde eu realizava um curso). Enquanto eu esperava o pessoal da casa chegar para o almoço, subitamente estalou em minha mente o nome de Pacha-Mama. Então, sentei-me e fiz esses escritos.
E quando eu mostrei os mesmos aos meus amigos do grupo, tive uma surpresa (e eles também). Ocorre que eles estão organizando uma viagem para os Andes nos próximos meses, e haviam feito uma reunião para acertar detalhes da mesma.
Mas eu não sabia de nada disso! Ou seja, a atmosfera espiritual do lance já estava no ar - e eu só captei-a psiquicamente e converti a sua essência em palavras.
Daí, nasceram esses escritos em homenagem a Pacha-Mama, a Mãe dos andarilhos simples dos altiplanos. E eu adorei ter sido veículo dessa atmosfera espiritual das montanhas da América do Sul, pois senti uma energia muito legal vindo junto.
Como sempre, recebi o lance de mente e coração abertos, e me senti muito honrado por ter grafado essas vibrações sutis... E se é da Luz, estou dentro, sempre de forma universalista, seja lá de onde venha a energia.
 
Paz e Luz.
 
- Wagner Borges – mestre de nada e discípulo de coisa alguma.
Caxias do Sul, 31 de março de 2012.
 
- Notas:
* Pacha-Mama (do quíchua Pacha, "universo", "mundo", "tempo", "lugar", e Mama, "mãe", "Mãe Terra") - é a deidade máxima dos Andes peruanos, bolivianos, do noroeste argentino e do extremo norte do Chile.
** Francisco Pizarro González (Trujillo, Estremadura, 16 de março de 1476 — Lima, 26 de junho de 1541) - foi um conquistador e explorador espanhol que entrou para a história como o "conquistador do Peru", tendo subjugado o Império Inca.

Texto <1165><13/04/2012>

1165 - DEZEMBRO EM MARÇO

(Carta Para Maria Luz)
 
Hoje não é noite de natal.
No entanto, eu me lembrei de uma noite especial.
Foi no mês de dezembro, quando você chegou.
Era o dia 20, cinco dias antes do natal de 1994.
E você desceu das estrelas no seio da minha vida.
E, hoje, 17 anos depois, eu estou aqui com saudades de você.
E você me dirá: “Pai, hoje nem é meu aniversário!”
Pois é, mas o meu coração nunca ligou para datas nem convenções.
Por isso, eu estou aqui, em março, pensando em você...
Mas, lembrando-me de dezembro – de quando você nasceu.
Você está aí, no frio do Canadá; mas, também está no calor do meu coração.
Você veio e trouxe Luz – porque toda criança é uma estrelinha do Eterno.
E eu agradeci a quem lhe trouxe no colo e me disse, em espírito:
“Você aceita, incondicionalmente, essa estrelinha como sua?”
E eu disse que sim, diante dessa presença espiritual – que se chama Maria.
E como toda estrelinha brilha muito, eu me lembrei da Luz.
É por isso que você se chama Maria Luz (Maria, dela; e Luz, por você mesma).
Ah, hoje não é natal - e nem seu aniversário (e você sabe que não ligo para isso).
Mas eu estou aqui, lembrando-me de dezembro, quando você chegou.
E também lembrando-me de quem trouxe você do Céu até o útero de sua mãe.
No momento, estamos longe, aqui, no plano físico. Mas, ligados, em espírito.
Porque, dentro da Luz, o que importa é a sintonia que interliga os corações.
E eu fico por aqui, pensando em você. Com saudade - e compreensão serena*.
 
Com Amor, seu pai - lembrando que sua mãe também sente a mesma coisa.
(Nessa noite de março, que é dezembro em meu coração.)
 
Paz e Luz.
 
- Wagner Borges – pai da Helena e da Maria Luz, duas estrelinhas que lhe foram emprestadas pelo Eterno...
São Paulo, 16 de março de 2012.
 
- Nota:
* Enquanto eu escrevia essas linhas, rolava aqui no som a música “Soul Meets Body” – da banda pop americana Death Cab For Cutie (uma das preferidas da Maria Luz). O link dela no site do Youtube é o seguinte: http://www.youtube.com/watch?v=uizQVriWp8M&;ob=av2e
Obs.: para enriquecer esses escritos, deixo na sequência um lindo texto que recebi do mentor extrafísico Rama.

 
PAIS E FILHOS, ESTRELAS E ESTRELINHAS
 
Um choro de criança anuncia nova vida que chega.
Brotando da natureza humana, ela suscitará novas emoções, alertando os corações adultos de que ainda há sentimento neles.
Cada criança que nasce é a certeza de que Deus não abandonou seu sonho cósmico de Evolução.
Cada criança é embaixadora desse sonho e os adultos deveriam saber disso.
No projeto da criação, o Criador transforma espíritos em bebês e os manda em uma missão vital: enternecer o mundo com sua graça.
É por isso que, quando uma criança nasce, o próprio Cosmo emociona-se.
Ele sabe que há um sorriso brotando na Terra.
E, muito além do entendimento humano, em planos invisíveis ao olhar físico, há seres espirituais em comunhão, torcendo para que aquela alma reencarnada cumpra seu papel e renove a vida.
Há crianças, crianças e crianças... Mas, para o Criador elas são todas iguais. São estrelinhas divinas, pedacinhos da existência, tentando irradiar Luz na carne.
São os seus filhos, espíritos-estrelas. Ele os disfarçou em corpos de bebês, pois sabe que os adultos esquecem-se fácil da Luz.
Porém, perante aquele ser pequenino, o brilho renasce em seus olhos e o coração acende com novas esperanças.
A cada dia, novas estrelinhas descem à Terra...
Primeiro, elas iluminam o útero da mulher, que torna-se mais bela do que nunca. Em seguida, já disfarçadas de bebês, elas iluminam o olhar de quem as vê.
A partir daí, elas vão crescendo e iluminam o mundo com suas brincadeiras.
Porém, chega um momento em que elas esquecem-se da Grande Estrela que as gerou. Elas se tornam adultas e o mundo as entorpece. Passam a comportar-se como carne e não como estrelinhas de Deus.
Esquecem-se da própria natureza estelar e entranham-se firmemente na carne amortecedora. Cristalizam o próprio pensamento, estratificam o próprio sentimento e choram, sem perspectiva luminosa.
É quando o Criador lhes dá uma mãozinha e manda em socorro o brilho de uma estrela, para relembrá-las da Alegria e do Amor.
E logo elas “aparecem grávidas”.
Assim, saberão da verdade que esqueceram: “um filho é uma estrelinha emprestada por Deus, para renovar, em nome da alegria, o brilho das ex-crianças que, agora, são adultas, e chamam-se pais.”
Pais e filhos, estrelas e estrelinhas, pedacinhos de luz a brilhar, realizando o grande sonho evolutivo: ser criança-adulto-espírito no coração-estrela de Deus.
 
(Que todos os pais saibam disso e recuperem o próprio brilho, amando as estrelinhas-crianças de Deus como estrelas suas também.)
 
- Rama -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – Texto extraído do livro “Viagem Espiritual – Vol. I – Editora Zennex – 1993.)

Texto <1165><13/04/2012>

1164 - TOQUES ESPIRITUAIS DO SÁBIO VYASA

Enquanto eu escutava música e pesquisava um material sobre Vedanta*, senti vontade de acender um incenso e tomar um chá. Fui para a cozinha e coloquei água para esquentar. Escolhi um incenso, acendi e fiquei esperando o chá ficar pronto.
Fechei os olhos para apreciar melhor o aroma do incenso e também para escutar os belos toques de piano do músico new age americano Michael Jones (CD "Sunscapes", que estava tocando no quarto do apartamento).
Subtamente, surgiu em minha tela mental a figura serena do sábio Vyasa sentado na posição de lótus. Pelo seu olhar, notei que ele queria passar-me uma mensagem.
Então, peguei o chá e o incenso aceso e sintonizei minha consciência com a dele.
O resultado dessa união interplanos são esses escritos que se seguem.
 
                                               * * *
 
"São poucos os novatos nos estudos espirituais. A maioria dos estudantes já estudou tais temas no passado, seja em outras vidas - ou mesmo nos períodos extrafísicos, entre as vidas -, apenas não se lembram conscientemente.
Os estudantes espirituais são semelhantes ao incenso que está aceso em seu ambiente neste momento: à medida em que vão queimando as diversas etapas de seu desenvolvimento, exalam o aroma do direcionamento que estiverem dando em suas vidas...
Alguns exalam o aroma do trabalho e do esforço consciente e determinado a que se propuseram. Outros, exalam o aroma da inércia e desperdiçam as chances de desenvolvimento que Brahman** concedeu-lhes na longa travessia dos mares das vidas sucessivas.
Alguns são como o chá quente e saboroso: são agradáveis e fazem bem a todos.
Outros, são semelhantes ao chá frio e sem sabor: sua insipidez consciencial não tem carisma, e carecem de calor espiritual.
Transitar pelas vias espirituais sem amor e determinação na caminhada é o mesmo que andar de olhos vendados por uma estrada cheia de pedregulhos e espinhos. Significa desvalorizar o quinhão de luz que o Supremo guardou em seus corações.
Alguns trabalhadores espirituais são protegidos por luzes secretas - que são projetadas em seu trabalho de forma sutil -, pelos mensageiros celestes que lhes protegem na jornada. Elas não são percebidas pelo mundo e, muitas vezes, nem mesmo pelos próprios companheiros de ideal espiritual.
Esse é o motivo pelo qual cada trabalhador envolvido seriamente em atividades espirituais, muitas vezes sofre as agruras da solidão. Sente-se carregando o peso de uma tarefa invisível que não pode dividir. E tem consciência de que é apenas um ser espiritual evoluindo por meio do trabalho e do estudo nos sítios da Terra.
O compromisso espiritual é valor interno de cada um. A lealdade é a guardiã de tal responsabilidade. O trabalho é o esforço, e a Luz é sua qualidade. Sem disciplina e organização, os melhores talentos se perdem.
Lucidez é fruto do esforço em despertar a consciência da inércia causada pela forte compressão de Maya***. E o Amor é o Sol do Samadhi****, que desponta no horizonte brilhante de quem espanta a escuridão do ego com o serviço digno na crosta do mundo insensato. 
Pela qualidade do aroma exalado escolhe-se o incenso. Da mesma forma, pela qualidade do aroma espiritual exalado pelo esforço do estudante, determina-se qual é o valor das luzes secretas que velarão por sua jornada.  
A leitura edificante, a meditação serena, a reflexão profunda e os bons objetivos são os companheiros ideais. O bom senso é vital.
Benditos sejam aqueles que caminharem com as luzes secretas projetadas em suas jornadas... O mundo não as verá, mas os mensageiros celestes conhecem a verdade oculta em todos os corações e sabem quem é leal aos compromissos assumidos perante a Espiritualidade. 
Que Brahman fortaleça aqueles que são dignos de portarem a Luz do Céu em sua viagem de serviço pela Terra.”
 
Om Tat Sat!*****
 
- Vyasa****** -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges.)
 
- Notas:
* Vedanta - é um dos principais sistemas filosóficos da Índia. É baseado no Monismo (em sânscrito, Advaita), onde se afirma, categoricamente, que "TUDO É UM! TUDO É BRAHMAN!"
Os ensinamentos vedantinos são inspirados principalmente nos estudos dos Upanishads (a parte final dos Vedas, onde estão compilados os ensinamentos dos sábios hinduístas), e no Viveka Chuda Mani (célebre trabalho de Shankara - publicado no Séc. IX d. C.) 
** Brahman – do sânscrito - O Supremo; O Todo; Deus; O Pai-Mãe de todos.
*** Maya – do sânscrito - ilusão; tudo aquilo que é mutável, que está sujeito à transformação por diferenciação.
**** Samadhi – do sânscrito - expansão da consciência; estado de consciência cósmica.
***** Om Tat Sat – do sânscrito - tríplice designação de Brahman. É um mantra evocativo dos três aspectos do divino na cosmogonia hinduísta: Brahma, Vishnu e Shiva. Pode ser usado como um mantra ativador dos chacras e também pode ocasionar estados alterados de consciência profundos durante a meditação.
****** Vyasa - é um iogue extrafísico que me orienta há muitas vidas. É um sábio espiritual que usa o nome iniciático do grande Vyasadeva, o autor do “Mahabharata”, célebre épico da antiguidade hindu. Os seus ensinamentos sempre priorizam o bom senso e o discernimento em todas as situações. Ele mesmo é um mestre sereno e sempre ensina que Brahman é o fim da saudade do amor.

Texto <1164><11/04/2012>