1130 - SEMEANDO LUZ – V*

(Ensinamentos dos Iniciados Espirituais)
 
1. Quem somos nós?
R. Cidadãos do Universo.
 
2. De onde viemos?
R. Do Todo!**
 
3. Para onde iremos?
R. De volta para o Todo.
 
4. Somos de que povo?
R. Somos da Raça da Luz.
 
5. Nascemos e morremos?
R. Não! Só entramos e saímos dos corpos perecíveis.
 
6. Quem são nossos irmãos?
R. Todos os seres vivos.
 
7. Quem são os alienígenas?***
R. São os homens que sequer conhecem a si mesmos.
 
8. O que é a matéria?
R. Luz condensada.
 
9. Onde nós moramos verdadeiramente?
R. No Coração.
 
10. Onde está o nosso tesouro?
R. Onde está o que mais amamos.
 
11. Podemos curar alguém?
R. Não! Quem cura é a Luz do Todo, passando por nossas mãos.
(No máximo, curamos a nós mesmos quando ajudamos aos outros).
 
12. Então, somos, pelo menos, médicos de nós mesmos?
R. Não. No máximo somos bons enfermeiros. O Médico da Alma é o Todo!
 
13. Estamos sozinhos na jornada?
R. Jamais! Pois o Todo está em tudo.
 
14. Somos iniciados espirituais?
R. Sim, mas só o Todo é completo em Si Mesmo. Ele é o Mestre de todos.
 
15. Qual é o caminho?
R. O Amor.
 
16. Quem nos protege?
R. A Luz.
 
17. Quem realmente nos conhece, de alma para alma?
R. O Todo!
 
18. Algo mais?...
R. Paz e Luz.
 
P.S.:
Aqui se encerram esses pequenos apontamentos conscienciais dos Iniciados Espirituais. E desejamos a todos uma ótima jornada...
Pois, quem é da Luz, reconhece a Luz.
Então, que Ela nos guie, em Espírito e Verdade.
E que o Todo nos abençoe.
 
- Os Iniciados**** -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – Caxias do Sul, 29 de outubro de 2011.)
 
- Notas:
* As quatro partes anteriores desse texto estão postadas no site do IPPB – www.ippb.org.br -, e podem ser acessadas nos seguintes endereçoes específicos:
Parte I -
Parte II -
Parte III -
Parte IV -
** O TODO – expressão hermética para designar o Poder Absoluto que está em tudo. O Supremo, O Grande Arquiteto Do Universo, Deus, O Amor Maior Que Gera a Vida. Na verdade, O Supremo não é homem ou mulher, mas pura consciência além de toda forma. Por isso, tanto faz chamá-lo de Pai Celestial ou de Mãe Divina. Ele é Pai-Mãe de todos.
***  O significado original da palavra alienígena é estrangeiro. A palavra pode ser usada ao se refererir a algo que se mostra estranho ou desconhecido .
Entretanto, ao longo do século XX a palavra alienígena passou a cada vez mais designar qualquer ser vivo, inteligente ou não, proveniente de outro planeta, devido ao seu uso em obras de ficção do cinema e da literatura. Este significado foi incorporado à cultura popular e à língua oficial.
No contexto desse texto, alienígenas não são os ETs, mas, sim, aqueles seres humanos que não conhecem a si mesmos (estranhos, muito estranhos – esquecidos de sua natureza real e perdidos nos meandros de suas ilusões).
**** Os Iniciados - grupo extrafísico de espíritos orientais que opera nos planos invisíveis do Ocidente, passando as informações espirituais oriundas da sabedoria antiga, adaptadas aos tempos modernos e direcionadas aos estudantes espirituais do presente.
Composto por amparadores hindus, chineses, egípcios, tibetanos, japoneses e alguns gregos, eles têm o compromisso de ventilar os antigos valores espirituais do Oriente nos modernos caminhos do Ocidente, fazendo disso uma síntese universalista.
Estão ligados aos espíritos da Fraternidade da Cruz e do Triângulo. Segundo eles, são “iniciados” em fazer o bem, sem olhar a quem.
Obs.: Para enriquecer esses escritos de hoje, deixo na sequência um texto extraído do meu livro “Uma Lição Extraterrestre” (lançado pela Editora Madras).
 
 
ALIENÍGENAS
 
Luzes cruzam os céus.
Viajores cósmicos em ação.
Esses seres são chamados de alienígenas.
Porém, alienígenas somos nós.
Somos estranhos para nós mesmos.
Aliás, nem sabemos quem somos na verdade.
Sabemos apenas o nosso próprio nome.
Somos espíritos encaixados na carne,
Porém pensamos e agimos como carne sem espírito!
 
Paz e Luz,
 
- Wagner Borges – mestre de nada e discípulo de coisa alguma.
 

Texto <1130><05/11/2011>

1130 - O LONGO TRABALHO DE DEUS

- Por Manoj Das -
 
Deve existir pelo menos quinhentos milhões de budistas vivendo hoje em dia, espalhados pelo mundo, mas a situação era bem diferente quando o próprio Buda estava pregando!
Buda era príncipe de nascimento, mas desgostoso com as condições ignorantes com as quais o homem se havia resignado - as condições de tristeza e de sofrimento - deixara seu palácio em busca da luz.
Depois de longa e árdua penitência, descobriu que o desejo estava na raiz de toda a miséria humana e que, se o homem pudesse ficar completamente livre do desejo, conseguiria a paz e a bem-aventurança. Porém, ele sabia que não era possível a todos ficarem totalmente livres de desejos.
Contudo, persistiu em dizer a verdade aos homens, pois pensava que haveria algum benefício se eles aprendessem alguma coisa. O homem poderia ser feliz, até certo ponto, se ganhasse controle sobre sua avidez e outras paixões.
Assim, Buda, com um punhado de discípulos, errou pelo país, espalhando sua mensagem entre o povo. No início de sua missão, poucas pessoas o ouviam. Não apenas isso, havia ocasiões em que era expulso das portas e lhe recusavam até mesmo abrigo por um pouco.
Certa vez, num dia de verão, quando o sol abrasador queimava no céu, Buda sentou-se e, reclinando-se sob uma árvore à beira da estrada, suava profusamente e parecia cansado.
Um de seus jovens acompanhantes, que sabia de que maneira luxuosa Buda havia passado sua infância, pensou consigo mesmo: “Nesta hora, ele poderia estar confortavelmente descansando em seu palácio num divã de marfim, com donzelas encantadoras abanando-o ou aspergindo água fria e perfumada sobre ele, com músicos tocando doce acalanto do lado de fora de seu dormitório. Mas que pena! Que vida dura ele escolheu!”.
À medida que o jovem pensava mais sobre isso, lágrimas escorriam pelo seu rosto.
Isso não escapou à atenção de Buda que perguntou:
“O que o faz tão triste?”
“Meu Senhor!”, explicou o jovem, “que outros não saibam, mas eu sei que o Senhor é o Divino. Se quisesse, poderia dar iluminação e bem-aventurança a todas as pessoas instantaneamente. Em vez disso, por que se dá ao trabalho de viajar e falar a pessoas sem caridade?”
Buda ficou quieto, mas sorriu, e isso foi bastante para encher de paz o coração do discípulo.
Dias depois, durante um semelhante meio-dia tórrido, quando descansava sob uma árvore nas proximidades de uma aldeia, Buda chamou o mesmo jovem para seu lado e disse: “Meu filho, vá à aldeia mais próxima; procure todos os chefes de família e pergunte-lhes o que mais desejam, o que os faria felizes e satisfeitos!”
Imediatamente, o jovem partiu para a aldeia vizinha, como lhe fora ordenado, enquanto o Mestre aguardava no local. Já era quase noite quando o jovem retornou.
“Quantas pessoas você encontrou? O que responderam às suas perguntas?” - indagou Buda.
“Meu Mestre! Visitei uma centena de casas e encontrei os chefes de famílias. Cinquenta deles disseram que seriam felizes se seus filhos fossem venturosamente casados e estivessem estabelecidos na vida. Dez desejavam melhores casas para morar, e outros dez disseram que seriam felizes se fossem curados de suas doenças. Dos restantes vinte, metade desejava ser famosa, e o mais apaixonado desejo da outra metade era sair vitoriosa dos litígios em que estava envolvida”, declarou o discípulo.
“Quantas pessoas queriam liberação de desejos? Quantos disseram que seriam felizes se conseguissem iluminação?”, perguntou Buda.
“Meu Senhor! Nem mesmo um!”, gaguejou o discípulo.
Buda sorriu e disse:
“Veja meu filho, como posso eu dar a alguém aquilo de que ele não sente a menor necessidade?”
O discípulo ficou silencioso. E, em silêncio, compreendeu o significado do longo trabalho de Deus entre os homens através dos séculos.
 
(Texto extraído do livro “Histórias da Índia Antiga” – Editora Shakti.)

Texto <1130><05/11/2011>

1129 - PRÁTICA DE VISUALIZAÇÃO IOGUE

- Por Sumaya Elias Abraão -
 
1. Inspire tranquilamente. Visualize que a energia absorvida forma uma bola de luz branca entre as suas sobrancelhas.
 
2. Ao expirar, imagine que essa bola de luz branca suavemente vai abrindo um vão entre as sobrancelhas - como se o mesmo fosse uma espécie de janela -, por onde uma brisa gostosa e uma luz acolhedora vão preenchendo toda sua mente.
 
3. Depois de sentir a mente bem serena, realize o mesmo exercício, só que agora a janela está localizada no centro do peito.
 
4. Depois de sentir o peito repleto de uma sensação “morninha”, realize novamente o exercício, direcionando a energia para alguma parte do corpo qu esteja desvitalizada.
 
(Texto extraído do livro “Meditações de Luz” – Edicão de Autor.)
 
- Nota de Wagner Borges: Sumaya é professora de Ioga e durante muitos anos deu aulas no IPPB. Atualmente, reside no interior de Minas Gerais.
 

Texto <1129><01/11/2011>

1129 - HÁ ALGO MAIS... UM AMOR. UMA LUZ – XXIII*

Você veio e me disse: “Sem Amor, ninguém segue...”
E me pediu para escrever algo lindo no meio da noite.
Daí, eu fechei os meus olhos e pensei em Jesus.
E lembrei-me do que você me ensinou sobre Ele.
E fiz igual a você: mergulhei em meu coração.
E, ali, na Casa Secreta do Eterno, eu orei a Ele.
Então, desceu uma coluna de Luz aqui...
E uma energia entrou pelo alto de minha cabeça.
Ah, meu amigo, algo doce chegou aqui, em Espírito.
Sim, como uma carícia invisível, e tocou meu coração.
E eu fiquei embevecido - igual criança diante do infinito.
Porque eu vi miríades de outras colunas descendo sobre o mundo...
E eu percebi que era Ele beijando a humanidade com a Luz.
E também percebi que outros corações sentiam o mesmo, algures...
Corações que também oravam, embalados na mesma doçura.
Ah, meu amigo, como escrever sobre isso? O que se sente, e não se explica.
Agora eu sei porque, antes, você ficava tão quietinho e com os olhos brilhando.
É porque, em seu coração, você via algo mais... Um Amor. Uma Luz.
E quando eu lhe perguntava sobre isso, você apenas me olhava com carinho.
E, em seu silêncio, descia uma doçura em mim. E eu via o infinito em seu olhar.
E hoje, como outrora, você veio, e a doçura veio junto – e novamente virei criança.
Sim, criança diante do infinito... Nas ondas de um Grande Amor.
Sabe?... Você veio novamente me falar sobre o vento da esperança...
Que sopra sutilmente, sem que os homens o percebam, e inspira os corações.
Você me falou de Amor e de coisas espirituais – e me fez lembrar de Jesus.
E, agora, o meu olhar ficou igual ao seu, com aquele brilho do infinito.
Ah, Ramakrishna, você sempre esteve certo: “Sem Amor, ninguém segue...”
Há algo mais... Um Amor. Uma Luz. E uma doçura que desceu aqui.
E eu só quero ficar quietinho, pensando n’Ele beijando secretamente o mundo.
Pensando em Jesus, como você me ensinou, em meu coração.
Sim, em meu coração, em Espírito e Verdade.
 
P.S.:
Sabe?... Você me pediu para escrever algo lindo nessa noite.
Mas eu, novamente, fiquei aqui igual criança diante do infinito.
Sim, embevecido, só sentindo algo mais... Um Amor. Uma Luz.
E, aí, meu amigo, não deu para escrever muito.
Porque eu fiquei igual a você: olhando as colunas luminosas.
E o meu olhar também ganhou o brilho da aurora.
Ah, Ramakrishna**, mais uma vez, valeu!
 
(Dedicado a todos os corações que sentem um Grande Amor inspirando secretamente suas jornadas, na Terra e além...)
 
Paz e Luz.
 
- Wagner Borges – mestre de nada e discípulo de coisa alguma.
São Paulo, 22 de outubro de 2011.
 
- Notas:
* Esse texto fará parte de um novo livro sobre vida após a morte que publicarei daqui a alguns meses (com diversos textos alusivos à temática da imortalidade da consciência).
** Paramahamsa Ramakrishna: mestre iogue que viveu na Índia do século XIX e que é considerado até hoje um dos maiores mestres espirituais surgidos na terra do Ganges. Para se ter uma idéia de sua influência espiritual, posso citar que grandes mestres da Índia do século XX se referiram a ele com muito respeito e admiração, dentre eles o Mahatma Ghandi, Paramahamsa Yogananda e Rabindranath Tagore.
Obs.: Deixo na sequência um texto antigo em que também falo de Ramakrishna e Jesus.
 
 
 
 
 
UM ENCONTRO LUMINOSO
 
"Enquanto eu caminhava sob as árvores, ele surgiu.
A princípio, pensei que ele era um estrangeiro.
Mas, seu olhar sereno não me deixou dúvidas.
Ele veio e cumprimentou-me.
Fiquei paralisado enquanto ele deu um leve sorriso.
Vi em seus olhos um oceano de doçura.
De súbito, ele entrou em meu peito e foi para dentro do meu coração.
Instalou-se lá e eu submergi no mar do samadhi*.
Ele estava em mim e dizia-me que nós éramos avatares** do mesmo amor."
 
P.S.:
Foi assim, que Ramakrishna contou-me da primeira vez que encontrou com Jesus.
Da mesma forma, conto-lhes agora, do meu jeito.
Só sei dizer que Ramakrishna e Jesus andam juntos por aí, querendo encher os corações de amor e luz.
 
- Wagner Borges - cara universalista, que não segue nenhuma linha em particular, viajante espiritual bem-humorado, filho da dona Maria Rita e do seu Waldemar, que escreveu esse pequeno texto com os olhos brilhando e com a certeza de que muitos leitores sentirão o toque espiritual no centro de seus corações.)
 
- Notas:
* Samadhi – do sânscrito - expansão da consciência; estado de consciência cósmica.
** Avatares - do sânscrito – emissários celestes; canais da divindade.
 

Texto <1129><01/11/2011>

1128 - O TODO* – A INSPIRAÇÃO DOS BONS PROPÓSITOS

(Clarinadas Conscienciais Para Iluminar a Senda do Coração...)
 
Quem traçou o caminho até o teu coração?
Foi o Amor...
Quem te deu o sopro vital?
Foi a Luz...
Quem te moveu na senda?
Foi a Força do Espírito...
Quem te fez cantar a espiritualidade?
Foi o Todo...
Quem te fortaleceu diante das provas?
Foi a Prece...
Quem te guardou o sono?
Foi o meu Protetor Espiritual...
Quem te fez sorrir?
Foi a Gratidão...
Quem te levou acima das nuvens?
Foi a Viagem Espiritual...**
Quem te apontou o caminho?
Foi o Discernimento...
Quem te inspirou?
Foi a Aurora – ou teria sido um pôr do sol?...
Quem te encantou?
Foi a Vida...
Quem te afastou das más companhias?
Foi a Fé...***
Quem te hospedou com carinho?
Foi a Mãe Terra...
Quem te recebeu como um irmão?
Foi o meu corpo físico...
Quem te guiou na jornada final?
Foi a Luz...
Quem traçou o teu caminho até as estrelas?
Foi o Amor...
Quem te fez espírito eterno e imperecível?
Foi o Pai-Mãe de todos...
Quem te fez vir aqui e escrever tudo isso?
Foi a Luz... O Amor... O Todo...
Quem te fez assim, tão feliz?
Foi fazer o Bem, sem olhar a quem...
 
- Os Iniciados**** -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 14 de outubro de 2011.)
 
- Notas:
* O Todo - expressão hermética para designar o Poder Absoluto que está em tudo. O Supremo, O Grande Arquiteto Do Universo, Deus, O Amor Maior Que Gera a Vida. Na verdade, O Supremo não é homem ou mulher, mas pura consciência além de toda forma. Por isso, tanto faz chamá-lo de Pai Celestial ou de Mãe Divina. Ele é Pai-Mãe de todos.
** Viagem espiritual – experiência fora do corpo; viagem astral; projeção da consciência; projeção extrafísica; viagem fora do corpo; desprendimento espiritual.
*** Ateu não é aquele que é cético e não acredita nas pregações doutrinárias sobre um Deus severo e irascível propaladas por religiosos de olhos injetados de ignorância. Não! Esse não é ateu, é apenas alguém que raciocina e não aceita dogmas que são um insulto à mais básica inteligência.
O verdadeiro ateu é aquele que não tem confiança em si mesmo. É aquele que não percebe o divino viajando pelo céu de seu coração. É aquele que procura perceber com os sentidos limitados da carne o que só pode ser percebido nas luzes do coração. 
**** Os Iniciados - grupo extrafísico de espíritos orientais que opera nos planos invisíveis do Ocidente, passando as informações espirituais oriundas da sabedoria antiga, adaptadas aos tempos modernos e direcionadas aos estudantes espirituais do presente.
Composto por amparadores hindus, chineses, egípcios, tibetanos, japoneses e alguns gregos, eles têm o compromisso de ventilar os antigos valores espirituais do Oriente nos modernos caminhos do Ocidente, fazendo disso uma síntese universalista. Estão ligados aos espíritos da Fraternidade da Cruz e do Triângulo. Segundo eles, são “iniciados” em fazer o bem, sem olhar a quem.
Obs.: Enquanto eu passava essas linhas a limpo, lembrei-me de alguns escritos que o sábio mentor espiritual Ramatís me passou há algum tempo. Deixo-os na sequência como complemento desses escritos de hoje.
“Nenhum mestre ou discípulo é o centro espiritual de alguma coisa.
Só o Grande Arquiteto Do Universo é o centro de todos!
Ele é o Supremo Projetor de toda glória.
Só Ele sabe a real natureza da semeadura e da colheita de cada um.
Só Ele é que sabe quando o fruto virá...
Ele é a verdadeira Paz e Luz.
Que os discípulos dos vários caminhos espirituais continuem operando nas linhas do Bem e do Amor, pois é só o Senhor que conhece o tempo certo da colheita de seus esforços.”
- Ramatís -
 

Texto <1128><28/10/2011>