1120 - FALANDO DE CORAÇÕES FERIDOS E REDENÇÃO CONSCIENCIAL

Nesse mundo, há muita gente com o coração partido.
Porque se deixam levar pelas emoções conflitantes... E, assim, se tornam confusas também.
E o efeito disso é nefasto: camadas psíquicas escuras aderidas em suas auras peitorais – e, por extensão, em seus chacras cardíacos*.
E, onde deveria brilhar a luz dos sentimentos sadios, surge a fumaça escura das emoções estranhas bloqueando a expressão afetiva.
Então, surge nelas a sensação de estarem partidas – e também perdidas numa espécie de vácuo psíquico - dentro delas mesmas.
Isso ocorre com muita gente, de variadas condições, e não tem tempo nem lugar, e machuca demais.
E o pior: tal condição passa por coisa natural e da vida – e as pessoas se acostumam com isso. E algumas delas sequer querem melhorar desse quadro mórbido causado por suas emoções desencontradas.
Essa é a grande doença dos homens da Terra, meu amigo. E isso só robustece o ego e prende os pensamentos na gaiola da dor.
Por isso, os mentores espirituais sempre aconselham a extirpação das emoções pesadas da Casa do Coração. E eles conhecem bem a natureza humana, pois já viram muitas coisas ao longo das muitas vidas...
Eles sabem que muita gente troca as flores da alegria pela seca do ego; e, com isso, além de machucarem a si mesmas, ainda machucam os outros.
Ah, meu amigo, esse mundo está cheio de gente com espinhos no coração. Gente que se permite cair no abismo da mediocridade; gente que vira fantasma e assombra a própria casa mental.
O engraçado é que tanta gente tem medo do Invisível – como se elas mesmas não fossem espíritos também -, mas não tem medo de carregar tantas mágoas e manhas dentro de si mesmas.
Para algumas pessoas, o próprio coração é um cemitério psíquico; e dele saem as coisas ruins que acossam elas mesmas. Iludidas, elas temem os fantasmas de fora, sem perceberem que o problema são os fantasmas de dentro. Então, o Além é dentro delas – e a casa mental é assombrada por seus próprios conflitos.
E toda essa gente padece desse mal: a fumaça escura da alma.
E muitas delas pedem ajuda ao plano espiritual, como se elas mesmas não fossem responsáveis pelo que transita dentro de suas consciências. E dão trabalho aos seus mentores espirituais**, que, para ajudá-las, precisam atravessar as densas camadas escuras produzidas por suas emoções daninhas. Por amor, eles mergulham nos climas densos de seus protegidos e tentam o resgate de sua condição sadia original.
No entanto, mesmo os espíritos protetores têm os seus limites. E eles não podem alterar as leis de causa e efeito. E também não têm o poder de transformar fantasmas em gente linda e luminosa. Ainda mais quando elas mesmas se sabotam, por dentro, e não fazem por merecer o auxílio invisível.
 
- Companhia do Amor*** -
A Turma dos Poetas em Flor.
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 17 de agosto de 2011.)
 
- Notas:
* Chacra Cardíaco - é o centro de força responsável pela energização do sistema cardiorrespiratório. É considerado o canal de movimentação dos sentimentos. Por isso é o chacra mais afetado pelo desequilíbrio emocional. Bem desenvolvido, torna-se um canal de amor para o trabalho de assistência espiritual. Está ligado à glândula timo. O seu nome em sânscrito é “Anahata”, o inviolável, o invicto, o som sutil do espírito imperecível.
Obs.: Chacras - do sânscrito - são os centros de força situados no corpo energético e têm como função principal a absorção de energia - prana, chi -, do meio ambiente para o interior do campo energético e do corpo físico. Além disso, servem de ponte energética entre o corpo espiritual e o corpo físico.
** Mentores Espirituais – entidades extrafísicas e positivas que ajudam o projetor nas suas experiências extracorpóreas; mentores extrafísicos; mestres extrafísicos; companheiros espirituais; protetores astrais; auxiliares invisíveis; guardiões astrais; benfeitores espirituais; guias espirituais; amparadores extrafísicos.
*** A Companhia do Amor é um grupo de cronistas, poetas e escritores brasileiros desencarnados que me passam textos e mensagens espirituais há vários anos. Em sua grande maioria, são poetas e muito bem humorados. Segundo eles, os seus escritos são para mostrar que os espíritos não são nuvenzinhas ou luzinhas piscando em um plano espiritual inefável. Eles querem mostrar que continuam sendo pessoas comuns, apenas vivendo em outros planos, sem carregar o corpo denso. Querem que as pessoas encarnadas saibam que não existe apenas vida após a morte, mas, também, muita alegria e amor. Os seus textos são simples e diretos, buscando o coração do leitor.
Para mais detalhes sobre o trabalho dessa turma maravilhosa, ver os livros "Companhia do Amor - A Turma dos Poetas em Flor – Volumes 1 e 2" - Edição independente - Wagner Borges, e sua coluna no site do IPPB (que é uma das seções mais visitadas no site): www.ippb.org.br.
 

Texto <1120><31/08/2011>

1120 - FALANDO DE CORAÇÕES FERIDOS E REDENÇÃO CONSCIENCIAL – II

Ah, meu filho, os guias de luz não podem alterar a livre escolha de cada um. Eles ajudam naquilo que lhes é possível, dentro dos limites que o Pai Celestial determinou. E fazem isso por amor, sem nada esperar de ninguém. E são dotados de alta paciência... Mas não são bobos e conhecem bem o coração das pessoas.
Aliás, infinita paciência, só a do Pai Divino!
Então, é de bom tom que essa gente que quer ajuda espiritual, que faça por onde... E ajude os seus mentores espirituais a ajudá-las.
Que façam sua parte e enfrentem o ridículo de si mesmas.
Que tenham a coragem de querer melhorar.
Que espantem os fantasmas de dentro e limpem as teias de mágoa de sua estrutura psíquica.
Que sejam conhecedoras de si mesmas...
Que jamais permitam a entrada do ódio em seus corações.
Que se renovem constantemente, sem dar guarida às presenças extrafísicas trevosas, que sempre estão de olho, à espreita, prontas para aproveitarem as brechas psíquicas que encontram.
Ah, meu filho, muita gente vai ler isso aqui, e alguns irão ponderar sobre esses alertas espirituais; e outros, simplesmente ignorarão e continuarão firmes em suas sanhas psíquicas e afetivas.
E como cada um é cada um, os efeitos de suas causas e escolhas também serão de suas alçadas; pois, “quem planta pimenta, colherá pimenta”.
Como diz a sabedoria popular, “quem planta vento, colherá tempestade!”
Mas, também é verdade que quem é da Luz, é guiado por Ela.
E nisso reside a esperança de quem quer melhorar: a confiança na Luz.
Quem almeja algo melhor, precisa atentar para essas coisas; precisa se calçar para poder caminhar com segurança sobre os espinhos do mundo, e saber que suas emoções desencontradas espetam muito também.
Muita gente continuará presa desses climas sombrios - assombradas por si mesmas, ou pela presença de irmãozinhos espirituais trevosos em suas vidas -, e arrastará suas cruzes e esquifes psíquicos para o Astral, após a morte do corpo.
E isso é uma pena, mas, “a cada um segundo suas obras!”
E coração não é lugar de lambança - e essa gente que acalenta coisas ruins dentro de si mesmas, colherá o que semear, sem dúvida alguma -, pois, na Terra, ou depois, as energias desencadeadas por seus atos as procurarão, por sintonia... E isso será da alçada de cada um.
Meu amigo, muita gente lerá isso aqui, isso eu garanto. E, talvez, até mesmo ajude os seus guias na árdua tarefa de ajudá-las durante a travessia de mais uma vida na Terra.
Talvez elas façam por onde... E, assim, por sintonia de objetivos, tudo melhore. E, assim, a tarefa dos mentores espirituais será finalmente cumprida, porque os seus pupilos serão felizes.
E os guias de luz sabem quem é da Luz, e sempre estão ao lado de quem trabalha pelo Bem, mesmo nos momentos de cansaço e provações.
Porque eles trabalham em nome do Pai Celestial e trilham a senda da Luz, e jamais deixam seus pupilos na mão. E muita gente nesse mundo machuca os outros, mas, os guias, jamais!
E, às vezes, a ajuda espiritual chega por várias vias, até mesmo por intermédio de escritos que sugerem reflexões de alma e dão força espiritual para seguir em frente na jornada...
Nesse mundo, têm muita gente dolorida e com o coração partido. Mas também tem gente que quer se curar e se integrar com o seu melhor... É para essa gente que essas palavras daqui estão endereçadas.
E, relembrando: infinita é só a paciência de Deus!
Assim como o Seu Amor.
 
Paz e boas obras.
Compreensão e princípios melhores.
Força e garra nas lides do espírito.
Honra na senda.
E muita vontade de crescer, sempre...
Na Fé.
Na Luz.
No Amor.
 
- Pai Joaquim de Aruanda* -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 17 de agosto de 2011.)
 
- Notas:
* Pai Joaquim de Aruanda - preto velho ligado à egrégora espiritual da Umbanda. É um espírito luminoso e muito amoroso.
Obs.: para mais detalhes sobre esse mentor espiritual tão legal, favor ver o texto “Toques Espirituais do Preto Velho Amigo –II” (e outros links para textos dele apontados nas notas de rodapé do mesmo), postado no site do IPPB – www.ippb.org.br -, no seguinte endereço específico: https://ippb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=10374:1088-toques-espirituais-do-preto-velho-amigo-ii&catid=31:periodicos&Itemid=57  
 

Texto <1120><31/08/2011>

1120 - TRIBO DO VENTO

- Por Frank –
 
Eu sou de uma tribo
Que cresceu como um vegetal,
Correu como um animal,
E voou como o vento.
 
Daí, eu morri e renasci...
E fui de uma tribo
Que queimou o vegetal,
Comeu o animal,
E tentou aprisionar o vento.
 
Daí, eu morri e, novamente, renasci...
E, agora, faço parte de uma tribo
Que tenta lembrar-se
Da importância do vegetal,
Do respeito ao animal,
E de mudar o pensamento com o vento.
Espero que ainda haja tempo...
 
São Paulo, 30 de agosto de 2011.
 
- Nota de Wagner Borges: Frank é o pseudônimo do nosso amigo Francisco de Oliveira, participante do grupo de estudos do IPPB e da lista Voadores. Depois de vários anos morando em Londres, ele voltou a residir em São Paulo, em fevereiro de 2005.
Ele escreve textos muito inspirados e nos autorizou a postagem desses escritos.
Há diversos textos dele postados em sua coluna da revista online de nosso site e em nossa seção de textos periódicos, em meio aos diversos textos já enviados anteriormente. www.ippb.org.br – Outros textos podem ser acessados diretamente em seu blog na Internet: http://cronicasdofrank.blogspot.com
 

Texto <1120><31/08/2011>

1119 - HÁ ALGO MAIS... UMA LUZ. UM AMOR – XXI*

(Quando o Invisível Fala ao Coração – de Formas Admiráveis...)
 
Eu vejo você.
E não preciso de olhos para isso.
Porque eu vejo em seu coração.
 
Sim, eu vejo além...
Bem mais do que você imagina.
E, mesmo no escuro da noite, a Luz me guia...
 
Ah, eu nem conheço você!
Entretanto, o meu coração tocou o seu coração...
E algo aconteceu.
 
Desceu um Grande Amor aqui...
E me mostrou o seu semblante triste.
E me disse: “Escreva algo, de coração.”
 
Contudo, confesso, eu não sei o que lhe dizer.
Porque, eu presumo que você sofreu uma perda.
E, nesses momentos, tudo fica cinzento.
 
Mesmo assim, eu olho e vejo uma Luz junto com você.
E sei que alguém muito amado está ao seu lado.
Será que é a pessoa que você acha que perdeu?
 
E mais: eu também escuto uma música.
E não é com os ouvidos, não.
E a canção é dedicada a você.
 
Alguém querido, lá do Céu, nos ligou, em espírito.
Por isso, eu vejo você... Mesmo à distância.
E o Invisível chega até você numa linha luminosa.
 
E essa linha desce direto aqui, em meu coração.
E, assim, chega até o seu coração.
Ah, alguém quer que você saiba que a música é para você.
 
E eu também não sei quem é!
Só sei o que sinto – e escrevo...
Mas, eu lhe asseguro, há uma luz junto com você.
 
Muitas vezes, o Invisível se torna visível...
De formas admiráveis e misteriosas.
Mas os olhos não veem – nem a mente percebe.
 
Nesses momentos, é só o coração que sabe.
E só outro coração compreende.
Porque a Luz só fala à Luz.
 
Ah, que coisa fantástica…
Ver o trabalho da Luz no Ser.
E, enquanto você chora, a música continua...
 
Sim, continua, algures... Assim como a Vida.
E quem partiu, continua a jornada também.
Porque, na Terra, ou no Astral, a Vida segue...
 
Eu vejo você.
E, aqui, o Invisível fala ao seu coração...
Pelo meu coração.
 
E o recado é que a jornada continua...
Para quem partiu – e para você também.
E tem uma música rolando no Astral...
 
Eu não posso provar nada disso para você.
Mas, talvez o seu coração compreenda.
E, assim, você volte a sorrir.
 
Sabe?... Está de noite, mas eu só vejo uma Luz.
E Ela me faz ver você – e a Luz ao seu lado.
Porque é hora de você voltar a viver.
 
E eu também escuto alguém dizer:
“Fique bem!”
E isso vem no meu coração, para o seu coração.
 
Ah, você tem mais a ver com a Luz do que sabe…
E o Invisível lhe diz – em Espírito:
“O que é do Amor é da Luz. Confia!”
 
E, eu também confio na Luz, sempre.
E sei que Ela fará esses escritos chegarem até você.
Porque o Invisível age de formas admiráveis e sutis.
 
Eu vejo você...
 
P.S.:
Aqui está de noite e faz frio.
E eu sequer sei onde você está.
Mas, há algo mais... Um Amor. Uma Luz.
E, no Astral, uma canção para você.
E ela é tão cálida... Aceite-a.
Seja lá quem você for, volte a viver.
E que o Grande Arquiteto Do Universo lhe abençoe
Ah, que música legal...
 
Paz e Luz.
 
- Wagner Borges – pequena folha espiritualista impulsionada pelo Vento do Espírito...   
São Paulo, 11 de agosto de 2011.
 
- Nota:
* Esse texto fará parte de um novo livro sobre vida após a morte que publicarei daqui a alguns meses (com diversos textos alusivos à temática da imortalidade da consciência).
 

Texto <1119><27/08/2011>

1119 - A UM PALMO DO NARIZ

(OU A ENTREGA…)
 
- Por Frank -
 
Descendo a Rua da Consolação, ouço alguém gritando: "O fim do mundo está chegando, se arrependa! Não sou eu, é Cristo falando!"
Penso no que faria se o mundo acabasse agora...
Resposta: sorriria! Agradeceria à Providência, ou ao acaso, por ter tido a vida que eu tive, pela minha esposa, minha filha, minha família e por meus alunos e amigos.
Sorriria, pois sei que o mundo acaba a cada dia, e nem assim, entramos todos nós em pânico, em fuga inútil, nem desistimos de tudo; pelo contrário, parece haver uma fé velada na vida, na natureza, de que o ontem sempre precederá o amanhã, conosco presentes no meio; por isso nos entregamos ao sono noturno, com uma certeza inabalável que tudo ficará bem - e tudo fica bem. 
O mundo acaba todo dia, nesse lindo ciclo de morte e renascimento, que está tão à vista - a um palmo do nariz -, que não vemos; mas, acredito, que em algum lugar dentro da gente parece haver uma chama que nos empurra para frente, apesar da nossa teimosia em achar que tudo que é possível somente naquilo que podemos provar.
Esses dias, ao observar minha filha, notei o quanto ela está entregue para o mundo, para minha esposa e para mim, nessa arte de criá-la e desenvolvê-la, para ela se tornar quem quer que ela venha a ser...
Percebi, maravilhado, que há uma entrega em seu olhar e na maneira como ela sorri; entrega total e confiança... Tanta que me deixa um pouco desconcertado, pois, confesso, gostaria de ter a mesma entrega em meu caminho espiritual, mas tenho medo.
Medo de ser desapontado, de estar crescendo sozinho, de não ter ninguém “lá do outro lado”, medo de tudo aquilo que a mente é capaz de aprontar para nos enganar. Taí a razão das minhas barreiras, das armadilhas e das travas que impedem o meu crescimento espiritual. 
Sei desses entraves e, mesmo assim, reclamo que ainda não foi me revelado o que tanto venho buscando... Sei que preciso me entregar e acreditar mais com o coração, e menos com a mente.
Sei disso tudo, mas também sei que estou tentando; e foi me lembrando de minha filha, esse serzinho tão vulnerável, que uma epifania tomou de conta da minha razão... E, aí, eu me diluí na luz do coração, transbordando um "sei lá o quê" de contato espiritual e, por alguns segundos, consegui me entregar, sentindo uma espécie de comunhão com tudo ao meu redor, em plena Praça Ramos, no centro de São Paulo. 
Enquanto a mente alertava sobre o perigo de ter uma expansão da consciência no meio do centro da cidade, outro lado meu, mais consciente e eterno, dizia para mim: "Não tema, apenas se entregue!". E o fiz!
Por alguns minutos, percebi que tudo ao meu redor contava uma história, e o “mundo de lá”, todo o tempo, se comunicava com a gente, de uma maneira tão clara e simples, que bem poucos percebem. E tudo o que eu precisava para continuar a perceber isso, era praticar a "entrega". 
Tudo tão claro, tudo tão óbvio, mas muito simples, e muito na cara para ser verdadeiro; e, aí, o lógico é duvidar!
Então, a mente triunfou e calei o coração. Tinha que tomar prumo e seguir a minha direção, pois centro da cidade não é lugar para uma experiência mística de percepção; contudo, sentei nas escadas do Teatro Municipal, abri o meu caderninho e comecei a escrever tudinho o que tinha experimentado, incluindo essas últimas palavras, quando...  Uma velhinha se aproximou pedindo esmolas.
Por impulso, me desviei e disse que eu não tinha nada. Ela insistiu e, mais por querer me livrar dela, do que por caridade, abri a carteira e entreguei todas as moedas que carregava.
Ela sorriu, agradecendo: “Obrigada por essa entrega, meu filho! Ninguém mais abre a carteira e entrega todas as suas moedas. Que Deus lhe entregue também tudo aquilo que você tenha pedido."
 
São Paulo, 23 de agosto de 2011.
 
- Nota de Wagner Borges: Frank é o pseudônimo do nosso amigo Francisco de Oliveira, participante do grupo de estudos do IPPB e da lista Voadores. Depois de vários anos morando em Londres, ele voltou a residir em São Paulo, em fevereiro de 2005.
Ele escreve textos muito inspirados e nos autorizou a postagem desses escritos.

Há diversos textos dele postados em sua coluna da revista online de nosso site e em nossa seção de textos periódicos, em meio aos diversos textos já enviados anteriormente. www.ippb.org.br – Outros textos podem ser acessados diretamente em seu blog na Internet: http://cronicasdofrank.blogspot.com

 

Texto <1119><27/08/2011>