1088 - EVITANDO OBSESSÕES

- Por André Luiz -
 
Não deixe de sonhar, mas enfrente as suas realidades no cotidiano.
Reduza suas queixas ao mínimo, quando não possa dominá-las de todo.
Fale tranquilizando a quem ouve.
Deixe que os outros vivam a existência deles, tanto quanto você deseja viver a existência que Deus lhe deu.
Não descreia do poder do trabalho.
Nunca admita que o bem possa ser praticado sem dificuldade.
Cultive a perseverança, na direção do melhor, jamais a teimosia em pontos de vista.
Aceite suas desilusões com realismo, extraindo delas o valor da experiência, sem perder tempo com lamentações improdutivas.
Convença-se de que você somente solucionará os seus problemas se não fugir deles.
Recorde que decepções, embaraços, desenganos e provações são marcos no caminho de todos e que, por isso mesmo, para evitar o próprio enfaixamento na obsessão, o que importa não é o sofrimento que nos visite e, sim, a nossa reação pessoal diante dele.
 
(Recebido espiritualmente por Francisco Cândido Xavier - Texto extraído do livro “Meditações Diárias” – Editora Ide.)

Texto <1088><27/04/2011>

1087 - SHIVA-SHANKARA

(Bênçãos na Senda)
 
Shankara é um dos epítetos de Shiva*.
Significa “Dispensador de bênçãos”.
Ou seja, o “Poder Maior Que Abençoa” a todos.
E aqueles que operam nessa sintonia, também espargem bênçãos.
São veículos da Energia Suprema. São servidores da Luz Maior.
E, por onde seguem, projetam toques curativos e ideais libertários...
Ah, mesmo no seio do mundo, eles são acompanhados por Shiva.
Porque o Senhor sabe quem são os seus trabalhadores.
Ele olha em seus corações e vê o que move seus propósitos.
Ele sabe que a jornada espiritual não é fácil, e que muitos caem na senda.
Mas Ele é o Supremo e jamais julga ninguém. Pelo contrário, Ele é só compreensão.
Muitos falam d’Ele com fervor religioso, ou até mesmo com medo de sua ação.
Talvez seja porque toda transformação é uma espécie de morte de velhos apegos.
E como Ele é o Divino Transmutador, sua ação alquímica é profunda e veraz.
Por isso, muitos O temem. Porque, mudar nunca é fácil. E crescer, nem se fala...
Mas, Ele é bem mais do que isso. Ele também é o Dispensador de Bênçãos.
Ele é o Maha-Deva!**, Aquele que ilumina a senda e dissipa as ilusões.
Ah, Ele dança sobre os despojos carnais e ejeta o espírito para as estrelas.
Ele corta a cabeça do orgulho e diz ao viajante espiritual: “Honra na senda!”
Com a espada do discernimento, Ele corta tudo aquilo que impede o Ser de crescer.
Mas, sua ação é amorosa e silenciosa. E a Sua Luz é portentosa e generosa.
E quando Ele se manifesta até mesmo os espíritos trevosos curvam suas cabeças.
Porque eles sabem quem Ele é! Por isso, se calam e se afastam, bem de mansinho.
Ah, diante d’Ele, todo mal se retira. E o que é justo se estabelece.
Portanto, nos momentos de provas e pressões, Ele é o porto seguro e o oásis.
Porque Ele conhece os corações e sabe quem caminha com honra pela senda.
E só dança com Ele quem é forte de caráter.
Ele, Shiva, o Shankara!
 
P.S.:
Aquilo que é real permanece.
Mas o que é falso, sempre passará...
Porque um Grande Amor não cabe num coração medíocre.
E conhecimento profundo não cabe em mentes rasas.
Logo, para aguentar uma Grande Luz, é preciso ser forte e generoso.
E, mesmo sob o peso da incompreensão, ainda assim, perseverar...
E diante das tragédias do mundo, orar e servir, sem se abalar e sem se desviar.
Porque Ele sabe quem são os seus trabalhadores. E espalha bênçãos na senda...
Ele, o Shankara!
 
Om Namah Shivaya!***
 
Paz e Luz.
 
- Wagner Borges –
São Paulo, 10 de abril de 2011. 
 
- Notas:
* Shiva - na cosmogonia hinduísta, o Divino é representado por três aspectos fenomênicos: Brahma - O Criador; Vishnu - O Preservador; e Shiva - O Transformador.
Shiva é o senhor de todas as transmutações na natureza, é o senhor das energias e de todo movimento vital. Em muitas representações simbólicas, Ele é representado como o "Nataraja", O Dançarino Divino que faz o universo vibrar e girar em sua eterna dança cósmica (que dilui as brumas da ilusão e faz ver o real). Por isso, algumas imagens O mostram dançando dentro de uma roda (o universo).
** Mahadeva – do sânscrito - Maha: Grande, Vasto, Imenso – Deva: Divindade, Ser Celestial. Logo, Mahadeva significa Grande Divindade; Grande Ser Celestial; Grande Deus.
*** Om Namah Shivaya – do sânscrito – é um dos mantras evocativos de Shiva e Seu Poder de Transmutação. Para melhor compreensão sobre isso, ver o texto “Shiva – O Mahadeva”, postado no site do IPPB, no seguinte endereço específico: https://ippb.org.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=4681  
Obs.: nas notas desse texto está postada uma coletânea de textos relativos à Shiva, postados antes como textos periódicos do site ao longo dos anos – www.ippb.org.br 

Texto <1087><20/04/2011>

1087 - OS COMPANHEIROS

Aos que se sentem envolvidos nas nuvens escuras da incompreensão humana, nós trazemos a “farda da alegria” e as asas do amor.
A paz da alma não é para os fracos de espírito; é para aqueles que estejam dispostos a submeter o próprio ego no fogo do sacrifício vivificante.
Ao verdadeiro buscador é pedido, pelas Forças Superiores, nada mais nada menos do que a decepação da cabeça do ego, a morte do orgulho.
Nós, “Os Companheiros”, convidamos aos que querem trabalhar espiritualmente, a embarcarem nas asas do amor e da alegria.
A palavra de passe para o alto é: HUMILDADE E SERVIÇO!
Servir à LUZ, e não ao ego inferior. Não é tarefa fácil, mas é a realidade: não se chega ao Céu sem trabalho! 
Não se chega à Eterna Luz com o ego inflado. Pois a LUZ só respeita e protege aos que trilham a senda com a sabedoria de procurar servir ao Bem, sem alarde.
 
- Os Companheiros* -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – Texto extraído do livro “Viagem Espiritual – Vol. 3” – Editora Universalista – 1998.)
 
- Nota:
* Os Companheiros - equipe de amparadores extrafísicos ligados à egrégora espiritual da Maçonaria.

Texto <1087><20/04/2011>

1087 - DEBRIS

- Por Frank -
 
Essa noite, o metrô parou!
Faltou energia em algum lugar, ou alguém se jogou nos trilhos.
Dentro do vagão, o calor aumentou a tensão da corrida para casa; eu e todo mundo, só queríamos chegar mais rápido, mas o trem não!
Fiquei irritado - ira em todos e caos na estação.
Contei 1, 2, 3... E abri alas na multidão; desci do trem, escalei a escada, pulei a catraca e saí da estação Brigadeiro, como quem buscava fôlego - em golfadas de ar de uma Avenida Paulista cheia de rush hour e vazia de alegria.
Caminhei pela Avenida, evitando a voz da urgência que gritava que eu não tinha o direito de fazer nada; mas, eu tinha!
Tinha o direito de caminhar em pleno ócio criativo. Então, entreguei-me ao caminho do vagamundo... Sem rumo e sem destino, encontrei um menino vendendo gibi na porta da estação Paraíso.
Eram gibis de heróis, bem antigos, e decidi comprar um deles; e o menino sorriu e pegou os meus trocados, perguntando se eu comprara o gibi para ler, ou somente para ajudá-lo.
- Eu gosto de gibi – respondi.
Ele achou graça e falou, rindo:
- Então, compra todos!
Eu ri de volta e respondi que até compraria, mas não queria tirar o gibi de outro adulto, que, como eu, compraria também dele.
Ele voltou a rir, e disse-me, com um olhar enigmático:
- Esqueça os outros. Estou aqui pelo senhor. Aliás, o senhor sabia que eu vendo passado?
- Isso é algum gibi importado? – respondi, querendo tirar um barato, fazer graça; mas ele, dessa vez, não riu e, olhando para os meus olhos, falou-me:
- O senhor não me reconhece, pois já se esqueceu de que um dia foi eu. Eu sou o senhor, o menino que vendia gibis nas ruas da Paraíba. O menino que se divertia com tudo e que o senhor esqueceu. Então, nunca perca a chama da alegria. E, toda vez que o senhor se esquecer disso, eu virei lembrar-lhe do que se esqueceu.
Tomei um susto!
Um carro passou com o farol nos meus olhos, e me ofuscou - e, quando voltei a enxergar, eu ainda estava dentro do vagão de metrô lotado. Não tinha saído, nem me levantado, tinha apenas cochilado, e sonhado...
Devaneios de trem lotado.
Mas, o gibi, juro, ainda parece estar comigo, e aquele menino ainda ecoa, lá do passado, chamando a minha atenção e me pedindo alegria...
 
- São Paulo, 12 de abril de 2011.
 
- Nota de Wagner Borges: Frank é o pseudônimo do nosso amigo Francisco de Oliveira, participante do grupo de estudos do IPPB e da lista Voadores. Depois de vários anos morando em Londres, ele voltou a residir em São Paulo, em fevereiro de 2005.
Ele escreve textos muito inspirados e nos autorizou a postagem desses escritos.
Há diversos textos dele postados em sua coluna da revista online de nosso site e em nossa seção de textos periódicos, em meio aos diversos textos já enviados anteriormente. www.ippb.org.br – Outros textos podem ser acessados diretamente em seu blog na Internet: http://cronicasdofrank.blogspot.com

Texto <1087><20/04/2011>

1086 - FALANDO DE FÉ E AMOR NAS JORNADAS...

Não, não, meus irmãos...
O sangue dos inocentes não é derramado pela vontade do Céu.
É a própria incúria dos homens que faz tal coisa.
A falta de Deus no coração causa muita dor e sofrimento.
E aqui não estamos falando de religião, mas de Fé e Amor.
Por terem se esquecido do Divino, os homens se perderam na arrogância.
Enquanto a sua tecnologia se desenvolveu, os seus valores encolheram.
E os homens do mundo moderno passaram a viajar no vazio de si mesmos.
Apesar de seus prédios arrojados, impera a ruína dentro de seus corações.
E até mesmo suas músicas refletem suas misérias – e sua arte definha...
Ah, homens sem fé! Que vazio é esse que bloqueia o Amor em vocês?
Vocês não sabem o dia em que partirão da Terra para o infinito...
E sequer controlam suas próprias emoções, quanto mais a Natureza.
Como podem esquecer-se de que estão no plano terreno só por um tempo?...
E quando olham para o firmamento, como é possível só verem estrelas?
Como não conseguem perceber a assinatura do Pai Celestial em tudo?
E como falam tanto de Amor em suas relações, sem amar realmente?
Misturam sentimentos melhores com emoções violentas e se rendem à dor.
Muitas vezes, até falam de fraternidade, mas continuam segregando as minorias.
E conseguem chamar aos outros de irmãos, mesmo atacando quem segue outra visão.
Ah, meus filhos! Curem-se da doença do egoísmo e do orgulho, e pensem em Deus.
Não deixem que o orgulho os faça esquecer-se de sua Fonte Maior – do Seu Pai.
E não importa o caminho que escolheram... Desde que ele os leve para a Luz e a Paz.
Não importa sua raça ou credo, vocês são filhos de Deus – todos são!
E, mesmo que queiram, nada pode separá-los do Amor d’Ele.
Então, por que ainda tergiversam tanto nas jornadas de fé e acalanto espiritual?
E por que se deixam levar pelas ilusões do mundo - e pelas más companhias?
Olhem para dentro de si mesmos e descubram por onde se perderam...
Combatam sua própria arrogância e vençam a si mesmos!
Conhecer a si mesmo não é questão de religião; é questão de consciência.
E praticar a Caridade e fazer o Bem não é questão de doutrina; é ato de Amor.
Olhem seus filhos e os amem – mas, também se perguntem: “Que amor é esse?...”
Pensem no que sentem por eles, e imaginem o que o Pai Celestial sente por vocês.
Olhem o milagre da vida e se perguntem: “Que Poder criou tal maravilha?...”
Ah, meus filhos! Vocês não sabem quando partirão da Terra...
Portanto, deixem o orgulho de lado e lembrem-se do Amor – e do Pai Eterno.
O templo verdadeiro está dentro de vocês mesmos - em seus corações.
E, como Jesus ensinava, “a Fé remove montanhas” – e mais: apazigua as emoções.
Mas, antes, é preciso remover o próprio orgulho – e aprender a se abrir para a Luz...
E que fique muito claro: isso nada tem a ver com religião alguma! É obra do Amor.
Fazer o Bem é de todos! E a Luz não tem raça ou credo. E o Amor de Deus é tudo.
Fé sem obra é ilusão e nada realiza; e obra sem Fé é construção de algo vazio...
Deus deu a inteligência aos homens; e ela é necessária para estabilizar a Fé.
E Ele também deu o Amor, para estabilizar a inteligência e iluminar a jornada...
E deu a Vida... E ama todos vocês, incondicionalmente. Mais do que vocês imaginam.
Meus irmãos, diante dos males que assolam o mundo, orem mais e se escorem na Fé.
Façam isso dentro de seus corações, onde só o Pai Celestial sabe o que se passa.
E sejam autênticos e sensatos. E fiéis aos valores do Bem. E se abram para a Luz...
E percorram o caminho que escolheram, com coragem, sem obrar em nada maléfico.
E que suas jornadas sejam auspiciosas... E que haja gratidão, sempre a Ele, o Pai.
 
Que Deus os abençoe, hoje e sempre...
 
- Os Irmãos Construtores –
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 08 de abril de 2011.)
 
- Nota de Wagner Borges: Recebi esse texto um pouco antes do início de uma palestra no IPPB – sobre a ação dos mentores espirituais nas saídas do corpo e nos fenômenos anímicos-mediúnicos. Sua autoria espiritual é de um grupo de padres extrafísicos, que, em conjunto, me passou esses escritos.
Essa foi a segunda vez que os vi. A primeira foi há cerca de um mês, quando um deles acoplou-se espiritualmente comigo e, por meio da psicofonia, passou uma linda mensagem para a turma que estava presente num curso. Inclusive, o lance foi filmado e, oportunamente, eu transcreverei o que ele disse.
Segundo informações deles mesmos, eles eram construtores de igrejas cristãs na Europa de séculos atrás. Eram homens simples e trabalhavam sob a inspiração de Francisco de Assis. E faziam tudo com grande amor. Mas, com o tempo, perceberam que o grande templo era dentro do coração do homem. Então, ao passarem para o plano extrafísico, alargaram seus conceitos e se ligaram a diversas atividades de assistência espiritual.
E, hoje, operam invisivelmente a favor do Bem de todos, sempre ligados na egrégora* de Jesus. E continuam construtores de templos, agora de Luz - dentro do coração dos homens de boa vontade.
Diga-se de passagem, eles deixaram energias muito legais nesses escritos. E me prometeram que irão voltar em breve, para passar mais toques conscienciais cheios de Fé e Honra na senda da vida.
Embora eles estejam ligados à atmosfera cristã, em nenhum momento eu senti deles qualquer tipo de doutrinação evangélica. O que senti foi Amor e Contentamento espiritual, de forma livre e respeitosa para com todos os credos e abordagens espirituais.
E eu me senti honrado por veicular os seus toques conscienciais, que, aliás, são muito pertinentes aos estudantes espirituais de qualquer área. Eu agradeço muito ao Grande Arquiteto Do Universo, por me dar mais essa chance de intercâmbio espiritual.
E finalizo esses escritos com algo que um deles me disse, e que transcrevo aqui com minhas próprias palavras e compreensão exata:
“Diante do mal, a confiança em Deus.
Antes da ascensão espiritual, o trabalho.
Às vezes, o amor dói de um jeito inexplicável.
Mas é dor que purga coisas antigas e transforma tudo dentro da gente.
Não é dor no sentido ruim, não.
É dor que vem do Poder Celeste operando dentro do coração.
É dor que é Luz!
E benditos são aqueles que compreendem isso.”
Ah, eu agradeço muito ao Grande Arquiteto Do Universo, por me dar mais essa chance de intercâmbio espiritual**.
 
Paz e Luz.
 
- Notas do Texto:
* Egrégora - do grego “Egregorien”, que significa “velar”, “cuidar” - é a atmosfera coletiva plasmada espiritualmente num certo ambiente, decorrente do somatório dos pensamentos, sentimentos e energias de um grupo de pessoas voltado para a produção de climas virtuosos no mundo.
É a atmosfera psíquica resultante da reunião de grupos voltados para trabalhos e estudos baseados na LUZ. Pode-se dizer que toda reunião de pessoas para a prática do Bem e da Virtude - independentemente de linha espiritual - forma uma egrégora específica, uma verdadeira entidade coletiva luminosa, à qual se agregam várias outras consciências extrafísicas alinhadas com aquela sintonia espiritual para um trabalho interconsciencial.
Provavelmente foi por isso que Jesus ensinou: "Onde houver dois ou mais em meu nome, aí eu estarei."
Muitos dizem que não se deve misturar egrégoras de trabalhos diferentes, porém, quando o Amor se manifesta, desaparece qualquer ideologia doutrinária, e só fica o que interessa: a LUZ.
No dia em que os homens despertarem para climas mais universalistas e cosmoéticos, com certeza esse mundo será melhor para se viver.
Viva a LUZ, pouco importa o nome, o grupo ou a doutrina que fale dela. E viva os mentores espirituais que ajudam a todos, independentemente de credo, raça ou cultura esposada.
** Posto na sequência um texto antigo que recebi de outro padre, e que se relaciona diretamente com esse de hoje. Segue-se o mesmo logo abaixo.
 
 
IDEIAS
 
Que o espírito imenso do Cristo abençoe essa casa.
Há diversos caminhos positivos abertos ao ser humano, mas há certas coisas que nunca mudam. Apesar das novas condições propiciarem novas experiências, a força do hábito é muito intensa e isso leva a alma a ter medo da renovação.
Nesse aspecto, a religião é a válvula de segurança, uma escora emocional que dá conforto ao coração angustiado perante a vida que é dura.
O medo é pura autodefesa dos valores já estabelecidos, é o grito emocional contra o novo que se aproxima.
Precisamos estudar mais a fundo essa questão.
Não basta apenas criticar o velho a favor do novo.
É preciso plantar novas ideias e regá-las com muita paciência.
Não adianta tentar quebrar os condicionamentos a ferro e fogo, mesmo em nome da boa intenção. Não adianta ser radical no novo, pois isso também é postura velha.
A única coisa que não é velha ou nova é o Amor Magnânimo do Cristo, sempre constante e amigo.
Que os portadores de ideias brilhantes se apresentem com boas novas no terreno do crescimento humano. Mas que, por favor, e por amor, não agridam os irmãos presos nas correntes do condicionamento. Eles precisam de paciência e compreensão da parte dos que se dizem mais esclarecidos.
Veiculem ideias positivas à consciência, mas respeitem o devido tempo que as pessoas precisam ter para melhor assimilação das posturas mais abrangentes.
O novo não precisa de “inquisidores modernos”, prontos a queimarem o velho com o fogo da pressão psicológica. O novo só precisa de tempo e de boas pessoas que saibam integrá-lo à vida dos povos.
Que o Cristo abrace o velho e o novo; o que já foi, o que é, e o que virá... Pois o Seu Amor é sempre lindo e perene e, em qualquer tempo, a Sua luz é a mesma em todas as ideias.
 
“IN JÚBILO!”
 
- Paulo de Santa Maria –
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – Texto extraído do livro “Viagem Espiritual – Vol. 3” – Editora Universalista – 1998.)
 
- Nota de Wagner Borges: Este texto foi recebido enquanto eu lia um material sobre a egrégora dos imigrantes italianos da região sul do Brasil. O autor do texto é um padre extrafísico que presta assistência nessa região. Ele emana uma energia muito positiva.

Texto <1086><15/04/2011>