1007 - QUEM SABE...?

1. Quem é velho?
R. Aquele que não sabe rir de si mesmo.

2. Quem é jovem?
R. Aquele que se renova a cada instante e olha o infinito com a curiosidade e a alegria da criança.

3. Quem é pobre?
R. Aquele que nunca fica contente.

1007 - ALGO MAIS... UMA LUZ, UM AMOR – III

(Toques Espirituais Para Corações Que Cantam)

Eu fui lá em cima e peguei uma estrelinha.
Carreguei-a em meu colo, como um bebê-luz.
E ela me perguntou: “Para onde você me leva?”
E eu lhe disse: “Para o céu do meu coração.”

1006 - KRISHNA – UMA PONTE PARA O INFINITO II

(Quando a Taça do Amor Transborda no Coração)

Lá vai a flor de lótus...
Desabrochando nas águas do espírito.
E dentro dela, o menino azulado.
Sim, ele mesmo, Krishna.
Eu o vejo com o olho espiritual...
E ele me acena e diz:
“Venha comigo nessa viagem.
É só seguir o som de minha música...”

1006 - FALANDO SOBRE ERROS E LIÇÕES, NA LATA!

O mundo está cheio de gente complicada demais.
Gente que se exaspera facilmente e que nunca está satisfeita.
Birras e muxoxos já fazem parte do seu jeito de ser.
Gente tapada, sem dúvida.
E que reclama muito da vida e nada faz para melhorar as coisas.
É gente irritadiça e que rói o fígado.
E quando lhes acontece algo bom, elas sabotam a si mesmas, e dizem:
“Já sei que algo vai acontecer para atrapalhar. É sempre assim!”
É gente infeliz, que não sabe viver!

* * *
Errar é humano, mas tem gente se acha muito especial.
E ainda usa a máxima de certo filósofo louco, que dizia:
“Errar é humano, mas achar em quem jogar a culpa é mais humano ainda!”
Contudo, na sabedoria popular há um contraponto a isso, que diz assim:
“Errar é humano, mas repetir o erro é burrice!”
Sim, errar é humano, mas tem gente que capricha nisso!
Gente tola, que, por isso, se acha importante e anda de ego inflado.
E gente com essa panca jamais escuta os outros.
Gente assim chateia a própria existência...
E aí, o Dr. Carma* chega junto e bate o ponto.
E isso não tem hora!
O cabeça dura de hoje, será o cabeça mole de amanhã.
Errar é humano, sim. Mas, aprender a lição também é...
E rir de si mesmo... E ser feliz!

P.S.:
Rir é essencial!
É curativo e quebra os condicionamentos mentais, além de desopilar o fígado.
E rir do próprio ridículo é auto-cura.

- Companhia do Amor** –
A Turma dos Poetas em Flor.
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges - Porto Alegre, 15 de julho de 2009.)

* Carma - do sânscrito “Karma” - ação; causa – é a lei universal de causa e efeito - Tudo aquilo que pensamos, sentimos e fazemos são movimentações vibracionais nos planos mental, astral e físico, gerando causas que inexoravelmente apresentam seus efeitos correspondentes no universo interdimensional. Logo, obviamente não há efeito sem causa, e os efeitos procuram naturalmente as suas causas correspondentes. A isso os antigos hindus chamaram de carma.
** A Companhia do Amor é um grupo de cronistas, poetas e escritores brasileiros desencarnados que me passam textos e mensagens espirituais há vários anos. Em sua grande maioria, são poetas e muito bem humorados. Segundo eles, os seus escritos são para mostrar que os espíritos não são nuvenzinhas ou luzinhas piscando em um plano espiritual inefável. Eles querem mostrar que continuam sendo pessoas comuns, apenas vivendo em outros planos, sem carregar o corpo denso. Querem que as pessoas encarnadas saibam que não existe apenas vida após a morte, mas, também, muita alegria e amor.
Os seus textos são simples e diretos, buscando o coração do leitor.
Para mais detalhes sobre o trabalho dessa turma maravilhosa, ver os livros "Companhia do Amor - A Turma dos Poetas em Flor – Volumes 1 e 2" - Edição independente - Wagner Borges, e sua coluna no site do IPPB (que é uma das seções mais visitadas no site): www.ippb.org.br

Texto <1006><13/04/2010>

1005 - UM SONHO

- por Jon -

Essa noite eu tive um sonho.
Sonhei que havia morrido. Pelo menos para esta realidade densa.
Acordei em algum ponto do espaço, olhando para o planeta, cara a cara, como se ele fosse um organismo único.
Minha noção de espaço estava diferente, pois poderia olhar para o maior e o menor da mesma maneira.
Enquanto observava o planeta Terra, alguém invisível me dizia:
“Não se preocupe, agora você não precisa mais pensar sobre lá, você está livre” (esse livre tem um contexto diferente, não tem relação com livrar-se da roda de Samsara*, não sei explicar).
Havia outras pessoas ao meu lado.
Nós nos emocionamos ao olhar o planeta de fora, pois o conhecíamos de perto, sabíamos como era lá embaixo.
“Não se preocupe, não pense mais sobre isso, pois não faz mais parte de sua realidade”, continuava alguém, que transmitia grande tranquilidade.
Eu me lembrei de ter reclamado várias vezes das pessoas e da dificuldade do convívio social, e percebi que, quando a mente está livre, qualquer hostilidade é eliminada, pelo mesmo motivo que um adulto sabe que não faz sentido discutir com uma criança.
Então, ali no espaço, livre do peso do corpo, eu fui invadido por um sentimento de compaixão. Fui invadido por uma vontade absurdamente incontrolável de descer novamente.
Eu queria descer de novo e fazer melhor.
Mesmo sabendo que iria esquecer tudo, mais uma vez...

São Paulo, 22 de julho de 2005.

- Nota de Wagner Borges:
Jon é o pseudônimo do nosso colega Jonas, participante do grupo de estudos e assistência espiritual do IPPB.

- Nota do texto:
* Samsara - do sânscrito - no contexto budista e hinduísta, é a roda compulsória da reencarnação.

Texto <1005><09/04/2010>