840 - AMOR – O CRAQUE DOS CORAÇÕES

(Jogando um Bolão com a Luz)
 
- Por Wagner Borges -
 
Aquilo de que são feitos os sentimentos é invisível, mas é o que impulsiona as realizações e os relacionamentos no mundo visível.
E quem poderá explicar isso usando apenas os sentidos limitados do corpo?
Não, isso não é possível!
É preciso ir mais além, com outros sentidos... Para escutar, com compreensão, o que o coração diz, sutilmente.
Essa atitude de escuta espiritual é fundamental para driblar as defesas do intelecto e fazer golaços.
Só o amor vence a retranca da mente!
Ele é o craque que joga um bolão nos campos do coração.
E seus “passes” são lindos.
Nem precisa de refletores... pois ele brilha por si mesmo.
Ele é a luz! 
 
(Esses escritos são dedicados às mulheres de caráter, que não se fiam na aparência física, mas na qualidade de suas consciências e nos valores que norteiam suas vidas e seus atos).
 
P.S.: Escrevi essas linhas dentro de um avião, no trajeto entre São Paulo e Curitiba, logo após ver um mentor espiritual da Companhia do Amor* dando passes energéticos no ambiente interno da nave.
Com aquele jeitão simples e amistoso, típico dos escritores espirituais desse grupo extrafísico, ele piscou o olho de forma matreira, sorriu e me disse, mentalmente:
 
“Rapaz, escreve algo legal sobre o amor. Algo curtinho, mas direto na veia. E, depois, ofereça os escritos para as mulheres com conteúdo interno verdadeiro; aquelas que não se baseiam somente na ilusão dos atributos físicos e na juventude, mas, sim, na qualidade de seu caráter e no nível de seus pensamentos e sentimentos. E diga que foi o Papai do Céu que autorizou o lance.
Mais do que todos, Ele é que sabe das coisas que motivam os corações e o amor que move cada ser.”
 
Então, escrevi essas linhas despretensiosas, por inspiração daquele amigo espiritual.
Tomara que as leitoras gostem (e o Papai do Céu também). 
 
Paz e Luz.
 
Curitiba, 10 de março de 2008.
 
- Nota:
* A Companhia do Amor é um grupo de cronistas, poetas e escritores brasileiros desencarnados que me passam textos e mensagens espirituais há vários anos. Em sua grande maioria, são poetas e muito bem humorados. Segundo eles, os seus escritos são para mostrar que os espíritos não são nuvenzinhas ou luzinhas piscando em um plano espiritual inefável. Eles querem mostrar que continuam sendo pessoas comuns, apenas vivendo em outros planos, sem carregar o corpo denso. Querem que as pessoas encarnadas saibam que não existe apenas vida após a morte, mas, também, muita alegria e amor.
Os seus textos são simples e diretos, buscando o coração do leitor.
Para mais detalhes sobre o trabalho dessa turma maravilhosa, ver os livros "Companhia do Amor - A Turma dos Poetas em Flor – Volumes 1 e 2" - Edição independente - Wagner Borges, e sua coluna no site do IPPB (que é uma das seções mais visitadas no site): www.ippb.org.br  

Texto <840><24/03/2008>

839 - O INICIADO – ESTRELA E CORAÇÃO DOURADO

Irmão, recorde-se: quando a aura* humana se abre para receber o influxo da aura do Cristo**, ela brilha como ouro reluzindo sob os raios do sol.
Então, a maravilha do espírito acontece e sua luz se propaga silenciosamente para todos os seres sencientes.
O coração do iniciado se torna dourado quando ele se lembra do amor universal, que é a sua inspiração constante.
O iniciado nas lides espirituais, consciente e responsável dos valores que esposa, é semelhante a uma estrela.
O seu brilho tem origem no céu.
 
- Os Iniciados*** –
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – Rio de Janeiro, 08 de setembro de 2007).
 
 
- Notas:
* Aura - do latim: “sopro de ar” – halo energético colorido que reflete os pensamentos, sentimentos e ações do Ser; psicosfera; campo energético.
** Cristo - Obviamente que não está se falando aqui do Jesus histórico mitificado pelas diversas doutrinas cristãs, mas da "Força Crística", poderosa onda de amor que abraça os homens incondicionalmente.
Também é bom ressaltar que alguém pode muito bem amar a Jesus, e não ser cristão; amar o Buda, e não ser budista; amar a Krishna, e não ser hinduísta.
Para amar não é preciso doutrina ou livros pesados e carregados de dogmas absurdos, basta ter coração. Basta ser o que se é: um espírito imortal cheio de coisas para aprender na eternidade.
O AMOR QUE GERA A VIDA está em todos os corações. Independe de cultura, raça, sexo ou doutrina.
Qual é a doutrina criada pelos homens da Terra que poderá se proclamar a única detentora do Amor que anima os sóis e os corações na imensidão interdimensional?
Para amar, basta o amor. E isso não se aprende em nenhuma doutrina da Terra.
Contudo, o coração sabe, sem que ninguém lhe ensine, que o Amor abraça as multidões de desvalidos dos caminhos da Terra e do Além...
Muitas vezes, os iniciados se referiam a esse Amor incondicional chamando-o de Cristo ou de Força Crística.
Na verdade, para o coração que pulsa na sintonia do Eterno, tanto faz o nome que se dê ao Amor. O importante é amar. O resto são palavras e doutrinas limitadas pelos sentidos humanos, que não refletem em nada a magnitude da vida, pois a medida da percepção dos homens da Terra não é a medida dos multiversos que vivem na mente cósmica do Pai-Mãe de todos.
E Jesus ensinou isso, dizendo que "Na casa do Pai há muitas moradas!"
*** Os Iniciados - grupo extrafísico de espíritos orientais que opera nos planos invisíveis do Ocidente, passando as informações espirituais oriundas da sabedoria antiga, adaptadas aos tempos modernos e direcionadas aos estudantes espirituais do presente.
Composto por amparadores hindus, chineses, egípcios, tibetanos, japoneses e alguns gregos, que têm o compromisso de ventilar os antigos valores espirituais do Oriente nos modernos caminhos do Ocidente, fazendo disso uma síntese universalista. Estão ligados aos espíritos da Fraternidade da Cruz e do Triângulo. Segundo eles, são “iniciados” em fazer o bem, sem olhar a quem.

Texto <839><21/03/2008>

839 - VIAJANDO ESPIRITUALMENTE NO PÓ DE ESTRELAS

(Na Aurora da Consciência Cósmica Com o Doce Rabi)
 
Rabi*, eu escutei o Seu canto de amor.
O raio de luz que se projetou do topo de Sua cabeça entrou pelo topo da minha, com o esplendor de mil sóis.
E eu compreendi...
De coração, eu gostaria de fazer uma canção, mas não tenho palavras.
Não tenho como descrever a essência celeste que desceu em meus olhos, assim como a criança não sabe explicar o pó de estrelas que desce em seus sonhos.
No entanto, como hoje não tenho a canção para Você, peço-Lhe que aceite o meu olhar, que, quando reflete o Seu olhar, ganha o brilho da aurora.
Amigo dos homens, é Você que joga o pó de estrelas nas pestanas das crianças adormecidas?
Sabe, quando eu era bem pequeno, sentia uma presença espiritual, serena e protetora, ao lado do meu berço.
Eu ria, vendo alguém que ninguém via, e meus pais não entendiam nada.
Eu não tinha como explicar o que sentia, como agora.
Só quero ficar quietinho, com o Seu olhar no meu, por entre os planos, na doce luz do seu amor.
Sim, hoje a canção não veio!
Não estou mais no berço, mas me sinto como aquela criança pequena de outrora.
Rabi, o amor capturou minhas palavras.
E a luz de mil sóis desceu do topo de minha cabeça** e inundou meus olhos com o brilho da aurora.
Então, lembrei-me do poeta, que também era inundado pela cheia do amor, e que dizia que o Seu pó de estrelas transformava a aridez do deserto interno dele em jardim luminoso.
Por muitas vezes, o amor também capturava suas palavras, e ele não conseguia escrever. E, como tantos outros poetas místicos de todas as épocas, ele chorava quietinho o choro do eterno na carne.
Agora eu sei o que a criança e o poeta sempre souberam: quando o coração fala ao coração, não há muito que dizer.
Rabi, hoje a canção não veio, mas eu sei que Você compreende.
Nunca pensei que o amor pudesse capturar minhas palavras. Mas, aconteceu!
Então, só me resta deslizar espiritualmente pela esteira luminosa do Seu pó de estrelas, como a criança e o poeta, para dentro do Seu coração. Para sonhar com Você.
E, depois, quando voltar ao corpo e despertar no plano físico, talvez a canção esteja em meu coração. Sim, talvez amanhã haja uma canção.
Mas, por agora, só tenho a luz silenciosa do Seu olhar refletida no brilho dos meus olhos. E, no topo da minha cabeça, a festa das luzes, no esplendor de mil sóis, na aurora da consciência cósmica***.
Amigo, na falta da canção, peço-lhe que aceite essa luz do espírito.
E que ela se propague secretamente para as muitas humanidades espalhadas pela imensidão sideral.
Que essa luz seja digna da pureza da criança e da sensibilidade amorosa do poeta, como o Seu pó de estrelas brilhando na noite e chamando os homens para o infinito de Deus.
Jesus, valeu!
 
P.S.: Agora eu sei o que a criança e o poeta sabem:
Só a luz compreende a luz.
Amor é amor.
Não se explica, só se sente...
 
(Esses escritos são dedicados ao inspirado poeta Khalil Gibran****, aos meus amigos Maísa Intelisano e Carlos Henrique Souto, e às minhas crianças, Helena e Maria Luz, filhas-estrelinhas).
 
Paz e Luz.
 
- Wagner Borges – sujeito com qualidades e defeitos, 46 anos de “encadernação”, espiritualista, que não é cristão nem segue nenhuma doutrina criada pelos homens da Terra, sejam elas orientais ou ocidentais, mas que sente o pó de estrelas descendo em seus olhos e, por isso, sempre agradece ao Grande Arquiteto Do Universo, por tudo.  
 
São Paulo, 15 de fevereiro de 2008.
 
 
- Notas:
* Rabi – mestre.
** Topo da cabeça – área onde fica situado energeticamente o chacra coronário (chacra da coroa).
*** Consciência cósmica – condição ou percepção interior pela qual a consciência sente a presença viva do Universo e se torna una com ele, numa unidade indivisível; satori (Zen-Budismo); samadhi (Ioga).
**** Khalil Gibran (1883-1931) – ensaísta filosófico, romancista, poeta e pintor americano de origem libanesa, Gibran – cujo nome completo em árabe era Jubran Khalil Jubran - produziu uma obra literária marcada pelo misticismo oriental, que alcançou popularidade em todo o mundo. Suas obras mais conhecidas são: “O Profeta” e “Jesus – O Filho do Homem”.
Obs.: Para enriquecimento desses escritos, sugiro aos leitores que leiam esses três textos, postados pelo site do IPPB: “Pensamentos e Sentimentos Que Viajam na Noite”, “ Na Atmosfera Diáfana” e “Viajando na Luz Líquida II” -, nos seguintes endereços específicos:
https://ippb.org.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=2575
https://ippb.org.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=5001.  
https://ippb.org.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=4460.  

Texto <839><21/03/2008>

838 - SERENIDADE SEMPRE

- Por Joanna de Ângelis -
 
Todo homem sábio é sereno.
A serenidade é conquista que se consegue com esforço pessoal e passo a passo.
Pequenos desafios que são superados; irritação que se faz controlada; desafios emocionais corrigidos; vontade bem direcionada; ambição freada, são experiências para a aquisição da serenidade.
Um Espírito sereno já se encontrou consigo próprio, sabendo exatamente o que deseja da vida.
A serenidade harmoniza, exteriorizando-se de forma agradável para os circunstantes. Inspira confiança, acalma e propõe afeição.
O homem sereno já venceu grande parte da luta.
Que nenhuma agressão exterior te perturbe, levando-te à irritação, ao desequilíbrio.
Mantém-te sereno em todas as realizações.
A tua paz é moeda arduamente conquistada, que não deves atirar fora por motivos irrelevantes.
Os tesouros reais, de alto valor, são aqueles de ordem íntima, que ninguém toma, jamais se perdem e sempre seguem com a pessoa.
Tua serenidade, tua gema preciosa.
Diante de quem te enganou, traindo a tua confiança, o teu ideal, ou envolvendo-te em malquerença, mantém-te sereno.
O enganador é quem deve estar inquieto, e não a sua vítima.
Nunca te permitas demonstrar que foste atingido pelo petardo da maldade alheia. No teu círculo familiar ou social sempre defrontarás com pessoas perturbadoras, confusas e agressivas.
Não te desgastes com elas, competindo nas faixas de desequilíbrio em que se fixam.Constituem teste à tua paciência e serenidade. Assim exercita-te com essas situações para, mais seguro, enfrentares os grandes testemunhos e provações do processo evolutivo, sempre, porém, com serenidade.
 
(Texto recebido espiritualmente pelo médium Divaldo Pereira Franco – Extraído do livro “Dimensões da Verdade” - Editora LEAL). 
 
- Nota de Wagner Borges: Joanna de Ângelis é uma mentora espiritual que passa textos conscienciais pela mediunidade sadia de Divaldo Pereira Franco, o excelente médium baiano. Os seus textos se revestem de forte cunho psicológico, levando o leitor a mergulhos conscienciais profundos e a reflexões salutares. Vale a pena mergulhar em seus escritos, pois são de alto nível e revelam muito do que rola dentro dos seres humanos e no universo de seus pensamentos, sentimentos e energias. Para ler outros excelentes textos dessa sábia amparadora extrafísica, basta entrar na seção de busca por palavras do site e clicar o seu nome. Daí surgirão diversos textos dela postados em várias ocasiões pelo nosso site.

Texto <838><17/03/2008>

838 - NA LUZ DO GRANDE CORAÇÃO DO BUDA

- Por Wagner Borges -
 
Ali, pairando acima da grande cidade, eu vejo a luz do Buda*.
Parece uma grande esfera luminosa, mas é a emanação do amor d’Ele.
Em silêncio, por entre os planos, Ele abençoa os homens que vivem na metrópole de aço e concreto.
Embaixo, no asfalto, a correria dos carros e a agitação das pessoas.
Presas da poluição ambiental e mental de seus interesses imediatos, elas não percebem o grande amor acima de suas cabeças.
Percebo aquela luz, com os sentidos do espírito, e penso na violência e na miséria urbana. Penso na dor dos homens e no vazio consciencial, que é a grande doença psíquica da humanidade.
Ao mesmo tempo, sinto a compreensão descendo daquela luz e interpenetrando a todos.
Os homens não vêem essa maravilha, mas estão dentro do raio de ação do coração d’Ele.
E Ele os compreende. Conhece cada um deles, melhor do que eles mesmos.
Embaixo, a grande metrópole que abriga e dá trabalho para tanta gente, de todos os lugares, com suas dores e seu progresso - o aço, o concreto, a agitação, a poluição, a violência urbana; e as luzes, o desenvolvimento e as oportunidades de trabalho.
E acima, o grande coração do Buda iluminando silenciosamente a todos.
Olho para a luz d’Ele e, em seguida, olho para os meus irmãos de jornada urbana, rente ao asfalto, na luta pela vida.
Então, sinto a paz d’Ele em meu coração e faço uma prece silenciosa na intenção das pessoas dessa grande cidade.
E sigo em frente, aqui embaixo, sabendo que sua luz está logo ali, bem em cima de todos nós e, ao mesmo tempo, dentro de cada coração.
Obrigado, Buda de todos os corações, por tudo.
 
P.S.: Esses escritos foram feitos minutos antes do início de um curso de aura e chacras, no salão do IPPB. Enquanto os alunos chegavam, eu escrevia essa visão da luz do Buda sobre a cidade de São Paulo, que eu tinha visto momentos antes, de dentro de um táxi, durante o trajeto pela Avenida Ricardo Jafet –  uma das principais avenidas de São Paulo -, de meu apartamento, no bairro da Saúde, até o IPPB, no bairro do Ipiranga.
Agora, olhando esses escritos, onde tento compartilhar a graça de ver algo tão luminoso, percebo o quanto as palavras são limitadas para descrever as coisas do espírito. Mesmo assim, insisto.
É melhor tentar, mesmo que de forma pálida e imperfeita, do que sonegar a luz que vi. E não falar desse amor que abençoa secretamente os homens é o mesmo que “tentar tapar a luz do sol com uma peneira”.
Evidenciar a ação dessa luz silenciosa, mesmo que imperfeitamente, faz com que outros corações se abram para receber melhor suas bênçãos.
E eu fico muito grato por perceber essa luz e poder compartilhá-la com meus irmãos de jornada urbana. Para que eles também saibam que há um Buda abençoando e iluminando sutilmente a cidade onde eles moram e trabalham.
A mesma grande metrópole de aço e concreto, onde o Grande Arquiteto Do Universo me colocou para trabalhar e viver.
Essa magnífica cidade, na luz do grande coração do Buda**.
 
Paz e Luz.
 
São Paulo, 08 de março de 2008.
 
- Nota:
* Buda – O Iluminado; aquele que despertou! Palavra derivada de “Buddhi”, que significa “Iluminação Pura” ou “Inteligência Pura”. Ou seja, quem alcança o estado de Buddhi, torna-se um Buda, um ser iluminado e desperto.
** Esclareço aos leitores que não sou budista nem sigo nenhuma das doutrinas criadas pelos homens da Terra, sejam elas orientais ou ocidentais. De mente e coração aberto, observo e aprendo de tudo, de forma universalista, sempre procurando filtrar e somar as melhores informações de cada área. E, naturalmente, descartando tudo aquilo que não esteja de acordo com o bom senso e a razão e me afaste do amor e da alegria de viver.
Ao longo de vários anos trabalhando com os temas espirituais, principalmente na esfera de estudos das experiências fora do corpo, tenho observado muitas consciências extrafísicas evoluídas e aprendido muito. E uma das coisas que mais admiro é o universalismo e a cosmoética delas.
Seres de luz não estão agrilhoados a essa ou àquela doutrina, nem a qualquer esquema ilusório de devoção cega ou dependência psíquica criado pelos homens. O que os move é o amor incondicional aliado ao esclarecimento consciencial profundo.
Hoje escrevi sobre a assistência espiritual do Buda aos homens. Outra hora, escreverei sobre Jesus ou Krishna – ou sobre outros luminares espirituais dos diversos povos da Terra -, como já fiz tantas vezes ao longo dos anos, sempre de forma universalista.
Aliás, quem poderá rotular a luz? Ela não é budista, cristã, hinduísta, espiritualista, ocultista, ou coisa alguma. A luz é a luz. E o amor do Todo está em tudo!
É por essa luz que trabalho e escrevo. E é só a ela que o meu coração responde feliz, pela liberdade de seguir sempre livre... Por essas trilhas maravilhosas da espiritualidade consciente.
Discernimento em tudo. Amor na jornada. E alegria de viver.
E que tudo de bom aconteça para a evolução dos homens de todos os lugares, raças e credos.
O Todo está em tudo!

Texto <838><17/03/2008>