827 - CANTANDO COM O ETERNO NO OLHAR DE UM RISHI

(A Canção do Profundo na Senda dos Iniciados)

- Por Wagner Borges -

Ele chega bem de mansinho, no meio da noite da segunda-feira de Carnaval, enquanto estou em casa de molho, abatido por uma forte gripe. Mesmo com uma forte congestão nasal e o corpo dolorido, eu o vejo espiritualmente.
Ele está dentro de uma aura dourada e rosa e me saúda à moda iogue.
Seus olhos parecem dois faróis acesos pela graça do divino. A luz do discernimento e do amor brilha neles.
Sua presença é portentosa e, ao mesmo, doce. Ele é a serenidade celeste feito homem. Ou o homem que se fez céu pela ascensão espiritual.
Ele me olha com amizade e eu me sinto tímido diante dele. Ele é um gigante do espírito e eu sou um anão que tropeça. Mas Ele me trata como igual, pois vê o divino em todos. Ele sabe que o Todo está em tudo!
Ele é antigo na senda espiritual. Em seu olhar vejo milênios de aprimoramento e sinto a experiência que vem das estrelas. Ele conhece canções profundas, que falam da glória do Eterno e do porvir dos homens ao longo dos eons...
Ele foi hierofante* de muitos iniciados nas terras quentes do antigo Egito e ascendeu espiritualmente pela força de sua consciência desperta.
Depois, foi um dos sábios espirituais (rishis) que inspirou vários dos ensinamentos contidos nos Upanishads**. Ali, nas plagas da velha Índia, Ele cantou a glória de Brahman*** para os iogues e amantes do Senhor de todas as vidas.
Sim, milênios de ensinamentos sublimes da senda espiritual brilham em seu olhar pacífico. Ele não precisa me dizer nada, pois eu sinto seu coração no meu e, aí, o poderoso fluxo do rio de sua consciência causa a cheia do espírito no pequeno lago do meu ego. Então, a luz explode dentro de mim!
A cheia de amor dEle faz a luz transbordar de dentro do meu corpo, por todos os poros... E a noite nublada torna-se estrelada.
O peso silencioso da noite é preenchido por muitas vozes sutis, dentro do coração, e elas falam de amor, união, paz, paciência, consciência, serenidade, e honra na jornada humana e espiritual.
Sim, nenhuma palavra é dita no plano físico, mas eu escuto as vozes dos iniciados de todas as eras e linhas espirituais ecoando nas dobras do meu coração.
Eu reconheço suas vibrações. Eles também estão na cheia de amor e transbordantes de luz. Estão em vários planos de manifestação, na Terra e além...
No entanto, estamos unidos na senda do Eterno, pelos laços sagrados dos sentimentos que viajam pela graça do Todo e unem os corações.
Ao meu lado, Ele apenas me observa tranqüilamente, como o pai olha o filho crescendo nas lides da vida e sabe que há muito a viver e aprender...
Sim, Ele conhece muitas canções profundas, que aprendeu com as estrelas.
Mas Ele não vibra ondas sonoras pelo ar, só canta de coração a coração, na sintonia do espírito. Suas canções só se propagam pela luz sutil...
E, agora, também canto, em silêncio, o amor que palavra alguma poderá definir.
Eu sei que outros irmãos de senda escutam o som sutil que brota de dentro do coração, em espírito e verdade.
Nas asas do espírito, eu me junto aos iniciados de todas as eras e linhas e faço uma prece ao Grande Arquiteto Do Universo, pelo bem de todos os seres.
Eu sei que os pensamentos e os sentimentos viajam pelo espaço...
Eu sei que há canções profundas...
Eu sei que muitos outros corações as escutam...
Eu sei que outros também sabem e compreendem...
E sei que há coisas que não têm preço, como o olhar sereno dEle.
Esse olhar dos milênios de senda espiritual, cheios da luz do Eterno...
Esse olhar, como de um padrinho sutil, que faz o meu coração transbordar de amor e a luz fluir de cada poro, até mesmo dos corpos sutis.
Esse olhar que me lembra dos ensinamentos estelares, de ontem e de hoje.
E que sempre guiarão os iniciados nas jornadas, pelo eons e eons de tempo, até que tudo seja feito, para o que as estrelas e as canções foram criadas, até que o coração se revele a Deus e o espírito se conheça. Até que sua canção seja profunda e linda, como deve ser.

P.S.: No meio da noite de Carnaval, eu fui visitado pelo silêncio celeste.
E, mesmo alquebrado fisicamente por causa de uma gripe, fiquei feliz.
Porque escutei a canção profunda dos iniciados espirituais.
E elas falam de amor, união, paz, paciência, consciência, serenidade, e honra na jornada humana e espiritual.
Aqui e agora, agradeço a Ele, o amigo espiritual de olhos brilhantes e serenos, que, com sua luz dourada e rosa, encheu-me de amor.
Como sempre, Ele não quer que eu revele o seu nome. E eu respeito isso.
Segundo Ele, no mundo dos homens, o nome e a forma têm sua importância relativa, mas, no extrafísico, isso não tem importância alguma. O que vale é a qualidade do que a consciência pensa, sente e realiza em seus atos. O que vale é a luz que cada um apresenta e o que Deus lê na verdade de seu coração.
Ele, que um dia inspirou vários tratados herméticos e os ensinamentos contidos nos Upanishads, inspirou minha noite, mais uma vez.
E agora, eu só quero ficar em silêncio, para me unir à canção profunda dos iniciados de todas as eras e linhas espirituais, nos mesmos ideais de Liberdade, Igualdade e Fraternidade.****

Paz e Luz.

São Paulo, 04 de fevereiro de 2008.

- Notas:
* Hierofante - dentro das tradições herméticas de outrora, era o mestre que testava os neófitos - calouros - nos processos iniciáticos.
** Upanishads - a parte final dos Vedas, síntese da sabedoria espiritual dos sábios (rishis) da velha Índia.
*** Brahman - do sânscrito - O Supremo, O Grande Arquiteto Do Universo, Deus, O Amor Maior Que Gera a Vida. Na verdade, O Supremo não é homem ou mulher, mas pura consciência além de toda forma. Por isso, tanto faz chamá-Lo de Pai Celestial ou de Mãe Divina. Ele é Pai-Mãe de todos.
**** Para facilitar a compreensão dos leitores, reproduzo na seqüência dois textos (ambos postados no site do IPPB há anos) que apresentam fortes correspondências com esses escritos de hoje.

 

UMA MONTANHA DE SABEDORIA NUM GRÃO DE MOSTARDA

- por Wagner Borges -

Quem poderá mensurar a profundidade da sabedoria contida no olhar de um Rishi?
Miríades de estrelas dançam no brilho de seus olhos, que mais parecem dois sóis.
Quem pega carona nesse brilho mergulha na consciência cósmica.
Em seu silêncio, um oceano de compaixão!
Alguém assim vê uma montanha de sabedoria num simples grão de mostarda.
Vê o Todo em cada ser!
Vê o Multiverso em uma simples partícula de luz.
Vê o eterno no transitório.
Alguém assim vê o sopro vital do eterno animando os corações e impulsionando a vida.
Por isso, apenas olha, em silêncio.
E, quem viaja em seu olhar, também vê o eterno em tudo.
E compreende que um universo de bem-aventurança pode habitar a casa secreta do coração.
Compreende que é um grão de mostarda despertando a sabedoria da montanha em si mesmo.
Agradece ao Todo, por tudo!

P.S.: Não dá para mensurar a profundidade do olhar de um Rishi, mas dá para ver um Himalaia de sabedoria em seu brilho.
Essa sabedoria que um dia inspirou a realização dos Upanishads.
A mesma sabedoria, que, até hoje, encanta meu coração.

OM!*

- Nota:

Escrevi essas linhas logo após ter estudado alguns capítulos dos Upanishads, a parte final dos Vedas, síntese da sabedoria espiritual da velha Índia.
Agradeço aos Rishis** pela inspiração contida nessa obra maravilhosa, que sempre enche o meu coração de admiração e contentamento, e me faz pensar em Brahman, A LUZ das luzes; O SOL dos sóis; O AMOR do amor; O Pai-Mãe de todos.

São Paulo, 25 de novembro de 2006.

- Notas do sânscrito:
* OM - a vibração interdimensional do Todo que está em tudo! O verbo divino; no contexto hinduísta clássico, é o maior dos mantras.
** Rishis - sábios espirituais; mestres da velha Índia; mentores dos Upanishads.

 

UNIÃO

Quando escuto a voz do meu coração,
emana de mim um sentimento intenso,
fruto maravilhoso da compaixão.

Por trás de mim há milhares de vozes,
todas falando de amor, espiritualidade e união.

América, Europa, África, Ásia e Oceania,
Ocidente e Oriente de mãos dadas.

Há hindus reencarnando no Brasil,
chineses nascendo na América,
europeus vivendo na África,
africanos nascendo no Japão,
americanos nascendo no Egito,
extraterrestres reencarnando na Terra
e Deus vivendo em nós todos.

Cristo, Buda, Krishna, Maomé, Fo-Hi, Lao-Tsé,
Hermes Trismegisto, Bábaji, Lahiri Mahasaya,
Paramahansa Yogananda, Ramana Maharishi,
Francisco de Assis, Ghandi, eu e você, caro leitor,
cantando juntos a mesma canção de estar em paz.

Buscando, na mesma proporção, a sabedoria de unir
o peito e a cabeça (coração e consciência)
por uma manifestação melhor na existência.

Na natureza, há estágios variados de aperfeiçoamento
e estamos inseridos em um deles aqui na Terra,
em algum continente, buscando a experiência.

Mas, na verdade, não existe Ocidente ou Oriente,
só há uma grande bola azulada, chamada Terra,
viajando pelo espaço rumo à Evolução
e precisando de algo chamado UNIÃO.

- Rama* -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges - Texto extraído do livro "Viagem Espiritual I"; Editora Universalista - 1993).

- Nota:
* Rama - sábio mentor espiritual que durante anos me passou diversas mensagens espiritualistas profundas. Seus textos estão contidos no primeiro volume da série de livros "Viagem Espiritual".


Texto <827><07/02/2008>

 

827 - CANTANDO COM O ETERNO NO OLHAR DE UM RISHI

(A Canção do Profundo na Senda dos Iniciados)

- Por Wagner Borges -

Ele chega bem de mansinho, no meio da noite da segunda-feira de Carnaval, enquanto estou em casa de molho, abatido por uma forte gripe. Mesmo com uma forte congestão nasal e o corpo dolorido, eu o vejo espiritualmente.
Ele está dentro de uma aura dourada e rosa e me saúda à moda iogue.
Seus olhos parecem dois faróis acesos pela graça do divino. A luz do discernimento e do amor brilha neles.
Sua presença é portentosa e, ao mesmo, doce. Ele é a serenidade celeste feito homem. Ou o homem que se fez céu pela ascensão espiritual.
Ele me olha com amizade e eu me sinto tímido diante dele. Ele é um gigante do espírito e eu sou um anão que tropeça. Mas Ele me trata como igual, pois vê o divino em todos. Ele sabe que o Todo está em tudo!
Ele é antigo na senda espiritual. Em seu olhar vejo milênios de aprimoramento e sinto a experiência que vem das estrelas. Ele conhece canções profundas, que falam da glória do Eterno e do porvir dos homens ao longo dos eons...
Ele foi hierofante* de muitos iniciados nas terras quentes do antigo Egito e ascendeu espiritualmente pela força de sua consciência desperta.
Depois, foi um dos sábios espirituais (rishis) que inspirou vários dos ensinamentos contidos nos Upanishads**. Ali, nas plagas da velha Índia, Ele cantou a glória de Brahman*** para os iogues e amantes do Senhor de todas as vidas.
Sim, milênios de ensinamentos sublimes da senda espiritual brilham em seu olhar pacífico. Ele não precisa me dizer nada, pois eu sinto seu coração no meu e, aí, o poderoso fluxo do rio de sua consciência causa a cheia do espírito no pequeno lago do meu ego. Então, a luz explode dentro de mim!
A cheia de amor dEle faz a luz transbordar de dentro do meu corpo, por todos os poros... E a noite nublada torna-se estrelada.
O peso silencioso da noite é preenchido por muitas vozes sutis, dentro do coração, e elas falam de amor, união, paz, paciência, consciência, serenidade, e honra na jornada humana e espiritual.
Sim, nenhuma palavra é dita no plano físico, mas eu escuto as vozes dos iniciados de todas as eras e linhas espirituais ecoando nas dobras do meu coração.
Eu reconheço suas vibrações. Eles também estão na cheia de amor e transbordantes de luz. Estão em vários planos de manifestação, na Terra e além...
No entanto, estamos unidos na senda do Eterno, pelos laços sagrados dos sentimentos que viajam pela graça do Todo e unem os corações.
Ao meu lado, Ele apenas me observa tranqüilamente, como o pai olha o filho crescendo nas lides da vida e sabe que há muito a viver e aprender...
Sim, Ele conhece muitas canções profundas, que aprendeu com as estrelas.
Mas Ele não vibra ondas sonoras pelo ar, só canta de coração a coração, na sintonia do espírito. Suas canções só se propagam pela luz sutil...
E, agora, também canto, em silêncio, o amor que palavra alguma poderá definir.
Eu sei que outros irmãos de senda escutam o som sutil que brota de dentro do coração, em espírito e verdade.
Nas asas do espírito, eu me junto aos iniciados de todas as eras e linhas e faço uma prece ao Grande Arquiteto Do Universo, pelo bem de todos os seres.
Eu sei que os pensamentos e os sentimentos viajam pelo espaço...
Eu sei que há canções profundas...
Eu sei que muitos outros corações as escutam...
Eu sei que outros também sabem e compreendem...
E sei que há coisas que não têm preço, como o olhar sereno dEle.
Esse olhar dos milênios de senda espiritual, cheios da luz do Eterno...
Esse olhar, como de um padrinho sutil, que faz o meu coração transbordar de amor e a luz fluir de cada poro, até mesmo dos corpos sutis.
Esse olhar que me lembra dos ensinamentos estelares, de ontem e de hoje.
E que sempre guiarão os iniciados nas jornadas, pelo eons e eons de tempo, até que tudo seja feito, para o que as estrelas e as canções foram criadas, até que o coração se revele a Deus e o espírito se conheça. Até que sua canção seja profunda e linda, como deve ser.

P.S.: No meio da noite de Carnaval, eu fui visitado pelo silêncio celeste.
E, mesmo alquebrado fisicamente por causa de uma gripe, fiquei feliz.
Porque escutei a canção profunda dos iniciados espirituais.
E elas falam de amor, união, paz, paciência, consciência, serenidade, e honra na jornada humana e espiritual.
Aqui e agora, agradeço a Ele, o amigo espiritual de olhos brilhantes e serenos, que, com sua luz dourada e rosa, encheu-me de amor.
Como sempre, Ele não quer que eu revele o seu nome. E eu respeito isso.
Segundo Ele, no mundo dos homens, o nome e a forma têm sua importância relativa, mas, no extrafísico, isso não tem importância alguma. O que vale é a qualidade do que a consciência pensa, sente e realiza em seus atos. O que vale é a luz que cada um apresenta e o que Deus lê na verdade de seu coração.
Ele, que um dia inspirou vários tratados herméticos e os ensinamentos contidos nos Upanishads, inspirou minha noite, mais uma vez.
E agora, eu só quero ficar em silêncio, para me unir à canção profunda dos iniciados de todas as eras e linhas espirituais, nos mesmos ideais de Liberdade, Igualdade e Fraternidade.****

Paz e Luz.

São Paulo, 04 de fevereiro de 2008.

- Notas:
* Hierofante - dentro das tradições herméticas de outrora, era o mestre que testava os neófitos - calouros - nos processos iniciáticos.
** Upanishads - a parte final dos Vedas, síntese da sabedoria espiritual dos sábios (rishis) da velha Índia.
*** Brahman - do sânscrito - O Supremo, O Grande Arquiteto Do Universo, Deus, O Amor Maior Que Gera a Vida. Na verdade, O Supremo não é homem ou mulher, mas pura consciência além de toda forma. Por isso, tanto faz chamá-Lo de Pai Celestial ou de Mãe Divina. Ele é Pai-Mãe de todos.
 **** Para facilitar a compreensão dos leitores, reproduzo na seqüência dois textos (ambos postados no site do IPPB há anos) que apresentam fortes correspondências com esses escritos de hoje.

 

UMA MONTANHA DE SABEDORIA NUM GRÃO DE MOSTARDA

- por Wagner Borges -

Quem poderá mensurar a profundidade da sabedoria contida no olhar de um Rishi?
Miríades de estrelas dançam no brilho de seus olhos, que mais parecem dois sóis.
Quem pega carona nesse brilho mergulha na consciência cósmica.
Em seu silêncio, um oceano de compaixão!
Alguém assim vê uma montanha de sabedoria num simples grão de mostarda.
Vê o Todo em cada ser!
Vê o Multiverso em uma simples partícula de luz.
Vê o eterno no transitório.
Alguém assim vê o sopro vital do eterno animando os corações e impulsionando a vida.
Por isso, apenas olha, em silêncio.
E, quem viaja em seu olhar, também vê o eterno em tudo.
E compreende que um universo de bem-aventurança pode habitar a casa secreta do coração.
Compreende que é um grão de mostarda despertando a sabedoria da montanha em si mesmo.
Agradece ao Todo, por tudo!

P.S.: Não dá para mensurar a profundidade do olhar de um Rishi, mas dá para ver um Himalaia de sabedoria em seu brilho.
Essa sabedoria que um dia inspirou a realização dos Upanishads.
A mesma sabedoria, que, até hoje, encanta meu coração.

OM!*

- Nota:

Escrevi essas linhas logo após ter estudado alguns capítulos dos Upanishads, a parte final dos Vedas, síntese da sabedoria espiritual da velha Índia.
Agradeço aos Rishis** pela inspiração contida nessa obra maravilhosa, que sempre enche o meu coração de admiração e contentamento, e me faz pensar em Brahman, A LUZ das luzes; O SOL dos sóis; O AMOR do amor; O Pai-Mãe de todos.

São Paulo, 25 de novembro de 2006.

- Notas do sânscrito:
* OM - a vibração interdimensional do Todo que está em tudo! O verbo divino; no contexto hinduísta clássico, é o maior dos mantras.
** Rishis - sábios espirituais; mestres da velha Índia; mentores dos Upanishads.

 

UNIÃO

Quando escuto a voz do meu coração,
emana de mim um sentimento intenso,
fruto maravilhoso da compaixão.

Por trás de mim há milhares de vozes,
todas falando de amor, espiritualidade e união.

América, Europa, África, Ásia e Oceania,
Ocidente e Oriente de mãos dadas.

Há hindus reencarnando no Brasil,
chineses nascendo na América,
europeus vivendo na África,
africanos nascendo no Japão,
americanos nascendo no Egito,
extraterrestres reencarnando na Terra
e Deus vivendo em nós todos.

Cristo, Buda, Krishna, Maomé, Fo-Hi, Lao-Tsé,
Hermes Trismegisto, Bábaji, Lahiri Mahasaya,
Paramahansa Yogananda, Ramana Maharishi,
Francisco de Assis, Ghandi, eu e você, caro leitor,
cantando juntos a mesma canção de estar em paz.

Buscando, na mesma proporção, a sabedoria de unir
o peito e a cabeça (coração e consciência)
por uma manifestação melhor na existência.

Na natureza, há estágios variados de aperfeiçoamento
e estamos inseridos em um deles aqui na Terra,
em algum continente, buscando a experiência.

Mas, na verdade, não existe Ocidente ou Oriente,
só há uma grande bola azulada, chamada Terra,
viajando pelo espaço rumo à Evolução
e precisando de algo chamado UNIÃO.

- Rama* -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges - Texto extraído do livro "Viagem Espiritual I"; Editora Universalista - 1993).

- Nota:
* Rama - sábio mentor espiritual que durante anos me passou diversas mensagens espiritualistas profundas. Seus textos estão contidos no primeiro volume da série de livros "Viagem Espiritual".


Texto <827><07/02/2008>

 

826 - MELODIA DE KRISHNA - O DOCE SENHOR II

Krishna, ainda agora estava escutando o maha mantra (1), onde o Seu
nome é cantado junto com o de Rama, evocando a vibração maravilhosa
de Hare (2).
Sabe, eu sei que as pulsações do meu coração - e de todos os seres -
acontecem em ressonância com as pulsações do grande coração do
universo. Mas é quando penso em Você que fico mais consciente disso.
Brota uma alegria espontânea em todo meu ser, da cabeça aos pés,
percorrendo não só o corpo físico, mas também os corpos sutis.
Sinto Você olhando pelos meus olhos, e aí tudo fica mais brilhante.
E vem uma vontade forte de abraçar, silenciosamente, a humanidade
inteira, sem julgar ninguém. Então, irradio energias sutis e oro a
favor de todos.
Sei que Você leva essas vibrações secretamente a quem de direito, na
Terra e nos planos invisíveis...
Sabe, quando vejo uma tragédia, não julgo nada nem ninguém, pois
sempre me lembro do Seu ensinamento, que diz: "Quando Você observar
o cadáver de uma criança, o sofrimento de um idoso, ou a violência e
a guerra campeando entre os homens, pensem em Mim. Entregue o
destino deles em Minhas Mãos. Eu os farei felizes. Nada tema. Ore e
trabalhe e entregue os frutos de seu trabalho a Mim, o Senhor de
todos os Darmas (3)."
Amigo dos homens, com Seus olhos nos meus, tudo fica azul, da cor do
céu, e os meus chacras (4) viram estrelas. E mais: sinto Você
respirando o sopro vital comigo.
Então, solto-me mentalmente nas correntes vitais e passo a respirar
junto com todos os homens, em Seu Nome. Respiro a primeira golfada
de ar junto com os bebês que estão nascendo agora. Ao mesmo tempo,
também dou o último suspiro com aqueles que estão respirando pela
última vez, em vias de partida para o plano espiritual.
Com Você, respiro junto com a Mãe Terra e com os homens que vivem em
todos os lugares. A Luz do Eterno não tem fronteiras e é para todos!
My Sweet Lord (5), as palavras me fogem e eu só quero ficar
quietinho com Você, por entre os planos, entre os pensamentos, entre
as batidas do coração, entre os homens, pensando no melhor para a
evolução de todos, cantando o Seu Nome espiritualmente.
Aqui, quietinho, com Seus olhos nos meus, lendo essas linhas e
chegando por entre as batidas do coração dos leitores, nas correntes
vitais do Eterno, além do espaço e do tempo, na sintonia daquele
amor que não se explica, só se sente...

Hare Rama, Hare Krishna!
Hare, Hare...(6)

(Esses escritos são dedicados a todas as pessoas que, mesmo sob
fortes provações, ainda pensam em climas melhores e são capazes de
apreciar o azul do céu e o brilho do olhar de alguém).

Paz e Luz.

São Paulo, 29 de janeiro de 2008.

- Notas do sânscrito:
1. Maha-Mantra - o grande mantra.
Obs.: Mantra - palavra oriunda de Manas: Mente; e Tra: Controle;
liberação - Literalmente, significa "Controle ou liberação da
mente".
Determinadas palavras evocam uma atmosfera superior que facilita a
concentração da mente e a entrada em estados alterados de
consciência. Os mantras são palavras dotadas de particular vibração
espiritual, sintonizadas com padrões vibracionais elevados. São
análogos às palavras-senhas iniciáticas que ligam os iniciados aos
planos superiores.
Pode-se dizer que os mantras são as palavras de poder evocativas de
energias superiores. Como as palavras são apenas a exteriorização
dos pensamentos revestidos de ondas sonoras, pode-se dizer também
que os mantras são expressões da própria mente sintonizadas em
outros planos de manifestação.
2. Hare - ou Hari - é um dos bijas-mantras de evocação de Vishnu, o
Divino Preservador na Cosmogonia hinduísta e, por extensão, de seus
avatares (emissários divinos), Rama e Krishna.
Obs.: O CD que eu estava ouvindo era o "Homem de Bem - Jóias do
Mantra", do músico brasileiro Tomaz Lima. A faixa 9 desse CD é uma
versão inspirada do Maha-Mantra Hare Rama, Hare Krishna.
Para maiores detalhes sobre esse CD e outros de Tomaz Lima, favor
navegar no site da gravadora dele:
http://www.lotusdosaber.com/TLL/pages/mantra.html.
3. Darma - do sânscrito Dharma - dever, mérito, trabalho, missão,
programação existencial, ação virtuosa, meta elevada, conduta sadia,
atitude correta, motivação para o que for positivo e de acordo com o
bem comum.
4. Chacras - do sânscrito - são os centros de força situados no
corpo energético e que têm como função principal a absorção de
energia - prana, chi - do meio ambiente para o interior do campo
energético e do corpo físico. Além disso, servem de ponte energética
entre o corpo espiritual e o corpo físico.
Os principais chacras são sete - que estão conectados com as sete
glândulas que compõe o sistema endócrino: coronário, frontal,
laríngeo, cardíaco, umbilical, sexual e básico.
5. My Sweet Lord - do inglês - Meu Doce Senhor.
Obs.: A primeira parte desses escritos está postada no site do IPPB,
no seguinte endereço específico: http://www.ippb.org.br/modules.php?
op=modload&name=News&file=article&sid=558.
6. Para maiores esclarecimentos sobre o mantra Hare, envio na
seqüência um texto do mestre espiritual Sanat Khum Maat, extraído do
meu livro "Ensinamentos Extrafísicos e Projetivos".

TÉCNICA DA RIQUEZA INTERIOR

Um coração pulsando na testa, uma estrela no lótus do coração e a
luz dourada circulando a alegria pelos nádis*.
Fazendo isso, quem poderá dizer que é pobre de consciência e
deserdado da luz?
Fazendo assim, freqüentemente e com diligência, a consciência
romperá a barreira da inércia e chegará ao âmago da divindade em si
mesma.

Hare Om!**

- Sanat Khum Maat*** -
(Recebido Espiritualmente por Wagner Borges - Extraído do
livro "Ensinamentos Extrafísicos e Projetivos" - Editora Madras).

- Nota de Wagner Borges: Esse exercício foi passado para uma turma
de alunos na cidade de Salvador durante o curso "Passos
Energéticos".
Trata-se de uma técnica de visualização iogue e o seu resultado
final é o equilíbrio psicofísico.
Pode-se vibrar mentalmente no chacra frontal o mantra Hare Om
durante o exercício.
A imagem de um coração pulsando na testa cria uma profunda relação
energética entre os chacras cardíaco e frontal.
A visualização de uma estrela dourada de seis pontas é excelente
para equilibrar o chacra cardíaco e melhorar a circulação das
energias pelo sistema. Inclusive, a estrela é o símbolo do chacra
cardíaco e do elemento ar no yantra clássico hinduísta.
A luz dourada passando pelos nádis significa que há uma purificação
energética que induz a um estado vibracional.
Essa prática, quando levada a cabo perto da hora de deitar, pode
favorecer uma projeção da consciência (experiência fora do corpo) e
uma ativação energética dos chacras.
Fica desnecessário dizer que a pessoa precisa permear o exercício
com alegria, amor, modéstia e lucidez.

- Notas do Texto:
* Nádis - do sânscrito - condutos sutis de transporte de energia
pelo corpo energético. Os principais nádis são os que correm ao
longo da coluna: ida, pingala e sushumna.
** Hari Om - do sânscrito - é um dos bijas-mantras de evocação de
Vishnu, o Divino Preservador na Cosmogonia hinduísta.




Texto <826><01/02/2008>

826 - CAMINHO DE LUZ - TOQUES SERENOS

CAMINHO DE LUZ - TOQUES SERENOS
(Quando o pensador de Rodin* se Transforma em Buda)

- Por Wagner Borges -

Nada acontece por acaso!
Ninguém é novo na existência eterna.
Alguns encontros de agora são reflexos de encontros de outrora...
A lei de afinidade rege os encontros.
Um lugar é o que se faz dele.
O clima espiritual reflete os objetivos.
E esses apresentam as qualidades inerentes...
As cores serão sempre aquelas do que se busca.
As energias, o espírito real manifestado no ambiente.
Um cantinho de paz é um pedaço do Céu na Terra.
O respeito diante dos objetivos faz o sol acontecer na casa.
A postura de agradecimento e humildade faz o coração tocar outros
corações...
Serenidade e toques sutis fazem bem a todos
O amor é capaz de transformar o pensador de Rodin em Buda**.

Om Sattva!***

P.S.: Esse texto foi escrito dentro de um espaço de terapias alternativas, recém-aberto na cidade de Curitiba por alguns amigos meus. Enquanto eu estava lá visitando as dependências do local e sentindo suas energias, captei o sentimento de alguns amparadores extrafísicos sobre os objetivos de um lugar sadio e responsável no mundo. Então escrevi essas linhas para registrar a atmosfera invisível e positiva que permeia os ambientes voltados para a prática da luz e da cura.

Paz e Luz

Curitiba, 01 de novembro de 2007.

- Notas:
* A escultura "O Pensador", do artista francês Auguste Rodin (1840-1917), é famosa no mundo todo. É um ícone da cultura ocidental. Reflete bem o homem moderno, pensativo, inventivo, tecnológico, que descobre coisas e domina o mundo material com suas capacidades intelectuais. Porém, também reflete o homem estressado, pois seus ombros estão curvados sob o peso da mente angustiada e perdida em si mesma. Ele é senhor das coisas do mundo, mas não é senhor de si mesmo!
Em contrapartida, as estátuas relativas ao Buda sempre mostram o cara em posição serena e com os ombros descansados. Ele é um ícone de luz e sabedoria e representa o coração do homem em paz consigo mesmo.
O amor é capaz de transformar o pensador de Rodin em Buda. Ou seja, é capaz de pacificar a mente na luz do coração espiritual e equilibrar o homem em sua jornada pela existência infinita.
** Buda - do sânscrito - O Iluminado; Aquele que despertou! Palavra derivada de "Buddhi", que significa "Iluminação Pura" ou "Inteligência Pura". Ou seja, quem alcança o estado de Buddhi, torna-se um Buda, um ser iluminado e desperto.
*** Sattva - do sânscrito - equilíbrio, pureza. Tudo o que se refere a sattva é considerado sattvico. Exemplos: paz interior, equilíbrio emocional e energético, sentimentos elevados, lucidez, discernimento e manifestações equilibradas.


Texto <826><01/02/2008>

825 - ATÉ BREVE... NA VIDA ALÉM DA VIDA...

(Quando os Corações se Encontram no Grande Coração)

- Por Wagner Borges -

Olá.
Em primeiro lugar, nada de dar o tradicional "meus pêsames" a vocês.
Não sei fazer isso, ainda mais sabendo que ninguém morre.
Nem tenho como mensurar a dor da perda de um filho.
E acho que os pais não deveriam passar por algo assim.
Nenhum filho deveria desencarnar antes de seus pais.
Mas, quem sou eu para dizer o que deve acontecer ou não.
Há leis maiores que transcendem os nossos sentidos comuns.
E há coisas que não sabemos aqui nesse plano terrestre.
Não tenho uma mensagem dele para confortar vocês.
Mas, se me permitem, tenho uma mensagem minha mesmo:

"A dor da perda só é processada quando há aceitação do fato.
Sem aceitação, não há nenhuma superação, só revolta e sofrimento.
Não posso provar para vocês que há vida após a morte.
Só posso contar o que vejo nas viagens espirituais.
Se eu pudesse, levaria vocês comigo numa delas.
Então, vocês veriam todo mundo vivo ‘do lado de lá'.
E depois, voltariam para o ‘lado de cá', cheios de alegria e de vida.
Vocês ainda sentiriam falta do rapaz, mas administrariam isso bem melhor.
Pai e mãe, - se é que posso chamá-los assim -, também sou pai.
Assim como há um Pai de todos nós, que está em tudo.
E não estou falando de um cara ‘lá em cima', mas dentro de cada coração.
É Nele que penso agora, por vocês e pelo seu filho, para iluminá-los.
Ah, como eu gostaria de abraçar a vocês, por seu filho, para curar essa dor...
Ele sabe que vocês o amam muito. E está bem vivo, mais do que nunca...
Não está dentro de cova alguma, pois nada segura o espírito, que é luz.
Ele quer que vocês se lembrem do olhar dele, com brilho e clareza.
Sim, é isso. O grande olhar límpido dele, tão conhecido de vocês.
E vocês sabem da generosidade dele e de seu gosto espiritual.
Pai e mãe, é isso. Algumas palavras podem curar. Ninguém morre!
Não tenho como dizer mais, mas sei que vocês compreenderão o essencial.
Nada de pêsames ou cemitério. O lance da luz é no coração. O amor é maior!
E vocês se encontrarão, na hora certa. Por enquanto, apenas aceitem e se curem.
Vocês são bons pais e ele é um bom filho. Então, está tudo bem.
Confiem nesse amor de vocês e toquem a vida, do melhor jeito possível.
Que O Grande Espírito abençoe essas linhas e leve luz a vocês."

P.S.: Desculpem-me se não posso dizer mais do que isso, mas não tenho nenhuma autoridade espiritual para atravessar os caminhos fora do momento em que o Alto determinar. Só posso lhes dizer que o grande olhar brilhante do seu filho continua brilhando por aí, tão vivo quanto antes, como dever ser...

Paz e Luz.

São Paulo, 18 de dezembro de 2007.

- Nota:

Esses escritos foram direcionados para um casal que perdeu seu jovem filho único, assassinado durante um assalto em São Paulo. O rapaz freqüentava minhas palestras abertas sobre experiências fora do corpo e espiritualismo no IPPB. Em muitas delas o seu pai estava junto. Para dar uma levantada no astral dos pais, escrevi essas linhas e enviei-as por e-mail para eles. E foi bem legal. Tanto que eles passaram os escritos para outras pessoas que também perderam filhos.
Depois, conversando com o pai do rapaz e sabendo que esses escritos tinham feito bem para outras pessoas, pedi permissão a ele para repassá-los em aberto para todos. Então, estou veiculando-os e torcendo para que cheguem a outros pais e filhos.
Oxalá, essas linhas renovem outros corações por esse mundão de Deus...

 Obs.: Enquanto digitava essas linhas, lembrei-me de um texto presente na introdução do excelente livro "Consciência Cósmica", do médico e escritor inglês Richard Maurice Bucke, em que ele homenageia o filho, que havia ido morar "do lado de lá", no ano anterior. É uma dedicatória interplanos, cheia de amor e admiração, que não fala de saudade mórbida, mas de ânimo e consciência luminosa. Então, para iluminar seus corações, reproduzo o texto na seqüência. 

 

DEDICATÓRIA DA PRIMEIRA EDIÇÃO DO LIVRO "CONSCIÊNCIA CÓSMICA" - Por Richard Maurice Bucke -

(Dedicado a Maurice Andrews Bucke; 1868-1899)

Querido Maurice:

Há um ano, nesse dia, na aurora da juventude, da saúde e da força, em um segundo, terrível e fatal acidente o levou para sempre desse mundo onde sua mãe e eu ainda vivemos. De todos os jovens que conheci, você era o mais puro, o mais nobre, o mais honrado, o de melhor coração. Na empresa da vida, você era laborioso, honesto, leal, inteligente e digno da mais ampla confiança. Como nos sentimos por ocasião da sua perda - como ainda nos sentimos - não o registraria, ainda que o pudesse. Desejo falar aqui de minha esperança confiante, não de minha dor. Eu diria que, mediante as experiências que constituem a base desse volume, aprendi que, a despeito da morte e da sepultura, apesar de você se achar além do alcance de nossa vista e audição, embora o universo sensorial testemunhe a sua ausência, você não está morto nem de fato ausente. Você permanece vivo e bem e não se acha longe de mim, nesse momento. Se me tivesse sido permitido, não entrar, mas - pela estreita fresta de uma porta entreaberta - lançar um rápido olhar nesse outro mundo divino, certamente eu poderia, então, estar apto para viver aquelas iluminadas palavras de Montana que o tempo apenas imprime cada vez mais profundamente em meu cérebro.
Agora, falta apenas um pouco mais para que estejamos juntos outra vez e, conosco estarão aquelas outras almas nobres e bem-amadas que partiram antes. Estou convencido de que o encontrarei e a elas também; você e eu conversaremos sobre mil coisas e também sobre aquele dia inesquecível e sobre tudo o que aconteceu depois; e perceberemos, claramente, que tudo fazia parte de um plano infinito que no seu todo era sábio e bom. Você me vê e aprova, enquanto escrevo essas palavras? Pode bem ser que sim. Você lê, bem dentro de mim, o que agora sinto e penso? Nesse caso, você sabe o quanto o queria enquanto viveu o que, aqui, chamamos de vida, e como se tornou ainda mais querido desde então.
Em razão dos liames indissolúveis de nascimento e morte, forjados entre nós pela natureza e pelo destino, por causa de meu amor e de minha tristeza, acima de tudo, em razão da confiança inextinguível e infinita que há em meu coração, dedico esse livro a você. Apesar de cheio de imperfeições, que o tornam indigno de sua aceitação, originou-se na certeza divina nascida da mais profunda percepção dos mais nobres membros de sua raça.
Até breve, meu querido rapaz!

- Seu Pai -
08 de dezembro de 1899.

- Texto extraído da introdução do livro "Consciência Cósmica", de Richard Maurice Bucke, publicado no Canadá em 1901. Trata-se da melhor obra já produzida sobre o fenômeno da expansão da consciência - também chamada de samadhi (do sânscrito).
Esse grande livro foi publicado pela primeira vez no Brasil pela Editora Rener, do Rio de Janeiro, em 1982. Posteriormente, foi publicado pela editora da Ordem Rosacruz - AMORC. É obra de referência sobre o tema da consciência cósmica.

Para mais detalhes sobre a obra, favor ver no site da AMORC: www.rosacruz.org.br.

Obs.: Há outro livro com o mesmo título, publicado pela editora Lorenz, de autoria de Rosabys Camaysar. É um bom livro, mas nem chega perto do tratado que o autor inglês realizou.


Texto <825><28/01/2008>