781 - MAIS UMA ALEGORIA HINDU

Era uma vez um inocente cachorrinho que estava cochilando ao lado de uma bengala.
Um padre passou por ele e, sem nenhuma razão, bateu em sua cabeça com a bengala. O pobre animal, sangrando e chocado, arrastou-se até o tribunal de justiça para reclamar com o rei.
Quando o Rei Rama veio ao tribunal, o cachorro disse: "Meu Senhor, hoje, enquanto eu descansava ao lado da estrada, um padre bateu em minha cabeça sem nenhum motivo. É sabido que a justiça impera em seu reino. Assim sendo, por favor, castigue o padre pelo que ele me fez."
Com grande compaixão e respeito pelo que o cachorro havia dito, Rama enviou mensageiros para buscar o padre. O padre entrou no tribunal e admitiu seu crime. Rama perguntou para o cachorro qual castigo ele achava justo e o cachorro respondeu: "Faça com que ele seja o sumo sacerdote de um grande monastério. Este é um castigo apropriado."
Todos ficaram surpresos com a sugestão do cachorro, e Rama pediu-lhe para explicar. O cachorro disse: "Meu Senhor, em minha vida passada, eu fui sumo sacerdote de um grande monastério. Aquele poder me corrompeu. Eu enganei pessoas honradas e abusei de meus poderes. Por causa disso, eu renasci como cachorro. Se você fizer deste homem um sumo sacerdote, seguramente ele fará o que eu fiz e renascerá como um cachorro. Então, outra pessoa baterá em sua cabeça. Não é uma punição justa?"
Ouvindo as palavras do cachorro, todos riram. O padre implorou perdão. O cachorro e Rama o perdoaram e Rama curou o cachorro.
Esta experiência abriu seus corações e ambos entraram no Reino dos Céus.

- COMENTÁRIO: Sabedoria não é propriedade exclusiva dos seres humanos. Nós somos apenas uma entre as incontáveis formas de vida inteligente. Quando as pessoas ganham poder e posição na vida, a representação dos papéis sociais faz com que elas freqüentemente percam o contato com sua essência. Elas vivem confusas e nervosas. Os animais e plantas são mais próximos de sua essência e a simplicidade de sua inocente alegria faz deles grandes professores.


Texto <781><29/05/2007>

781 - SARASWATI E LAKSHMI

(Um Conto Popular da Índia)

Um jovem entrou na floresta e disse ao seu Mestre Espiritual:

"Quero possuir riqueza ilimitada para poder ajudar o mundo. Por favor, conte-me qual segredo para se poder gerar abundância?"

O Mestre Espiritual respondeu:

"Existem duas deusas que moram no coração dos seres humanos. Todos são profundamente apaixonados por essas entidades supremas. Mas, elas estão envoltas num segredo que precisa ser revelado, e eu lhe contarei qual é."

Com um sorriso, prosseguiu:

"Embora você ame as duas deusas, deve dedicar maior atenção a uma delas, a deusa do Conhecimento, cujo nome é Saraswati. Persiga-a, ame-a, dedique-se a ela. A outra deusa, chamada Lakshimi, é a da Riqueza. Quando você dá mais atenção a Saraswati, Lakshimi, extremamente enciumada, faz de tudo para receber o seu afeto. Assim, quanto mais você buscar a deusa do Conhecimento, mais a deusa da Riqueza desejará se entregar a você. Ela o seguirá para onde for e jamais o abandonará. E a riqueza e a abundância que você deseja serão suas para sempre."

Nota de Wagner Borges: Na Cosmogonia Hinduísta, Saraswati é a esposa divina de Brahma, O Criador. É a Deusa do Conhecimento. Lakshmi é a esposa divina de Vishnu, O Preservador da vida. É a Deusa da abundância.
Embora não seja citada no texto, só para completar o time das consortes divinas, faço menção aqui a Parvati, a consorte de Shiva, O Transmutador das energias. Ela é a deusa das energias e da alegria, e mãe de Ganesha e Kartikeya.
Dentro da clássica Trimurti divina do Hinduísmo, o Pai-Mãe de todos é personificado em três aspectos fenomênicos. De acordo com a preferência do devoto, esses aspectos podem ser evocados na figura de Pai Celestial ou de Mãe Divina. Daí a clássica divisão dos deuses e suas consortes na concepção hinduísta: Brahma/Saraswati, Vishnu/Lakshmi, e Shiva/Parvati.
Apesar dessa divisão fenomênica clássica, lembro ao leitor que por trás de toda manifestação está o mesmo UM, a mesma Consciência Cósmica, o mesmo TODO que está em tudo! Chamá-lo de Pai Celestial ou de Mãe Divina dá na mesma no final, pois não há final mesmo, só O Eterno, O Absoluto, O Imanente, O Grande Invisível, O Mestre de Todos, O Incomensurável Amor Que Gera a Vida.

Papai do Céu, O Grande Arquiteto Do Universo, Mamãe Celeste, Alá, Deus, Jeová, Zambi, Tupã, Grande Espírito, A Deusa, A Grande Mãe... tudo isso são só nomes limitados e finitos que os homens inventaram ao longo do tempo para tentar definir o Incognoscível Poder-Amor-Luz Que Está em tudo e em todos.
Que cada um escolha o nome ou aspecto fenomênico que melhor lhe convier, desde que isso seja por inspiração e expressão de amor na jornada da vida.
Tudo é ELA/ELE, ou ELE/ELA, ou melhor dizendo, TUDO É UM!

Jesus, Krishna, Buda, Rama, Maria, Kuan-Yin, Mataji, Babaji, Lao-Tzé, Hermes Trismegistro, Ramakrishna, Shankara, Chaytania, Ananda, o anjo, o ET tal, ou o amparador sutil, todos são expressão do mesmo UM Imanente e Interpenetrante.

Deuses e Deusas, mestres e anjos, amparadores e ETs, encarnados e desencarnados, tudo UM!
E, só para não esquecer, caro leitor, ao final desses escritos, posso também dizer que eu e você somos UM! E tudo mais, além disso... UM!

P.S.: Só lembrando de mais um ensinamento de Jesus:
“Eu e o Pai somos UM!”


Texto <781><29/05/2007>

781 - NA TERRA OU NO ASTRAL, SEMPRE RINDO - YES!

- por Wagner Borges -

Quando eu for embora, nada de vela ou choro.
Se quiser, faça uma prece por mim.
Mas, nada formatado; apenas deixe o coração fluir...
Lembre-se do meu sorriso e ria também, como sempre fiz.
Melhor ainda: toque uma música do Yes*.
E, onde eu estiver, o agradecerei.
Nada de ir me visitar no cemitério, onde jamais estarei.
Sou uma consciência espiritual; sempre fui...
Quando a saudade apertar, toque Yes de novo.
E, onde eu estiver, enviarei uma energia legal a você.
Sabe, vivi rindo muito. Você me conheceu assim.
Então, por que chorar? Pelo contrário, ria por mim.
Eu ficaria danado se visse você triste, só porque caí fora.
Seria ruim ver você desperdiçando suas energias com dramas.
Lá de cima, eu soltaria um raio espiritual bem no topo de sua cabeça.
E aí, você sentiria um “choquinho” no cocuruto e diria:
“Caramba! É ele. Está na hora de rir e tocar Yes.”
Se quiser me fazer uma homenagem, não deposite flores no túmulo.
Já lhe disse: não estarei lá, nunca! Tenho mais o que fazer.
Faça o seguinte: dê flores para sua amada ou plante uma muda de árvore.
Lá de cima, eu diria: “cara esperto; beije a moça e faça o serviço direito!”
Eu ficaria feliz de ver você feliz. O meu vôo seria mais legal.
Aliás, para me visitar, você teria que sair do corpo, como sempre lhe disse.
Então, poderíamos voar e rir juntos, como sempre...
Quando eu partir, nada de luto. Você não fica bem de preto.
Se sentir vontade de chorar, lembre-se das piadas sacanas que lhe contei.
E aí, my friend, ria bastante. Vá viver e ser feliz. Faça a vida valer a pena.
Se chorar, vai ter! E se não beijar a moça, está frito. Faça valer a pena!
Quando eu partir desse plano, não estarei sozinho no Astral.
Felizmente, tenho muitos amigos, “Lá e Aqui”. Continuarei bem vivo...
Não serei anjo nem bolinha de luz; serei apenas eu mesmo, fora do corpo.
Ah, e contarei um monte de piadas sacanas para os espíritos.
E eles rirão como nunca. E eu me lembrarei de você nesta hora.
E quando for o momento de sua partida, advinha quem virá lhe buscar?
Então, sairemos voando e rindo por aí, agradecendo o dom da vida.
E eu lhe apresentarei a Krishna e pedirei a Ele para tocar a flauta.
Ao som da música Dele, entraremos juntos em samadhi**.
E alguém da Terra dirá: “têm duas estrelinhas brilhando tanto lá em cima!”

P.S.:
My friend, você queria uma mensagem, mas só consegui escrever isso que está aqui. Espero que compreenda o real sentido dessas linhas. Aliás, leia nas entrelinhas e perceba o recado ao seu coração. Pense em Krishna.
Por enquanto, ainda estamos aqui e podemos rir juntos na Mãe Terra.
Toque Yes – que você também adora. Ria. Plante árvores. Beije a moça.
Por favor, faça valer a pena.
Medite e sinta o significado disso:
“É como um sol, não dá para explicar.
Está dentro e fora, em silêncio.
É majestosa e simples.
É compreensão serena.
Ama alegremente.
Essa é a luz que mora no coração.”

Paz e Luz.

São Paulo, 20 de maio de 2007.

* Enquanto eu passava esses escritos a limpo, coloquei para tocar um CD do Yes - o maravilhoso “Going For The One”. Por sinal, esse foi o primeiro trabalho que ouvi dessa banda maravilhosa, quando eu tinha 15 anos, em 1977 - ano de lançamento do disco. Desde então, tornei-me fã do Yes – e dos vocais inspirados de Jon Anderson, do poderoso baixo de Chris Squire, dos teclados mágicos de Rick Wakeman, dos solos de guitarra de Steve Howe e da bateria de Alan White. Nesse trabalho estão três das melhores músicas do Yes de todos os tempos: “Turn Of The Century”, “Wonderous Stories” e “Awaken”.
Há uma extensa matéria que escrevi sobre o Yes e que foi publicada no Jornal Metamúsica, em 1999. O título do artigo é: “Matéria Sobre o Disco do Yes: Tales From Topographic Oceans”. O mesmo também foi postado pelo site do IPPB e pode ser acessado no seguinte endereço específico: https://ippb.org.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=327

Há um outro artigo sobre rock progressivo em que cito bastante o Yes – também publicado numa outra edição do Jornal Metamúsica -, em que apresento a tradução da letra da música “Astral Traveller” – “Viajante Astral”. O título da matéria é: “A Influência da Espiritualidade no Rock Progressivo”. O mesmo pode ser acessado aqui: https://ippb.org.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=478

** Samadhi – do sânscrito – expansão da consciência; estado de consciência cósmica.

Texto <781><29/05/2007>

780 - TORNADO DE ESTRELAS

(Uma Prática de Desassédio Espiritual)

- por Chrys Altran -

Quando estiver se sentindo desconfortável com algo, sensível ao ambiente em que se encontra ou com a sensação de que está perdendo sua energia sem motivo, realize esta prática. Ela o ajudará a limpar-se e proteger-se.

PREPARAÇÃO BÁSICA:

Para realizar esta prática, dê preferência a um ambiente calmo onde você não seja interrompido. Se você mora com outras pessoas, avise-ás que estará ocupado pelos próximos cinco ou dez minutos - depende do tempo de seu relaxamento - e que retornará depois se alguém lhe procurar ou telefonar.
Selecione uma música tranqüilizante e deixe tocando durante toda a prática. Para este exercício, recomendo uma música que lhe transmita calma de espírito e confiança em si mesmo. Caso não tenha, o exercício pode ser realizado com qualquer outra música desde que seja tranqüilizante e favoreça a meditação.
Se puder, trabalhe em ambiente de penumbra, com um abajur, ou se preferir, utilizar uma vela - lembre-se sempre de acomodá-la bem, e longe de madeiras, panos ou papéis, para que não haja risco de incêndio, caso você durma logo após a prática.
Prefira fazer suas práticas sem brincos, pulseiras ou relógios, sem roupas apertadas.

 

PROCEDIMENTOS PRÁTICOS:

1. Sentado, sem pernas cruzadas e com coluna ereta, posicione suas mãos com as palmas voltadas para cima, sobre cada joelho. Relaxe seu corpo e tente "esvaziar" a mente, para não pensar em algo específico.
2. Imagine que na base de seus pés forma-se uma nuvem prateada. Em seguida, ela vai subindo e envolvendo seu corpo, como se fosse um tornado.
3. Aproveite para observar a dança desta nuvem, sua cor prateada e brilhante. Note que o tornado sobe e desce em volta de seu corpo, em movimentos espirais. Visualize isto por alguns minutos.
4. Imagine que desse tornado começam a soltar-se estrelas de cinco pontas, também prateadas e muito brilhantes, as quais voam de forma aleatória em todo o ambiente no qual você está.
5. Visualize o ambiente todo sendo limpo e brilhando muito, assim como você mesmo está se sentimento mais leve e limpo.
6. Mantenha pensamentos bons e envie pensamentos reconfortantes e consoladores aos espíritos que possam estar neste ambiente ou em sua casa.
7. Quando sentir que o ambiente está mais limpo, e você também, imagine uma cúpula de cristal transparente sendo criada ao redor de sua casa.
8. Encerre o exercício com um sorriso de contentamento espiritual.

P.S.: Ao realizar esta prática, é comum sentir forte resistência astral no ambiente, ou até mesmo dificuldades de concentração, pois a presença de entidades desencarnadas densas pode dificultar o processo. O importante é persistir até que se consiga um resultado satisfatório.

Nota de Wagner Borges:

Chrys Altran é nossa amiga e participante do grupo de estudos e assistência espiritual do IPPB. Junto com o seu marido, Décio Alexandre Penna, é a organizadora de um site voltado para os temas ligados à Bruxaria - com abordagem universalista e espiritualista -, onde ela veicula os ensinamentos e práticas das artes milenares do encontro com a Mãe Natureza, visível e invisível.
Sua abordagem é amorosa e firme, como convém a uma bruxa moderna, sempre priorizando a seriedade na abordagem dos temas e o lado sadio das artes da Magia.
Segundo ela, o importante é ter consciência do Divino que mora em cada ser.
O site de bruxaria da Chrys é o Encanto e Feitiços: www.encantosefeiticos.com.br - O e-mail para contato é o chrysaltran@yahoo.com.br

Texto <780><25/05/2007>

780 - JUNTOS - UM SOL!

(Texto direcionado para a turma de 120 pessoas do grupo de estudos e assistência espiritual do IPPB).

- por Wagner Borges -

Amigos, mais uma vez estamos aqui reunidos.
Pela graça do TODO – que está em tudo -, chegamos até aqui.
Mais do que uma reunião de presenças físicas, estamos unidos por suave ternura, que transcende os motivos comuns.
Estamos unidos em espírito, pelos laços do coração iniciado na Luz.
Juntos, somos mais fortes; aspiramos e respiramos o sopro vital na mesma egrégora*.
Somos mais do que aparentamos; somos melhores do que supomos; e nossos olhos brilham mais quando pensamos, sentimos e falamos do Eterno.
Na luz do discernimento espiritual, desaparece o medo do invisível e da morte.
Em contrapartida, aumentam o amor, a alegria, a amizade e o respeito pela Vida.
Há uma linha vital que nos trouxe até aqui hoje; uma linha invisível, do coração do TODO aos corações iniciados na Luz.
Há uma chama sutil ardendo em cada um de nós. Quando nos reunimos, esse “fogo da alma” se expande por vários outros planos, aquecendo e iluminando miríades de outros viajantes do Eterno.
Somos estrelinhas na carne, meus amigos. Mas, juntos, formamos um poderoso sol consciencial.
Quando rimos juntos, também dissolvemos a tristeza de outros, algures...
Quando irradiamos energias juntos, soltamos antigas escamas psíquicas, nossas e de outros seres, e os nossos chacras** ficam em festa.
Cada um de nós carrega limitações, bloqueios, confusões e coisas estranhas por dentro. Porém, juntos, na atmosfera secreta do mesmo despertar, quem é que liga para isso?
Só queremos unir os corações na mesma Luz e fluir algo bom; para que todos simplesmente se sintam felizes e integrados, como companheiros dos mesmos ideais espirituais.
Há consciências extrafísicas que vêm de muito longe, para sustentar o amparo invisível e fluir, juntas a nós, as melhores energias. E elas vêm porque sabem que quando estamos juntos, somos um sol!
Muitas vezes, nossos entes queridos que hoje moram em outros planos de manifestação, também aproveitam nossa reunião e chegam junto! E eles ficam contentes em ver o que estamos realizando nas lides do estudo espiritual.
Há beijos e abraços invisíveis, inspirações e toques secretos, sussurrados espiritualmente aos corações, na sintonia do Eterno.
Pela vontade do Alto, aqui estamos, mais uma vez.
Por nossos corações, iniciados na Luz.
Pelos amparadores extrafísicos, amigos maravilhosos, que jamais nos abandonam nem julgam nossas deficiências. Eles vêem o melhor em cada um de nós.
Pela Vida; pelo Eterno; pelo TODO...

P.S.:
Nossa música e nossas risadas são lindas.
Somos bem mais fortes e luminosos do que imaginamos.
Juntos, somos um sol!
Porque nós sabemos que o TODO está em tudo.
Porque um grande Amor tocou nossos corações.
Porque nós somos da Luz.

Nota: Enquanto eu passava esses escritos a limpo, um dos amparadores do grupo extrafísico dos Iniciados me passou a seguinte mensagem, a título de complemento do texto.

“Estamos aqui.
Mais do que nunca.
A morte não mata o amor.
Nem destrói a consciência.
Quem partiu, continua vivo...
Quem ficou, também...
A vida é a mesma, em todo lugar.
Aqui e lá, lá e aqui, são apenas limitações espaciais.
O coração é quem sabe.
A diferença é só de envoltório:
Denso ou sutil, tanto faz.
A essência é a mesma.
Tudo é vida.
Tudo vem do TODO.
Estamos na mesma Luz.
Somos Luz.
Estamos aqui, juntos!
Mais do que nunca.
Na senda do Eterno.
Na luz do mesmo despertar da consciência.
Sob os auspícios do Alto.
Sob a égide do Grande Arquiteto Do Universo.
Pelos ideais de Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
No amor que nos une.
Na senda da luz.”

Om Shanti... Shanti... Shanti... Om!***

- Ramakrishna, esses escritos são dedicados a você.
(Ainda me lembro de você sorrindo e recitando aquele mantra: “Ganga Narayana – Om Rama!”).


Paz e Luz!

- Wagner Borges –
São Paulo, 09 de maio de 2007.

* Egrégora - do grego “Egregorien”, que significar “velar”, “cuidar” - é a atmosfera coletiva plasmada espiritualmente num certo ambiente, decorrente do somatório dos pensamentos, sentimentos e energias de um grupo de pessoas voltado para a produção de climas virtuosos no mundo.
É a atmosfera psíquica resultante da reunião de grupos voltados para trabalhos e estudos baseados na LUZ. Pode-se dizer que toda reunião de pessoas para a prática do Bem e da Virtude - independentemente de linha espiritual - forma uma egrégora específica, uma verdadeira entidade coletiva luminosa, à qual se agregam várias outras consciências extrafísicas alinhadas com aquela sintonia espiritual para um trabalho interconsciencial.
Provavelmente foi por isso que Jesus ensinou: "Onde houver dois ou mais em meu nome, aí eu estarei."
Muitos dizem que não se deve misturar egrégoras de trabalhos diferentes, porém, quando o Amor se manifesta, desaparece qualquer ideologia doutrinária e só fica o que interessa: a LUZ.
O dia em que os homens despertarem para climas mais universalistas e cosmoéticos, com certeza esse mundo será melhor de viver.
Viva a LUZ, pouco importa o nome, o grupo ou a doutrina que fale dela. E viva os mentores espirituais que ajudam a todos, independentemente de credo, raça ou cultura esposada.

** Chacras - do sânscrito - são os centros de força situados no corpo energético e que têm como função principal a absorção de energia - prana, chi - do meio ambiente para o interior do campo energético e do corpo físico. Além disso, servem de ponte energética entre o corpo espiritual e o corpo físico.

*** Om Shanti – do sânscrito – paz divina; paz espiritual.
Om – o verbo divino; a vibração do TODO que está em tudo.
Shanti – paz.

Texto <780><25/05/2007>