751 - OLHOS SERENOS NO MEIO DA TEMPESTADE
(Quando os Corações se Encontram no Zimbório Celeste)
Hoje, quando caiu a noite, a tempestade se fez e o céu se encheu de esplendores.
Os raios dançavam no negrume do céu, enquanto os trovões ribombavam o seu poder sonoro na atmosfera.
A força da Natureza é impressionante! É beleza selvagem, sem cabresto.
Olhando a festa natural no firmamento, quedei mais uma vez e pensei nas coisas do espírito. Pensei no Poder Invisível que criou a tormenta e que é doce calmaria infinita. O mesmo Poder Secreto que criou os meus olhos, que vêem a tempestade, e o meu coração que a aprecia.
Pensei que, para além da atmosfera e seus fenômenos que tanto me encantam, o mesmo Poder Incomensurável continuava apresentando o espetáculo de suas infinitas luzes brilhando no zimbório celeste.
Senti que os meus olhos brilhavam no meio da noite escura, tal qual as miríades de estrelinhas na imensidão sideral. Eu e elas, frutos do mesmo Poder Engendrador de todas as coisas.
Hoje, quando caiu a noite, a tempestade se fez e o céu se encheu de esplendores.
Os raios dançavam no negrume do céu, enquanto os trovões ribombavam o seu poder sonoro na atmosfera.
A força da Natureza é impressionante! É beleza selvagem, sem cabresto.
Olhando a festa natural no firmamento, quedei mais uma vez e pensei nas coisas do espírito. Pensei no Poder Invisível que criou a tormenta e que é doce calmaria infinita. O mesmo Poder Secreto que criou os meus olhos, que vêem a tempestade, e o meu coração que a aprecia.
Pensei que, para além da atmosfera e seus fenômenos que tanto me encantam, o mesmo Poder Incomensurável continuava apresentando o espetáculo de suas infinitas luzes brilhando no zimbório celeste.
Senti que os meus olhos brilhavam no meio da noite escura, tal qual as miríades de estrelinhas na imensidão sideral. Eu e elas, frutos do mesmo Poder Engendrador de todas as coisas.
