720 - MAGISTAS E SÁBIOS

- por Tom Lobo Vermelho -

Em tempos esquecidos pelos homens atuais, pontificavam, no deserto, sábios magistas, mestres espirituais.
Recolhiam-se às grandes dunas, para um trabalho espiritual que exigia total silêncio e nenhuma profanação.
Sob o sol cáustico do deserto, grandes trabalhos de desobsessão (1) eram realizados.
Agindo dentro dos princípios da Justiça Divina e orientados pela Cosmoética (2), ajudavam não só seu povo, mas também todo o planeta.
Muitas guerras foram evitadas nesses encontros espirituais.
A Roda de Cura feita por esses homens de coração puro era incrível: desde a cura de doenças comuns até as mais complexas.
E isso era concretizado com eles manipulando a Energia do Sol e do Vento.
Doentes a milhares de quilômetros, e os curadores dentro de seus corações.
Era comum, às vezes, vários discos-voadores aportarem nas areias quentes dessas dunas, para que os Curadores de outros sistemas do Universo participassem da Egrégora (3) do Amor no Deserto.
Esses grandes homens se isolavam por Amor ao próximo; eram magistas e sábios.
Essa é a verdade: eram seres de outros orbes, que encarnaram aqui para ajudar o desenvolvimento da humanidade, que até hoje não entendeu bem as lições que eles deixaram. Vieram aqui apenas para ajudar.
Apenas isso. Estavam de passagem...

P.S.: Ainda hoje, qualquer que seja o quadrante em que você estiver, concentre-se nas energias do Sol e do Vento, que são vias de cura e de comunicação entre as distâncias.
E faça a maior lição que um Magista pode realizar: a comunicação de um coração a um outro coração.

(Inspirado espiritualmente, com encanto de magia, pelo espírito de Rumi).

São Paulo, 23 de julho de 2006.

- Nota de Wagner Borges: Tom Lobo Vermelho é o pseudônimo xamânico do nosso amigo Washington da Silva.

- Notas:
1. Desobsessão: trabalho de desativação dos processos obsessivos.
2. Cosmoética: ética cósmica; moral cósmica; código de ética universal, superior.
3. Egrégora: atmosfera espiritual superior; campo de energia velado por seres de luz.

Texto <720><11/08/2006>

719 - VOANDO FORA DO CORPO NA LUZ DE KRISHNA

- por Wagner Borges -

Olá, Maharaj!
Ainda agora me lembrei de você.
Nem precisa dizer que o meu coração se derreteu de amor, Você sabe.
E aquela ternura interdimensional veio junto com a brisa noturna.
Lá fora, o silêncio da madrugada que porta o eco psíquico dos que dormem.
Será que eles estão voando por aí, aproveitando a abertura que o sono dá?
Ou apenas dormem flutuando por cima de seus corpos adormecidos?
Ou apenas vagam fora do corpo repetindo os condicionamentos da vigília?
Talvez alguns queiram algo a mais, como aprender e trabalhar espiritualmente.
Outros, talvez saiam de seus corpos à cata de emoções pesadas em antros astrais.
Quem sabe o que se passa no coração dos homens e o que guia suas jornadas?
De toda forma, Amigo, dê uma força aí, para que todos voem com algo a mais.
Envie suas hostes de trabalhadores invisíveis para auxiliar essas jornadas astrais.
Para que esses vôos do espírito sejam mais felizes e criativos.
Para que deitar não seja apenas para dormir, mas também para crescer e fluir...
Para que o sono diário seja uma porta aberta para os templos e escolas sutis.
Para que os viajantes espirituais se fortaleçam na LUZ!
Ali fora, a madrugada. Aqui dentro, esse pedido a Você, amigo dos homens.
Para que a Sua Luz Azul interpenetre e inspire todos os viajantes espirituais.
E agora, vou deitar a carcaça no leito, pensando em Você.

Om Maharaja!


P.S.:

Alguns dormem; outros se projetam de forma vazia, vagando por aí...
Mas há alguns que querem algo a mais... CONSCIÊNCIA E EQUILÍBRIO!
Há alguns que são felizes, dentro ou fora do corpo.
E há aqueles que surfam espiritualmente nas ondas da paz do céu.
Esses, sempre deitam com o azul e o dourado brilhando nos chacras encefálicos.

Paz e Luz!

São Paulo, 28 de julho de 2006.

Notas:

* Maharaja (do sânscrito Maharaj) - Grande Rei! É um dos epítetos de Krishna.

* Chacras (do sânscrito) – são os centros de força situados no corpo energético e que têm como função principal a absorção de energia (prana, chi) do meio ambiente para o interior do campo energético e do corpo físico. Além disso, servem de ponte energética entre o corpo espiritual e o corpo físico.
Há dois chacras magnos (superiores, encefálicos) situados na área energética da cabeça: frontal e coronário.
O chacra coronário é o centro de força situado no topo da cabeça, por onde entram as energias celestes. É o chacra responsável pela expansão da consciência e pela captação das idéias elevadas. É também chamado de chacra da coroa. Em sânscrito o seu nome é “sahashara”, o lótus das mil pétalas. Está ligado à glândula pineal.
Obs.: a pineal: é a glândula mais alta do sistema endócrino, situada bem no centro da cabeça, logo abaixo dos dois hemisférios cerebrais. Essa glândula está ligada ao chacra coronário, que, por sua vez, se abre no topo da cabeça, mas tem a sua raiz energética situada dentro dela. Devido a essa ligação sutil, a pineal (também chamada de “epífise”) é o ponto de ligação das energias superiores no corpo denso e, por extensão, tem muita importância nos fenômenos anímico-mediúnicos, incluindo nisso as projeções da consciência para fora do corpo físico.
O chacra frontal é o centro de força situado na área da glabela, no espaço espiritual interno da testa. Está ligado à glândula hipófise (pituitária) e tem relação direta com os diversos fenômenos de clarividência, intuição e percepções parapsíquicas. É o chacra da aprendizagem e do conhecimento.
A visualização das cores azul e dourada nesses centros facilita uma melhor lucidez e rememoração das experiências fora do corpo (projeções da consciência, viagens astrais, projeções astrais, desprendimentos espirituais, viagens fora do corpo, viagens espirituais).

* Enquanto passava a limpo esses escritos, lembrei-me de um outro texto nessa mesma linha, postado pelo site em dezembro do ano passado. Acho legal postá-lo novamente aqui, devido a sua sintonia ser a mesma desses escritos atuais. Segue o mesmo abaixo.





A MENSAGEM ESPIRITUAL DA LUZ AZUL
(Dharma, Viagem Espiritual e Equilíbrio na Senda)

- Por Wagner Borges -

No meio da madrugada desperto com um toque no lado direito do meu corpo. Acordo abruptamente e olho em torno, mas nada vejo no escuro do quarto. Fecho os olhos, deito-me novamente e espero atento, pois sei que algo vai acontecer.
E o lance psíquico rola mesmo: surge um intenso clarão de luz azul dentro do meu chacra frontal, e aí desperto de vez. Contudo, percebo que não estou de todo encaixado no corpo físico. Os olhos estão bem abertos, mas eu vejo mais é esse azul dentro da tela mental interna da testa.
Meio solto energeticamente, levanto-me e vou para a sala. Penso em sentar-me no sofá para meditar e observar melhor o que está rolando, mas desvio-me e ligo o computador. Mesmo em frente à tela da máquina, só vejo o azul brilhante pulsando no frontal. Então, como se houvesse uma ordem subliminar implantada em minha mente, digito automaticamente, sem nem pensar no que estou grafando, sendo médium dessa luz azulada.
No meio da madrugada da grande metrópole, desce mais uma mensagem direcionada para as pessoas que estudam as coisas do espírito. A luz azul é sua mentora, eu sou apenas o repassador interdimensional dos escritos. Vamos a eles.

* * *

“Você se lembra do que o ar rarefeito do alto das montanhas lhe ensinou?
Ele lhe disse: ‘Fique acima das intrigas do mundo. Flutue bem alto.’
Para completar, quando você desceu, a bruma da campina falou: ‘Escute o invisível, seu verdadeiro companheiro. Sente-se, feche os olhos e escute a voz do invisível na bruma.’
Por sua vez, o lago lhe revelou: ‘Na placidez de minha superfície aquática pareço um espelho natural, refletindo o que vem de cima. O sol e a lua, as estrelas e a imagem dos homens e animais que ficam nas margens: tudo se reflete por cima de mim. Sou semelhante a um espelho sereno. No entanto, dentro de mim, lá embaixo, está cheio de vida. Em cima, o movimento do céu; embaixo, o dos peixes. Estou plácido por fora e cheio de vida por dentro.
Pense nisso: vivo por dentro (cheio de coisas boas no coração), sereno por fora (na manifestação do mundo) e equilibrado no meio.’
Daí você se sentou embaixo de uma árvore e dormiu ali mesmo. Então, a maravilhosa arte da viagem extrafísica mais uma vez ocorreu, e você se viu flutuando fora do corpo, com o seu corpo de luz, totalmente lúcido e leve.
Para sua surpresa, um ser invisível, de dentro da árvore, tocou sua consciência e lhe disse mentalmente: ‘A árvore sempre busca espaço para crescer, para baixo e para cima, em equilíbrio. Para que ela cresça para o alto, é necessário que primeiro se enraíze bem no solo. Ou seja, se quiser ir para cima, firme-se embaixo, forme uma boa base.
Essa é a lição do espírito da árvore para você: voe alto, em espírito, mas sem se esquecer da base física. Busque a sabedoria estelar, mas com os pés bem calçados na vida terrestre. Vá e volte, em equilíbrio. E que os frutos da árvore de sua vida sejam abundantes e generosos com os viajantes dos caminhos, da Terra e além...’
Quando você entrou no corpo denso e despertou, um pássaro cantava alegremente ali pertinho. Suas penas eram azuladas. E isso fez você lembrar-se de Krishna, o Senhor dos olhos de lótus, o avatar do azul do céu, que sempre desce entre os homens e de formas sutis os guia para a Luz.
E aí você se tocou de que tudo começou com alguém perguntando: ‘Você se lembra?...’ – Essa era a voz sutil de Krishna, o Mestre de todos os dharmas.
Por Ele, os seres da natureza lhe ensinaram as preciosas lições do equilíbrio vital na senda. Agora, em Seu Nome, repasse esses ensinamentos para os seus irmãos de jornada espiritual.
Que a ‘Suprema Jóia do Discernimento’ brilhe em sua consciência, em seus estudos e em seu trabalho de esclarecimento e assistência espiritual, para sempre iluminar a senda e o coração dos homens, como quer o Senhor Krishna.”


P.S.:
Bem, cumprida a tarefa de grafar esse recado espiritual, agora vou deitar a carcaça no leito e pensar no mantra “OM NANAR OM!”
Vou relaxar prestando atenção nessa luz azul dentro da testa e na minha própria respiração. E aí, vamos ver o que rola lá fora...
Como diz um amigo meu, poeta brilhante: “Repousa a embalagem, projeta o conteúdo!”

Paz e Luz.

(Esses escritos são dedicados aos seguintes amigos e leais companheiros de dharma: Vítor Hugo França, Emília França, Samuel da Silva, Dirce Bustamante, Joyce Montenegro, Lázaro Freire, Frank, Luis Medeiros, Emílio Cid, Simone Schumacher, Vanderlei Oliveira, Ricardo Gafanhoto, Dunga, Ivan Salinas, Elza, Márcio Janjacomo, Saulo Calderón, Luiz Otávio Zahar e tantos outros que agora não lembro, mas que o Espírito Supremo conhece. Que Krishna ilumine os seus caminhos, pois vocês já iluminaram o meu com sua amizade e alegria).


São Paulo, 01 de dezembro de 2005.

Notas:

* Dharma (do sânscrito): dever, trabalho, mérito, programação existencial, meta elevada, virtude, benção, ação correta, senda da luz.

* Avatar (do sânscrito): emissário celeste, ser de luz que desce para ajudar a humanidade.


Texto <719><08/08/2006>

719 - PAZ x CORAÇÕES VAZIOS

Quando os corações estão vazios, eclodem as guerras.
Quando a arrogância está em alta, as bombas explodem!
Ninguém quer dialogar, só detonar.
Enquanto isso, a violência campeia.
Crianças e velhos voam pelos ares, despedaçados.
Mas os patrocinadores da violência já estão ferrados!
De ambos os lados, pois o Dr. Carma (1) não olha fronteiras.
Os matadores já assinalaram o seu futuro sombrio.
E o seu presente já não é bom, pois seus corações são vazios.
Brindam o poder com bebidas caras, mas são senhores de nada!
Os seus ternos e seus cargos estão manchados de sangue.
E seus semblantes são sombrios, como a treva de seus anseios.
No mundo ninguém vê, mas no Astral todo mundo sabe:
Esses caras já estão ferrados! O trem do Dr.Umbral (2) os espera.
Eles escutarão o choro das crianças despedaçadas ecoando...
Nesse mundo sofrido, eles mandam. Mas Deus é Maior!
E eles serão SACUDIDOS pelos seus desmandos.
E o Dr. Carma, como um FURACÃO, varrerá seus desmandos.


P.S.:

Os sonhos de paz jamais serão destroçados pelos senhores do vazio.
A Cia. do Amor não toma partido nem torce por lado algum, e sempre prioriza a paz incondicional e o respeito pelas liberdades de expressão e pelo direito soberano de cada povo se expressar e ser feliz de acordo com os seus costumes e tradições. Mas estamos espertos (e despertos) e avisamos na lata: coração vazio detona bombas!
Quem tiver o coração cheio daquele amor legal, que ore ao Papai do Céu e peça a Ele para inspirar a humanidade para os ideais da paz. E quem tem o coração vazio, que se acautele.
No mundo ninguém vê, mas a galera do Astral já sabe: os patrocinadores de guerras vão se ferrar!
O mantra (3) de hoje é apenas a palavra PAZ.
Quem tiver o coração cheio de amor, compreenderá!

A Cia. do Amor vai nessa!
Até mais.


- Cia. do Amor (4) -
A Turma dos Poetas em Flor.

(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 03 de agosto de 2006).

1. Carma (do sânscrito “Karma”): Ação; Causa – é a lei universal de causa e efeito. Tudo aquilo que pensamos, sentimos e fazemos são movimentações vibracionais nos planos mental, astral e físico, gerando causas que inexoravelmente apresentam seus efeitos correspondentes no universo interdimensional. Logo, obviamente não há efeito sem causa, e os efeitos procuram naturalmente as suas causas correspondentes. A isso os antigos hindus chamaram de carma.

2. Umbral - plano astral denso; Geena; Hades; inferno.

3. Mantra (do sânscrito) - Palavra oriunda de "Manas": Mente – e "Tra": Controle. - Literalmente, significa "Controle da mente".
Determinadas palavras evocam uma atmosfera superior que facilita a concentração da mente e a entrada em estados alterados de consciência. Os mantras são palavras dotadas de particular vibração espiritual, pois são palavras sintonizadas com padrões vibracionais elevados. São análogos às palavras-senhas iniciáticas que ligam os iniciados aos planos superiores.
Pode-se dizer que os mantras são as palavras de poder evocativas de energias superiores. Como as palavras são apenas a exteriorização dos pensamentos revestidos de ondas sonoras, pode-se dizer também que os mantras são expressões da própria mente sintonizada em outros planos de manifestação.

4. A Cia. do Amor é um grupo de cronistas, poetas e escritores brasileiros desencarnados que me passam textos e mensagens espirituais há vários anos. Em sua grande maioria, são poetas e muito bem humorados. Segundo eles, os seus escritos são para mostrar que os espíritos não são nuvenzinhas ou luzinhas piscando em um plano espiritual inefável. Eles querem mostrar que continuam sendo pessoas comuns, apenas vivendo em outros planos, sem carregar o corpo denso. Querem que as pessoas encarnadas saibam que não existe apenas vida após a morte, mas, também, muita alegria e amor.
Os seus textos são simples e diretos, buscando o coração do leitor.
Para mais detalhes sobre o trabalho dessa turma maravilhosa, ver o livro "Cia. do Amor - A Turma dos Poetas em Flor" - Edição independente - Wagner Borges, e sua coluna no site do IPPB (que é uma das seções mais visitadas no site): www.ippb.org.br

Texto <719><08/08/2006>

718 - LEMBREM-SE DAS PÉTALAS LUMINOSAS DE KRISHNA!

(Nas Ondas da Assistência Sutil com o Senhor de Olhos de Lótus)

- por Wagner Borges -

Quando vocês observarem a eclosão de eventos destrutivos na crosta do mundo (e além), pelo desencadeamento cármico (1) das ações torpes dos homens tristes e sem coração aceso, pensem em Krishna!
Em meio à turbulência da humanidade mergulhada no materialismo exacerbado e acicatada pelos grilhões cármicos correspondentes, elevem a consciência até Krishna.
Então, o doce Senhor dos olhos de lótus surgirá deslizando sutilmente e, junto com suas hostes de trabalhadores invisíveis, aportará a devida assistência espiritual.
Sim, ele surgirá espargindo bênções secretas e pétalas luminosas, tanto para os que permanecerem na carne, quanto para aqueles que voarem para além da terra.
Ele dirá, no silêncio daquele olhar, profundo e divertido:

"Nada temam! Eu estou aqui, como sempre estive.
Estou em seus corações acesos e nos abismos infernais.
Estou nos que ficam e nos que partem, todos bem vivos.
E as pétalas luminosas que distribuo são para todos, incondicionalmente.
Pontifiquem no dharma (2) escolhido, com confiança.
Não se iludam: se o velho um dia foi criança, também é verdade que a criança já foi velho, antes...
A mulher e o homem, a criança e o ancião, o alto e o baixo, todos são expressões da mesma luz imperecível.
Nada morre! Tudo se transforma!
A criança, o velho, a criança...
E, por onde vocês vibrarem, pensando no amor que irradia pelos meus olhos, haverá alegria, música, dança e profundidade serena, tanto para os que ficam, quanto para os que partem."

Quando vocês observarem as provas dolorosas em curso, pensem em Krishna, pensem em Krishna, pensem em Krishna...

P.S.: Esses escritos foram realizados no quadro de aula, de improviso, durante um trabalho de irradiação de energia, com a participação de 120 integrantes do grupo de estudos e assistência espiritual do IPPB. Ali mesmo, apenas com uma luz azul acesa no ambiente, escrevi essas palavras, para registrar com meus companheiros a ação sutil das hostes de amparadores extrafísicos que ajudam a humanidade em prova. A esses amigos anônimos da humanidade, o nosso agradecimento, de coração.


Paz e Luz.

São Paulo, 05 de Julho de 2006.

1. Cármico: relativo a carma (do sânscrito “karma”), a lei universal de causa e efeito.

2. Dharma (do sânscrito): dever, mérito, trabalho, meta virtuosa, ação correta, programação existencial, bênção.

Texto <718><04/08/2006>

718 - LAR DAS ACÁCIAS

(Uma Prática de Visualização Criativa)

- por Silvana Valadares -

Imagine uma flor de acácia desabrochando.
Ela abre as pétalas suavemente, e tem movimentos suaves.
Enquanto ela desabrocha, há uma energia que circunda seus galhos e folhas;
É a energia da Terra.
Essa energia é que transforma!
Imagine esta energia vibrando no seu corpo, tomando todas as formas e também enraizando em torno.
Agora converta esta energia em Luz:
Uma luz branca que vai aquecendo, tomando seu corpo, elevando a temperatura, transmutando as energias negativas e só deixando a luz das acácias.

P.S.: Este exercício tem por objetivo proteger a aura da pessoa de ataques psíquicos e de energias inferiores.
A Acácia era tratada com reverência pelos povos antigos, pois era considerada como um símbolo solar, porque suas folhas se abrem com a luz do sol do amanhecer e se fecham ao pôr-do-sol. Sua madeira é tida como incorruptível e inatacável por predadores de qualquer espécie e simboliza perenidade, imortalidade e transcendência. Na Maçonaria simboliza a inocência, a Iniciação e a imortalidade da alma.

São Paulo, 17 de julho de 2006.

- Nota de Wagner Borges:
Silvana Valadares é estudante de temas espirituais e participante do grupo de estudos e assistência espiritual do IPPB.

Texto <718><04/08/2006>