642 - ALMA LIVRE VII

Há almas boas, tranqüilas e magnânimas, que, como a primavera, fazem bem a todos.

São almas livres das peias do egoísmo e do personalismo barato.

Por isso, são semelhantes às estrelas: brilham muito!

No entanto, o seu brilho não ofusca ninguém.

É pura luz, suave e terna, de quem carrega a paz perene dentro de si mesmo.

Ah, essas almas livres!

641 - EXPRESSANDO AMOR

- por Vítor Hugo França -


As pessoas bloqueiam a expressão de amor que portam, divinamente, dentro do coração. Elas permitem que esses bloqueios impeçam a troca maravilhosa, que todos têm a capacidade de fazer e, assim, empobrecem essa grande riqueza que carregam dentro de si mesmas, dificultando a criação de elos que possam unir todos os seres.

São tantos os questionamentos, tantas são as reclamações, as tristezas plantadas no solo sagrado do coração e, com isso, coisas estranhas se instalam em suas vidas. Isso deve, sem dúvida, ser evitado.

Por isso, busque acender a luz da estrela divina que você, eu e todos nós somos.

O Amor Cósmico deve prevalecer, o despertar de nossas consciências deve acontecer já! Busque o discernimento e traga, com ele, todo amor que você puder, para unir ao seu amor interior, gerando, assim, um estado de consciência permeado por um Amor Maior e, fazendo de você, um ser cheio de vida, pronto para receber as primaveras e os invernos da alma.

641 - DENTRO DA LUZ

Além do infinito, nas asas da meditação, surge uma Luz.

Lentamente, ela se expande, até que me engolfa por inteiro.

Dentro Dela (ou melhor, Ela dentro de mim ), sou tomado por uma onda de amor sereno.

É um sentimento suave e cálido, como o amor de uma mãe pelo filho querido.

641 - PEQUENA CANÇÃO DE KRISHNA

(No Coração do Dharma*)


Krishna, que saudade de Você!
Daquelas auroras, quando, no alto da montanha, Você despertou minha consciência.

640 - A PRIMEIRA VEZ

- Por Frank -


Para alguns é uma questão de fé, para outros é uma questão de sentir.

Fui criado sob a bandeira da fé; daí foi um passo bem natural cair de cabeça na crença dos outros, nos escritos, no disse-me-disse, na opinião alheia sobre o mundo espiritual; até o dia em que neguei tudo o que aprendi, e bastou colocar o “tico e teco” (como chamo os meus dois neurônios, que só pegam no tranco) para funcionar.