1079 - VOANDO ESPIRITUALMENTE NA LUZ DAS ESTRELAS

1079 - VOANDO ESPIRITUALMENTE NA LUZ DAS ESTRELAS
 
VOANDO ESPIRITUALMENTE NA LUZ DAS ESTRELAS
(Porque o Amor é Maior do que Tudo!)
 
Não olhe para trás...
O que passou, passou.
Que fique só o aprendizado.
 
E, mesmo que você não me veja,
Estamos juntos.
Porque o Céu uniu nossos corações.
 
E, saiba que eu oro por você.
E peço às estrelas que iluminem o seu caminho.
Porque a jornada é bela quando é guiada pela Luz.
 
Então, jamais se deixe abater pela tristeza.
Porque há um lugar em seu coração que é só Luz.
Um lugar de sonho...
 
Ah, querida! Por favor, vamos voar...
Pelo Céu, que é em seu coração.
E vamos dançar com as estrelas.
 
Lá, onde o Amor é presente.
E toda dor se transforma em Luz.
Lá, além da linha do horizonte...
 
Eu sei que você sente muitas saudades.
Mas, eu lhe digo: “vai passar...”
Porque nós estamos juntos!
 
E, mesmo sem você me ver,
Eu continuo tocando o seu coração.
Porque o Céu nos uniu.
 
Eu sei que a sua perda foi dureza.
Mas eu conheço o seu coração.
E sei do seu amor e integridade.
 
E lhe digo: “venha voar comigo...”
Porque você pode apaziguar sua mente e suas emoções.
E soltar-se nas correntes astrais...
 
Ah, querida, venha comigo!
Deite o seu corpo e durma feliz.
E solte-se, alegremente, em espírito...
 
E você me verá em meio às estrelas.
E nós dançaremos como antes.
E, então, você verá que a morte é uma quimera.
 
Sim, você saberá: estamos juntos!
Porque o Céu nos uniu.
E sua saudade irá embora...
 
Sabe?... Eu amo você.
E que morte poderia desfazer isso?
Desunir o que o Céu uniu? Nem pensar...
 
Porque o Amor é maior do que tudo!
E eu lhe digo: “nada de luto, querida”.
Porque nós vamos dançar novamente juntinhos.
 
E as estrelas serão nossas testemunhas.
E, também, os espíritos luminosos, nossos amigos.
E eu farei você rir novamente.
 
Então, por favor, venha comigo.
Vamos voar, por aí...
Porque a morte não é de nada!
 
Aquiete a mente e as emoções – escute uma linda canção.
Relaxe o corpo – e durma pensando na Luz.
E lembre-se de que você também é um espírito.
 
E vamos voar, por aí...
 
P.S.: mais vivo do que nunca.
Dançando melhor do que antes.
Cheio de Alegria e Luz.
Amigo das estrelas.
Esse sou eu... E estou esperando-a.
E tudo vale a pena, quando a alma não é pequena.
Porque o Amor é maior do que tudo!
E voar é preciso...
 
Com Gratidão.
Paz e Luz.
 
- Wagner Borges – viajando espiritualmente nas ondas de um Grande Amor...
São Paulo, 12 de março de 2011.
 
- Nota: escrevi essas linhas de impulso, sob a influência de uma consciência extrafísica. Trata-se de um artista espiritual, ligado à pintura. Inclusive, ele plasma extrafisicamente os seus quadros. Usando o poder de sua mente, ele cria imagens coloridas fantásticas à sua volta, como quadros vivos. E os mesmos emanam uma energia maravilhosa de cura e inspiração.
E, hoje, pelas vias da clarividência, eu o vi plasmando diversos quadros novos. E, a partir dessa atmosfera extrafísica criada por ele, esses escritos desceram em minha mente. E, então, eu fiz a minha parte: transcrevi imediatamente o que senti. Ou seja, revesti com as minhas palavras os sentimentos dele.
E os motivos desses escritos, só ele é que sabe. E, talvez, aquela a quem está destinada essa mensagem. Mas, é provável que outras pessoas também se beneficiem ao ler esses escritos. E, aí, quem sabe, elas também resolvam voar, por aí... Para além da dor e da saudade. Sim, para dançar lá em cima, em meio às estrelas. E viva a vida, na Terra, ou no Astral.
Porque voar é preciso... E amar também!
 
Obs.: enquanto eu passava essas linhas a limpo, lembrei-me de um texto inspirado de John O’Donohue. Segue-se o mesmo logo abaixo
 
 
 
 
MATINAS
 
- Por John O’Donohue -
 
Em algum lugar, lá nas bordas, a noite
Está se transformando e as ondas da treva
Começam a se iluminar na margem do amanhecer.
 
A espessa escuridão reverte à terra,
E o ar liberto enlouquece com a luz.
O coração enche-se de novo e vivo alento,
E os pensamentos se agitam para dar origem à cor.
 
Levanto-me hoje...
Em nome do Silêncio,
Berço da Palavra.
Em nome da Tranquilidade,
Morada da Integração,
Em nome da Solidão,
Da Alma e da Terra.
 
Levanto-me hoje...
Abençoado por todas as coisas,
Asas do alento,
Encanto de olhos,
Prodígio de murmúrio,
Intimidade de toque,
Eternidade de alma,
Premência de pensamento,
Milagre de saúde,
Abraço de Deus.
 
Que eu viva este dia...
Compassivo de coração,
Suave de palavra,
Indulgente na percepção,
Corajoso no pensamento,
Generoso no amor.
 
- Nota de Wagner Borges: O irlandês John O’Donohue é escritor, pesquisador, poeta e filósofo católico, com Ph.D. em Teologia Filosófica pela Universidade de Tübingen. É autor de dois belos livros sobre a sabedoria celta: "Anam Cara" e "Ecos Eternos", ambos publicados no Brasil pela Editora Rocco. Por diversas vezes, ajudei pessoas com problemas de baixa auto-estima e vazio existencial simplesmente indicando a leitura desses dois livros. O seu autor fala direto ao coração e enche a alma do leitor com aquela beleza vital e o amor pela vida dos celtas antigos, que valorizavam o gosto pelas coisas da natureza e a fluência dos sentimentos verdadeiros expressados no cotidiano. Vale a pena ler esse material celta inspirado.

Texto <1079><22/03/2011>

1079 - A LENDA DO POVO QUE VIROU BARRO...

- Por Frank -
 
Era uma vez, um menino que nasceu meio-cometa - meio rebelde, e quis correr o mundo, para descobrir o que havia de verdade, além da lenda, além do mito, e além do que estava escrito. E deixou o seu povo para trás...
Mas, prometeu voltar - e voltou.
E, quando voltou, descobriu que as pessoas do seu povo falavam mais devagar que ele; não conseguiam acompanhar o seu raciocínio e nem compreender o que ele havia visto.
E, por mais que ele tentasse descrever, menos ainda o seu povo conseguia entender.
Passado algum tempo, ele viajou de novo. Queria descobrir uma maneira de contar ao seu povo sobre as maravilhas do conhecimento - a arte da estrada, a sabedoria por trás dos montes; e quando pensou ter encontrado a resposta, voltou voando, para o seu norte, terra do seu povo, que tanto lhe fazia falta.
Porém, ao chegar, percebeu que o seu povo estava muito mais devagar; suas vozes eram tão pausadas e lentas que, a cada palavra que diziam, ele poderia contar e recontar dez frases inteiras. 
O menino entrou em pânico, pois percebeu que, quanto mais aprendia, mais longe ficava do seu povo, e da sua cultura. Até que ele decidiu não mais viajar, não mais conhecer o novo e, para sempre, permanecer com o seu povo.
E, ao ficar, ele foi voltando a falar devagar, e foi esquecendo-se dos tantos conhecimentos que, outrora, havia procurado... Até esquecer, completamente, que um dia havia partido e descoberto que, aquele povo feito de barro, tinha asas e podia voar...
 
São Paulo, 15 de março de 2011.  
 
- Nota de Wagner Borges: Frank é o pseudônimo do nosso amigo Francisco de Oliveira, participante do grupo de estudos do IPPB e da lista Voadores. Depois de vários anos morando em Londres, ele voltou a residir em São Paulo, em fevereiro de 2005.
Ele escreve textos muito inspirados e nos autorizou a postagem desses escritos.
Há diversos textos dele postados em sua coluna da revista online de nosso site e em nossa seção de textos periódicos, em meio aos diversos textos já enviados anteriormente. www.ippb.org.br – Outros textos podem ser acessados diretamente em seu blog na Internet: http://cronicasdofrank.blogspot.com

Texto <1079><22/03/2011>

1078 - SOL NASCENTE

O Sol bate no alto da casa japonesa. Vejo o reflexo de mil brilhos em seu telhado avermelhado...
A mente começa a viajar pela clarividência (1) e vejo espiritualmente as imagens do povo japonês. Perante meu olho espiritual, passam as imagens de gerações e gerações de japoneses. Séculos de história nipônica se desenrolam como um pergaminho espiritual-visual, plasmado diante da minha percepção.
Vejo o Japão surgindo, mudando, ressurgindo e mudando...
A linha do tempo segue e as imagens mostram o Japão espiritual transformando-se no Japão tecnológico. A Espiritualidade se foi... Ficou a tecnologia e também o estresse e o vazio consciencial.
A alma do povo japonês chora, agoniada, dilacerada nas entranhas de seu dragão tecnológico. Os mais antigos estão presos a códigos de honra ultrapassados e os mais jovens estão presos no vazio-material-eletrônico.
Oh, Ilha de Edo! Seus velhos estão tristes e seus jovens estão perdidos, engolfados nas luzes artificiais das coisas.
Onde está sua alma verdadeira?
Povo japonês, onde estão seus sonhos luminosos?
Que modernidade é essa que faz seu coração sofrer?
Por que essas luzes artificiais tomaram seu brilho espiritual?
Vejo novamente o telhado da casa japonesa.
O Sol já foi embora e os moradores da casa acenderam as luzes.
Porém, surge um outro Sol no zênite. Sua luz é mais intensa e percebo ondas de amor em seus raios.
É o Sol Espiritual de Buda. Sua luz-sabedoria banha toda a casa.
Percebo nessa visão um simbolismo: a casa representa o Japão!
Sinto que nesse momento a alma do Japão está recebendo o Darma (2) de Buda (3).
Sim! O Espírito de Buda está abraçando o povo japonês.
Não sei o motivo dos espíritos me mostrarem essa visão. Mas, por intuição, sei que tenho antigas ligações com o Japão.
Não sei o futuro do povo japonês, mas sei que o Sol de Buda está brilhando nos telhados espirituais do Extremo Oriente.
Parece-me que a verdadeira alma japonesa está querendo ocupar seu devido lugar no coração das pessoas.
Ela brilha sob a luz de Buda. E sua luz não é artificial, pois é um Sol de amor.
 
- Wagner Borges –
(Texto extraído do livro “Falando de Espiritualidade” – Editora Pensamento – 2002.)
 
- Notas:
1. Clarividência – do latim, clarus - claro; videre, ver – é a faculdade perceptiva que permite ao indivíduo adquirir informações acerca de objetos, eventos psíquicos, cenas e coisas, físicas ou extrafísicas, através da percepção parapsíquica de imagens ou quadros mentais.
2. Darma – do sânscrito “Dharma” – dever, missão, programação existencial, mérito, bênção, ação virtuosa, meta elevada, conduta sadia, atitude correta, motivação para o que for positivo e de acordo com o bem comum.
3. Buda - do sânscrito - O Iluminado; Aquele que despertou! Palavra derivada de “Buddhi”, que significa “Iluminação Pura” ou “Inteligência Pura”. Ou seja, quem alcança o estado de Buddhi, torna-se um Buda, um ser iluminado e desperto.

Texto <1078><18/03/2011>

1078 - TÉCNICA PROJETIVA IOGUE

Essa é uma antiga prática projetiva iogue que me foi passada por um amparador extrafísico hindu. Ela também estabiliza a mente e acalma as emoções, além de vivificar energeticamente às glândulas pineal e hipófise (1), os nádis (2) e o chacra frontal.
 
O seu princípio básico está assentado na visualização criativa a serviço da consciência. A figura da lua (em sânscrito: "soma" ou "chandra") é usada para manter o foco da concentração bem estável, como uma ponte vibratória entre a base da nuca (um dos pontos focais do cordão de prata (3) no corpo espiritual), e o chacra frontal.
 
PROCEDIMENTOS:
 
(Parte inicial: Sentado confortavelmente e de olhos fechados).
 
1. Eleve os pensamentos e sentimentos ao Grande Arquiteto do Universo.
 
2. Manifeste profunda vontade de evoluir e ser útil à vida.
 
3. Pense no bem de todos os seres do universo.
 
4. Lembre-se dos amparadores extrafísicos (4) e procure cooperar com eles a favor de todos os objetivos sadios.
 
5. Tenha plena confiança em você mesmo e lembre-se que você é LUZ!
 
6. Leve a atenção para a base da nuca e visualize ali, interpenetrada, uma meia-lua branquinha fluorescente (a meia-lua está na posição horizontal em relação a você). Fique assim por cerca de um minuto.
 
7. A seguir, visualize interpenetrada no centro de sua testa, uma linda lua cheia bem branquinha fluorescente. Fique assim por um minuto.
 
8. Visualize quatro raios coloridos (são como faixas coloridas, lembrando um arco-íris, só que com quatro cores apenas; escolha as cores que gostar mais), convergindo ao mesmo tempo da meia-lua para o centro da lua cheia (isto é, atravessando o interior da cabeça, de um ponto a outro). Esses raios coloridos são pacíficos e seu fluxo na direção da lua cheia é contínuo. Permaneça assim por cerca de uns quatro minutos.
 
(Segunda parte: Deite-se em decúbito dorsal).
 
9. Pense nas palavras "PAZ E LUZ" vibrando mentalmente dentro de sua testa.
 
10. Lembre-se que você é uma consciência extrafísica, imortal, temporariamente conectada ao plano físico.
 
11. Relaxe e peça mentalmente ao amparador que lhe oriente durante o seu desprendimento espiritual (que sempre ocorre quando o seu corpo dorme no plano físico).
 
12. Essa prática dilata consideravelmente o chacra frontal (5). Em função disso, poderão ocorrer algumas repercussões, tais como: pulsações energéticas na testa, clarões internos na testa, formigamento, percepções clarividentes fugazes, clarividência viajora, e outros.
 
13. Por favor, faça essa prática com constância e observe seus efeitos a médio- prazo. Se possível leia antes algum texto inspirador e coloque uma música suave, para relaxá-lo mais ainda. 
 
14. O amparador hindu que sugeriu-me essa prática é um "expert" em experiências fora do corpo (6) e manipulação de bioenergias. Em outras palavras, é um craque no assunto!
 
15. Uma coisa é óbvia: não há nenhuma prática espiritual baseada na preguiça. Se você espera resultados miraculosos em uma prática assim, pode desistir. Tudo demanda tempo e esforço de aprendizagem.
 
16. Se você é leviano e tem alguma má intenção para com os outros, cuidado! Os assediadores espirituais adoram pessoas assim. Ou melhor, eles se nutrem psiquicamente de pessoas assim.
Obs.: a essa altura, não custa nada trazer à lembrança aquele velho chavão espiritualista: "Semelhante atrai o semelhante!”
 
17. Finalizo essas linhas lembrando-me das palavras do mestre russo Ouspensky:
"Pensem bem sobre a vida em geral. Pensem sobre as massas de pessoas cegas e adormecidas, sem qualquer oportunidade no mundo de se tornarem outra coisa. Pensem em si mesmos e compreendam quantas oportunidades tiveram e quantas já perderam e continuam perdendo diariamente. Pensem sobre a morte. Não sabem quanto tempo ainda lhes resta..."
 
Paz e Luz.
 
- Wagner Borges –
 
- Notas:
1. Glândulas pineal (epífise) e hipófise (pituitária): são as duas principais glândulas do sistema endócrino. Estão situadas dentro da cabeça, logo abaixo (pineal), e a frente (hipófise) dos hemisférios cerebrais. Estão relacionadas energeticamente aos chacras coronário e frontal e têm grande influência em vários fenômenos parapsíquicos.
2. Nádis - do sânscrito - são os condutos energéticos sutis que transportam o prana (força vital, energia) pelo sistema de chacras. Os principais nádis são os três que correm ao longo da coluna vertebral e que tem a ver com o despertar da kundalini: Ida, Pingala e Sushumna.
3. Cordão de prata – Conduto energético que liga o corpo espiritual ao corpo físico; cordão astral, cordão fluídico; cabo astral, cordão de luz; laço vital; fio de prata; cordão perispirítico.
4. Amparador extrafísico – entidade extrafísica e positiva que ajuda o projetor nas suas experiências extracorpóreas; mentor extrafísico; mestre extrafísico; companheiro espiritual; protetor astral; auxiliar invisível; guardião astral; guia espiritual; benfeitor espiritual.
5. Chacra Frontal - é o centro de força situado na área da glabela, no espaço espiritual interno da testa. Está ligado à glândula hipófise – pituitária - e tem relação direta com os diversos fenômenos de clarividência, intuição e percepções parapsíquicas. É o chacra da aprendizagem e do conhecimento. Em sânscrito ele é conhecido como “Ajna”, o centro de comando.
Obs.: Chacras - do sânscrito - são os centros de força situados no corpo energético e têm como função principal a absorção de energia - prana, chi -, do meio ambiente para o interior do campo energético e do corpo físico. Além disso, servem de ponte energética entre o corpo espiritual e o corpo físico.
  Os principais chacras são sete – que estão conectados com as sete glândulas que compõem o sistema endócrino: coronário, frontal, laríngeo, cardíaco, umbilical, sexual e básico.
6. Projeção da consciência – é a capacidade parapsíquica - inerente a todas as criaturas -, que consiste na projeção da consciência para fora de seu corpo físico.
Sinonímias: Viagem astral – Ocultismo.
Projeção astral – Teosofia.
Projeção do corpo psíquico - Ordem Rosacruz.
Experiência fora do corpo – Parapsicologia.
Viagem da alma – Eckancar.
Viagem espiritual – Espiritualismo.
Viagem fora do corpo – Diversos projetores extrafísicos e autores.
Emancipação da alma (ou desprendimento espiritual) – Espiritismo.
Arrebatamento espiritual - autores cristãos.

Texto <1078><18/03/2011>

1077 - CONSCIÊNCIA DESPERTA

No universo espiritual da consciência desperta não chegam às farpas da crítica e nem as seduções dos elogios. O dragão do ego não mora ali.
A consciência desperta sabe o que faz, pois caminha sob o comando do discernimento. É serena e equânime, e sua ação é constante.
Trabalha por amor, age sem temor, luta por mundos melhores e é dedicada ao serviço que lhe foi confiado por consciências avançadas e sediadas nos planos sutis.
É compaixão sem pieguismos. É puro sentimento sem drama.
Suas ações não são afetadas pelas marés emocionais e nem pelas circunstâncias.
Sua luz não agride as trevas, apenas esclarece e transforma.
Comunga com seres estelares, mas convive bem com os homens da Terra.
Não há divisão em suas atitudes. É firme, mas, ao mesmo tempo, é generosa e suave.
Sua ternura encanta e inspira... E ela caminha com segurança.
A consciência desperta já passou por várias etapas em sua ascese evolutiva e, por isso, sabe atravessar as camadas interdimensionais...
Sabe o rumo de seu serviço, e não vacila. Ensina, mas não cobra crescimento de ninguém! Sabe que o tempo fará tudo acontecer.
Exorta os homens a seguirem as trilhas da Luz, mas não força ninguém a segui-la.
É pura ética cósmica, pois não condena a ser algum.
Os seus olhos brilham tanto... E suas mãos emanam bênçãos energéticas.
A consciência desperta sabe que não é a causa das coisas; por isso, agradece constantemente ao Supremo Amor pela oportunidade de servir nos mundos.
Os seus chacras* são pequenos portais interplanos, por onde ela viaja espiritualmente aos reinos sutis.
Ela é Luz que inspira as nobres virtudes!
Não há ilusões em seus procedimentos.
Ela opera fora da sintonia do ego.
E, por onde ela vai, os devas** das flores ajudam-na.
A consciência desperta é OM TAT SAT!***
 
- Os Iniciados**** -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 22 de julho de 1998.)
 
- Notas:
* Chacras - do sânscrito - são os centros de força situados no corpo energético e têm como função principal a absorção de energia - prana, chi -, do meio ambiente para o interior do campo energético e do corpo físico. Além disso, servem de ponte energética entre o corpo espiritual e o corpo físico.
  Os principais chacras são sete – que estão conectados com as sete glândulas que compõem o sistema endócrino: coronário, frontal, laríngeo, cardíaco, umbilical, sexual e básico.
** Devas – do sânscrito – divindades; seres celestes; anjos.
*** Om Tat Sat – do sânscrito - tríplice designação de Brahman. É um mantra evocativo dos três aspectos do divino na cosmogonia hinduísta: Brahma, Vishnu e Shiva. É muito usado por vedantistas - seguidores do Vedanta -, um dos seis principais sistemas filosóficos da Índia. Pode ser usado como um mantra ativador dos chacras e também pode ocasionar estados alterados de consciência profundos durante a meditação.
**** Os Iniciados - grupo extrafísico de espíritos orientais que opera nos planos invisíveis do Ocidente, passando as informações espirituais oriundas da sabedoria antiga, adaptadas aos tempos modernos e direcionadas aos estudantes espirituais do presente.
Composto por amparadores hindus, chineses, egípcios, tibetanos, japoneses e alguns gregos, eles têm o compromisso de ventilar os antigos valores espirituais do Oriente nos modernos caminhos do Ocidente, fazendo disso uma síntese universalista. Estão ligados aos espíritos da Fraternidade da Cruz e do Triângulo. Segundo eles, são “iniciados” em fazer o bem, sem olhar a quem.

Texto <1077><15/03/2011>