975 - NO ALTO DA MONTANHA, NA LUZ DA PRESENÇA III
O poeta cantou a glória dos velhos dias...
Mas só as montanhas é que o escutaram.
Porque os homens estavam surdos de egoísmo.
E suas mentes estavam envoltas em nuvens de arrogância.
Mesmo assim, ele cantou e abriu seu coração.
Porque ele sabia que os espíritos das brumas recolheriam sua canção.
E, um dia, no momento certo, eles a revelariam a um coração justo.
Então, ele cantou e ofereceu sua canção à Presença.
O tempo passou e o poeta voltou para o Céu.
Ele estava contente, porque os devas** conheciam sua canção.
E as estrelas o agasalharam na luz, ternamente...
Dizem os espíritos que as montanhas até hoje se lembram dele.
E, às vezes, elas choram de saudade, pois sua canção está nelas.
Hoje, nas luzes do mundo moderno, eu escutei um chamado sutil.
Algo secreto veio bem dentro do meu coração, e me sussurrou, espiritualmente:
Mas só as montanhas é que o escutaram.
Porque os homens estavam surdos de egoísmo.
E suas mentes estavam envoltas em nuvens de arrogância.
Mesmo assim, ele cantou e abriu seu coração.
Porque ele sabia que os espíritos das brumas recolheriam sua canção.
E, um dia, no momento certo, eles a revelariam a um coração justo.
Então, ele cantou e ofereceu sua canção à Presença.
O tempo passou e o poeta voltou para o Céu.
Ele estava contente, porque os devas** conheciam sua canção.
E as estrelas o agasalharam na luz, ternamente...
Dizem os espíritos que as montanhas até hoje se lembram dele.
E, às vezes, elas choram de saudade, pois sua canção está nelas.
Hoje, nas luzes do mundo moderno, eu escutei um chamado sutil.
Algo secreto veio bem dentro do meu coração, e me sussurrou, espiritualmente:
