909 - AMOR – O SOPRO VITAL REAL
(Texto Postado na Lista Interna do Grupo de Estudos e Assistência Espiritual do IPPB)
Olá, pessoal.
Estou escrevendo agora, no meio da madrugada.
Essa semana foi muito cansativa para mim.
Trabalhei muito em Jundiaí nesses dias. Na terça-feira, com o grupo de estudos de lá; e quarta e quinta-feira, com um curso de chacras, para uma turma de iniciantes. Antes disso, gravei o programa de rádio na terça-feira à tarde, antes de viajar para Jundiaí. E, antes ainda, na segunda-feira à noite, fiz o programa de TV Dimensões, apresentado pela minha amiga Rosana Beni, ao vivo, com uma hora de entrevista, respondendo diretamente as perguntas dos telespectadores.
E nessa sexta-feira, iniciei o curso gratuito de Hinduísmo no IPPB. O mesmo estava lotado. Ocorre que estava muito calor, e isso desgasta mais ainda.
É claro que, além desses trabalhos de esclarecimento consciencial, rola muita assistência espiritual. E, também, pressões extrafísicas diversas, em tentativas de atrapalhar tudo isso.
Então, voltei para casa exausto, por causa da semana de trabalho puxado e, também, por causa do intenso calor.
Tomei um bom banho e me alimentei. Depois, para relaxar, assisti alguns DVDs de bandas de rock progressivo que aprecio (Genesis, Yes e Eloy).
Enquanto eu estava assistindo esses DVDs, fui sentindo uma sensação de contentamento íntimo, de trabalho bem feito. Ou seja, estava cansado de corpo, mas feliz de espírito. Até pensei em dormir mais cedo, aproveitando o embalo dessas sensações internas legais. Contudo, fui até o quarto e liguei o aparelho de som de lá.
Coloquei para rolar um CD do Mike and Mechanics* e fechei os olhos para apreciar as canções. Foi aí que, para minha surpresa, percebi uma presença espiritual no ambiente.
Suavemente, ela projetou em minha mente as seguintes palavras: “Amigo, escreve sobre esse sentimento que você está sentindo. O seu coração está transbordando de luz. Mas, escreva aí mesmo, como os poetas antigos, com caneta e papel, para suas energias ficarem impregnadas nas páginas, como sangue vivo do Eterno. Escreva do seu jeito mesmo. Eu vou ficar aqui só olhando, com carinho, contente também. Transborde o amor nessas páginas. E depois, vamos para além do Bojador...”
E eu comecei a escrever... O resultado está logo abaixo.
Espero que, mais do que as palavras, vocês sintam algo legal, de coração a coração, em espírito e verdade. E que um Grande Amor esteja sempre com vocês.
Em tempo: não vou declinar aqui o nome do amigo espiritual que conversou comigo. Mais importante do que descrevê-lo, é saber que ele é um cara legal e bem tranqüilo e amistoso. E, apesar de ele ter sido escritor, e eu nem chegar aos pés dele com aquilo que escrevo de improviso mesmo, ele sempre me trata de igual para igual.
Resumindo: Ele é genial e generoso. É só isso que importa saber. Ele é o cara!
Bom, vamos aos escritos.
* * *
Olá, pessoal.
Estou escrevendo agora, no meio da madrugada.
Essa semana foi muito cansativa para mim.
Trabalhei muito em Jundiaí nesses dias. Na terça-feira, com o grupo de estudos de lá; e quarta e quinta-feira, com um curso de chacras, para uma turma de iniciantes. Antes disso, gravei o programa de rádio na terça-feira à tarde, antes de viajar para Jundiaí. E, antes ainda, na segunda-feira à noite, fiz o programa de TV Dimensões, apresentado pela minha amiga Rosana Beni, ao vivo, com uma hora de entrevista, respondendo diretamente as perguntas dos telespectadores.
E nessa sexta-feira, iniciei o curso gratuito de Hinduísmo no IPPB. O mesmo estava lotado. Ocorre que estava muito calor, e isso desgasta mais ainda.
É claro que, além desses trabalhos de esclarecimento consciencial, rola muita assistência espiritual. E, também, pressões extrafísicas diversas, em tentativas de atrapalhar tudo isso.
Então, voltei para casa exausto, por causa da semana de trabalho puxado e, também, por causa do intenso calor.
Tomei um bom banho e me alimentei. Depois, para relaxar, assisti alguns DVDs de bandas de rock progressivo que aprecio (Genesis, Yes e Eloy).
Enquanto eu estava assistindo esses DVDs, fui sentindo uma sensação de contentamento íntimo, de trabalho bem feito. Ou seja, estava cansado de corpo, mas feliz de espírito. Até pensei em dormir mais cedo, aproveitando o embalo dessas sensações internas legais. Contudo, fui até o quarto e liguei o aparelho de som de lá.
Coloquei para rolar um CD do Mike and Mechanics* e fechei os olhos para apreciar as canções. Foi aí que, para minha surpresa, percebi uma presença espiritual no ambiente.
Suavemente, ela projetou em minha mente as seguintes palavras: “Amigo, escreve sobre esse sentimento que você está sentindo. O seu coração está transbordando de luz. Mas, escreva aí mesmo, como os poetas antigos, com caneta e papel, para suas energias ficarem impregnadas nas páginas, como sangue vivo do Eterno. Escreva do seu jeito mesmo. Eu vou ficar aqui só olhando, com carinho, contente também. Transborde o amor nessas páginas. E depois, vamos para além do Bojador...”
E eu comecei a escrever... O resultado está logo abaixo.
Espero que, mais do que as palavras, vocês sintam algo legal, de coração a coração, em espírito e verdade. E que um Grande Amor esteja sempre com vocês.
Em tempo: não vou declinar aqui o nome do amigo espiritual que conversou comigo. Mais importante do que descrevê-lo, é saber que ele é um cara legal e bem tranqüilo e amistoso. E, apesar de ele ter sido escritor, e eu nem chegar aos pés dele com aquilo que escrevo de improviso mesmo, ele sempre me trata de igual para igual.
Resumindo: Ele é genial e generoso. É só isso que importa saber. Ele é o cara!
Bom, vamos aos escritos.
* * *
