755 - O AMOR QUE AMA SEM NOME

(Viajando na Nave do Discernimento do Coração)

- por Wagner Borges -

O Amor Supremo não marca datas nem dita regras.
Ele simplesmente é! Existe por si mesmo.
Não depende de arautos anunciando sua vinda.
Não doutrina ninguém; pelo contrário, liberta!
Não pertence a grupo algum, pois vem do Todo.
Não vem com salvador algum, pois está em tudo.
Jamais se irrita nem se abate; apenas ama.
Não está condicionado a limites espaciais.
Não é limitado pelo tempo ou circunstâncias.

755 - VIAJANDO ESPIRITUALMENTE PELO CÉU DAS CRIANÇAS

(Quando a Graça Volta aos Olhos de Quem Ama e Compreende Realmente)


Amigo, não chore mais.
Sua criança não deixou de existir.
Ela agora mora no céu das crianças.
E brinca voando com os seres celestes.
Ela ri como nunca. E se lembra dos pais, sim.
Como poderia não se lembrar, se foi tão amada?
E o céu também sabe disso. E Deus também...
Aqui embaixo, quem sabe é o seu coração.
Além de sua mente, ele sente a pulsação da vida.
Ele sente a criança brincando em algum lugar...
Você se lembra do lago em que passeava com ela?

754 - VIAJANDO NA LUZ DO BUDA NAS DEZ DIREÇÕES

Amigo, certa vez eu vi, fora do corpo, uma flor brilhante brotando no topo de tua cabeça.

Parecia uma flor de ouro!

E, uma voz sutil me disse mentalmente:

“A espada do discernimento cingiu a fronte do Buda*.

E a luz se fez e o amor cantou a liberdade.”

754 - RIR É PRECISO...

A morte não muda ninguém!

Se o espírito não for esperto (e desperto), dança feio nos condicionamentos a que se prendeu mentalmente.

Verdade seja dita: quem é complicado dentro do corpo, fatalmente será complicado no Astral.

A morte não transforma idiotas em sábios, nem molengas em gênios extrafísicos.

754 - O BRILHO DE KRISHNA NAS ÁGUAS DE IEMANJÁ

Amigo, ainda agora vi um dos seus trabalhadores espirituais aqui na sala.

Nem precisa dizer que as luzes celestes desceram aqui junto com ele.

Então, quero lhe agradecer por enviar esse amigo extrafísico para inspirar e proteger mais essa jornada de esclarecimento consciencial sadio.

Sabe, às vezes escuto o som de uma flauta, algures, e sinto Você.