744 - O GRANDE ENCONTRO CONSCIENCIAL II

(Quando a Rosa Floresce na Luz, Docemente, com Grande Habilidade)



A Luz espiritual é respeitosa.

Jamais ofusca a visão de ninguém, pois conhece bem o limite de cada um.

Sob Sua ação, as brumas da ilusão se desfazem.

Anônima e serena, Ela opera sutilmente dentro de cada ser, docemente, com grande habilidade, o despertar consciencial.

Ela vem do Alto, diretamente do Coração Cósmico do Grande Arquiteto Do Universo, que é a sua origem e inspiração.

A Luz espiritual está repleta de Ética Cósmica e jamais julga, pois é pura compreensão.

Ela compreende até mesmo os agentes das trevas conscienciais, e aguarda pacientemente o despertar de cada um deles, para novos parâmetros de manifestação vital, mais criativos e construtivos no seio da natureza e dos homens.

743 - JESUS ONDANANDA - UM VISLUMBRE DO OCEANO DE ESTRELAS

(Viajando Espiritualmente no Olhar do Rabi)

Rabi, quando Você pousou o seu olhar no meu, eu vi um oceano de estrelas.
Miríades de sóis brilhavam na tapeçaria sideral.
No silêncio do seu amor, você me disse, em Espírito e Verdade:
“Tudo é UM! Tudo é Ele! Ele é o Sol de todos!”

743 - O GRANDE ENCONTRO CONSCIENCIAL

(Quando a Rosa Floresce no Coração dos Homens, da Terra e do Espaço)

O grande sonho de vocês é o contato extraterrestre.
Porém, inicialmente, que tal um contato imediato com vocês mesmos, dentro do coração?
Que tal uma viagem na nave espiritual, por dentro, pelos céus do espírito humano?
Um encontro interior, pleno de unidade, onde vocês encontram um potencial incrível, ainda em estado latente, mas pronto para se ativar e encher de luz o seu viver.
Aliás, esse encontro seria muito apreciado pelos seres das estrelas, seus irmãos de outros orbes e dimensões, que também viajam por dentro deles mesmos.
Talvez eles estejam apenas esperando ver esse encontro de vocês com vocês mesmos, para eles se encontrarem juntos, na mesma harmonia interdimensional, no mesmo coração e nos mesmos propósitos de evolução e consciência.
Talvez eles cantem, junto com vocês, a mesma canção de unidade e universalidade.

742 - VIDA – A MAGIA QUE ESTÁ EM TODOS OS PLANOS

(Falando de Imortalidade da Consciência, Na Lata!)

Nem longe, nem perto; o Astral não é onde se pensa.
Não é na zona norte da fé, nem no sul da teoria.
Não é no leste do que se acha, nem no oeste do que se imagina.
Não está em nenhum livro religioso nem em quem repete versículos sem pensar.
O Astral é como a vida: está em tudo!
E os espíritos sopram por onde querem...
Também, pudera: estão todos bem vivos!
E quem é vivo, vive!
E escreve, canta, dança, ama e também sente saudades de quem ficou na Terra.
Espíritos também têm coração, não de carne, mas de luz; e o danado continua se apaixonando.
É que, tanto na Terra, quanto no Astral, o amor é quem dá as cartas. O jogo é dele.
Logo, quem ama vive! E, quem vive ama!
E a manifestação do amor acontece em todos os planos, independentemente da vida e da morte.

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742 - NO ABRAÇO SECRETO DOS BUDAS, NOVAS LUZES...

(Quando o Coração Fala ao Infinito Invisível)

“Aquele que enche sua lâmpada com água não dissipará as trevas, e aquele que tentar acender fogo com madeira podre, não conseguirá!”
- Buda -

No silêncio da madrugada, nas ondas da meditação, brota espontaneamente a vontade de realizar uma prece, sob a inspiração dos Budas, médicos da alma e professores da consciência. Embalado por eles, deixo o coração falar ao infinito invisível, sabendo que, no éter universal, outros seres poderão sentir essas palavras como bálsamos espirituais. Talvez elas abram outros corações para o toque curativo dessas consciências serenas que abraçam incondicionalmente a todos os seres.
Sim, talvez haja cura e novas luzes nessas simples palavras, nascidas do trabalho de esclarecimento e assistência espiritual realizado em silêncio e lavadas nas lágrimas que teimam em deslizar pelo rosto, testemunhas do amor sereno, que não se explica, só se sente...
Que essas palavras fluam, de coração a coração, sob a luz do grande coração dos Budas, amigos serenos e magnânimos, que velam por todos os seres.

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