741 - TEMPO DE REGENERAÇÃO E ESPERANÇA

(Falando de Faxina Consciencial, Na Lata!)

Cada um é o que é! E é isso que se carrega para fora do corpo.
O jeitão da pessoa se expressa naturalmente em suas energias.
Pela emanação energética pode-se avaliar as condições psíquicas da consciência.
Energias densas no campo aúrico* revelam intenções semelhantes.
Energias clarinhas revelam intenções melhores.

741 - PROJECÕES DA CONSCIÊNCIA: TEMPORÁRIAS E DEFINITIVAS

(As Saídas do Corpo e a Imortalidade do Espírito)

Não, não é a morte que nos leva.
Somos nós que levamos a vida, internamente, para outros planos de manifestação.
Ninguém morre!

740 - VIAGEM INFINITA - A JORNADA DE CADA UM NO TODO

(Texto Postado Originalmente no Jornal “O Guaíra”* - Edição do dia 02 de novembro de 2006).

- por Wagner Borges –

Cada um vive sua história, que nunca tem começo ou fim, pois o espírito é imortal. O que muda é a perspectiva da mente, que, sob a influência das experiências que vivencia, abre-se para novos parâmetros.
O que muda é a qualidade dos sentimentos no coração, que aprende a quebrar a crosta do egoísmo e a valorizar climas melhores no seu jeito de amar.
O que muda são os corpos, que, ao fim de cada ciclo vital, ficam na Terra, enquanto o espírito ascende para outras paragens extrafísicas.
Essa história nunca é igual à dos outros; é única para cada espírito.

740 - VIAJANDO NO VENTO EXTRAFÍSICO DA SABEDORIA CELTA

(Alguns Toques do Vento do Mistério Sobre a Imortalidade da Consciência)

- por Wagner Borges -

Quando sopra o vento do mistério, o coração se lembra da sabedoria antiga.
O escritor sente saudade das brumas sobre a campina e dos ensinamentos dos espíritos amigos. Tantas coisas foram vividas ali; tantas coisas foram ditas!
E, quando escuta a música celta, o seu coração viaja e os seus olhos brilham.
Em meio à correria do mundo moderno, ele ainda sente a sabedoria celta correndo pelos seus canais energéticos e ligando-o às linhas vitais do planeta.
Ele sente a graça da vida abençoando sua jornada e saudando-o na luz.

739 - SAINDO DA GOSMA PSÍQUICA E ENTRANDO NA LUZ DO SORRISO

Houve uma época em que eu era muito triste.
Havia uma enorme fenda em minha alma, por onde eu perdia muita energia.
Por isso, passei a ver a vida de forma cinzenta e macambúzia.
Nada me agradava, e em tudo eu via alguma coisa para criticar.
Como efeito de tal estado de consciência melancólico, projetei minhas amarguras nos textos que escrevia.
De forma ácida e contundente, joguei nos meus escritos a minha dor e o meu vazio interior.
Movido apenas pelo intelecto cabuloso, tornei-me arrogante e pedante em excesso.
Qualquer coisa era motivo para irritação e desmandos emocionais diversos.
Disparei muitas setas ácidas, por meio dos meus escritos, e tudo era o alvo.
Nada e ninguém escapavam do meu escrutínio devastador.
Em minha ilusão, eu era o pensador, e o mundo era a escória.
Fiz muitas inimizades com essa minha postura arrogante e considerava tal coisa como absolutamente natural, num mundo que eu julgava cheio de mentecaptos.
Como eu disse no início, eu era muito triste e enfadonho.
O tempo passou, e eu envelheci, como todos, pois ele não perdoa!