728 - CURADORES ESPIRITUAIS – OS AGENTES DO ALTO!

Os melhores curadores são discretos em seu trabalho.
Eles calam o ego e deixam o coração fluir o amor sereno...
O toque de suas mãos é gentil e generoso.
Eles têm mãos de Luz!

Pelo alto de suas cabeças desce a sabedoria celeste.
Ao mesmo tempo, a vitalidade da terra beija seus pés.
Enquanto isso, as pétalas dos lótus de seus corações se abrem...
E eles se tornam templos vivos da Luz que cura!

Eles são tranqüilos e conscientes de suas tarefas.
Eles sabem que é a luz do amor que cura, não eles.
São naturalmente contentes, e os seres divinos velam por eles.
Eles são Paz perene!
Não carregam posturas arrogantes; são simples e alegres.
São muito gratos ao Grande Espírito, o Grande Curador.
Transitam pela existência sem julgar ninguém.
Eles são da Luz serena!

Eles são curadores, dos outros e de si mesmos.
Trilham seus caminhos sem jamais infelicitar os caminhos dos outros.
Não se magoam com coisa alguma, pois são felizes.
Os seus atos são lúcidos!

Ah, esses curadores, lindos e tranqüilos, que surfam na luz!
São estrelas na carne, agindo em nome do Alto.
Muitas vezes, quietinhos, eles abraçam a humanidade.
Eles nada esperam, só abraçam a alma do mundo.

Sim, eles nada esperam, só agradecem ao Grande Curador.
Eles sabem que há um tempo certo para cada coisa.
Por isso eles trabalham, no tempo certo de seus corações.
Eles sabem que todo momento é tempo certo de aprender...

Eles estão no mundo igualmente com todos, mas há colunas de luz sobre seus caminhos.
Muitas vezes, eles sentem a dor do mundo, em si mesmos.
Nesses momentos, eles se recolhem na prece e haurem forças no Alto.
E vibram as mãos cheias de luz, sob o comando do coração.

Não há orgulho em seus rumos, só satisfação serena.
Não há contendas nem competições em seus caminhos, só cura.
Eles caminham no Darma (1), como o Alto lhes incumbiu.
E eles sabem que só o Grande Curador sabe o que está em seus espíritos.

Eles são conscientes de que, melhorando os outros, os seus nós cármicos se dissolvem na luz...
Melhorando os homens, eles também melhoram a si mesmos, e todo mundo cresce.
Eles sempre agradecem aos anjos da cura, pela inspiração no trabalho.
E, eles sempre dizem, contentes: “Senhor, nada é meu, tudo é Seu. Inclusive eu!”

P.S.: Eles são curadores e agentes da cura interdimensional.
Estão na carne, mas são estrelas.
Curam invisivelmente os homens e os espíritos e, também, a si mesmos.
Eles são da Luz!

Om Sinha Ganapati! (2)

- Esses escritos são dedicados a Paramahamsa Ramakrishna, a quem devo muito e a quem dedico também essas palavras de admiração e respeito:

“Sou como um garoto nas mãos de Ramakrishna.
Ele é o vento de amor espiritual, e eu sou a folha arrastada pelo seu Karuna (compaixão).
Sua paz me envolve, e sou impelido a canalizar idéias espirituais.
Meu coração brilha sob o seu influxo, e passo, eu mesmo, a ser um vento espiritualista a arrastar outras folhas na direção da Luz Maior”.


- Wagner Borges – apenas um pequeno vento espiritualista na Terra.

São Paulo, 30 de agosto de 2006.


Notas:

1. Darma (do sânscrito “Dharma”) - dever, missão, programação existencial, mérito, benção, ação virtuosa, meta elevada, conduta sadia, atitude correta, motivação para o que for positivo e de acordo com o bem comum.

2. Om Sinha Ganapati (do sânscrito) – esse é um mantra evocativo de uma das divindades mais queridas dos hindus: Ganesha, o filho de Shiva e Parvati; o deus com cabeça de elefante. É considerado o removedor dos obstáculos. Um de seus mantras mais conhecidos é “Om Ganeshaya Namah!”

Muitas vezes, ele é evocado com um dos seus epítetos: Ganapati, o Senhor dos mundos inferiores e removedor dos obstáculos espirituais e energéticos. Nesse caso, o mantra ficaria assim: “Om Ganapatiya Namah!”

Aqui ele está sendo evocado como “Om Sinha Ganapati!”.

O Om é a vibração interdimensional do TODO que está em tudo; é considerado o Verbo Divino, a Palavra de Poder de Brahman.

Sinha significa “Leão”. Na tradição hinduísta há um avatar de Vishnu (Narayana, o Divino Preservador) chamado de “NaraSinha” (do sânscrito “Nara”: homem; “Sinha”: leão). Dentro desse simbolismo significa o “Homem-Leão”. Ou, melhor dizendo, “Aquele que tem a força do leão”.

Na cosmogonia hinduísta, Vishnu teve que tomar a forma de um homem-leão para destruir um demônio que estava atormentando a todos. Daí o contexto de força atribuído àquela manifestação divina, como um homem-leão dotado de poder descomunal, para detonar o mal.

Aqui no texto o mantra evoca a força conjunta do leão (Sinha) e do elefante (Ganesha). Ou seja, dupla força para detonar e remover a inércia e as energias pesadas e abrir o coração para a Luz Divina.

É aí que entra esse mantra Om Sinha Ganapati no contexto desses escritos sobre curadores espirituais. É um dos mantras que eu havia escolhido para passar para a turma do curso Om Sattva (curso de Hinduísmo e práticas espirituais). Enquanto eu concentrava luz branca no meu chacra frontal, surgiu um amparador do grupo extrafísico “Os Amigos de Ramakrishna” e me sugeriu a utilização desse mantra para limpeza do campo energético. E ainda me disse que era dia de Ganesha e me passou algumas dicas pessoais (depois eu fiquei sabendo que os hindus estão comemorando a semana de Ganesha por esses dias).

Logo a seguir, envolvido e inspirado pelas energias dessa atmosfera espiritual maravilhosa, escrevi esse texto sobre os curadores espirituais. Espero que seja útil e inspire a outros estudantes espirituais, independentemente da linha espiritual escolhida. O importante é fazer o bem sem olhar a quem. E ser feliz!

Detalhe adicional: informações sobre “Os Amigos de Ramakrishna” - é um grupo de amparadores extrafísicos ligados aos ensinamentos universalistas de Paramahamsa Ramakrishna. Na verdade, são meus amigos de outras vidas e, de vez em quando, aparecem para matar a saudade e dar uns toques espirituais legais.

Certa vez, um deles me disse: "Sair do corpo é fácil. Difícil é ficar em paz, dentro ou fora do corpo."

Eles também me ensinaram essa verdade: "Dias ruins não são aqueles de tempestade, que até limpam a atmosfera de fora, mas aqueles dias em que permitimos as pesadas nuvens da mediocridade toldando o céu do coração, dentro de nós mesmos".

Agradeço a esse grupo de amigos pela amizade e pelos toques conscienciais pertinentes, que sempre me ensinam muito.

- Paramahamsa Ramakrishna: mestre iogue que viveu na Índia do século 19 e que é considerado até hoje um dos maiores mestres espirituais surgidos na terra do Ganges. Para se ter uma idéia de sua influência espiritual, posso citar que grandes mestres da Índia do século 20 se referiram a ele com muito respeito e admiração, dentre eles o Mahatma Ghandi, Paramahamsa Yogananda e Rabindranath Tagore.

Outro detalhe: ainda sobre o Ganesha, há dois textos alusivos a ele (postados juntos) em minha coluna do site do IPPB. O título é “Rompendo a barreira do Passado I e II”. Obs.: Para enriquecer as explicações sobre o Ganesha, deixo na seqüência um texto antigo em que esclareço vários detalhes sobre a cosmogonia hinduísta.

Vamos lá.







DIVINDADE ELEFANTÓIDE

(Reprodução de um e-mail narrando uma projeção e a resposta do prof. Wagner Borges a seguir. A pessoa que nos enviou o e-mail nos autorizou a divulgá-lo, pois poderá ser útil para outras pessoas)


“Prezado Professor Wagner Borges,

Gostaria muito de obter maiores informações sobre um possível personagem da mitologia oriental que tenha uma aparência entre humano e elefante, de estatura baixa... Será de grande utilidade para mim.

Há alguns dias atrás, tive um sonho lúcido (sonho mesmo, não projeção), do qual só me lembro das seguintes cenas:

Eu, acompanhado de um homem e uma mulher, aparentemente humanos e normais, seguimos por uma espécie de túnel muito estreito que parecia ser uma montanha. O túnel em questão tinha o aspecto daquelas fendas estreitas que vemos em documentários sobre cavernas, com algo de túnel de pirâmide do Egito. Suas paredes eram secas, cor de barro claro...

Segundo meus acompanhantes, passaríamos por ali com a intenção de "levar-me de volta pra casa". Não consigo me lembrar o que se passou antes do tal caminho, mas a sensação é que eu estava realmente em outro lugar.

Ao final da passagem, havia uma espécie de galeria, uma caverna, um espaço do tamanho de uma sala grande, mas ainda com aspecto natural, nada trabalhado pelas mãos do homem.

E lá dentro, meus guias se posicionaram ao meu lado, só não lembro quem ficou na esquerda e quem ficou na direita. Suspeito de que estavam sentados em posição de "perna de chinês", mas sinceramente não consigo lembrar-me de quase mais nada pois o que me impressionou mesmo foram os seres que estavam ali diante de nós.

Eram 5, 6 ou 7, não me recordo exatamente quantos eram, mas suas aparências eram muito marcantes. Brancos, do tamanho de uma criança de 2 a 4 anos, um pouco gordinhos e com cabeça de elefante! Mais especificamente de um elefante asiático! As pernas eram bem separadas e curtas, mas não sei se eram de elefante também. Tinham também uns enfeites na testa e na raiz das orelhas, adornos prateados, tipo cordões, como aqueles que se usam em fantasias de carnaval. Não sei se suas mãos estavam juntas como se faz nas orações dos católicos ou se estavam com a palma para cima com as pontas dos dedos encostadas como na meditação... Não lembro... Não consigo mesmo me lembrar de mais detalhes, nem identificar quaisquer aspectos de suas personalidades (alegria, serenidade, compreensão...), a não ser o extremo respeito que suas imagens me faziam sentir por eles. Pareciam-me ser semideuses... De repente, meus companheiros começaram a pronunciar em coro palavras em saudação àqueles seres que estavam à nossa frente. Tudo foi ficando turvo, e então eu estava em casa.


Um abraço!”


Resposta do prof. Wagner Borges:


“Isso não parece sonho. Pelos detalhes, tudo indica que foi uma projeção da qual o seu cérebro mascarou a lembrança na hora em que você entrou no corpo de volta. Digo isso por causa da presença dos seres com cabeças de elefante, o que caracteriza um processo iniciático hinduísta.

O simbolismo dos seres com essa aparência tem um profundo significado espiritual de proteção. Representa a força de Ganesha, o removedor dos obstáculos, filho de Shiva e Parvati.

Há muitas lendas sobre ele na Índia, mas há duas delas que são mais famosas.

Uma delas diz que o Sr. Shiva* saiu para um retiro nos Himalaias e pediu ao seu filho Ganesha para tomar conta da casa. Pediu que ele não deixasse ninguém entrar durante sua ausência. A seguir, ele alçou vôo e foi praticar suas austeridades (em sânscrito: "tapas") no topo do mundo.

Ocorre que suas disciplinas espirituais prolongaram-se demasiadamente, e ele permaneceu nas montanhas sagradas por mil anos. Quando ele voltou para casa, estava barbudo e com um aspecto um tanto quanto severo. Na porta, tomando conta da residência, estava Ganesha. Ele não reconheceu o pai e barrou sua entrada. Os dois discutiram muito, pois Shiva dizia que era seu pai, e Ganesha argumentava que seu pai não tinha barba e o tinha alertado de que um demônio tentaria passar por ali disfarçado.

Os dois entraram em um combate de proporções energéticas incríveis. No decorrer da luta, Shiva levou a melhor e subjugou seu filho.

Com raiva, cortou a cabeça do menino e jogou o corpo no mato. A seguir, foi fazer a barba, tomar um banho e descansar da longa viagem. Quando sua esposa, Parvati, chegou e percebeu a bagunça na entrada da casa e não viu o filho de plantão, logo percebeu que algo terrível havia acontecido. Daí, Shiva disse-lhe o que tinha acontecido. Ela ficou furiosa e ameaçou separar-se dele (sabe como é, fazer uma grevezinha, hehehehe...) caso ele não trouxesse o filho de volta à vida. Temeroso de perder sua consorte divina, a rainha da formosura e da alegria, ele disse-lhe: ‘Está bem, vou trazê-lo de volta, mas se o seu corpo ainda estiver em boas condições, a cabeça já era, pois um chacal da floresta devorou-a ainda agora. Sei disso porque o meu olho espiritual a tudo vê. O que posso fazer é energizar o cadáver e colocar uma outra cabeça no lugar. Entrarei na floresta e deceparei a cabeça do primeiro animal que eu encontrar. Colocarei sua cabeça no corpo do menino e farei com que o seu corpo espiritual entre na carne novamente. Ele viverá no plano físico mais uma vez, mas com a cabeça de um animal.’

Shiva entrou na floresta e o primeiro animal que ele encontrou foi justamente o elefante. Cortou a cabeça do paquiderme, colou-a no corpo e fez o espírito entrar nele (fico imaginando o Shiva emendando o cordão de prata do filho e amarrando-o no corpo). Daí, a figura do Ganesha passou a ser a do menino com cabeça de elefante.

Baseado nisso, os hindus reverenciam a Ganesha como o divino protetor das casas e removedor dos obstáculos. Se ele não deixou nem o pai entrar, com certeza não deixará nada pernicioso entrar na casa do devoto.

A outra lenda, mais suave, mas sem a intensidade da primeira, conta que Ganesha era um menino muito bonito. Sua beleza era tão mágica e sua presença tão doce, que as pessoas não prestavam atenção na sua sabedoria e nem escutavam seus ensinamentos. Ficavam cativadas pela sua beleza sobrenatural. Para evitar isso, Shiva cortou sua cabeça e colocou a do elefante no lugar. Dessa forma, todos os que se aproximassem dele seriam libertados por sua sabedoria e não ficariam encantados pela aparência sedutora, mas ilusória. Quem buscasse seu concurso seria pelo objetivo do crescimento espiritual e não mais pelas firulas da vaidade.

As duas lendas revelam lições de sabedoria espiritual e são bem interessantes. Naturalmente, os hinduístas levam isso tudo ao pé da letra e consideram tudo como verdades espirituais inabaláveis. Reverenciam Ganesha com muita fé.

Isso resultou no seguinte: milhões de pessoas pensando em Ganesha ao longo dos séculos formaram uma imensa atmosfera extrafísica (é aquilo que os rosacruzes chamam de egrégora) referente à proteção e inspiração espirituais. Ligados a ela estão vários grupos de amparadores que trabalham exatamente nessa faixa vibratória, devido à sua idéia básica que evoca a proteção divina. Por isso, quando alguém evoca a força espiritual de Ganesha, seja pelo pensamento, pela devoção ou pela ação de um mantra, uma energia de alta intensidade flui interdimensionalmente para seus chacras enriquecendo sua sintonia imediatamente.

Esse é o mesmo mecanismo espiritual para qualquer uma das outras divindades, orientais ou ocidentais, e também para a atmosfera evocada pelos mantras.

Muitas vezes, os próprios amparadores ligados a essa sintonia personificam a figura do Ganesha. Eles plasmam sua aparência em seus corpos espirituais, objetivando uma maior integração com aquela vibração em particular. É assim também com as outras divindades. Certa vez, vi uma entidade que era o Shiva.

Ele vestia-se com aquela tanga iogue, tinha longos cabelos e cobras najas enroscadas em seu pescoço e braços (a naja representa a sabedoria para os hindus). Junto com ele estava um tigre desencarnado (era um animal mesmo, não era uma forma mental e nem um elemental). Eles estavam em pleno ar, a uma grande altura. A seguir, surgiu um avião em pleno vôo, e eles entraram nele atravessando a fuselagem da aeronave. Por intuição, soube que ele iria prestar uma assistência espiritual para alguém dentro do veículo.

Tenho visto vários outros amparadores na mesma condição envolvidos em trabalhos extrafísicos.

No seu caso, acho que você foi levado pelos seus guias a um lugar extrafísico na freqüência do Ganesha. Por isso, a presença dos seres com cabeças de elefante. Acho difícil ser um sonho, pois você desconhecia esses detalhes antes. Talvez você tenha sido levado até lá por já estar envolvido com essa sintonia desde outras vidas. Ou até mesmo por uma questão de proteção espiritual.

Detalhes adicionais:

- O sábio Vyasa elaborou o grande épico do "Mahabharata" (uma de suas partes é o "Bhagavad Gita" - "A Canção do Senhor" - que conta os ensinamentos de Krishna ao seu discípulo-arqueiro Arjuna no campo de batalha), mas quem escreveu tudo foi o Ganesha. Por isso, uma de suas presas é quebrada. Ele a quebrou para escrever o épico com ela.

- Na cosmogonia hinduísta cada uma das divindades (em sânscrito: "Devas") possui um animal como seu veículo (em sânscrito: "Yana") de transporte entre o Céu e a Terra. Por exemplo: Brahma (veículo: Hamsa - um cisne branco); Vishnu (veículo: Garuda - uma espécie de híbrido de homem com uma imensa ave); Shiva (veículo: Nandi - um touro branco, o touro da paz). O veículo de Ganesha é um ratinho. Por isso, em todas as figuras ele aparece com um ratinho a seus pés. Na verdade, isso esconde uma grande metáfora, característica do simbolismo oriental. É que o elefante teme o rato. Não é que ele não possa enfrentá-lo, mas seu receio é de que o roedor entre pela sua tromba. Nesse caso, o paquiderme fica literalmente louco e desembesta enfurecido destruindo tudo a sua volta. O rato preso ali começa a morder a mucosa interna da tromba tentando escapar da prisão em que se enfiou. Ao mostrar Ganesha com o rato aos seus pés e submetido a ser seu veículo, o simbolismo demonstra que ele não teme a nada.

- Ganesha tem um irmão menor chamado Kartykeya (também chamado de Skhanda ou Muruga). Ele é o senhor das hostes luminosas que combate os demônios em todos os lugares. Seu veículo é o pavão. No simbolismo, ele é associado às Plêiades e também é considerado um protetor dos trabalhadores espirituais de todos os lugares.

- Todos os nomes das divindades e os nomes de seus veículos são considerados como mantras. Fica difícil explicar cada um deles aqui por e-mail. Isso acabaria virando um livro. Uma hora dessas eu conto como é que fiquei sabendo dessas coisas durante uma das experiências espirituais mais marcantes de minha vida, ocorrida no ano de 1994.

- Mantra de Ganesha: OM NAMAH GANESHAYA. Também pode ser evocado somente como OM GANESHA.

- Só para enriquecer um pouco mais essas informações, coloco aqui alguns outros mantras das divindades hindus:

Brahma: OM
Vishnu (Hare): OM NAMO NARAYA NAYA
Shiva (Hara): OM NAMAH SHIVAYA
Krishna: OM NAMO BAGHAVATE VASUDEVAYA –

Cada um deles tem um significado esotérico, mas não dá para explicar isso aqui por e-mail.


P.S.: Nunca estudei o sânscrito (pelo menos nessa vida atual), nem sou hinduísta. O que aprendi (ou relembrei) foi fora do corpo e durante muitos ensinamentos dos amparadores. A partir de 1994, eles começaram a me passar o significado dos mantras e de muitas outras coisas e pediram-me para começar a transmitir isso para as pessoas através dos cursos e palestras. Daí, comecei a acoplar o que eu sabia sobre Espiritualismo, Espiritismo, Teosofia, Ocultismo, Umbanda, Projeciologia, Bioenergia, Antroposofia, Taoísmo e outros temas espiritualistas com os ensinamentos hindus que eu recebia extrafisicamente. Isso é legal, pois me permite transitar em todas as áreas e ter conhecimentos variados sem me prender a coisa alguma. E de mente aberta eu ainda escuto rock progressivo, adoro futebol (fui um meia esquerda razoável quando jogava), namoro, estou sempre de brincadeira com os amigos e estou cheio de alegria e amor brilhando em meus olhos. E isso é resultado de eu estar dentro dos parâmetros da minha programação existencial e estar trabalhando com dedicação naquilo que programei antes mesmo de reencarnar nessa vida atual. Meu trabalho é esse mesmo: unir os estudos de Projeciologia e Bioenergia com todos os conhecimentos sadios oriundos de outras fontes espiritualistas, fazendo disso uma síntese inteligente, criativa, simples e humana.

Por que estou lhe dizendo isso?

É porque a figura do Ganesha também representa abertura e universalismo.

Você não teve essa visão à toa. Ver algo assim pressupõe que você precisa alargar seus horizontes para estar bem sintonizado com os amparadores em suas atividades, principalmente as espirituais.

Ganesha também é considerado o patrocinador dos escritores, pois ele foi o escrivão do Mahabharata. Quem sabe você não escreverá algo interessante que ajude os outros no caminho espiritual ou humano?

Não quero lhe assustar, mais a visão também pode significar que estão querendo arranjar um filho para você.

Sugestão de leitura relacionadas:


- Fábulas da Índia; Manoj Das; Editora Shakti.
- Histórias da Antiga Índia; Manoj Das; Editora Shakti.
- Autobiografia de Um Iogue; Paramahansa Yogananda; Editora Self Realization.
- Viagem Espiritual Vol. III; Wagner D. Borges; Editora Universalista.


Escrevi tudo isso escutando o disco do conjunto de rock progressivo americano "Journey" (CD. "Greatest Hits Live"; Gravadora Sony Music; Lançamento nacional).


Paz e luz para você!

OM GANESHA!


- Wagner Borges -

Nota:

* Shiva (do sânscrito): O terceiro aspecto da divindade na cosmogonia hindu: 1. Brahma (O Criador); 2. Vishnu (O Preservador); Shiva (O Transformador). Sua esposa divina é Parvati, mãe de Ganesha.


Texto <12/09/2006>

727 - KRISHNA, O DERRETEDOR DE CORAÇÕES

(Quando as Covas Umbralinas Ficam Lindas Como o Azul do Céu)

- por Wagner Borges -

Krishna, novamente você derrete de amor o meu coração.
Que coisa é essa, sutil como um afago e poderosa como um sol?
Vejo você agora, em meio a uma multidão de espíritos sofredores.
Como sempre, você abraça a todos, de um em um, como iguais, como seres divinos.
E, ao abraçá-los, você absorve a dor deles e derrete seus corações no amor puro.
Você absorve a escuridão em torno e transforma tudo em azul.
Você parte as correntes, enquanto eles choram a dor dos esquecidos, abraçados a você, igual a crianças perdidas.
Vejo os seus olhos de lótus e percebo que você está feliz ali, naquela vala extrafísica, que antes era trevosa, e que, agora, ficou azul da cor do céu.
Govinda, você transforma as pesadas atmosferas umbralinas em paraíso e os espíritos cinzentos em seres de luz.
Vejo você aí, no meio deles e, ao mesmo tempo, aqui, dentro do olho espiritual.
E o amor que derrete o coração deles, é o mesmo que derrete o meu coração.
E o seu olhar feliz, que cura a dor deles, é o mesmo que me deixa feliz.
Você abraça a eles aí, e eu me sinto abraçado aqui!
Amigo querido, permita que eu relate aos homens a sua ação amorosa nos rincões extrafísicos esquecidos, para que outros também se sintam abraçados e queridos por esse amor tão lindo.
Sabe, eles choram aí, em seu abraço cálido, e eu choro aqui também.
Mas, não é por dor, é porque o coração se derreteu de amor junto.
Ao mesmo tempo, uma parte de mim observa o seu olhar de contentamento; então surge um sorriso leve e solto...
Gopala, em meio às emoções do homem que chora, e ao coração do espírito que ri, eu agradeço por você novamente iluminar o meu dia.
Que esse relato possa iluminar o dia de outros também!

P.S.: Antes, eu era bobo, e dizia: “Meu darma!”
Hoje, menos bobo, eu digo: “Seu darma!”
Ou, “Seu darma no meu!”
Quando eu era bobo, pensava estar sozinho.
Contudo, você me tocou, e eu me toquei.
Meu coração se derreteu de amor...
E eu vi o seu olhar no meu olhar;
Os seus passos em meus passos;
E o seu darma no meu darma, como um só!
Então, deixei de ser bobo, e agora digo:
“Krishna, não sou mais meu, sou só seu!”
Om Maharaja!

São Paulo, 26 de agosto de 2006.

- Notas do texto:
* Umbralino - relativo ao Umbral extrafísico, o plano espiritual denso (plano astral inferior; inferno; hades; plano extrafísico atrasado).
* Govinda e Gopala - são epítetos de Krishna, considerado como o “Pastorzinho divino”, que tangencia os seres na direção da bem-aventurança (ananda) e da consciência cósmica (o samadhi, a expansão da consciência, muitas vezes associada ao despontar da aurora dissolvendo as trevas – o ego - e fazendo a atmosfera dançar na luz).
Govinda e Gopala também são considerados como mantras de dissolução de climas psicofísicos densos. Trazem alegria e espantam as confusões e equívocos.
* Darma (do sânscrito “Dharma”) - dever, missão, programação existencial, mérito, benção, ação virtuosa, meta elevada, conduta sadia, atitude correta, motivação para o que for positivo e de acordo com o bem comum.
* Maharaja (do sânscrito Maharaj) - Grande Rei! É um dos epítetos de Krishna.
* Deixo na seqüência um outro texto que se correlaciona com esse dois de hoje.





NA AURORA COM GOVINDA

Krishna, meu amigo,
Ontem eu não vi Você chegando.
Só senti que havia algo, mas o cansaço não ajudou
As percepções, e o meu ego trouxe a treva em meus olhos.

Então, algo tocou o meu coração hoje,
E eu vi emergir em meio às trevas,
Uma flor de lótus azul.

Imediatamente os meus olhos brilharam,
E o coração entrou em alegria serena.
Uma voz sutil disse-me, secretamente:
“Govinda! Gopala!
Om Namah Krishnaya!”

E aí, o milagre aconteceu:
As trevas se renderam
À aurora do Seu olhar em mim.
Então, amanheci com Você!

E com os olhos novamente acesos,
E o coração radiante,
Eu vi Você sorrindo dentro do meu coração.
E Você disse:

“Vá, e conte para os seus irmãos sobre as glórias eternas que cada um guarda no peito. Fale a eles da imortalidade da consciência e do cumprimento das responsabilidades espirituais. Viaje junto na sabedoria espiritual de abrir as flores dentro dos chacras.
Diga-lhes que além das trevas e dores do ego, existe o despertar da aurora nos olhos e nos corações.
Dentro da aurora, eu estarei presente, sempre, no espírito de cada um, cumprindo o que é para ser cumprido!”

O recado foi recolhido e repassado, mesmo além do plano físico.
E agora, a noite se foi, e tudo ficou azul como o lótus sutil.

Krishna, ontem eu não vi Você!
Mas Você me viu e me esperou.
E me acordou em sua aurora.
E agora, só sei dizer de coração:
“Om Gopalaya Namah!
Om Govindaya Namaha!”


Paz e Luz.

- Wagner Borges -
São Paulo, 20 de novembro de 2004.

Nota: As pessoas adoram rotular os outros de acordo com suas próprias convicções espirituais. Se alguém escreve algo sobre projeção da consciência, é logo rotulado como projetor ou projeciólogo. Se recebe um texto espiritual, é rotulado como espírita. Se fala de Jesus, é chamado de cristão. Se fala de Buda, é budista. Se faz um poema sobre Krishna, é hinduísta. Se escreve sobre Hermetismo, é tachado de esotérico. Se diz que viu um preto velho, deve ser de Umbanda. Se fala de preceitos iogues, é considerado discípulo de algum caminho espiritual oriental. Se admira Lao-Tzé, é rotulado como taoísta. E, daí por diante, outros rótulos, rótulos, rótulos... que, na verdade, não definem coisa alguma. Só servem para limitar a expressão do outro e condicioná-lo a um sistema doutrinário qualquer. Que dia radiante será aquele em que chamarmos o outro apenas de irmão, sem considerar raça, sexo, religião ou cultura. Nesse dia, Jesus, Buda, Krishna, Lao-Tzé, Mataji, e todos os amigos sutis da humanidade surgirão de mãos dadas diante de nós, saudando-nos na atmosfera da paz imperecível e dizendo-nos que o Pai Divino (ou Mãe Divina, tanto faz) é um só e interpenetra a todos com o mesmo amor.


Texto <727><06/09/2006>

727 - AURORA

- por Wagner Borges -

Quando o amor é um estado de consciência, tudo se transforma.
A treva da ausência se torna presença!
A solidão escura e fria se torna alvorada.
E os olhos ganham o brilho do amanhecer.
O espaço se abre na luz de um novo despertar.
Então o coração toca suavemente o Multiverso.
Sem sair do lugar, ele beija o infinito.
(A magia do amor transformou sua dor em luz).

O tempo dança à sua frente, como por encanto.
(As dores de outrora se foram; ficou o amor).
Do fundo do abismo brotou a luz!
E o que era apego e prisão, tornou-se estrela.
Quem ama mesmo, não arrasta correntes.
Pois, a luz do amanhecer no brilho do olhar nada pesa.
E o nascer do sol não faz barulho algum!
A luz é presente do amor. É graça. É vôo sutil.
Quem se permite perder a graça, embaça a visão.
Quando o coração não reconhece o presente, perde as asas.
Quem dá abrigo à treva, perde o amanhecer nos olhos.
Quem carrega correntes, perde o vôo sutil.
Cada dia é um presente, que, só se sente, vivendo...
Quem ama, compreende e reconhece o presente.
E, vive contente, para voar melhor, com graça.
Seu coração sabe que a luz não pesa nada.
Na aurora do despertar da consciência, tudo é PRESENÇA!*
A magia do amor é pura alquimia interior: transmuta a velha dor em luz renovada.
E o milagre acontece: a solidão escura e fria se torna alvorada!

P.S.:
O poeta celta cantou:
“Na luz eu me curei.
Na luz eu dancei e cantei.
Na luz eu reconheci o presente.
Na luz em morri e renasci.
Na luz eu limpei o olhar.
Na luz eu vim; nela eu estou; nela eu vou...
Na luz, na luz, na luz... do amor!”

(Quem compreende, em seu coração, a compreende...)

- Wagner Borges -
São Paulo, 26 de agosto de 2006.


* Quando os antigos iniciados celtas admiravam os momentos mágicos do alvorecer e do crepúsculo, costumavam dizer: “Isso é um assombro!”
E assim era para todas as coisas consideradas como manifestações grandiosas da Natureza e do ser humano.
Ver o brilho dos olhos da pessoa amada, a beleza plácida da lua, a alegria do sorriso do filho, ou o desabrochar de uma flor eram eventos maravilhosos.
Então, eles ousavam escutar os espíritos das brumas, que lhes ensinaram a valorizar o Dom da vida e a perceber a pulsação de uma PRESENÇA em tudo.
A partir daí, eles passaram a referir-se ao TODO QUE ESTÁ EM TUDO como a PRESENÇA que anima a Natureza e os seres.
Se a luz da vida era um assombro de grandiosidade, maior ainda era a maravilha da PRESENÇA que gerava essa grandiosidade.
Perceber essa PRESENÇA em tudo era um assombro!
E saber que o sol, a lua, o ser amado, os filhos, as flores e a Natureza eram expressões maravilhosas dessa totalidade, levava os iniciados daquele contexto antigo da Europa a dizerem: “Que assombro!”
Hoje, inspirado pelos amigos invisíveis celtas, deixo registrado aqui nesses escritos o “terno assombro” que sinto ao meditar na PRESENÇA que está em tudo.
E lembro-me dos ensinamentos herméticos inspirados no sábio estelar Hermes Trismegisto, que dizia no antigo Egito: “O TODO está em tudo! O Inefável é invisível aos olhos da carne, mas é visível à inteligência e ao coração.”
O TODO ou A PRESENÇA, tanto faz o nome que se dê.
O que importa mesmo é a grandiosidade de se meditar nisso; essa mesma grandiosidade de pensar nos zilhões de sóis e nas miríades de seres espalhados pela vastidão interdimensional do Multiverso, e de se maravilhar ao se perceber como uma pequena partícula energética consciente e integrante dessa totalidade, e poder dizer de coração: “Caramba, que assombro!”

<Texto 727><06/09/2006>

726 - MUITO ALÉM DOS SONHOS

(Canção da Liberdade Interdimensional)

- por Wagner Borges -

Esteja aqui, agora.
Sem as sombras do passado, dê-me a mão.
Venha, vamos atravessar o portal entre as realidades.
Veja a luz e escute essa música.
Há magia nessa passagem.
Não ligue para o tempo, esteja aqui, agora.
Não importa o que lhe disseram,
Você pode voar além das realidades.
Além das estrelas, os sonhos não morrem jamais.
Oh, pequeno espírito,
Sinta-se livre!
Escute a canção, dance com a luz...

Liberte-se das dores, o invisível o abraça.
Você é eterno.
Vamos atravessar o portal e sorrir, além das estrelas.
Esteja aqui, agora.

Pequeno espírito, vamos viajar,
Pois os sonhos não morrem jamais*.

Paranapanema, 27 de dezembro de 1999.


* Escrevi essa canção enquanto ouvia o belo disco "More Than Just a Seagull", do guitarrista e tecladista austríaco Gandalf.

Texto <726><01/09/2006>

726 - TEOREMA DO AMOR

- Por Eduardo Liedens (1971-1995) -

Para o matemático absolutista, o Teorema do Amor é uma mera abstração. Porém, através da reflexão ponderada, é incontestável a sua aplicação prática e concreta na resolução da complicada equação emocional dos problemas cotidianos.

Procedimento Geral:

1. Não perca tempo a queixar-se da dificuldade do problema. Resolva-o!

2. Subtraia:
- A ansiedade;
- A Maledicência;
- A Inveja;
- A Ira;
- A Timidez.

3. Extraia a raiz, ou melhor, pela raiz:
- Toda Leviandade;
- Todas as Variáveis do Medo;
- A Autoculpa;
- O Egoísmo;
- A Depressão.

4. Multiplique:
- Bons Pensamentos;
- Bons Sentimentos;
- A Vontade de Crescer;
- O Bom Humor;
- A Boa Leitura.

5. Some:
- Conhecimento com Sentimento;
- Criatividade com Intuição;
- Atitudes coerentes com a Confiança em Si;
- Boa Intenção com discernimento;
- Amigos e Amigas.

6. Divida:
- Com todos, o resultado deste teorema, que é a compreensão lúcida com o perdão incondicional = Amor.

Ser um bom aluno da vida é ótimo, e ter a noção exata da importância disto, melhor ainda. Portanto, aplique o Teorema do Amor e boas provas!

Nota de Wagner Borges: Eduardo era meu amigo e um grande pesquisador espiritualista do Rio Grande do Sul. Foi morar no "lado de lá" em 1995. Alguns meses antes, ele havia me enviado alguns de seus textos e exercícios para apreciação. Atualmente, ele encontra-se engajado em um imenso trabalho de assistência espiritual no plano extrafísico. Por isso, é muito difícil ele aparecer para um papo. Está feliz da vida! Afinal, está de volta ao lugar para onde sempre sonhou voltar. Só veio à Terra por um tempo de 25 anos mesmo. E agora espalha sua luz para o pessoal do "lado de lá". Outro dia, remexendo em pastas antigas, achei um de seus textos. Então, resolvi postá-lo como uma homenagem a este amigo que partiu da Terra tão cedo. Tenho certeza de que ele gostará de saber disso lá do Astral e, de forma semelhante, aqui no plano físico, os seus familiares e amigos queridos. Caso eu consiga outros textos dele guardados em algum lugar com os amigos ou familiares, ou mesmo se ele aparecer e passar-me algum espiritualmente, com certeza eu os disponibilizarei em aberto nos textos periódicos enviados pelo nosso site. Agradeço à família do Eduardo por me permitir homenagear o meu amigo com a veiculação de seus escritos. Aproveitando o momento, deixo na seqüência um texto dele sobre o estudo das projeções da consciência para fora do corpo denso.
Vamos a ele!





PROJETABILIDADE

- por Eduardo Liedens -

Muitos pensam que a projeção astral é como um "fast-food", servido rápida e artificialmente por uma taxa monetária. Com o advento de cursos sistematizados de Projeciologia, muitos confundem a teoria com a prática. Meros teóricos dificilmente serão capazes de projetar a consciência para fora do corpo físico com lucidez.
Por outro lado, é inviável e desaconselhável a prática sem o conhecimento do processo de saída do psicossoma (corpo espiritual), bem como o estudo prévio dos habitantes e situações extrafísicas e das leis sutis regentes em todas as dimensões, como por exemplo, o Carma (1) e a sempre lembrada: "semelhante atrai semelhante".
Portanto, para o desenvolvimento coerente da projetabilidade (capacidade da consciência sair do corpo físico), é necessário o estudo paralelo da teoria e da prática, unindo inteligência, sentimento, intuição e Cosmoética (2).
Por que você quer desenvolver a projetabilidade?
Caso a desenvolva, o que isso modificaria em sua vida?
Qual seria seu objetivo e seu alvo extrafísico?
Você tem medo de espíritos?
O desenvolvimento correto da projetabilidade requer muito estudo, disciplina, responsabilidade e maturidade.
Por isso, revise suas prioridades.
O caminho pode não ser fácil, entretanto, já vale a pena com uma só das várias vantagens evolutivas desse estudo projetivo - eliminar a mãe de todos os medos: o medo da morte.
(Texto extraído do livro "Viagem Espiritual II" - Wagner Borges - Editora Universalista – 1995).

- Notas:
1. Carma (do sânscrito): ação; causa; é a lei universal de causa e efeito.
2. Cosmoética: código de ética extrafísica; moral cósmica; ética espiritual.


Texto <726><01/09/2006>