620 - 24 DE JUNHO, DIA MUNDIAL DOS DISCOS VOADORES

Ufologia, uma fascinante disciplina que completa hoje 58 anos de idade)

- Por A. J. Gevaerd, editor da Revista UFO -



PERGUNTAS QUE NÃO SE CALAM

O que pensar sobre os discos voadores? Eles existem? Se existem, o que são? De onde vêm? Por que vêm à Terra? E por que não se mostram abertamente a todos nós? Essas são apenas algumas das indagações mais comuns que vemos em nossas vidas de ufólogos, pessoas obstinadas que, pelas mais variadas razões, não descansam enquanto não esclarecerem o mistério do Fenômeno UFO. Tais perguntas nos são feitas pela sociedade, pela população, que quer respostas e esclarecimentos. Mas onde estão tais respostas? Elas existem? São conclusivas? Hoje, 58 anos após a observação de Kenneth Arnold, nos EUA, que deflagrou a chamada Era Moderna da Ufologia, ainda não temos todas as respostas que gostaríamos, mas temos várias que podemos, certamente, apresentar à população de maneira inequívoca

De fato, algumas certezas já temos até de sobra, que nos permitem fazer afirmações ousadas e impactantes. Uma delas, claro, é a de que os discos voadores de fato existem. Quanto a isso não há mais dúvidas, e os que duvidam apenas não conhecem as informações existentes. Há literalmente milhões de registros dessas naves nos arquivos das forças armadas de quase duas centenas de países, até mesmo no Brasil. Nossa Aeronáutica, de maneira absolutamente inédita e surpreendente, admitiu aos ufólogos da Revista UFO, em seu histórico encontro de 20 de maio passado, que desde 1954 registra sistematicamente objetos voadores não identificados em nosso espaço aéreo, mantendo tais casos em arquivos específicos e confidenciais, que os ufólogos agora tentam abrir para a população através de sua campanha UFOs: Liberdade de Informação Já.

620 - DOZE TOQUES ESPIRITUAIS DA SABEDORIA DOS RISHIS

(Matéria a ser publicada na próxima edição do Boletim do IPPB "Paz e Luz" - Número 8 - julho/agosto de 2005.)


1. Dias terríveis não são aqueles de tempestade, mas aqueles em que alguém perde o brilho nos olhos e é explorado, por dentro, pelas emoções estranhas, tornando-se, por inércia, prisioneiro de maya (2).

2. Perder alguém, seja por circunstâncias de vida ou de morte, faz parte do jogo sensorial da vida e das provas e aprendizado de cada um. Porém, perder a paz de espírito e a dignidade em si mesmo não é questão de prova, mas de se permitir ser envolvido pelo cipoal emocional que enreda a lucidez e o coração, aprisionando a consciência.

3. Ninguém perde nada, pois tudo pertence ao ABSOLUTO! É só a ilusão de ter que se perde, jamais o Ser! Se é para achar que perdeu, então, que se perca a ilusão da dor da perda. Que se perca o ego, com suas lamúrias e dores descabidas. E que se compreenda a eternidade do espírito! Que se medite na grandeza universal e no brilho das estrelas. Que se admire o poder Criador que engendrou infindáveis sóis no firmamento. No infinito da existência, infinitas possibilidades... No potencial do próprio espírito, infinitas capacidades... No centro do coração espiritual, infinitos amores...

619 - RELATO PROJETIVO DE BOZZANO III

- Por Ernesto Bozzano –


CASO XI - Tomo o primeiro relato do Journal of the S. P. R. (1929, pág. 12), e é um episódio da I Grande Guerra, enviado pelo protagonista ao Prof. Sir Oliver Lodge, que, por seu turno, enviou à supracitada publicação. Escreve o autor:

“Deixamos Monchiet depois do meio dia e após horrível marcha numa estrada de lama misturada com neve fundida em que não cessávamos de escorregar, atingimos Beaumetz à noite. Uma parada curtíssima e novamente em marcha para Wally, na linha do fogo. Lá entramos num ramo de trincheira, onde tivemos de patinhar em água lamacenta. Essa trincheira era de uma milha de comprimento e nos parecia interminável. O lodo líquido subia-nos aos joelhos e uma saraiva gelada nos açoitava o rosto. Estávamos transidos de frio até a medula dos ossos. Finalmente chegávamos à linha de fogo, onde deveríamos render um batalhão francês. Achávamo-nos na pior das trincheiras, que, durante meses, não fora reparada, estando em vários lugares esboroada e não mais protegia as nossas cabeças do fogo inimigo. Era, em todas as partes, um buraco de espuma. H. e eu fomos logo destacados para montar guarda. Encontrávamo-nos de tal forma exaustos que nem mesmo nos restava força para maldizer a nossa sorte. Nosso corpo estava prostrado, ensopado, gelado até os ossos pela saraiva implacável que nos fustigava e mortos de fome por nada mais ter o que comer. Era impossível acender um fogo e nem uma chaleira tínhamos para esquentar um pouco de água. E nem mesmo uma polegada de terreno seco para sentarmos, bem como um abrigo para enganar a fome fumando o cachimbo. H. e eu estávamos de acordo em reconhecer que nunca acreditaríamos possível que tantos sofrimentos pudessem juntar-se assim para martirizar seres viventes e, contudo, já havíamos conhecido muitas noites desse suplício inaudito.

619 - VIAJANDO ESPIRITUALMENTE NA VOZ DO SILÊNCIO

“Quando o amor do Cristo fala ao coração, o iniciado se cala!

Ele conhece a magia da voz do silêncio.

Ele escuta sua sabedoria secreta. E se fortalece na prece sincera e silenciosa e agradece.

Ele é o iniciado, e o Cristo é o seu mestre.

E o seu coração é o templo do encontro singelo.

Ele sabe que não há palavras que definam corretamente este encontro sublime.

Muitas vezes, somente suas lágrimas silenciosas é que são capazes de expressar o que se passa em seu coração.

O iniciado sabe o valor real das coisas e dos seres.

Por isso, ele aquieta a voz do ego e despacha para bem longe as suas artimanhas e armadilhas emocionais.

E no silêncio, ele ora, agradece e medita, abraçando secretamente toda humanidade.

E suas emanações sutis melhoram até mesmo os espíritos trevosos, que quedam, quietinhos, encantados com a luz irradiada de seu coração. Eles ainda não sabem, mas o abraço espiritual do iniciado é o abraço secreto do Cristo, o grande transformador dos homens e dos espíritos.

Nesse ensinamento iniciático profundo, encontra-se o cerne de toda a questão.

Quando o amor do Cristo fala ao coração, o iniciado se cala!”


* * *

618 - VIAGEM

- Por Luciano José dos Santos -


Fora de mim eu consigo voar...
Vejo - mesmo com as pálpebras cerradas
Tudo com os olhos d´alma.

Preso ao leito, sinto-me livre...
E minha essência – sem limites – flutua.
Encontro-me, misteriosamente, fora de lá!